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sofia

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🗳️🗃️ outras formas de arquivar 🗃️🗳️

______

DES.ARQUIVAR, 2025
• o arquivo como campo de experimentação e prática artística •

.
#memória #arquivo #processocriativo #experimentação #experimental #desarquivar #arte #artesvisuais #fotografia #materiaisgraficos #livroobjeto #analogico #designgrafico #colagem #montagem


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DES.ARQUIVAR: O arquivo como campo de experimentação para a construção de uma linguagem visual.
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DES.ARQUIVAR investiga o arquivo a partir do reencontro e da ativação de materiais guardados ao longo do tempo. Fotografias, objetos, papéis, documentos, registros digitais e analógicos, cartões, ingressos, etc (um mundo encontrado em gavetas) passam a ser compreendidos como arquivos pessoais e, sobretudo, como possibilidades criativas.

O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

Que venha agora novos pontos de partida.

_________

muito obrigada @robertaportas, por mais do que orientar, acreditar muitas vezes mais do que eu mesma, nesse projeto, desde o início até o final.

à banca linda composta por quem muito admiro: @julietasobral e @mateuvelasco.

@fabiaschnoor e @hansen._hansen me ensinaram, auxiliaram e inspiraram demais em partes importantes desse processo.

❤️

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#desarquivar #memoriavisual #imagem #arquivo #processoartistico #colagem #visualresearch #fotografia #tempo #criação #contemporaryart #praticaartistica #artesvisuais #design


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DES.ARQUIVAR: O arquivo como campo de experimentação para a construção de uma linguagem visual.
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DES.ARQUIVAR investiga o arquivo a partir do reencontro e da ativação de materiais guardados ao longo do tempo. Fotografias, objetos, papéis, documentos, registros digitais e analógicos, cartões, ingressos, etc (um mundo encontrado em gavetas) passam a ser compreendidos como arquivos pessoais e, sobretudo, como possibilidades criativas.

O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

Que venha agora novos pontos de partida.

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muito obrigada @robertaportas, por mais do que orientar, acreditar muitas vezes mais do que eu mesma, nesse projeto, desde o início até o final.

à banca linda composta por quem muito admiro: @julietasobral e @mateuvelasco.

@fabiaschnoor e @hansen._hansen me ensinaram, auxiliaram e inspiraram demais em partes importantes desse processo.

❤️

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DES.ARQUIVAR investiga o arquivo a partir do reencontro e da ativação de materiais guardados ao longo do tempo. Fotografias, objetos, papéis, documentos, registros digitais e analógicos, cartões, ingressos, etc (um mundo encontrado em gavetas) passam a ser compreendidos como arquivos pessoais e, sobretudo, como possibilidades criativas.

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A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

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Que venha agora novos pontos de partida.

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A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

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DES.ARQUIVAR: O arquivo como campo de experimentação para a construção de uma linguagem visual.
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DES.ARQUIVAR investiga o arquivo a partir do reencontro e da ativação de materiais guardados ao longo do tempo. Fotografias, objetos, papéis, documentos, registros digitais e analógicos, cartões, ingressos, etc (um mundo encontrado em gavetas) passam a ser compreendidos como arquivos pessoais e, sobretudo, como possibilidades criativas.

O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

Que venha agora novos pontos de partida.

_________

muito obrigada @robertaportas, por mais do que orientar, acreditar muitas vezes mais do que eu mesma, nesse projeto, desde o início até o final.

à banca linda composta por quem muito admiro: @julietasobral e @mateuvelasco.

@fabiaschnoor e @hansen._hansen me ensinaram, auxiliaram e inspiraram demais em partes importantes desse processo.

❤️

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#desarquivar #memoriavisual #imagem #arquivo #processoartistico #colagem #visualresearch #fotografia #tempo #criação #contemporaryart #praticaartistica #artesvisuais #design


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DES.ARQUIVAR: O arquivo como campo de experimentação para a construção de uma linguagem visual.
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DES.ARQUIVAR investiga o arquivo a partir do reencontro e da ativação de materiais guardados ao longo do tempo. Fotografias, objetos, papéis, documentos, registros digitais e analógicos, cartões, ingressos, etc (um mundo encontrado em gavetas) passam a ser compreendidos como arquivos pessoais e, sobretudo, como possibilidades criativas.

O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

Que venha agora novos pontos de partida.

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muito obrigada @robertaportas, por mais do que orientar, acreditar muitas vezes mais do que eu mesma, nesse projeto, desde o início até o final.

à banca linda composta por quem muito admiro: @julietasobral e @mateuvelasco.

@fabiaschnoor e @hansen._hansen me ensinaram, auxiliaram e inspiraram demais em partes importantes desse processo.

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O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

Que venha agora novos pontos de partida.

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O que para muitos é acúmulo, banal ou cotidiano, pra mim é prática contínua de investigação artística. Olhar para o que costuma ser descartado é dar brilho e reconhecer que esses fragmentos são vestígios das nossas experiências e constituem a própria existência. O arquivo deixa de ser apenas armazenamento e passa a operar como campo de investigação, experimentação e construção de linguagem visual.

A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

Esse projeto tem como primeiro ponto de chegada uma instalação, que se estrutura como um organismo em permanente construção. Cada peça produzida, ainda que fragmentada, integra um sistema maior. Assim como a memória, o tempo e a vida, DES.ARQUIVAR não se apresenta de forma linear ou fechada, mas como um campo contínuo de relações e transformações.

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A partir da perspectiva de Walter Benjamin, a memória não é pensada como depósito estático, mas como território arqueológico. Lembrar é escavar: levantar camadas, revisitar sedimentações, reencontrar fragmentos que, ao emergirem, produzem novos sentidos no presente.

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muito obrigado por tudo que eu tenho passado


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muito obrigado por tudo que eu tenho passado


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jeitinho Birin de ser

💌🍻
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da série amigas em quadrinhos
o resto é história


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jeitinho Birin de ser

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Alice em quadrinhos
meias porções digitais

____

minha homenagem ao dia 16 de novembro (sim) e à nossa irmandade. que a vida continue trazendo mais e mais porções, completas de Alice, por favor.

é muito bom saber que eu tenho uma grande amiga
👯‍♀️🤝❣️🍀


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Alice em quadrinhos
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é muito bom saber que eu tenho uma grande amiga
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é muito bom saber que eu tenho uma grande amiga
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exposição dos trabalhos que nasceram da pesquisa sobre arquivo durante o curso Montar o Arquivo, Arquivar a Montagem 💌

fotos 3, 4, 5, 7: Série. Sem Título. Colagem de papéis diversos, impressão digital. Aproximadamente 21 x 29,7 cm (cada).

foto 6: 2025. Albinho.

muito obrigada @fabiaschnoor e @hansen._hansen
e aos artistas que compartilharam esse percurso e montagem ♥️ @__zecaetano @marinalazzarotto_ @glaucoadorno @joaofaveret
@recipienteporongo


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exposição dos trabalhos que nasceram da pesquisa sobre arquivo durante o curso Montar o Arquivo, Arquivar a Montagem 💌

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foto 6: 2025. Albinho.

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7 months ago

Depois de três semanas de muito trabalho, estamos felizes em anunciar o resultado do curso “Montar o arquivo, arquivar a montagem: o livro e o arquivo como práticas artísticas”, ministrado por Fabia Schnoor e Hansen em setembro de 2025.

A exposição acontece no Recipiente Porongo, em Botafogo. A abertura é dia 26 de setembro (sexta-feira), 19h-22h, e no dia seguinte, 27 de setembro (sábado), a visitação é de 15h às 21h.

Participam da exposição:
Fabia Schnoor @fabiaschnoor
Glauco Adorno @glaucoadorno
Hansen @hansen._hansen
João Faveret @joaofaveret
Marina Lazzarotto @marinalazzarotto_
Sofia Alvim @sofialvimm
Zé Caetano @__zecaetano



📍Recipiente Porongo — Rua Pinheiro Guimarães, 34. Botafogo-Rio de Janeiro.
📅 Abertura — 26 de setembro (sexta), 19h-22h. Visitação — 27 de setembro (sábado), 15h-21h.


Arte de divulgação por @hansen._hansen | tratamento de imagem por @marinalazzarotto_ .


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Depois de três semanas de muito trabalho, estamos felizes em anunciar o resultado do curso “Montar o arquivo, arquivar a montagem: o livro e o arquivo como práticas artísticas”, ministrado por Fabia Schnoor e Hansen em setembro de 2025.

A exposição acontece no Recipiente Porongo, em Botafogo. A abertura é dia 26 de setembro (sexta-feira), 19h-22h, e no dia seguinte, 27 de setembro (sábado), a visitação é de 15h às 21h.

Participam da exposição:
Fabia Schnoor @fabiaschnoor
Glauco Adorno @glaucoadorno
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A exposição acontece no Recipiente Porongo, em Botafogo. A abertura é dia 26 de setembro (sexta-feira), 19h-22h, e no dia seguinte, 27 de setembro (sábado), a visitação é de 15h às 21h.

Participam da exposição:
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📍Recipiente Porongo — Rua Pinheiro Guimarães, 34. Botafogo-Rio de Janeiro.
📅 Abertura — 26 de setembro (sexta), 19h-22h. Visitação — 27 de setembro (sábado), 15h-21h.


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Voir les histoires Instagram en secret

Le visionneur d’histoires Instagram est un outil simple qui vous permet de regarder et de sauvegarder secrètement les histoires Instagram, vidéos, photos ou IGTV. Avec ce service, vous pouvez télécharger du contenu et l’apprécier hors ligne quand vous voulez. Si vous trouvez quelque chose d’intéressant sur Instagram que vous souhaitez vérifier plus tard ou si vous voulez voir des histoires tout en restant anonyme, notre Visionneur est parfait pour vous. Anonstories offre une excellente solution pour garder votre identité cachée. Instagram a lancé la fonctionnalité Stories en août 2023, rapidement adoptée par d’autres plateformes en raison de son format engageant et temporaire. Les histoires permettent aux utilisateurs de partager des mises à jour rapides, qu’il s’agisse de photos, vidéos ou selfies, agrémentés de texte, emojis ou filtres, visibles pendant 24 heures seulement. Cette fenêtre de temps limitée crée un fort engagement par rapport aux publications régulières. Aujourd’hui, les histoires sont l’un des moyens les plus populaires de se connecter et de communiquer sur les réseaux sociaux. Cependant, lorsque vous regardez une histoire, le créateur peut voir votre nom dans leur liste de visionneurs, ce qui peut poser un problème de confidentialité. Et si vous souhaitez naviguer dans les histoires sans être repéré ? C’est là qu’Anonstories devient utile. Il vous permet de regarder du contenu public sur Instagram sans révéler votre identité. Il vous suffit d’entrer le nom d’utilisateur du profil qui vous intéresse, et l’outil affichera ses dernières histoires. Fonctionnalités du visionneur Anonstories : - Navigation anonyme : Regardez des histoires sans apparaître dans la liste des visionneurs. - Aucun compte requis : Regardez du contenu public sans vous inscrire à un compte Instagram. - Téléchargement de contenu : Sauvegardez directement du contenu d’histoires sur votre appareil pour une utilisation hors ligne. - Voir les highlights : Accédez aux Highlights Instagram, même après la période de 24 heures. - Suivi des reposts : Suivez les reposts ou l’engagement sur les histoires des profils personnels. Limitations : - Cet outil fonctionne uniquement avec les comptes publics ; les comptes privés restent inaccessibles. Avantages : - Respect de la vie privée : Regardez n’importe quel contenu Instagram sans être repéré. - Simple et facile : Aucune installation d’application ni inscription requise. - Outils exclusifs : Téléchargez et gérez du contenu de manière que Instagram ne permet pas.

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Consultez les profils et photos anonymement avec aisance grâce au visionneur de profil privé.


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Ce service gratuit vous permet de voir les histoires Instagram anonymement, garantissant que votre activité reste cachée de l’uploader.

Questions fréquemment posées

 
Anonymat

Anonstories permet aux utilisateurs de voir les histoires Instagram sans alerter le créateur.

 
Compatibilité des appareils

Fonctionne parfaitement sur iOS, Android, Windows, macOS et les navigateurs modernes comme Chrome et Safari.

 
Sécurité et confidentialité

Privilégie la navigation sécurisée et anonyme sans nécessiter de coordonnées de connexion.

 
Pas d’inscription

Les utilisateurs peuvent voir des histoires publiques en entrant simplement un nom d’utilisateur — sans compte requis.

 
Formats pris en charge

Télécharge les photos (JPEG) et les vidéos (MP4) facilement.

 
Coût

Le service est gratuit.

 
Comptes privés

Le contenu des comptes privés n’est accessible qu’aux abonnés.

 
Utilisation des fichiers

Les fichiers sont destinés à un usage personnel ou éducatif uniquement et doivent respecter les règles de droit d’auteur.

 
Comment ça marche

Entrez un nom d’utilisateur public pour voir ou télécharger des histoires. Le service génère des liens directs pour sauvegarder le contenu localement.