Jeanne Yépez
✷ gestão de projetos ✷ assistência de direção ✷ produção ✷
rep by @ihate.films ♨
ϟ @ihateflash ❁ @festivalraizes
ᨒ mensageira natural ོ

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

por cima das pedras vulcânicas
tudo preto, cinza, marrom
amarelo, verde, azul
arbustos e árvores se repetem
mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
na subida
o passo deve ser curto
senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

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amarelo, verde, azul
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mas a rosa da montanha só aparece
acima dos 3 mil metros de altura
repito até mudar
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senão o peito acelera demais
despacio despacio
os pés ensinam ao coração

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A beleza dos espinhos
Ornamentam os caminhos
Onde eu gosto de andar
🌞🌧️🍃

A beleza dos espinhos
Ornamentam os caminhos
Onde eu gosto de andar
🌞🌧️🍃

A beleza dos espinhos
Ornamentam os caminhos
Onde eu gosto de andar
🌞🌧️🍃

A beleza dos espinhos
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Onde eu gosto de andar
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A beleza dos espinhos
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Onde eu gosto de andar
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Eu quero a minha vida como ela é, como o povo sabe, com o chão no pé. Como a água doce pra matar a sede e deitar na rede, tomar o café.
Ser um ser humano sem tabu, sem preconceito, ser errado, ser direito, acreditar e não ter fé. Cada um sabe o sapato onde aperta, a minha porta é aberta, qualquer um pode entrar.
Não ligo, faço, aconteço. No outro dia eu esqueço pra de novo começar a minha vida sem chorar. E quem quiser pode falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar… Que eu não vou mudar!

Eu quero a minha vida como ela é, como o povo sabe, com o chão no pé. Como a água doce pra matar a sede e deitar na rede, tomar o café.
Ser um ser humano sem tabu, sem preconceito, ser errado, ser direito, acreditar e não ter fé. Cada um sabe o sapato onde aperta, a minha porta é aberta, qualquer um pode entrar.
Não ligo, faço, aconteço. No outro dia eu esqueço pra de novo começar a minha vida sem chorar. E quem quiser pode falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar… Que eu não vou mudar!

Eu quero a minha vida como ela é, como o povo sabe, com o chão no pé. Como a água doce pra matar a sede e deitar na rede, tomar o café.
Ser um ser humano sem tabu, sem preconceito, ser errado, ser direito, acreditar e não ter fé. Cada um sabe o sapato onde aperta, a minha porta é aberta, qualquer um pode entrar.
Não ligo, faço, aconteço. No outro dia eu esqueço pra de novo começar a minha vida sem chorar. E quem quiser pode falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar… Que eu não vou mudar!

Eu quero a minha vida como ela é, como o povo sabe, com o chão no pé. Como a água doce pra matar a sede e deitar na rede, tomar o café.
Ser um ser humano sem tabu, sem preconceito, ser errado, ser direito, acreditar e não ter fé. Cada um sabe o sapato onde aperta, a minha porta é aberta, qualquer um pode entrar.
Não ligo, faço, aconteço. No outro dia eu esqueço pra de novo começar a minha vida sem chorar. E quem quiser pode falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar… Que eu não vou mudar!

Eu quero a minha vida como ela é, como o povo sabe, com o chão no pé. Como a água doce pra matar a sede e deitar na rede, tomar o café.
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Não ligo, faço, aconteço. No outro dia eu esqueço pra de novo começar a minha vida sem chorar. E quem quiser pode falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar… Que eu não vou mudar!

janeiro veio a cavalo
talvez sair da montada
e passear sem cabresto por aí
pague mais do que vencer a corrida
ou, ao menos, poder dizer
você já reparou
como a vista é linda daqui?

janeiro veio a cavalo
talvez sair da montada
e passear sem cabresto por aí
pague mais do que vencer a corrida
ou, ao menos, poder dizer
você já reparou
como a vista é linda daqui?

janeiro veio a cavalo
talvez sair da montada
e passear sem cabresto por aí
pague mais do que vencer a corrida
ou, ao menos, poder dizer
você já reparou
como a vista é linda daqui?

janeiro veio a cavalo
talvez sair da montada
e passear sem cabresto por aí
pague mais do que vencer a corrida
ou, ao menos, poder dizer
você já reparou
como a vista é linda daqui?

janeiro veio a cavalo
talvez sair da montada
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você já reparou
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no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
🥾: @sertaoveadeiros

no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
🥾: @sertaoveadeiros
no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
🥾: @sertaoveadeiros

no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
🥾: @sertaoveadeiros
no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
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um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
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***
💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
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💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
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um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
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um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
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💦: catarata dos couros, veredas, vale das araras, são félix, comunidade do engenho (território kalunga)
🥾: @sertaoveadeiros

no dia que fomos à catarata dos couros, nossa guia @taistt nos contou que foi através da descoberta de um ninho do pato mergulhão (espécie criticamente ameaçada de extinção) que pesquisadores conseguiram livrar a região de ser inundada para virar hidroelétrica.
um ninho que muda o curso uma região inteira. é na fé em tamanha delicadeza e força que desejo firmar meus passos esse ano.
***
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todo fim de ano é fim de mundo
e todo fim de mundo
é tudo que já tá no ar
tudo que já tá
todo ano é bom
todo mundo é fim
você tem amor em mim?
***
💦: complexo do macacão, vale da lua e cordovil
🥾: @sertaoveadeiros

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abençoada demais nessa virada de 2025 para 2026. agradeço por ter chão firme e tão lindo para pisar, pela companhia graciosa e encantadora das minhas amigas @melbritez e @lugiacomo que me ajudam a ver o que eu não sei, por uma guiança tão segura e atenta do @sertaoveadeiros que ampliou cada mirada, pelo corpo amigo que permitiu as aventuras, pelas mesas fartas nas quais nos sentamos, pelo céu tão imenso e próximo. quanta sorte! 🙏🍀✨

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!
Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

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2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

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2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
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Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

Cheguei ao final de 2025 com muitas lágrimas. Dezembro lembrou que posso chorar um rio sem me afogar. Que dá pra se emocionar de alegria, de tristeza, de superação, de gratidão, de medo e de coragem. Apesar da estranheza que isso gera, é na contradição que reside a verdade. Entre o que eu gostaria e o que é encontro a fresta necessária para a abertura de novos horizontes. Encontro a festa.
2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

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2025 foi um ano de muito trabalho profissional, emocional, familiar e doméstico. Um ano de saltos maiores do que as pernas e, com muito treino, de vez em quando, pernas maiores do que os saltos também. Contei com muito suporte e gentileza no caminho pra poder chegar aqui. Tive ombro pra chorar, riso pra compartilhar, coragem divida pra poder pular. Pela força de tantos espíritos ao lado sou profundamente grata.
Que em 2026 a gente tenha a mente de principiante e o coração infantil pra topar aprender humildemente com tudo o que vier. Que venham momentos engrandecedores, lindos, simples, complexos. Que continuemos a aprender a lidar com a maravilha e com o assombro que é a Vida. Uma coisa não exclui a outra, pelo contrário: fecunda. Que a gente lembre que a vida não é linear, que desvio também é caminho, que é a soma dos erros e acertos que nos constituem. Um ano novo onde a fome e a vontade nos encontrem diante de uma mesa farta. Desejante por essa vida voraz que as vezes parece que vai me comer e que de repente sei que eu sou a própria fome. Haja vida pra viver!

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novembro chuvoso
e uma goteira na biblioteca
um punhado de tristeza
uma série de vitórias
foi um parto
mas o que não é?

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se eu não tiver a liberdade de experimentar a vida o que é que eu estou fazendo aqui?

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se eu não tiver a liberdade de experimentar a vida o que é que eu estou fazendo aqui?

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