Genesson Honorato | Palestrante
Psicólogo :: Colunista @fastcompanybrasil
Prof @fundacaodomcabral
Embaixador @maravalley.rio
Rede de líderes @fundacaolemann

A inovação nasce quando diferentes vozes se encontram para questionar, propor e transformar. É nesse espaço de pluralidade que novas ideias florescem e ganham força para impactar o futuro.
É com essa visão que a Fast Company Brasil anuncia seu novo time de colunistas, trazendo perspectivas diversas sobre temas que merecem atenção. Entre eles, nomes que inspiram pela trajetória e pela capacidade de provocar mudanças reais.
@genesson é psicólogo com olhar para a psicanálise, tem formação em Marketing e Design Digital pela ESPM e MBA em inovação pela University Of Akron, nos Estados Unidos. Atualmente é Sócio-Diretor de Inovação da Kuba Audio, Professor na Fundação Dom Cabral, Mentor e Palestrante. Tem mais de 10 anos de experiência em multinacionais nas áreas de RH, Marketing e Inovação.
👉Leia agora a nova coluna: Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?
#colunistas25 #fastcompany #fastcompanybrasil

Estamos economizando tempo ao custo de abreviar significados, ganhando velocidade e perdendo profundidade.
Nosso colunista @genesson conversou com o neurocientista @rafanunes.brain sobre o que a fragmentação da atenção está fazendo com nossas memórias. A conclusão é inquietante: o cérebro para de lembrar o que sabe e passa a lembrar apenas onde procurar. A memória migra do que é vivido para o lugar onde está armazenada.
Sem retenção, sem aprendizado. Sem memória, sem identidade.
Leia a coluna completa em nosso canal aqui do Instagram.
#FastCompany #FastCompanyBrasil

Estamos economizando tempo ao custo de abreviar significados, ganhando velocidade e perdendo profundidade.
Nosso colunista @genesson conversou com o neurocientista @rafanunes.brain sobre o que a fragmentação da atenção está fazendo com nossas memórias. A conclusão é inquietante: o cérebro para de lembrar o que sabe e passa a lembrar apenas onde procurar. A memória migra do que é vivido para o lugar onde está armazenada.
Sem retenção, sem aprendizado. Sem memória, sem identidade.
Leia a coluna completa em nosso canal aqui do Instagram.
#FastCompany #FastCompanyBrasil

Como criar para mentes distraídas?
Esse ano estarei na Writers Room no @rio2c para uma conversa sobre os desafios da narrativa na era da fragmentação da atenção.
A ideia é discutir como as histórias estão mudando e o que acontece com a linguagem, a estética e com a forma quando a atenção se torna um dos recursos mais disputados do nosso tempo.
Nessa edição será uma alegria dividir o palco e a conversa com Thalita Rebouças, o roteirista Raul Perez e o criador Pedro Ivo para discutir os desafios de prender o público em uma rotina dominada por vídeos curtos, multitela e estímulos constantes.
Vivemos hoje a era do second-screen viewing, em que conteúdos e experiências disputam a atenção com a segunda tela, o celular, e precisam coexistir de forma estratégica. Essa tensão impacta diretamente a forma como as histórias são construídas: não se trata de preguiça criativa, mas sim de resposta a mentes distraídas. O painel reflete sobre como a divisão da atenção afeta a experiência narrativa e abre espaço para debater ajustes estéticos, de linguagem e de formato na criação de conteúdos para esse novo contexto.
Data: 27/05
Horário: 10h às 11h
Local: Sala Writers Room (Cidade das Artes - RJ)
Estou animado para criar junto com vocês!
Te vejo lá?
Avante! 🌻
@thalitareboucas @pedroivob_ @raaulp

O tempo das coisas.
Faz uma semana que eu vi uma planta muito bonita aqui no condomínio e decidi pegar uma muda e plantar.
Foi um movimento de apaixonamento por ela.
Vamos combinar que plantar uma planta não é algo tão comum nos nossos dias.
A gente prefere já comprar pronta, grande, nutrida.
Tudo pronto, tudo na hora, tudo já resolvido, fast food, fast planta, fast vida.
O reflexo disso?
Desde que eu plantei essa muda, eu passo lá todos os dias pra ver se ela já cresceu como a outra.
MAS ELA PARECE NÃO CRESCER!
Ao menos não no tempo acelerado que minha cabeça vive.
Não imaginava que fosse nascer em mim ansiedade tão grande, um imenso incômodo de olhar todo dia para a planta e parecer quenada mudou!
Até que parei e pensei: Genesson, é uma planta.
Não é uma entrega de aplicativo, não é a mensagem que tem que responder na hora, muito menos a compra que você rastreia a entrega.
Ela tem o processo.
Precisa chegar naquela terra, fixar as raízes, criar vínculo ali, se nutrir, e tudo isso no tempo dela.
Pode parecer até uma reflexão boba, mas me incomodou mesmo.Porque nem tudo na vida vai ser pra ontem, pra agora, sem raízes!
Vai ser só a vida acontecendo, sem correr, bem devagar…
E você, já fincou bem suas raízes?
Avante!

O tempo das coisas.
Faz uma semana que eu vi uma planta muito bonita aqui no condomínio e decidi pegar uma muda e plantar.
Foi um movimento de apaixonamento por ela.
Vamos combinar que plantar uma planta não é algo tão comum nos nossos dias.
A gente prefere já comprar pronta, grande, nutrida.
Tudo pronto, tudo na hora, tudo já resolvido, fast food, fast planta, fast vida.
O reflexo disso?
Desde que eu plantei essa muda, eu passo lá todos os dias pra ver se ela já cresceu como a outra.
MAS ELA PARECE NÃO CRESCER!
Ao menos não no tempo acelerado que minha cabeça vive.
Não imaginava que fosse nascer em mim ansiedade tão grande, um imenso incômodo de olhar todo dia para a planta e parecer quenada mudou!
Até que parei e pensei: Genesson, é uma planta.
Não é uma entrega de aplicativo, não é a mensagem que tem que responder na hora, muito menos a compra que você rastreia a entrega.
Ela tem o processo.
Precisa chegar naquela terra, fixar as raízes, criar vínculo ali, se nutrir, e tudo isso no tempo dela.
Pode parecer até uma reflexão boba, mas me incomodou mesmo.Porque nem tudo na vida vai ser pra ontem, pra agora, sem raízes!
Vai ser só a vida acontecendo, sem correr, bem devagar…
E você, já fincou bem suas raízes?
Avante!

Nos vemos no RH Rio!
Falamos muito sobre inovação, ferramentas e produtividade. Mas, no meio de tudo isso, existem relações sendo construídas, vínculos sendo tensionados e uma busca constante por pertencimento.
Por isso, o tema do nosso encontro será “Tecnologia e Pessoas | Vínculos, poder e pertencimento nas organizações de hoje.”
Nenhuma tecnologia resolve aquilo que é, essencialmente, humano.
Bora conversarmos? Nos encontramos por lá.
Avante! 🌻

Como amanhã é dia de descanso, vamos falar sobre 1º DE MAIO hoje?
Seguimos inventando diversas soluções para o mundo do trabalho, criando novas tecnologias, processos e metodologias na tentativa de resolver problemas cada vez mais complexos.
Mas, no meio de tudo isso, a principal solução continua sendo deixada de lado: mais inteligência emocional, mais afeto, mais acolhimento.
É a partir disso que o engajamento acontece, que a produtividade se sustenta e que a saúde no trabalho deixa de ser discurso e passa a ser vivida.
Quanto mais a tecnologia avança, mais o humano deixa de ser opcional.

Comprei um abafador de ruído daqueles de obra.
A ideia era não ter mais um eletrônico tentando resolver o barulho dos outros eletrônicos. Já temos tecnologia suficiente fazendo isso.
A ideia era outra, diminuir o som de fora de um jeito mais simples, quase bruto. E ver o que acontecia.
Funcionou.
Quando o ruído externo baixa, outras coisas começam a aparecer. A respiração, o ritmo do corpo, pensamentos que antes passavam batidos.
A gente passa o dia lidando com excesso de estímulo, mas cria pouco espaço para o silêncio.
E sem silêncio, fica difícil perceber o que está acontecendo dentro.
E se a concentração não for só uma questão de foco, mas também uma questão de escuta e saúde?
Estudos tem demonstrado.
E você o que faz para manter a atenção focada?
Sua atenção também foi hackeada?

Hoje no Rio e em outras cidades (claro) é uma data bem importante, tá todo mundo de folga e possivelmente comendo feijoada.
Se vc não sabe, graças a Deus, sinal que a globalização não pegou essa data e jogou no ventilador.
Mas a questão aqui é outra: a importância dessas tradições, de como elas são propulsoras pra memórias, pra momentos, de fato, verdadeiros e vividos. Ouvi boas histórias hoje.
Em um tempo em que os dias começam a se parecer, essas pausas criam marca. Interrompem o automático, juntam pessoas, dão algum contorno ao tempo.
Ficam na conversa, no encontro, na lembrança que aparece depois.
E são essas lembranças que vão costurando a nossa história, dando forma ao que a gente viveu e ao que ainda faz sentido carregar.
Pensou nisso hoje? Eu pensei!

No livro “O Criador de Memórias” Gian Fabra @dancadaspalavras traz essa frase. Ela nasce de uma história sobre memória, mas também sobre perda. Sobre o que acontece quando começamos a esquecer não só fatos, mas partes de quem somos.
A memória seria apenas um registro do passado?
Tendo a crer que ela é o que nos sustenta no presente, que dá continuidade à nossa identidade, às nossas escolhas, ao nosso próprio sentido de existir.
E a minha reflexão aqui é pensar no tempo em que estamos vivendo. Nunca tivemos tanta tecnologia para registrar tudo: fotos, vídeos, arquivos, históricos. E, ao mesmo tempo, nunca pareceu tão difícil lembrar.
Os dias passam rápido, as semanas se confundem e o que foi vivido ontem já se perdeu no hoje.
O tempo está acelerado? Sim, mas a nossa relação com ele vai de mal a pior. Vivemos muito no automático, presos a estímulos constantes, repetindo rotinas, consumindo conteúdos. E, nesse fluxo constante, criamos menos marcos, menos rupturas, menos experiências que realmente se fixam na memória.
Sem memória, o tempo escorre. Quando vê se foi. E quando o tempo escorre, a sensação de vida também se dilui.
Se lembrar é existir, o que acontece quando deixamos de lembrar?
“Hoje o tempo voa amor, escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir…” (@lulusantosoficial )
Que a gente possa existir à medida que lembramos.
Avante! 🌻

🎶Olhos nos olhos, quero ouvir o que você diz.
Se você não estava na palestra ontem, foi poupado de me ouvir cantar esse trecho. Apesar de que quem esteve lá garante que eu estava afinado.
Eu cantei essa música porque ela ilustra muito bem a conversa de hoje: sua atenção foi hackeada.
Porque existe algo muito particular no encontro. Ele não pode ser terceirizado. Não pode ser mediado por algoritmo e não cabe em várias abas.
O encontro exige presença inteira.
Em um mundo que disputa a nossa atenção o tempo todo, o encontro ainda é um dos poucos lugares onde ela permanece.
E, quando permanece, algo diferente acontece.
Que bom encontrar vocês!
Avante! 🌻

🎶Olhos nos olhos, quero ouvir o que você diz.
Se você não estava na palestra ontem, foi poupado de me ouvir cantar esse trecho. Apesar de que quem esteve lá garante que eu estava afinado.
Eu cantei essa música porque ela ilustra muito bem a conversa de hoje: sua atenção foi hackeada.
Porque existe algo muito particular no encontro. Ele não pode ser terceirizado. Não pode ser mediado por algoritmo e não cabe em várias abas.
O encontro exige presença inteira.
Em um mundo que disputa a nossa atenção o tempo todo, o encontro ainda é um dos poucos lugares onde ela permanece.
E, quando permanece, algo diferente acontece.
Que bom encontrar vocês!
Avante! 🌻

Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
No Global Wellness Summit 2026: “The Revenge of the Human”.
Mostra que vivemos os últimos anos obcecados pela métrica. Glicose, sono, passos, batimentos... transformamos a nossa biologia em um dashboard de performance. Mas o estudo revela um backlash inevitável: a gente cansou de se auto-otimizar.
O paradoxo de que nunca tivemos tantos dados sobre a nossa saúde e nunca nos sentimos tão psicologicamente exaustos. O bem-estar virou uma “tarefa” que precisamos entregar corretamente para o algoritmo (ou para nós mesmos).
A revanche que o GWS aponta é o retorno ao imperfeito. Ao sensorial. Ao que não pode ser medido por um sensor no pulso.
No RH e nas lideranças, o alerta é claro: não adianta oferecer ferramentas de biohacking se o ambiente não oferece segurança. A nova fronteira é o Neurowellness, menos sobre “fazer mais” e mais sobre “sentir-se seguro para ser e fazer“.
Como no filme Dias Perfeitos: o agora é agora, nos resta aproveitar.
E você? Sente que seu bem-estar virou mais uma planilha ou um evento na agenda?
Como você tem cultivado os momentos que o seu relógio “inteligente” não consegue ler?

Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
No Global Wellness Summit 2026: “The Revenge of the Human”.
Mostra que vivemos os últimos anos obcecados pela métrica. Glicose, sono, passos, batimentos... transformamos a nossa biologia em um dashboard de performance. Mas o estudo revela um backlash inevitável: a gente cansou de se auto-otimizar.
O paradoxo de que nunca tivemos tantos dados sobre a nossa saúde e nunca nos sentimos tão psicologicamente exaustos. O bem-estar virou uma “tarefa” que precisamos entregar corretamente para o algoritmo (ou para nós mesmos).
A revanche que o GWS aponta é o retorno ao imperfeito. Ao sensorial. Ao que não pode ser medido por um sensor no pulso.
No RH e nas lideranças, o alerta é claro: não adianta oferecer ferramentas de biohacking se o ambiente não oferece segurança. A nova fronteira é o Neurowellness, menos sobre “fazer mais” e mais sobre “sentir-se seguro para ser e fazer“.
Como no filme Dias Perfeitos: o agora é agora, nos resta aproveitar.
E você? Sente que seu bem-estar virou mais uma planilha ou um evento na agenda?
Como você tem cultivado os momentos que o seu relógio “inteligente” não consegue ler?

Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
No Global Wellness Summit 2026: “The Revenge of the Human”.
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O paradoxo de que nunca tivemos tantos dados sobre a nossa saúde e nunca nos sentimos tão psicologicamente exaustos. O bem-estar virou uma “tarefa” que precisamos entregar corretamente para o algoritmo (ou para nós mesmos).
A revanche que o GWS aponta é o retorno ao imperfeito. Ao sensorial. Ao que não pode ser medido por um sensor no pulso.
No RH e nas lideranças, o alerta é claro: não adianta oferecer ferramentas de biohacking se o ambiente não oferece segurança. A nova fronteira é o Neurowellness, menos sobre “fazer mais” e mais sobre “sentir-se seguro para ser e fazer“.
Como no filme Dias Perfeitos: o agora é agora, nos resta aproveitar.
E você? Sente que seu bem-estar virou mais uma planilha ou um evento na agenda?
Como você tem cultivado os momentos que o seu relógio “inteligente” não consegue ler?

Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
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Mostra que vivemos os últimos anos obcecados pela métrica. Glicose, sono, passos, batimentos... transformamos a nossa biologia em um dashboard de performance. Mas o estudo revela um backlash inevitável: a gente cansou de se auto-otimizar.
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A revanche que o GWS aponta é o retorno ao imperfeito. Ao sensorial. Ao que não pode ser medido por um sensor no pulso.
No RH e nas lideranças, o alerta é claro: não adianta oferecer ferramentas de biohacking se o ambiente não oferece segurança. A nova fronteira é o Neurowellness, menos sobre “fazer mais” e mais sobre “sentir-se seguro para ser e fazer“.
Como no filme Dias Perfeitos: o agora é agora, nos resta aproveitar.
E você? Sente que seu bem-estar virou mais uma planilha ou um evento na agenda?
Como você tem cultivado os momentos que o seu relógio “inteligente” não consegue ler?

Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
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Mostra que vivemos os últimos anos obcecados pela métrica. Glicose, sono, passos, batimentos... transformamos a nossa biologia em um dashboard de performance. Mas o estudo revela um backlash inevitável: a gente cansou de se auto-otimizar.
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A revanche que o GWS aponta é o retorno ao imperfeito. Ao sensorial. Ao que não pode ser medido por um sensor no pulso.
No RH e nas lideranças, o alerta é claro: não adianta oferecer ferramentas de biohacking se o ambiente não oferece segurança. A nova fronteira é o Neurowellness, menos sobre “fazer mais” e mais sobre “sentir-se seguro para ser e fazer“.
Como no filme Dias Perfeitos: o agora é agora, nos resta aproveitar.
E você? Sente que seu bem-estar virou mais uma planilha ou um evento na agenda?
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Vamos conversar?
2026 marca o levante contra o “high-tech wellness”, o retorno ao imperfeito, ao emocional e ao sensorial.
No Global Wellness Summit 2026: “The Revenge of the Human”.
Mostra que vivemos os últimos anos obcecados pela métrica. Glicose, sono, passos, batimentos... transformamos a nossa biologia em um dashboard de performance. Mas o estudo revela um backlash inevitável: a gente cansou de se auto-otimizar.
O paradoxo de que nunca tivemos tantos dados sobre a nossa saúde e nunca nos sentimos tão psicologicamente exaustos. O bem-estar virou uma “tarefa” que precisamos entregar corretamente para o algoritmo (ou para nós mesmos).
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Te vejo em Recife?
No próximo dia 16 estarei no FIFE, um encontro que reúne pessoas que, de diferentes formas, estão tentando gerar impacto real no mundo.
Vou levar para essa conversa a provocação que tem me acompanhado: a nossa atenção foi capturada, disputada e, em muitos casos, terceirizada.
E quando isso acontece, não é só o foco que se perde, mas também a forma como nos conectamos com as causas, com as pessoas e com o próprio sentido do que fazemos também muda.
Nos vemos em Recife!
Avante! 🌻
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