AgitLab
Residence for artists of all walks of art

🎨💃 Open Call para bailarinos no AgitÁgueda 2026!
A Câmara Municipal de Águeda lança uma open call para bailarinos(as) integrarem “Mente & Coração”, um projeto criativo internacional que junta dança contemporânea e bodypainting 🤍✨
Esta residência artística, realizada através do AgitLab (programa promovido pelo Município), culmina em performances ao vivo no AgitÁgueda 2026 (4 e 5 de julho) e inclui:
✔️ Bolsa de participação
✔️ Alojamento
✔️ Formação intensiva com artistas internacionais
O projeto conta com a colaboração de campeões mundiais de bodypainting e propõe uma experiência imersiva com workshops, criação e exploração artística.
👥 Serão selecionados 9 bailarinos(as)
📅 Residência: 25 junho a 6 julho (10 dias)
Requisitos:
– +18 anos
– Experiência em dança/performance (mín. 3 anos)
– Capacidade de improvisação e trabalho em equipa
– Disponibilidade para performance com nudez artística (com roupa interior)
– Comunicação em inglês
📩 Candidaturas até 18 de maio
👉 agitlab@cm-agueda.pt
📢 Resultados: 21 de maio
Mais informações:
https://www.cm-agueda.pt/evento-6/open-call-para-bailarinos-bodypainting-agitagueda-2026
Se queres fazer parte de um projeto inovador e integrar um dos festivais mais criativos do país, esta é a tua oportunidade! 🚀

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.
Entre 10 e 12 de abril, o AgitLab recebeu a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística da Universidade de Aveiro.
Durante estes dias, estudantes, orientadores e professores reuniram-se para partilhar o desenvolvimento dos seus projetos, entre conquistas, desafios e processos criativos.
Foi um momento essencial de encontro e troca, que reforçou o percurso artístico e investigativo de cada participante.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.
De 1 a 10 de abril, o AgitLab recebeu os talentosos Nella Turkki (bailarina, coreógrafa e diretora de teatro) e Janis Heldmann (designer de som e investigador) para a residência I, holobiont. Esta performance multidisciplinar cruzou biologia, dança contemporânea e arte sonora, convidando-nos a repensar o corpo como um ecossistema vivo. A apresentação pública, que mergulhou na identidade microbiana e na relação entre o nosso microbioma e o estado mental, aconteceu a 9 de abril.
Uma experiência única que partilhamos agora um bocadinho convosco.
#ResidenciaArtistica #Holobionte #DançaContemporanea #ArteSonora #AgitLab#agueda

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.
𝗡𝗲𝗹𝗹𝗮 𝗧𝘂𝗿𝗸𝗸 𝗲 𝗝𝗮𝗻𝗶𝘀 𝗛𝗲𝗹𝗱𝗺𝗮𝗻 são os artistas que dão vida a “I, holobiont”. 𝗔 𝗮𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝘁𝗼 𝘀𝗲𝗿𝗮́ 𝗻𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟵 𝗱𝗲 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗹, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟴𝗵, 𝗻𝗼 𝗖𝗮𝗳𝗲́ 𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗔𝗹𝘁𝗮 𝗩𝗶𝗹𝗮.
𝗡𝗲𝗹𝗹𝗮 é bailarina, coreógrafa, diretora de teatro finlandesa, e é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais.
𝗝𝗮𝗻𝗶𝘀 é designer de som e investigador e dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
Apareçam!

Por trás da inovadora lecture performance “I, holobiont”, que estará em residência connosco de 1 a 10 de abril, estão dois visionários cujas trajetórias enriquecem profundamente esta obra multidisciplinar.
Conheça os Artistas:
• 𝐍𝐞𝐥𝐥𝐚 𝐓𝐮𝐫𝐤𝐤: Bailarina, coreógrafa e diretora de teatro finlandesa, Nella Turkki é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais. A sua abordagem distingue-se por um percurso ligado ao teatro aplicado e à criação com forte dimensão social, explorando a arte como ferramenta de transformação.
• 𝐉𝐚𝐧𝐢𝐬 𝐇𝐞𝐥𝐝𝐦𝐚𝐧𝐧: Designer de som e investigador, Janis Heldmann dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
𝐕𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨, 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟗 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡, 𝐧𝐨 𝐂𝐚𝐟𝐞́ 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐭𝐚 𝐕𝐢𝐥𝐚.

Por trás da inovadora lecture performance “I, holobiont”, que estará em residência connosco de 1 a 10 de abril, estão dois visionários cujas trajetórias enriquecem profundamente esta obra multidisciplinar.
Conheça os Artistas:
• 𝐍𝐞𝐥𝐥𝐚 𝐓𝐮𝐫𝐤𝐤: Bailarina, coreógrafa e diretora de teatro finlandesa, Nella Turkki é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais. A sua abordagem distingue-se por um percurso ligado ao teatro aplicado e à criação com forte dimensão social, explorando a arte como ferramenta de transformação.
• 𝐉𝐚𝐧𝐢𝐬 𝐇𝐞𝐥𝐝𝐦𝐚𝐧𝐧: Designer de som e investigador, Janis Heldmann dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
𝐕𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨, 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟗 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡, 𝐧𝐨 𝐂𝐚𝐟𝐞́ 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐭𝐚 𝐕𝐢𝐥𝐚.

De 1 a 10 de abril, acolhemos a residência do projeto “I, holobiont”, de Nella Turkki e Janis Heldmann, que explora o corpo humano como um verdadeiro ecossistema.
Somos holobiontes: um universo de células, micróbios e bactérias que coexistem e dependem uns dos outros. Onde começam e terminam as nossas fronteiras com o ambiente? Como podemos descobrir o desconhecido em nós?
Esta lecture performance multidisciplinar cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora para questionar a centralidade humana e experienciar o corpo de novas formas.
A apresentação pública será no dia 9 de abril, às 18h e a entrada é livre!
📍 Café Concerto do Parque Municipal de Alta Vila.

Residência | 𝗙𝗔Í𝗖𝗖'26
23-26 fevereiro 2026
No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe uma nova edição do 𝗙𝗔Í𝗖𝗖 — um curso de formação avançada em criação coreográfica promovido pela Instável — dirigido a intérpretes e criadores que desejem aprofundar e consolidar a sua prática artística.
Ao longo do percurso formativo, os participantes desenvolvem projetos próprios em estreito diálogo com formadores convidados. O curso articula acompanhamento artístico, processos de criação, oportunidades de estágio e momentos de apresentação pública. A residência no AgitLab integra este percurso, proporcionando tempo e espaço dedicados à investigação e ao desenvolvimento das propostas. Realizada no início do curso, constitui um momento determinante para a coesão e consolidação do grupo.
Esta parceria afirma-se como mais um exemplo de intervenção cultural orientada para o desenvolvimento do território, promovendo a criação artística contemporânea, a internacionalização e o envolvimento ativo da comunidade nos projetos desenvolvidos no contexto das residências.
A apresentação pública do projeto terá lugar no dia 26 de fevereiro, quinta-feira, às 18h00, no Café Concerto do Parque Municipal de Alta Vila.
© 𝑇𝑜𝑚𝑎́𝑠 𝐿𝑎𝑟𝑎𝑛𝑗𝑜 / “[ℎ𝑢𝑔]”, 𝑑𝑒 𝐶𝑟𝑖𝑠𝑡𝑖𝑛𝑎 𝑃𝑙𝑎𝑛𝑎𝑠 𝐿𝑒𝑖𝑡𝑎̃𝑜 / 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑝𝑟𝑒𝑡𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝐹𝐴𝐼́𝐶𝐶 / 𝑆𝑒𝑟𝑟𝑎𝑙𝑣𝑒𝑠 𝑒𝑚 𝐹𝑒𝑠𝑡𝑎 2025

𝐌𝐄𝐋𝐓 𝐈𝐍 𝐒𝐈𝐆𝐇𝐓, de 𝒋𝒂𝒏𝒏𝒆 & 𝒕𝒂𝒃𝒆𝒂
𝐄𝐧𝐬𝐚𝐢𝐨 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐨
𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐳𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨
𝟏𝟖𝐡 (𝟒𝟎 𝐦𝐢𝐧.)
Sala Estúdio - CAA
Dois corpos que se movem numa paisagem de gelo, partindo de uma tentativa.
A tentativa de se tornarem ternas num ambiente hostil.
A tentativa de se derreterem sem perderem os próprios contornos.
A tentativa de transformar o próprio ambiente. Encontrar novas formas onde a raiva e a ternura coexistem, onde se podem condicionar-se mutuamente.
Uma tentativa de encontrar força na vulnerabilidade partilhada e permitir que este processo seja testemunhado.

𝐌𝐄𝐋𝐓 𝐈𝐍 𝐒𝐈𝐆𝐇𝐓, de 𝒋𝒂𝒏𝒏𝒆 & 𝒕𝒂𝒃𝒆𝒂
𝐄𝐧𝐬𝐚𝐢𝐨 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐨
𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐳𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨
𝟏𝟖𝐡 (𝟒𝟎 𝐦𝐢𝐧.)
Sala Estúdio - CAA
Dois corpos que se movem numa paisagem de gelo, partindo de uma tentativa.
A tentativa de se tornarem ternas num ambiente hostil.
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A tentativa de transformar o próprio ambiente. Encontrar novas formas onde a raiva e a ternura coexistem, onde se podem condicionar-se mutuamente.
Uma tentativa de encontrar força na vulnerabilidade partilhada e permitir que este processo seja testemunhado.
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