Beatriz Monteiro

Julho te escrevo agradecida, pq tua intensidade me fez sacudir por dentro. me obrigou a encarar incômodos que aprendemos a ignorar, assim como assuntos inacabados. Você me fez retornar a casa, lugar esse que descobri estar distante demais e me devolveu para parcerias ainda feitas no ventre da mãe, assim como novos lugares e encontros únicos. The Strokes tocou muito esse mês e lembrei de dançar e aceitar que pode ser melhor ainda. Adotei uma pastora chamada “Pearl”, que te faz lembrar de quem é, com suas palavras inesquecíveis e julho, obrigada pelos memes. Tá caótico. Mas aprendendo a ver beleza em tudo. Valeu ❤️

Julho te escrevo agradecida, pq tua intensidade me fez sacudir por dentro. me obrigou a encarar incômodos que aprendemos a ignorar, assim como assuntos inacabados. Você me fez retornar a casa, lugar esse que descobri estar distante demais e me devolveu para parcerias ainda feitas no ventre da mãe, assim como novos lugares e encontros únicos. The Strokes tocou muito esse mês e lembrei de dançar e aceitar que pode ser melhor ainda. Adotei uma pastora chamada “Pearl”, que te faz lembrar de quem é, com suas palavras inesquecíveis e julho, obrigada pelos memes. Tá caótico. Mas aprendendo a ver beleza em tudo. Valeu ❤️

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Ah, Junho, você veio como um vendaval. Dias mais curtos, outros longos demais pra acabar… decidi fazer uma imagem que me lembrasse de você durante sua passagem. E te quis muito bem. Celebrei muitos novos anos com meus amores. Vivi a última dança junina do caçula, e peguei carona com os velhos… continuo sonhando acordada pra tudo que vem por aí. Esse é só um registro de vc e seus 30 dias, amor meu.

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O desafio já era sabido, quando assumi esse trabalho. Conhecer a fundo histórias de pessoas que enfrentaram ou que estavam à espera do maior milagre da vida: o de renascer… me dava a ideia de quedeveria entrar sem me envolver com as dores e as frustrações do corpo doente. Estava completamente enganada. O que cada uma das pessoas com quem conversei, ali, me trouxenão era a doença em si, e sim, a vida. E sobre ela falamos durante horas. Rompendo a barreira da certeza, vi coisas impossíveis, se tornando possíveis. Vi amizades serem feitas na velocidade da luz. Carinho no cuidado. Presenciei sonhos como verdadeiras premonições… e como torci. Reencontrei profissionais vocacionados, que se entregam para o ofício e pacientes, cuja força e resiliência, minimizam, muitas vezes, anulando qualquer dificuldade. Toda troca me levou ao mesmo destino: a uma vida sem ensaios e de maior concretude. Obrigada, novamente, pela confiança com a minha escuta e por me deixar ser parte desse grande milagre, que, claro, só pode existir com a doação de órgãos.. Em memória a Dona Maria, que recebeu seu coração e lutou bravamente, mas o céu a aguardava com a mesma felicidade que dançava em Terra... @reginachuquer @diarioderenal @luiz.borges.7 @marindia.lahm @coracaodeatletaoficial
@estela_azeka Obrigada demais pelo carinho e escuta …
Estreia hoje, na @streammaxbr “Operação Transplante”

O desafio já era sabido, quando assumi esse trabalho. Conhecer a fundo histórias de pessoas que enfrentaram ou que estavam à espera do maior milagre da vida: o de renascer… me dava a ideia de quedeveria entrar sem me envolver com as dores e as frustrações do corpo doente. Estava completamente enganada. O que cada uma das pessoas com quem conversei, ali, me trouxenão era a doença em si, e sim, a vida. E sobre ela falamos durante horas. Rompendo a barreira da certeza, vi coisas impossíveis, se tornando possíveis. Vi amizades serem feitas na velocidade da luz. Carinho no cuidado. Presenciei sonhos como verdadeiras premonições… e como torci. Reencontrei profissionais vocacionados, que se entregam para o ofício e pacientes, cuja força e resiliência, minimizam, muitas vezes, anulando qualquer dificuldade. Toda troca me levou ao mesmo destino: a uma vida sem ensaios e de maior concretude. Obrigada, novamente, pela confiança com a minha escuta e por me deixar ser parte desse grande milagre, que, claro, só pode existir com a doação de órgãos.. Em memória a Dona Maria, que recebeu seu coração e lutou bravamente, mas o céu a aguardava com a mesma felicidade que dançava em Terra... @reginachuquer @diarioderenal @luiz.borges.7 @marindia.lahm @coracaodeatletaoficial
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Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

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Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

Irmã, sei que amanhã completa uma semana que você já segura o título de maior de idade. E, confesso que essa é uma homenagem tardia, pela falta de tempo... @lulibustani você parecia uma sereia radiante, na última sexta feira. Não à toa, você nasceu no dia da celebração internacional do amor. Lembro como se fosse ontem, o dia em que você nasceu e o momento em que peguei você no colo. Papai chorou. (Mas quando papai não chora?). Os olhos da sua mãe pareciam ainda mais claros e sua vó, bom sua avó fez todo mundo da maternidade chorar. Te amo demais e saiba que você me deve uma dança, um show da Billie Eilish. Desejo que o mundo seja pequeno pra ti e que possamos ter muitos momentos memoráveis, como o da última sexta-feira. Feliz ano novo, maninha. Te amo.

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Um carrossel da estrada até aqui. Três dias de 25, porém 362 dias de infinitas possibilidades para sermos melhores, mais corajosos e mais generosos uns com os outros. A você, 25, já guardo um carinho por ti. Que seja leve. #2025

Terça-feira, um dia para lembrarmos a importância do pesquisador no audiovisual. #campanhadecreditos #pavic

Terça-feira, um dia para lembrarmos a importância do pesquisador no audiovisual. #campanhadecreditos #pavic

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Decidi escrever sobre essa experiência só quando dela voltasse. Mas já me dizia a minha intuição que seria colocada à prova de um dos maiores medos: o de ficar sozinha, doente. Engraçado que na semana anterior a minha viagem, leria uma frase que dizia: se sentir sozinho, não é quando estamos sós e, sim, desconectados de nós mesmos. Pensei muito sobre essa frase, antes mesmo de sair em viagem. Horas antes, me sentia emocionada. Ansiosa, com um gravador que não funcionava, mas feliz por saber que encontraria uma personagem, que já integrei a minha vida e já considero uma das mensageiras das perguntas que faço para o universo. O voo, que é um pontos mais frágeis pra mim, era o meu maior desafio naquele momento. Neguei o cansaço, a dor de garganta e o corpo trabalhando em ritmo frenético para não cometer o erro em dar algo errado. Mas o que não podia contar era com a força maior. Quando o corpo não pode mais, e precisa parar e eu volto ao estágio mais complexo da pandemia, o isolamento. Foram cinco dias dentro do quarto de hotel, em uma cidade que não era minha e longe dos que amo. Lembro do pequeno, meu sobrinho caçula colocar a cabeça pra fora do carro, quando nos despedíamos, pedindo um outro beijo, porque demoraria para me ver de novo. Pensei nele na hora que soube que havia positivado para Covid. O que não era o fim do mundo, nesse momento atual em que vivemos. Mas será que não, mesmo? Na mente de um ansioso, esse é um pensamento que sempre volta. O isolamento não era nada. O corpo doente, para mim era tudo. Queria fazer de tudo para que ele voltasse pra mim. Pensei o quanto o negligenciei. O quanto ele me pediu descanso e eu ignorei. E foi o momento em que o mundo parou pra mim. Não sozinha, mas dentro de mim. Pensei em quem precisava. E no que precisava fazer. Refleti sobre a vida e para onde queria levar ela daqui pra diante. Me emocionei com a mensagem da moça da portaria do hotel, que me perguntara se queria companhia. Descobri que estava no caminho certo, por todos que se preocupavam em mandar mensagens para saber como estava indo. Mas o medo vinha, nas madrugadas, onde o silêncio se fazia presente. (Continua nos comentários) .

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

Há uma semana eu pegava o avião para voltar de uma experiência única. Fazia tempo que não me encontrava só, em um lugar desconhecido e relativamente novo pra mim. A natureza sempre me trouxe muita liberdade, mas ela também sempre cobrou franqueza em relação as atitudes tomadas na vida. E no Pantanal não foi diferente. Fui atrás de uma pequena, mas muito simbólica onça-pintada chamada Leventina. Voltei com pessoas que levo pra vida. E que me ensinaram muito sobre, mais do que podem imaginar. Os tenho no coração: Wendel, @ocesarleite e @edu.fragoso_ 🖤 sobre a Leventina, essa guerreira do Pantanal, em breve vocês irão conhecer. Agradeço demais @giulianocedroni e cia por terem me colocado no caminho dela. Quanto ao Pantanal… bom agradeço esse ecossistema por responder as perguntas que me fiz ao longo do caminho. Janeiro/Fevereiro, 2023. #ya’waraLeventina #onçafari

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Hoje é o dia do menino mais zika que conheço. Agradeço todos os dias por teus pais terem colocado você na minha vida, porque sem teu sorriso, tua doçura e teu carinho, seria impossível entender os milagres da vida. Você vive, garoto, com tanta vontade e garra, que faz qualquer um de nós, com experiências acumuladas de vida, parecermos recém nascidos ao teu lado. Você é encanto. Magia pura. Teimoso, que nem o pai… mas que me arranca um sorriso de canto de boca quando o vejo fazer o que meu irmão fazia na tua idade. Definitivamente, o mundo é teu Luca. E tua madrinha está aqui para levá-lo para onde quiser ir. Juntos. Te amo. Os pais, @cfavero e @dr.gabrielmonteiro o que tenho a dizer? Obrigada por encher minha vida de sentido e que “attraverssiamo” 🖤

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A ti
Não mentiam aqueles que me disseram que você se tornaria parte de mim. Porque sou movida pelo pensamento de que por onde caminho, você está comigo. O que ainda sigo buscando nesse caos chamado vida é a calma que encontrava no seu olhar. A serenidade que era capaz de minimizar os maiores dos problemas. Sinto falta do teu interesse por minhas andanças. E de pensarmos juntas, avançando na construção de uma reflexão. De assistir a filmes em que no silêncio dávamos as mãos. Sinto falta do teu carinho e também do grande coração, que aprendeu a deixar a resistência do estar sempre certa, para viver lado a lado com o diferente. Brindo a ti, Helena, onde estiver. Hoje e sempre. #helenavive

Uma parte minha foi com você. Mas o que restou, ainda tem muito para viver. Falar sobre o que te faz sentir, se tornou quase impossível. Isso passa. Volte. Abençoe todos os diálogos que faz consigo mesma e mantenha a cabeça levantada, pois que vem de tempestade não tem medo de chuva. Maio, 2022.

"Dizem que antes de um rio entrar no mar, ele treme de medo. Olha para trás, para toda jornada que percorreu, para os cumes, as montanhas, para o longo caminho sinuoso que trilhou através de florestas e povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto, que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. Somente ao entrar no oceano o medo irá desaparecer, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas de tornar-se oceano". Vem 22. Feliz ano bom #2022
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