Exame
Celebrando o empreendedorismo brasileiro há 58 anos.
Uma das maiores operações de mineração do mundo funciona como uma cidade industrial erguida a 700 quilômetros de Belém, Amazônia adentro. É de Carajás, no sudeste do Pará, que saem, todos os anos, cerca de 170 milhões de toneladas de minério de ferro, escoadas por uma ferrovia de quase 1.000 quilômetros até o litoral do Maranhão.
Ao longo do trajeto, os trens atravessam a floresta até chegar ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís, de onde a produção é exportada para todo o mundo, majoritariamente para a China. O conjunto formado por minas, ferrovia e porto fez da Vale, nos últimos 40 anos, um colosso global da mineração.
Mas, para além do minério de ferro, a região de Carajás tem outro negócio cada dia mais promissor. A região abriga os principais ativos de cobre da companhia.
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🖋️ Letícia Furlan e Mitchel Diniz

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou neste sábado, 9, que a guerra na Ucrânia “está se aproximando do fim” e voltou a criticar o apoio militar do Ocidente a Kiev, em meio a uma trégua temporária marcada por acusações mútuas de violações entre russos e ucranianos.
“Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acredito que está se aproximando do fim, mas ainda é um assunto sério”, disse Putin a jornalistas.
Durante as celebrações pela vitória soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, o líder russo também atacou a atuação da OTAN no conflito.
“Passaram meses esperando que a Rússia sofresse uma derrota esmagadora, que seu Estado desmoronasse. Isso não aconteceu. E então ficaram presos nessa dinâmica e agora não conseguem sair dela”, declarou.
Putin afirmou ainda estar disposto a se reunir com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, em um terceiro país, mas condicionou o encontro à definição prévia de um acordo de paz. “Esse deveria ser o ponto final, e não as negociações em si mesmas”, ressaltou.
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🖋️ Isabela Rovaroto
📸 Pavel Bednyakov/Pool/AFP

A rotina começa antes do amanhecer. Caminhões chegam em sequência, carregados de frutas, verduras e legumes vindos de todas as regiões do Brasil. No maior entreposto da América Latina, a Ceagesp, o ritmo é ditado por fatores que vão muito além da logística: clima, renda — e, cada vez mais, comportamento do consumidor.
Nos últimos anos, uma mudança tem chamado atenção dentro do entreposto que movimenta cerca de R$ 16 bilhões por ano: a busca por alimentação saudável, impulsionada por tendências de bem-estar e pelo uso das chamadas canetas emagrecedoras.
“Isso mexe diretamente com a nossa operação”, diz Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp. “A gente percebe uma mudança no padrão de consumo. Produtos ligados à saudabilidade têm tido uma reta ascendente ao longo dos anos", diz ele.
O fenômeno não nasceu dentro do entreposto — mas já reorganiza parte relevante da demanda que passa por ele. Segundo Oliveira, o movimento ganhou força especialmente após a pandemia, quando o consumidor passou a olhar com mais atenção para a própria alimentação.
“Produtos como abacate, batata-doce e itens com apelo saudável tiveram crescimento claro. A gente vê isso nos dados ao longo do tempo”, afirma ele.
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🖋️ César H. S. Rezende
📷 Reprodução/Redes Sociais

A rotina começa antes do amanhecer. Caminhões chegam em sequência, carregados de frutas, verduras e legumes vindos de todas as regiões do Brasil. No maior entreposto da América Latina, a Ceagesp, o ritmo é ditado por fatores que vão muito além da logística: clima, renda — e, cada vez mais, comportamento do consumidor.
Nos últimos anos, uma mudança tem chamado atenção dentro do entreposto que movimenta cerca de R$ 16 bilhões por ano: a busca por alimentação saudável, impulsionada por tendências de bem-estar e pelo uso das chamadas canetas emagrecedoras.
“Isso mexe diretamente com a nossa operação”, diz Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp. “A gente percebe uma mudança no padrão de consumo. Produtos ligados à saudabilidade têm tido uma reta ascendente ao longo dos anos", diz ele.
O fenômeno não nasceu dentro do entreposto — mas já reorganiza parte relevante da demanda que passa por ele. Segundo Oliveira, o movimento ganhou força especialmente após a pandemia, quando o consumidor passou a olhar com mais atenção para a própria alimentação.
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A rotina começa antes do amanhecer. Caminhões chegam em sequência, carregados de frutas, verduras e legumes vindos de todas as regiões do Brasil. No maior entreposto da América Latina, a Ceagesp, o ritmo é ditado por fatores que vão muito além da logística: clima, renda — e, cada vez mais, comportamento do consumidor.
Nos últimos anos, uma mudança tem chamado atenção dentro do entreposto que movimenta cerca de R$ 16 bilhões por ano: a busca por alimentação saudável, impulsionada por tendências de bem-estar e pelo uso das chamadas canetas emagrecedoras.
“Isso mexe diretamente com a nossa operação”, diz Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp. “A gente percebe uma mudança no padrão de consumo. Produtos ligados à saudabilidade têm tido uma reta ascendente ao longo dos anos", diz ele.
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“Isso mexe diretamente com a nossa operação”, diz Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp. “A gente percebe uma mudança no padrão de consumo. Produtos ligados à saudabilidade têm tido uma reta ascendente ao longo dos anos", diz ele.
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🖋️ César H. S. Rezende
📷 Reprodução/Redes Sociais

Não é segredo para ninguém, especialmente entre empresários: o sistema tributário brasileiro não só é supercomplexo e burocrático, como também torna difícil para as empresas reportarem suas operações ao fisco em tantos detalhes.
Felizmente, há negócios como a Taxcel, que auxiliam na automatização de rotinas fiscais, na análise de grandes volumes de dados, no acompanhamento da transformação digital e na geração de valor estratégico para os clientes.
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🖋️ Júlia Arbex
📸 Divulgação

A Autoclipper, startup maranhense fundada em 2023 por Gerson Soares, acaba de captar R$ 500 mil em rodada liderada pelo fundo Stars e quer se posicionar como uma infraestrutura de distribuição de vídeos curtos, conectando criadores, marcas e uma rede crescente de clipadores.
O movimento acontece em um momento de saturação do tráfego pago e avanço da economia dos criadores de conteúdo, que já movimenta cerca de R$ 20 bilhões no Brasil.
“Enquanto o mercado ainda está focado em produzir melhor, estamos focado em aparecer mais. Nosso modelo resolve o gargalo da distribuição, que hoje é o principal desafio para quem quer crescer nas redes”, afirma Gerson Soares.
A empresa projeta ultrapassar R$ 5 milhões em faturamento até 2028, enquanto tenta consolidar um modelo baseado em volume, rede e recorrência de campanhas.
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🖊️ Bianca Camatta

O relatório da consultoria Sports Value revela que os 20 maiores clubes do Brasil atingiram em 2025 o maior patamar de receitas da história: R$ 15 bilhões, frente aos R$ 11 bilhões de 2024, um crescimento de 36%.
Mesmo descontando a inflação, o aumento real foi de 25%. Esse salto foi impulsionado principalmente por direitos de TV, transferências de jogadores e marketing, que juntos representaram mais de 80% da receita total.
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🖊️ Luiz Anversa
📸 Rubens Chiri/São Paulo FC/Raul Baretta/Santos FC/Daniela Veiga/Atlético/Vitor Silva/Botafogo/Gilvan de Souza/Flamengo

O relatório da consultoria Sports Value revela que os 20 maiores clubes do Brasil atingiram em 2025 o maior patamar de receitas da história: R$ 15 bilhões, frente aos R$ 11 bilhões de 2024, um crescimento de 36%.
Mesmo descontando a inflação, o aumento real foi de 25%. Esse salto foi impulsionado principalmente por direitos de TV, transferências de jogadores e marketing, que juntos representaram mais de 80% da receita total.
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🖊️ Luiz Anversa
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🖊️ Luiz Anversa
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🖊️ Luiz Anversa
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🖊️ Luiz Anversa
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Mesmo descontando a inflação, o aumento real foi de 25%. Esse salto foi impulsionado principalmente por direitos de TV, transferências de jogadores e marketing, que juntos representaram mais de 80% da receita total.
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Mesmo descontando a inflação, o aumento real foi de 25%. Esse salto foi impulsionado principalmente por direitos de TV, transferências de jogadores e marketing, que juntos representaram mais de 80% da receita total.
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Uma das cidades que mais recebe turistas por ano no Brasil, Gramado está planejando construir uma nova frente urbana inteira na Serra Gaúcha. A "Nova Centralidade", como chama a prefeitura, nada mais é do que um novo centro para desafogar o atual, que terá hotéis, hospital, teatro, moradias, parques, centro de eventos e milhares de novos moradores.
A proposta prevê transformar uma área de 900 hectares na região norte do município, a 8 quilômetros da famosa Rua Coberta, em um novo polo urbano pensado para as próximas décadas. A ideia, segundo secretários municipais consultados pela EXAME, é criar uma segunda cidade desenhada para absorver o crescimento populacional, turístico e imobiliário que hoje pressiona o centro tradicional da cidade.
O projeto ganhou sinal verde nesta semana. A Câmara de Vereadores aprovou a lei que estabelece as regras gerais para ocupação da área, considerada estratégica por ficar no eixo de conexão com o futuro novo aeroporto de Caxias do Sul.
“O crescimento de Gramado acabou acontecendo de forma muito espalhada, com bairros residenciais de baixa densidade e dependência total do centro para qualquer atividade cotidiana”, diz Rafael Bazzan Barros, secretário de Planejamento, Urbanismo e Parcerias Estratégicas.
“A ideia agora é criar uma centralidade de verdade, com moradia, comércio, serviços, lazer e trabalho coexistindo no mesmo espaço.”
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🖋️ Guilherme Gonçalves
📸 Prefeitura de Gramado/Divulgação

A Alta Geotecnia desenvolve projetos, consultorias e soluções para garantir a segurança de estruturas como barragens, rodovias, ferrovias e aterros, atuando na prevenção de riscos geotécnicos e ambientais.
"A geotecnia lida com a mecânica dos solos e das rochas. Deslizamentos de terra e rompimento de barragens, por exemplo, geram perdas de vidas humanas e problemas ambientais. O conhecimento geotécnico aplicado evita que essas questões aconteçam", explica o CEO Álvaro Viana.
A empresa foi fundada em 2010 por Álvaro, engenheiro civil formado pela PUC-Rio, e pelo professor emérito da mesma instituição, Tácio de Campos.
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🖋️ Júlia Arbex
📸 Divulgação
A EXAME esteve nesta semana em Florianópolis, em Santa Catarina, para cobrir um evento na Casa Conceito CBA Exame, um lugar onde a revista promove eventos e cobertura das empresas da região Sul.
Neste quarto encontro, a repórter Layane Serrano mediou um painel sobre empreendedorismo, liderança e maternidade com as empresárias Cintia Pereira, fundadora da CBA, e Dayane Titon, CEO da Baly.
Para saber mais sobre encontros e histórias de empreendedores brasileiros, siga a #EXAME.

O cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions, segue em direção a Tenerife, nas Ilhas Canárias, após um surto de hantavírus a bordo deixar três mortos e mobilizar autoridades sanitárias de ao menos quatro continentes. A embarcação deve atracar neste domingo, 10, enquanto governos europeus, americanos e africanos coordenam medidas de monitoramento, evacuação médica e rastreamento de contatos.
A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
Até o momento, a embarcação já atracou em diferentes pontos para evacuações médicas. Três pessoas morreram desde o início do surto, incluindo uma passageira que desembarcou na África do Sul antes de morrer.
Para saber mais, acesse a #EXAME. Link na bio!
🖋️ Paloma Lazzaro
📸 AFP/Christopher Black/World Health Organization/AFP/Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

O cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions, segue em direção a Tenerife, nas Ilhas Canárias, após um surto de hantavírus a bordo deixar três mortos e mobilizar autoridades sanitárias de ao menos quatro continentes. A embarcação deve atracar neste domingo, 10, enquanto governos europeus, americanos e africanos coordenam medidas de monitoramento, evacuação médica e rastreamento de contatos.
A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
Até o momento, a embarcação já atracou em diferentes pontos para evacuações médicas. Três pessoas morreram desde o início do surto, incluindo uma passageira que desembarcou na África do Sul antes de morrer.
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🖋️ Paloma Lazzaro
📸 AFP/Christopher Black/World Health Organization/AFP/Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

O cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions, segue em direção a Tenerife, nas Ilhas Canárias, após um surto de hantavírus a bordo deixar três mortos e mobilizar autoridades sanitárias de ao menos quatro continentes. A embarcação deve atracar neste domingo, 10, enquanto governos europeus, americanos e africanos coordenam medidas de monitoramento, evacuação médica e rastreamento de contatos.
A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
Até o momento, a embarcação já atracou em diferentes pontos para evacuações médicas. Três pessoas morreram desde o início do surto, incluindo uma passageira que desembarcou na África do Sul antes de morrer.
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📸 AFP/Christopher Black/World Health Organization/AFP/Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

O cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions, segue em direção a Tenerife, nas Ilhas Canárias, após um surto de hantavírus a bordo deixar três mortos e mobilizar autoridades sanitárias de ao menos quatro continentes. A embarcação deve atracar neste domingo, 10, enquanto governos europeus, americanos e africanos coordenam medidas de monitoramento, evacuação médica e rastreamento de contatos.
A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
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📸 AFP/Christopher Black/World Health Organization/AFP/Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

O cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions, segue em direção a Tenerife, nas Ilhas Canárias, após um surto de hantavírus a bordo deixar três mortos e mobilizar autoridades sanitárias de ao menos quatro continentes. A embarcação deve atracar neste domingo, 10, enquanto governos europeus, americanos e africanos coordenam medidas de monitoramento, evacuação médica e rastreamento de contatos.
A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
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📸 AFP/Christopher Black/World Health Organization/AFP/Divulgação/Ministério da Saúde da Argentina

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A embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, em 1º de abril, transporta cerca de 150 passageiros e tripulantes que permanecem a bordo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou oito casos vinculados ao foco.
O cruzeiro não foi colocado formalmente em quarentena internacional, uma decisão que tem relação direta com a forma de transmissão do hantavírus e com a avaliação de risco feita pela OMS. Embora a cepa Andes, identificada nos casos ligados ao navio, possa ser transmitida entre humanos em situações específicas, o órgão afirma que o potencial de disseminação é muito menor do que o de doenças respiratórias como gripe ou COVID-19.
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Ao abrir o ChatGPT, a maioria das pessoas digita direto o que deseja: “crie um e-mail de prospecção”, “explique a taxa Selic”, “me ajude a montar um plano de carreira”. Mas quem já domina o uso da inteligência artificial sabe que existe uma etapa anterior — e ela faz toda a diferença.
Antes de qualquer pergunta, há uma frase simples que desbloqueia o verdadeiro potencial da IA.
Quer saber qual é? Comenta "EU QUERO" que a gente te manda na DM.
Matéria completa no site da #EXAME
🖋️ Da Redação
📷 Reprodução

Ao abrir o ChatGPT, a maioria das pessoas digita direto o que deseja: “crie um e-mail de prospecção”, “explique a taxa Selic”, “me ajude a montar um plano de carreira”. Mas quem já domina o uso da inteligência artificial sabe que existe uma etapa anterior — e ela faz toda a diferença.
Antes de qualquer pergunta, há uma frase simples que desbloqueia o verdadeiro potencial da IA.
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Ao abrir o ChatGPT, a maioria das pessoas digita direto o que deseja: “crie um e-mail de prospecção”, “explique a taxa Selic”, “me ajude a montar um plano de carreira”. Mas quem já domina o uso da inteligência artificial sabe que existe uma etapa anterior — e ela faz toda a diferença.
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Plantar batata no Brasil é um negócio um tanto quanto desafiador. Em anos bons, enriquece o produtor. Em anos ruins, pode quebrar uma empresa inteira.
Os irmãos Auler, da serra gaúcha, viveram os dois lados antes dos 30 anos. Em 2011, depois de uma safra desastrosa, tiveram que vender propriedades para pagar dívidas. Foi naquele ano, em um congresso do setor, que Diego — o filho do meio — ouviu uma palestra sobre o futuro da industrialização da batata no Brasil. Levou a ideia para casa.
Quinze anos depois, o grupo MDA Alimentos é a terceira maior fábrica de batata congelada do país, atrás apenas da multinacional McCain e da brasileira Bem Brasil.
A companhia, sediada em São Francisco de Paula, a 120 quilômetros de Porto Alegre, fechou 2025 com faturamento de 212 milhões de reais e projeta entre 250 milhões e 300 milhões de reais para 2026. A meta para 2030 é faturar 1 bilhão de reais.
O grupo é tocado pelos três irmãos — Márcio, Diego e Alã, que dão nome à marca — e opera duas frentes industriais: salgadinhos e batata chips, em operação desde o fim de 2017, e batata congelada, que começou a rodar há cerca de um ano e oito meses e já responde por metade da receita.
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🖋️ Daniel Giussani
📸 MDA Alimentos/Divulgação
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