F.EIO /// (ง •̀_•́)ง ExPeRiÊnCiA CoMpLetA \ (•◡•) / ------==TRAILER==-------

🚨CAPA DO MEU PRÓXIMO SINGLE🚨
“Ah, Como É Bom Viajar Pro Meio Do Mato”
20/03
0H00
Pré-Save na Bio

Estética não é rebranding. Existe uma diferença enorme entre mudar o imaginário visual de uma era e reconstruir de fato uma identidade artística. No pop atual, muita coisa que chamam de “rebranding” é apenas a adoção inteligente de uma tendência estética em alta culturalmente. Mas tendências passam e os arquétipos permanecem. E é justamente aí que alguns artistas constroem carreiras duradouras e outros apenas vivem uma era viral.

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Nas últimas semanas venho pensando que existem artistas que fazem do talento um espetáculo, artistas que transformam a própria sensibilidade em arte sem precisar provar nada e artistas que simplesmente existem sem preocupação em impressionar. Alguns querem ocupar a sala inteira, outros mudam a atmosfera dela em silêncio e outros parecem até rejeitar a ideia de performance. No fim, a forma como alguém manifesta seu trabalho artístico talvez revele mais sobre sua relação consigo mesmo do que sobre técnica. Qual é o tipo que vocês mais se identificam?

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Manu Gavassi talvez nunca tenha fracassado em ser popstar. Talvez o problema seja que ela nunca foi só isso. Enquanto o pop brasileiro buscava arquétipos simples, Manu transformava cada era em laboratório criativo, pesquisa estética e construção de universo.

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Filme: Guaratuba
Elenco: @victoriakiu @dionseabra @joao_cortes @annaakisue @magiumansur @brenoganz
Locação: @casa_escuta

Quando a capa de Brutal Paraíso foi revelada, quando saiu o clipe do primeiro single, quando o álbum finalmente chegou, nós confessamos: ficamos decepcionados. Esperávamos uma nova ruptura da Luísa Sonza, mais um movimento imprevisível como ela vinha fazendo nos últimos anos. Os projetos anteriores sempre vieram com narrativa bem amarrada, storytelling claro e aquele elemento surpresa que virou marca registrada. Estávamos esperando isso de novo. Chegamos a imaginar até um álbum de rock, algo que empurrasse ainda mais essa trajetória de risco que começou lá em Doce 22. Seria o próximo passo lógico. Mas ela fez o oposto. A capa, apesar de permitir leituras, é mais direta: ela sendo bonita, sexy, magnética. O primeiro clipe não apresenta uma nova estética, é ela abraçando o arquétipo de Popstar sem filtro. E o disco, em boa parte, revisita os mesmos territórios sonoros que ela já domina. Foi aí que virou a chave. Talvez Brutal Paraíso nunca tenha sido sobre ruptura. Talvez seja sobre sublinhar, reforçar, cravar de vez o lugar dela. Não como uma artista em transformação constante, mas como uma cantora pop no sentido mais amplo, mais clássico e mais definitivo da palavra. Oque vocês acharam?

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