Funarte
Fundação Nacional de Artes, vinculada ao @MinC, responsável pelas políticas públicas para artes visuais, circo, dança, música e teatro do Brasil
Ponto de Cultura e das Artes do Brasil: o presidente da Funarte, Leonardo Lessa, e a coordenadora-geral de Fomento da Fundação, Luisa Hardman, foram conhecer a sede do Instituto Pombas Urbanas, no Centro Cultural Arte em Construção, em São Paulo (SP). Esta visita teve uma motivação específica: a realização da roda de conversa “Pontos de Cultura no Brasil das Artes: Política Nacional de Cultura Viva e Política Nacional das Artes”, que acontecerá na 6ª Teia Nacional, o encontro da maior política de base comunitária do Brasil.
Fundado em 2002, o Pombas Urbanas é uma mostra da sinergia entre a Política Nacional de Cultura Viva e a Política Nacional das Artes. É grupo de teatro e é espaço de formação, é lugar de encontro e transformação, com o compromisso de promover o acesso à cultura e impulsionar a produção artística na periferia de São Paulo, sendo reconhecido como um Ponto de Cultura pelo MinC. Abriga a Biblioteca Milton José Assumpção, o Teatro Ventre de Lona, além de salas de ensaio e de aulas de música e artesanato, por exemplo.
A comitiva foi recebida pelo fundador do Pombas Urbanas, Adriano Mauriz, que apresentou o espaço gerido pelo coletivo de mesmo nome e que abriga o trabalho artístico de coletivos do bairro de Cidade Tiradentes, diversos projetos e atividades.
Vem pra Teia Nacional? Participe!
🎨🤹 FUNARTE NA TEIA NACIONAL 🩰🎶🎭
👉🏾 “Pontos de Cultura no Brasil das Artes: Política Nacional de Cultura Viva e Política Nacional das Artes” será uma roda de conversa para fortalecer o diálogo sobre políticas públicas culturais, as redes de criação e participação social. Direcionada para representantes de Pontos de Cultura que possuem as artes como eixo para sua atuação, a proposta prevê a construção de um mapa coletivo, estimulando a identificação de ações, produtos e práticas vinculados às linguagens artísticas.
🗓️ 22 de maio (sex), 9h às 12h
📍 Salão Serra do Sesc Formosa
Aracruz (ES)

Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
📸Luis Benedito - Fundação Itaú / Edição CGCOM Funarte
Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
📸Luis Benedito - Fundação Itaú / Edição CGCOM Funarte

Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
📸Luis Benedito - Fundação Itaú / Edição CGCOM Funarte

Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
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Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
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Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
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Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
📸Luis Benedito - Fundação Itaú / Edição CGCOM Funarte

Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
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Fortalecimento da economia criativa no Brasil: o MinC realizou o I Encontro Brasileiro de Observatórios de Economia Criativa, no Itaú Cultural, em São Paulo (SP), marcando o lançamento da Rede Brasileira de Observatórios de Economia Criativa e da versão em português do “Framework for Cultural Statistics 2025”, da Unesco, traduzido como “Marco de Estatísticas Culturais 2025”. A iniciativa posiciona o país como o primeiro da América Latina a publicar a tradução do documento e ampliar o acesso ao novo referencial internacional para mensuração da cultura e da economia criativa.
O evento, que pode ser conferido na íntegra no YouTube do MinC, reuniu representantes do poder público, universidades, organismos internacionais, centros de pesquisa e instituições culturais para debater o papel dos dados, da inteligência territorial e da articulação em rede na formulação de políticas públicas para o setor cultural.
Conduzido pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o encontro teve presença da Funarte, com o presidente Leonardo Lessa e a coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, reconhecendo os setores artísticos como grandes geradores de riqueza para o Brasil, em termos econômicos e simbólicos. Instituída em março, a Política Nacional das Artes se compromete também com o desenvolvimento socioeconômico promovido pelo campo.
Nesta grande articulação para construção de políticas baseadas em evidências, a Funarte vem investindo em levantamento de dados, através de variadas iniciativas. Entre elas, estão as pesquisas “Fomento às Artes no Brasil”, em parceria com o Observatório de Economia Criativa (OBEC), e “Acesso às Artes”, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também a Rede das Artes (rededasartes.cultura.gov.br), plataforma digital pública e colaborativa desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que reúne e visibiliza informações das artes brasileiras, onde se instala o “Mapa das Artes”, um conjunto de mapeamentos nacionais.
Se o Brasil das Artes é uma riqueza, ela deve ser promovida, protegida e distribuída!
📸Luis Benedito - Fundação Itaú / Edição CGCOM Funarte

Pela primeira vez, o Programa Funarte Aberta tem uma chamada especialmente criada para ocupação da Livraria Mário de Andrade, localizada no Palácio Gustavo Capanema, para lançamentos de livros sobre as artes brasileiras. As inscrições estão abertas, em fluxo contínuo!
Por meio do mecanismo, é possível realizar eventos de lançamento de livros publicados entre 2024 e 2026, com atividades abertas ao público, como rodas de conversa, debates, palestras, leituras dramatizadas, saraus, performances literárias, slams, contações de histórias e outras ações ligadas à palavra, à oralidade e às artes.
Criado em 2023, o Programa Funarte Aberta oferece a proponentes de todo o Brasil pauta gratuita nos espaços culturais mantidos pela Fundação em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, acolhendo projetos artístico-culturais das diversas linguagens, em seus mais variados formatos. A ação fortalece o acesso democrático aos equipamentos públicos de cultura e amplia a circulação das artes brasileiras. Em seus três primeiros anos, o Funarte Aberta já contemplou cerca de 1.300 projetos.
📍 Livraria Mário de Andrade
Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 – Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Leia o regulamento e faça sua inscrição:
gov.br/funarte

Oportunidade para as artes brasileiras! Estão prorrogadas até o dia 29 de maio as inscrições da 5ª edição do Prêmio Palmares de Arte, promovido pela Fundação Cultural Palmares (@fundacaopalmares) do Ministério da Cultura (@minc), que reconhece e valoriza iniciativas culturais desenvolvidas por artistas negras e negros em todo o país. Ao todo, serão premiadas 80 iniciativas culturais, distribuídas entre as categorias de artes cênicas (dança ou teatro), audiovisual, literatura e música, contemplando as cinco regiões do Brasil. O prêmio tem valor bruto de R$ 12,5 mil, totalizando R$ 1 milhão em recursos destinados ao fortalecimento e reconhecimento da produção artística afro-brasileira.
Saiba mais em www.gov.br/palmares

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

O 1º Encontro Nacional de Teatro para a Infância e Juventude da ASSITEJ Brasil foi realizado de 11 a 15 de maio, no Teatro da Pedra, na cidade de São João del-Rei (MG), promovendo residências artísticas, rodas de conversa, oficinas e espetáculos abertos ao público, com objetivo de potencializar produções, pesquisas e discussões em desenvolvimento no país sobre este importante tema. Fundada em 1965, a Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (ASSITEJ) é uma rede de artistas e organizações em 87 países, dedicada a fomentar o acesso às artes por crianças e jovens.
O evento contou com apoio da Funarte e presença da sua coordenadora setorial de Teatro, Michele Rolim. Além de ter acompanhado a abertura da programação, ela participou da mesa “Curadoria e gestão no teatro para as infâncias”, junto a representantes do Sesc, Sesi e Instituto Brasileiro de Teatro (IBT).
No contexto da Política Nacional das Artes, que tem entre suas diretrizes a promoção do acesso às artes e a valorização de ações continuadas que ampliem este acesso, foram destacadas iniciativas como o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de grupos e coletivos artísticos, espaços e eventos calendarizados, que vem contemplando também projetos direcionados às infâncias e juventudes em diferentes regiões do país. Junto a ele, o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, que dá mais escala a seus resultados.
Outra pauta foi o Mapeamento Nacional de Grupos de Teatro de Ação Continuada, lançado em março pela Funarte, e a importância do engajamento do setor no preenchimento da pesquisa, entendida como uma ferramenta fundamental para o fortalecimento, reconhecimento e articulação do campo do teatro brasileiro. A iniciativa integra o Mapa das Artes e está aberta na plataforma Rede das Artes: rededasartes.cultura.gov.br.
📸 Dudu Canaan / Edição CGCOM Funarte

Funarte presente no encontro da maior política de base comunitária do Brasil! A 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática acontece nesta semana em Aracruz, no Espírito Santo, reunindo movimentos culturais, redes comunitárias, povos tradicionais, universidades, entidades parceiras, organizações da sociedade civil e instituições públicas de todo o Brasil. Serão mais de 200 atividades em 140 horas de programação para articulação, troca de experiências e fortalecimento da Cultura Viva.
As artes brasileiras fazem parte fundamental desta rede e a Funarte estará presente nesta agenda para fortalecer as conexões entre a Cultura Viva e o Brasil das Artes. Nos vemos lá!
🎨🤹 FUNARTE NA TEIA NACIONAL 🩰🎶🎭
👉🏾 “Pontos de Cultura no Brasil das Artes: Política Nacional de Cultura Viva e Política Nacional das Artes” será uma roda de conversa para fortalecer o diálogo sobre políticas públicas culturais, as redes de criação e participação social. Direcionada para representantes de Pontos de Cultura que possuem as artes como eixo para sua atuação, a proposta prevê a construção de um mapa coletivo, estimulando a identificação de ações, produtos e práticas vinculados às linguagens artísticas.
🗓️ 22 de maio (sex), 9h às 12h
📍 Salão Serra do Sesc Formosa
👉🏾 O livro “Meu Amado me Disse: os cantos tōlo dos povos Karib do Alto Xingu”, das Edições Funarte, terá lançamento na Teia Nacional. A obra reúne 100 cantos tradicionais, transmitidos por gerações e executados por mulheres Kuikuro em rituais sagrados, registrados em Língua Karib Alto Xinguana (LKAX) e traduzidos para o português.
🗓️ 21 de maio (qui), 17h30
📍 Estande Casa MinC no Sesc Formosa
📸Edição CGCOM Funarte

Funarte presente no encontro da maior política de base comunitária do Brasil! A 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática acontece nesta semana em Aracruz, no Espírito Santo, reunindo movimentos culturais, redes comunitárias, povos tradicionais, universidades, entidades parceiras, organizações da sociedade civil e instituições públicas de todo o Brasil. Serão mais de 200 atividades em 140 horas de programação para articulação, troca de experiências e fortalecimento da Cultura Viva.
As artes brasileiras fazem parte fundamental desta rede e a Funarte estará presente nesta agenda para fortalecer as conexões entre a Cultura Viva e o Brasil das Artes. Nos vemos lá!
🎨🤹 FUNARTE NA TEIA NACIONAL 🩰🎶🎭
👉🏾 “Pontos de Cultura no Brasil das Artes: Política Nacional de Cultura Viva e Política Nacional das Artes” será uma roda de conversa para fortalecer o diálogo sobre políticas públicas culturais, as redes de criação e participação social. Direcionada para representantes de Pontos de Cultura que possuem as artes como eixo para sua atuação, a proposta prevê a construção de um mapa coletivo, estimulando a identificação de ações, produtos e práticas vinculados às linguagens artísticas.
🗓️ 22 de maio (sex), 9h às 12h
📍 Salão Serra do Sesc Formosa
👉🏾 O livro “Meu Amado me Disse: os cantos tōlo dos povos Karib do Alto Xingu”, das Edições Funarte, terá lançamento na Teia Nacional. A obra reúne 100 cantos tradicionais, transmitidos por gerações e executados por mulheres Kuikuro em rituais sagrados, registrados em Língua Karib Alto Xinguana (LKAX) e traduzidos para o português.
🗓️ 21 de maio (qui), 17h30
📍 Estande Casa MinC no Sesc Formosa
📸Edição CGCOM Funarte

Funarte presente no encontro da maior política de base comunitária do Brasil! A 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática acontece nesta semana em Aracruz, no Espírito Santo, reunindo movimentos culturais, redes comunitárias, povos tradicionais, universidades, entidades parceiras, organizações da sociedade civil e instituições públicas de todo o Brasil. Serão mais de 200 atividades em 140 horas de programação para articulação, troca de experiências e fortalecimento da Cultura Viva.
As artes brasileiras fazem parte fundamental desta rede e a Funarte estará presente nesta agenda para fortalecer as conexões entre a Cultura Viva e o Brasil das Artes. Nos vemos lá!
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👉🏾 “Pontos de Cultura no Brasil das Artes: Política Nacional de Cultura Viva e Política Nacional das Artes” será uma roda de conversa para fortalecer o diálogo sobre políticas públicas culturais, as redes de criação e participação social. Direcionada para representantes de Pontos de Cultura que possuem as artes como eixo para sua atuação, a proposta prevê a construção de um mapa coletivo, estimulando a identificação de ações, produtos e práticas vinculados às linguagens artísticas.
🗓️ 22 de maio (sex), 9h às 12h
📍 Salão Serra do Sesc Formosa
👉🏾 O livro “Meu Amado me Disse: os cantos tōlo dos povos Karib do Alto Xingu”, das Edições Funarte, terá lançamento na Teia Nacional. A obra reúne 100 cantos tradicionais, transmitidos por gerações e executados por mulheres Kuikuro em rituais sagrados, registrados em Língua Karib Alto Xinguana (LKAX) e traduzidos para o português.
🗓️ 21 de maio (qui), 17h30
📍 Estande Casa MinC no Sesc Formosa
📸Edição CGCOM Funarte
A Funarte reverencia Osvaldo Alves Pereira, nosso Noca da Portela (1932-2026), compositor, cantor e instrumentista nascido em Leopoldina (MG), que chegou ao Rio de Janeiro ainda criança e teve o Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela como sua escola de samba de coração. Tornou-se um dos principais sambistas e compositores da história da Música Popular Brasileira. Pela sua imensa contribuição à música e às artes brasileiras, notório conhecimento e capacidade de mobilização comunitária, foi reconhecido pelo Prêmio Funarte Mestras e Mestres das Artes, em 2025, retribuição pela vida dedicada ao fazer artístico.
A história deste baluarte, que também foi feirante durante grande parte da vida, abriu caminho no cenário musical e fez Noca chegar a lugares nunca esperados, tornando-se, por exemplo, secretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Como autor, compôs sambas-enredo para várias escolas, como para Portela, agremiação onde ganhou 14 vezes, e o Paraíso do Tuiuti, da qual é fundador.
Noca compôs vários sambas de sucesso, gravados por cantores consagrados, como “Virada”, conhecido na voz de Beth Carvalho e considerado um símbolo da luta pela democratização do país. Viu suas músicas serem interpretadas por artistas como Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Jair Rodrigues, Clara Nunes, entre outros. Teve ainda reconhecida participação em vários blocos cariocas, além das condecorações recebidas, como a Ordem do Rio Branco (Itamaraty, 2006) e a Ordem do Mérito Cultural (MinC, 2009). Também foi condecorado como Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Teve biografia lançada em 2019 pelo biógrafo Marcelo Braz, “Noca da Portela e de todos os sambas”.
A Funarte se solidariza com a família de sangue e do samba, amigos e admiradores desta figura que deixa um legado tão importante para o Brasil.
Há 10 anos, movimentos culturais de todo o país se insurgiram em defesa da democracia e do Ministério da Cultura – extinto e rebaixado a uma Secretaria Especial. Em maio de 2016, o movimento Ocupa MinC ocupou prédios públicos ligados ao Ministério da Cultura nas 27 unidades da federação, dentre eles, os complexos culturais da Funarte. A mais longeva dessas ocupações aconteceu no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro (RJ), sede da nossa Fundação.
O MinC e a Funarte reconhecem e reverenciam a importância histórica da luta democrática materializada nestas ocupações culturais que, à época, conseguiram reverter a decisão governamental, devolvendo ao país o seu Ministério da Cultura.
Depois de nove anos fechado, o Palácio Gustavo Capanema foi reaberto há um ano, em maio de 2025, com a entrega da Ordem do Mérito Cultural (OMC), a mais alta honraria pública da cultura do Brasil, pelo Presidente Lula. Representantes do movimento Ocupa MinC receberam a medalha, parte deste reconhecimento e marco em defesa da soberania popular. A Funarte também realizou neste terreno emblemático atos celebrativas por seus 50 anos, concluindo sua festa de aniversário no último dia 31 de março, data de publicação do decreto que instituiu a Política Nacional das Artes.
Que esta década de história, mais um importante capítulo nos 80 anos do Palácio Gustavo Capanema, reafirme sua vocação como casa pública das políticas culturais de nosso país – símbolo de nossa democracia, assim como o Ministério da Cultura do Brasil!

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

Artistas, produtores, gestores públicos, agentes e profissionais das artes se reúnem na 21ª Feira da Música Ceará, aberta no dia 13 de maio e com programação até o dia 16, na cidade de Fortaleza (CE). Com o tema “O Tempo da Música”, o evento objetiva comunicar a economia da música e sua relevância para as redes criativas. A iniciativa é realizada pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura.
A Funarte está presente! O presidente da Fundação, Leonardo Lessa, participou da mesa de abertura, “Plano de Ação Estratégica do Setor Musical 2026-2028”, junto com Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, a secretária da Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca, a secretária da Cultura de Fortaleza em exercício, Ticiana Studart, e agentes da cadeia produtiva da música, como Ivan Ferraro, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN). A diretora do Centro de Música da Funarte, Eulícia Esteves, acompanha toda a programação e integrou o encontro com selos e editoras, que debateu os caminhos do mercado fonográfico independente.
Mesas, painéis, encontros, oficinas, negócios e muitos shows compõem o evento, interessado no mapeamento do ecossistema musical, na articulação entre sociedade, poder público e iniciativa privada, no fomento à infraestrutura do setor e na circulação de artistas. Pelo diálogo e sustentabilidade da produção musical de nosso Brasil das Artes!
📷 Samyra Araujo

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
AC•BA•CE•ES•PB•RJ•RS•TO
Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
AC•BA•CE•ES•PB•RJ•RS•TO
Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
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Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
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O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
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Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
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O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
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Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
AC•BA•CE•ES•PB•RJ•RS•TO
Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

O MinC está realizando o 3º Encontro dos Programas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), reunindo gestores de estados e municípios do Brasil. No primeiro dia do evento, o foco esteve no Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas, voltado ao fortalecimento de iniciativas culturais que atuam de forma permanente – espaços, grupos/coletivos, escolas livres e eventos continuados –, através do fomento plurianual de suas atividades. Construção coletiva de uma política pública capaz de garantir maior estabilidade para o setor cultural brasileiro!
Tendo em vista a experiência da Funarte com este modelo de fomento, referência para sua expansão no âmbito da PNAB, quem conduziu o encontro foi o presidente da Fundação, Leonardo Lessa, acompanhado da coordenadora-geral de Fomento, Luisa Hardman, e da coordenadora de Articulação e Participação, Lenine Guevara, e junto com o assessor especial da ministra da Cultura, Carlos Paiva. Além de partilha de referenciais para editais, o grupo conheceu experiências internacionais de financiamento continuado promovidas pelo Arts Council England, do Reino Unido, e o DGArtes, de Portugal.
O Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas foi lançado em 2023 e já teve duas edições, investindo cerca de R$ 100 milhões em mais de 200 projetos de todas as regiões do país. Com a PNAB, a escala se encorpa: 12 estados e sete capitais integram a atuação coordenada, que faz somar mais de R$ 100 milhões por ano de recursos federais numa rede ampla de ações artístico-culturais do Brasil.
Dos estados e capitais que aderiram ao Programa, estavam presentes Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins; e as cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Rondônia também participou do Encontro. Além destes entes, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio Grande do Sul e as cidades de Manaus (AM), Natal (RN), Salvador (BA) e São Luís (MA) fazem parte da lista de estados e municípios que incluem editais de apoio a ações continuadas no ciclo 2 da PNAB.
✨Quem já lançou seus editais de apoio a ações continuadas pela PNAB?
AC•BA•CE•ES•PB•RJ•RS•TO
Fortaleza (CE)•Natal (RN)
📷 Victor Vec/ MinC

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.
As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.
As artes estão no centro do fortalecimento dos laços entre Brasil e China! O Ano Cultural Brasil-China se estabelece para fomentar a cooperação entre os dois países, abrindo portas para o fortalecimento desse vínculo cultural. A primeira etapa da programação foi marcada pela diversidade da música brasileira com a “Plataforma Música Brasil”, que passou por Pequim e Xangai.
A missão foi conduzida pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao lado do presidente da Funarte, Leonardo Lessa, que cumpriram uma agenda institucional fundamental para caminhos de trocas mútuas entre dois territórios muito distantes geograficamente, bastante distintos em suas realidades socioculturais, mas aproximados no compromisso de reciprocidade para o desenvolvimento de suas populações. Marcos Galvão, embaixador do Brasil na China, Bárbara Policeno, do Setor Cultural da Embaixada brasileira, e Augusto Pestana, Cônsul-Geral do Brasil em Xangai, acompanharam a comitiva.
O ministro da Cultura e Turismo da China, Sun Yeli, e a secretária de Cultura e Turismo de Xangai, Zhong Xiaomin, foram algumas das autoridades com quem o grupo se reuniu. Lama Temple, National Centre for the Performing Arts, Kuaishou, China Media Group e Power Station of Art foram instituições visitadas, com diálogos para prospecção de parcerias.
Entre 27 de abril e 5 de maio, foram 26 shows de 18 artistas e grupos brasileiros, incluindo uma ocupação do JZ Spring Festival, um dos festivais mais relevantes da Ásia, no qual o Brasil foi o país convidado especial. A programação também incluiu o Brazilian Day, com encontros, jam session e participações especiais.
Para a programação artística do Ano Cultural Brasil-China, a ministra da Cultura instituiu uma comissão composta pela Funarte, com participação de instituições governamentais convidadas e articulação com agentes envolvidos na estratégia, como empresas estatais patrocinadoras e instituições culturais especializadas. Para a “Plataforma Música Brasil”, buscou-se variedade de estilos e diversidade regional, geracional, de gênero e étnico-racial. A comissão também provocou a pactuação federativa, convocando governos a investir em projetos de seus territórios.

Se você ainda não visitou a exposição “Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos”, tem mais tempo para se agendar! Aberta no último dia 31 de março, no marco celebrativo do cinquentenário da Funarte e do decreto da Política Nacional das Artes, a mostra tem visitação prorrogada por mais três semanas, até o dia 6 de junho, no mezanino do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro (RJ).
O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, foi uma das pessoas que conferiram de perto esta experiência, conduzido pelo diretor-executivo em exercício da Funarte, Marcos Teixeira, pela chefa de gabinete, Patrícia Campolina, e pela curadora da exposição, a pesquisadora e crítica de arte Luiza Interlenghi, servidora da Funarte desde 1984.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” reúne diferentes gerações de artistas das cinco regiões do Brasil, que apresentam uma trama criativa da atuação institucional de 1976 a 2026. Mergulhando neste cinquentenário de arte contemporânea, políticas públicas e diversidade estética, estão obras de 40 artistas que participaram de ações de fomento da Funarte, da pintura à performance, da fotografia às práticas coletivas, das tradições populares às investigações contemporâneas.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” tem correalização da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (AMEAV) e apoio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), vinculado ao Iphan.
📷 Giba/ MinC
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos”
📍Mezanino do Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 - Centro - Rio de Janeiro (RJ)
🎟️ Visitação gratuita
🗓️ Até 6 de junho
Segunda a sexta, 10h às 18h, sábados, 12h às 17h [exceto feriados]

Se você ainda não visitou a exposição “Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos”, tem mais tempo para se agendar! Aberta no último dia 31 de março, no marco celebrativo do cinquentenário da Funarte e do decreto da Política Nacional das Artes, a mostra tem visitação prorrogada por mais três semanas, até o dia 6 de junho, no mezanino do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro (RJ).
O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, foi uma das pessoas que conferiram de perto esta experiência, conduzido pelo diretor-executivo em exercício da Funarte, Marcos Teixeira, pela chefa de gabinete, Patrícia Campolina, e pela curadora da exposição, a pesquisadora e crítica de arte Luiza Interlenghi, servidora da Funarte desde 1984.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” reúne diferentes gerações de artistas das cinco regiões do Brasil, que apresentam uma trama criativa da atuação institucional de 1976 a 2026. Mergulhando neste cinquentenário de arte contemporânea, políticas públicas e diversidade estética, estão obras de 40 artistas que participaram de ações de fomento da Funarte, da pintura à performance, da fotografia às práticas coletivas, das tradições populares às investigações contemporâneas.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” tem correalização da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (AMEAV) e apoio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), vinculado ao Iphan.
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O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, foi uma das pessoas que conferiram de perto esta experiência, conduzido pelo diretor-executivo em exercício da Funarte, Marcos Teixeira, pela chefa de gabinete, Patrícia Campolina, e pela curadora da exposição, a pesquisadora e crítica de arte Luiza Interlenghi, servidora da Funarte desde 1984.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” reúne diferentes gerações de artistas das cinco regiões do Brasil, que apresentam uma trama criativa da atuação institucional de 1976 a 2026. Mergulhando neste cinquentenário de arte contemporânea, políticas públicas e diversidade estética, estão obras de 40 artistas que participaram de ações de fomento da Funarte, da pintura à performance, da fotografia às práticas coletivas, das tradições populares às investigações contemporâneas.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” tem correalização da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (AMEAV) e apoio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), vinculado ao Iphan.
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O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, foi uma das pessoas que conferiram de perto esta experiência, conduzido pelo diretor-executivo em exercício da Funarte, Marcos Teixeira, pela chefa de gabinete, Patrícia Campolina, e pela curadora da exposição, a pesquisadora e crítica de arte Luiza Interlenghi, servidora da Funarte desde 1984.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” reúne diferentes gerações de artistas das cinco regiões do Brasil, que apresentam uma trama criativa da atuação institucional de 1976 a 2026. Mergulhando neste cinquentenário de arte contemporânea, políticas públicas e diversidade estética, estão obras de 40 artistas que participaram de ações de fomento da Funarte, da pintura à performance, da fotografia às práticas coletivas, das tradições populares às investigações contemporâneas.
“Visualidades Brasileiras - Funarte 50 Anos” tem correalização da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (AMEAV) e apoio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), vinculado ao Iphan.
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