Nupef
📡 Promovemos o uso seguro das tecnologias para garantir direitos e contribuir com o exercício pleno da cidadania
Saiba Mais ⤵️
Já está disponível o Relatório de Atividades 2025 do Instituto Nupef nas versões português e inglês! 📘🌎
O ano passado foi muito especial: celebramos 20 anos conectando saberes, defendendo direitos e fortalecendo territórios. ✨ E o relatório é uma ferramenta importante para sistematizar essa jornada.
A publicação reúne ações, pesquisas, incidência política e articulações nacionais e internacionais desenvolvidas ao longo de 2025. É também um convite para refletirmos sobre alguns dos grandes desafios do nosso tempo: conectividade, justiça climática, governança da Internet, acesso à informação e proteção de defensoras e defensores ambientais. 🌱🌐🛡️
Mais do que um balanço, o Relatório registra um ciclo de renovação institucional do Nupef, com presença pública fortalecida e atuação ampliada em agendas estratégicas no Brasil e na América Latina. 🤝
Acesse o link na nossa bio para baixar o relatório e conheça os caminhos que seguimos construindo coletivamente!
#Nupef #DireitosDigitais #JustiçaDigital #GovernançaDaInternet #ConectividadeSignificativa

Já está disponível o Relatório de Atividades 2025 do Instituto Nupef nas versões português e inglês! 📘🌎
O ano passado foi muito especial: celebramos 20 anos conectando saberes, defendendo direitos e fortalecendo territórios. ✨ E o relatório é uma ferramenta importante para sistematizar essa jornada.
A publicação reúne ações, pesquisas, incidência política e articulações nacionais e internacionais desenvolvidas ao longo de 2025. É também um convite para refletirmos sobre alguns dos grandes desafios do nosso tempo: conectividade, justiça climática, governança da Internet, acesso à informação e proteção de defensoras e defensores ambientais. 🌱🌐🛡️
Mais do que um balanço, o Relatório registra um ciclo de renovação institucional do Nupef, com presença pública fortalecida e atuação ampliada em agendas estratégicas no Brasil e na América Latina. 🤝
Acesse o link na nossa bio para baixar o relatório e conheça os caminhos que seguimos construindo coletivamente!
#Nupef #DireitosDigitais #JustiçaDigital #GovernançaDaInternet #ConectividadeSignificativa

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais

✨ Nupef 20 anos: uma nova identidade para tempos conectados!
Em 2025, o Nupef tem a alegria de comemorar duas décadas de atuação. Para honrar essa trajetória e caminhar rumo aos próximos 20 anos, apresentamos nossa nova identidade visual!
Ela reflete quem somos hoje: uma organização que atua na interseção entre tecnologia, território e justiça social, produzindo e compartilhando conhecimento sobre o uso seguro e autônomo das tecnologias de informação e comunicação.
Nossa marca antiga carregava nossa essência, mas agora damos um passo além:
🔸 Logotipo mais versátil
🔸 Símbolo independente e cheio de significado
🔸 Um universo visual que fortalece nossa presença em todos os espaços, físicos e digitais
Nosso novo símbolo parte da ideia de que é no chão do território que a tecnologia cria raiz. A nova identidade combina elementos do mundo digital — circuitos, redes, dados — com formas orgânicas, fluidas, que lembram também uma impressão digital: um sinal de identidade, singularidade e pertencimento.
Porque pra gente, tecnologia é ferramenta de transformação, de garantia de direitos e de justiça socioambiental. 🌱🔗
Sejam bem-vindas e bem-vindo a essa nova fase do Nupef! 🚀
Designers responsáveis pela criação da nova marca: @__matheustanajura e @flora_tavares_
#Nupef20Anos #NovaIdentidadeNupef #TecnologiaComDireitos #JustiçaSocioambiental #DireitosDigitais
📢 Você sabia que a sociedade civil organizada tem um papel fundamental na democratização do acesso à Internet desde a década de 1980? Já ouviu falar na relação do surgimento da Internet e do primeiro provedor fora do meio acadêmico com a Eco-92? Pois é! Essa história é antiga, mas ainda pouco conhecida.
🌐♻️ 32 anos se passaram desde a Conferência, realizada em junho de 1992. Os desafios permanecem grandes tanto no campo da democratização da comunicação, quanto no da justiça climática. As organizações da sociedade civil seguem no esforço de produzir tecnologias resilientes para promover o acesso seguro da Internet para comunidades excluídas digitalmente e que sofrem com ameaças climáticas, como as populações quilombolas, indígenas e outras.
📩 O Instituto Nupef é uma delas! Desde a década de 1980, sua equipe se dedica a adaptar criativamente tecnologias para promover a democratização do acesso à Internet e da informação.
🎬 Quer saber mais? Confira nosso vídeo!!!
#institutonupef #apc #ibase #democracia #acesso #internet #eco92 #justiçaclimática #tiwa

A Internet parece algo que simplesmente “está lá”, funcionando no nosso dia a dia. Mas por trás dela existem decisões técnicas, políticas e regulatórias que impactam diretamente quem pode acessar, como acessa e quem participa dessas escolhas.
Por isso, as organizações Instituto Nupef, Data Labe, Diracom, Coletivo Digital, IBEBrasil, Internet Society Capítulo Brasil (ISOC Brasil) e Intervozes protocolaram na Justiça Federal no último sábado (23/05), uma ação civil pública contra a Anatel questionando a legalidade do artigo 5º da Resolução nº 777/2025, que prevê a substituição da Norma nº 4/1995 a partir de 1º de janeiro de 2027.
As entidades alertam: essa decisão sobre a Norma nº 4/1995 - que há quase 30 anos tem ajudado a organizar a forma como a Internet funciona no país - pode gerar insegurança jurídica e alterar a divisão histórica entre infraestrutura e Internet.
Não se trata apenas de infraestrutura ou burocracia regulatória. O debate envolve uma pergunta maior: quem decide os rumos da internet no Brasil?
“A Anatel não tem competência para acabar com uma política pública. Quem tem essa função é o Ministério das Comunicações. É grave demais. O mercado precisa se organizar porque o fim da norma 4 tem implicações econômicas e tributarias” – Flávia Lefèvre, advogada e conselheira do Nupef.
Deslize para entender →
Saiba mais: https://convergenciadigital.com.br/governo/entidades-da-sociedade-civil-vao-a-justica-contra-o-fim-da-norma-4-pela-anatel/
#Internet #DireitosDigitais #GovernançaDaInternet #Anatel #InclusãoDigital

A Internet parece algo que simplesmente “está lá”, funcionando no nosso dia a dia. Mas por trás dela existem decisões técnicas, políticas e regulatórias que impactam diretamente quem pode acessar, como acessa e quem participa dessas escolhas.
Por isso, as organizações Instituto Nupef, Data Labe, Diracom, Coletivo Digital, IBEBrasil, Internet Society Capítulo Brasil (ISOC Brasil) e Intervozes protocolaram na Justiça Federal no último sábado (23/05), uma ação civil pública contra a Anatel questionando a legalidade do artigo 5º da Resolução nº 777/2025, que prevê a substituição da Norma nº 4/1995 a partir de 1º de janeiro de 2027.
As entidades alertam: essa decisão sobre a Norma nº 4/1995 - que há quase 30 anos tem ajudado a organizar a forma como a Internet funciona no país - pode gerar insegurança jurídica e alterar a divisão histórica entre infraestrutura e Internet.
Não se trata apenas de infraestrutura ou burocracia regulatória. O debate envolve uma pergunta maior: quem decide os rumos da internet no Brasil?
“A Anatel não tem competência para acabar com uma política pública. Quem tem essa função é o Ministério das Comunicações. É grave demais. O mercado precisa se organizar porque o fim da norma 4 tem implicações econômicas e tributarias” – Flávia Lefèvre, advogada e conselheira do Nupef.
Deslize para entender →
Saiba mais: https://convergenciadigital.com.br/governo/entidades-da-sociedade-civil-vao-a-justica-contra-o-fim-da-norma-4-pela-anatel/
#Internet #DireitosDigitais #GovernançaDaInternet #Anatel #InclusãoDigital

A Internet parece algo que simplesmente “está lá”, funcionando no nosso dia a dia. Mas por trás dela existem decisões técnicas, políticas e regulatórias que impactam diretamente quem pode acessar, como acessa e quem participa dessas escolhas.
Por isso, as organizações Instituto Nupef, Data Labe, Diracom, Coletivo Digital, IBEBrasil, Internet Society Capítulo Brasil (ISOC Brasil) e Intervozes protocolaram na Justiça Federal no último sábado (23/05), uma ação civil pública contra a Anatel questionando a legalidade do artigo 5º da Resolução nº 777/2025, que prevê a substituição da Norma nº 4/1995 a partir de 1º de janeiro de 2027.
As entidades alertam: essa decisão sobre a Norma nº 4/1995 - que há quase 30 anos tem ajudado a organizar a forma como a Internet funciona no país - pode gerar insegurança jurídica e alterar a divisão histórica entre infraestrutura e Internet.
Não se trata apenas de infraestrutura ou burocracia regulatória. O debate envolve uma pergunta maior: quem decide os rumos da internet no Brasil?
“A Anatel não tem competência para acabar com uma política pública. Quem tem essa função é o Ministério das Comunicações. É grave demais. O mercado precisa se organizar porque o fim da norma 4 tem implicações econômicas e tributarias” – Flávia Lefèvre, advogada e conselheira do Nupef.
Deslize para entender →
Saiba mais: https://convergenciadigital.com.br/governo/entidades-da-sociedade-civil-vao-a-justica-contra-o-fim-da-norma-4-pela-anatel/
#Internet #DireitosDigitais #GovernançaDaInternet #Anatel #InclusãoDigital

A Internet parece algo que simplesmente “está lá”, funcionando no nosso dia a dia. Mas por trás dela existem decisões técnicas, políticas e regulatórias que impactam diretamente quem pode acessar, como acessa e quem participa dessas escolhas.
Por isso, as organizações Instituto Nupef, Data Labe, Diracom, Coletivo Digital, IBEBrasil, Internet Society Capítulo Brasil (ISOC Brasil) e Intervozes protocolaram na Justiça Federal no último sábado (23/05), uma ação civil pública contra a Anatel questionando a legalidade do artigo 5º da Resolução nº 777/2025, que prevê a substituição da Norma nº 4/1995 a partir de 1º de janeiro de 2027.
As entidades alertam: essa decisão sobre a Norma nº 4/1995 - que há quase 30 anos tem ajudado a organizar a forma como a Internet funciona no país - pode gerar insegurança jurídica e alterar a divisão histórica entre infraestrutura e Internet.
Não se trata apenas de infraestrutura ou burocracia regulatória. O debate envolve uma pergunta maior: quem decide os rumos da internet no Brasil?
“A Anatel não tem competência para acabar com uma política pública. Quem tem essa função é o Ministério das Comunicações. É grave demais. O mercado precisa se organizar porque o fim da norma 4 tem implicações econômicas e tributarias” – Flávia Lefèvre, advogada e conselheira do Nupef.
Deslize para entender →
Saiba mais: https://convergenciadigital.com.br/governo/entidades-da-sociedade-civil-vao-a-justica-contra-o-fim-da-norma-4-pela-anatel/
#Internet #DireitosDigitais #GovernançaDaInternet #Anatel #InclusãoDigital

A Internet parece algo que simplesmente “está lá”, funcionando no nosso dia a dia. Mas por trás dela existem decisões técnicas, políticas e regulatórias que impactam diretamente quem pode acessar, como acessa e quem participa dessas escolhas.
Por isso, as organizações Instituto Nupef, Data Labe, Diracom, Coletivo Digital, IBEBrasil, Internet Society Capítulo Brasil (ISOC Brasil) e Intervozes protocolaram na Justiça Federal no último sábado (23/05), uma ação civil pública contra a Anatel questionando a legalidade do artigo 5º da Resolução nº 777/2025, que prevê a substituição da Norma nº 4/1995 a partir de 1º de janeiro de 2027.
As entidades alertam: essa decisão sobre a Norma nº 4/1995 - que há quase 30 anos tem ajudado a organizar a forma como a Internet funciona no país - pode gerar insegurança jurídica e alterar a divisão histórica entre infraestrutura e Internet.
Não se trata apenas de infraestrutura ou burocracia regulatória. O debate envolve uma pergunta maior: quem decide os rumos da internet no Brasil?
“A Anatel não tem competência para acabar com uma política pública. Quem tem essa função é o Ministério das Comunicações. É grave demais. O mercado precisa se organizar porque o fim da norma 4 tem implicações econômicas e tributarias” – Flávia Lefèvre, advogada e conselheira do Nupef.
Deslize para entender →
Saiba mais: https://convergenciadigital.com.br/governo/entidades-da-sociedade-civil-vao-a-justica-contra-o-fim-da-norma-4-pela-anatel/
#Internet #DireitosDigitais #GovernançaDaInternet #Anatel #InclusãoDigital

Entre os dias 5 e 7 de maio, em Brasília, o Nupef participou da 1ª Formação de Multiplicadores(as) do Sabedoria Digital, realizada no âmbito do programa Conexão Povos da Floresta.
Durante a atividade, compartilhamos a metodologia desenvolvida pelo Nupef para implementação de redes comunitárias junto a povos e comunidades tradicionais, baseada na escuta dos territórios, na formação contínua e na participação ativa das comunidades em todas as etapas do processo.
Mais do que acesso à Internet, falamos sobre a garantia de uma conectividade que fortaleça a autonomia, a comunicação comunitária, a defesa de direitos, o diálogo intergeracional e o protagonismo local.
As experiências compartilhadas também reforçaram o papel das juventudes, das lideranças e dos processos coletivos na construção de infraestruturas digitais conectadas às necessidades e aos modos de vida dos territórios.
🔗 Leia a matéria completa no site do Nupef. (link na bio)
#RedesComunitárias #ConectividadeSignificativa #AutonomiaDigital #DireitosDigitais #Nupef

Entre os dias 5 e 7 de maio, em Brasília, o Nupef participou da 1ª Formação de Multiplicadores(as) do Sabedoria Digital, realizada no âmbito do programa Conexão Povos da Floresta.
Durante a atividade, compartilhamos a metodologia desenvolvida pelo Nupef para implementação de redes comunitárias junto a povos e comunidades tradicionais, baseada na escuta dos territórios, na formação contínua e na participação ativa das comunidades em todas as etapas do processo.
Mais do que acesso à Internet, falamos sobre a garantia de uma conectividade que fortaleça a autonomia, a comunicação comunitária, a defesa de direitos, o diálogo intergeracional e o protagonismo local.
As experiências compartilhadas também reforçaram o papel das juventudes, das lideranças e dos processos coletivos na construção de infraestruturas digitais conectadas às necessidades e aos modos de vida dos territórios.
🔗 Leia a matéria completa no site do Nupef. (link na bio)
#RedesComunitárias #ConectividadeSignificativa #AutonomiaDigital #DireitosDigitais #Nupef

Environmental defenders across Latin America and the Caribbean continue to face escalating violence, threats, and criminalisation.
As the Escazú Agreement reaches another critical implementation milestone through COP4, this webinar will bring together civil society organisations, researchers and environmental defenders to reflect on progress, persistent gaps, and the pathways forward.
Join Global Witness, TINTA, and the ILC Defenders Platform for a conversation on how to better protect the ones putting their lives at risk on the frontlines of territorial defence.
🗓 Thursday, May 28, 2026
🕙 10:00 am – 11:30 am EDT
🌎 Interpretation available in Spanish, English, and Portuguese
Register here: https://bit.ly/4eVhk6p [LINK IN BIO]

Environmental defenders across Latin America and the Caribbean continue to face escalating violence, threats, and criminalisation.
As the Escazú Agreement reaches another critical implementation milestone through COP4, this webinar will bring together civil society organisations, researchers and environmental defenders to reflect on progress, persistent gaps, and the pathways forward.
Join Global Witness, TINTA, and the ILC Defenders Platform for a conversation on how to better protect the ones putting their lives at risk on the frontlines of territorial defence.
🗓 Thursday, May 28, 2026
🕙 10:00 am – 11:30 am EDT
🌎 Interpretation available in Spanish, English, and Portuguese
Register here: https://bit.ly/4eVhk6p [LINK IN BIO]

Environmental defenders across Latin America and the Caribbean continue to face escalating violence, threats, and criminalisation.
As the Escazú Agreement reaches another critical implementation milestone through COP4, this webinar will bring together civil society organisations, researchers and environmental defenders to reflect on progress, persistent gaps, and the pathways forward.
Join Global Witness, TINTA, and the ILC Defenders Platform for a conversation on how to better protect the ones putting their lives at risk on the frontlines of territorial defence.
🗓 Thursday, May 28, 2026
🕙 10:00 am – 11:30 am EDT
🌎 Interpretation available in Spanish, English, and Portuguese
Register here: https://bit.ly/4eVhk6p [LINK IN BIO]

Neste 17 de maio, Dia Mundial da Internet, queremos reforçar uma pergunta central: que tipo de Internet estamos construindo?
Em um cenário marcado por desinformação, concentração de poder das plataformas, desigualdades territoriais e emergência climática, defender direitos digitais é defender democracia, acesso à informação e justiça socioambiental.
Ao longo de mais de duas décadas de atuação, o Nupef tem atuado em agendas que conectam tecnologia, territórios e direitos:
🌱 redes comunitárias em comunidades tradicionais
📡 conectividade resiliente em contextos de emergência climática
🛡️ segurança digital e proteção de defensoras e defensores ambientais
🌎 incidência em debates sobre governança da Internet e regulação de plataformas
Acompanhe o Nupef na defesa de uma Internet mais justa, democrática e inclusiva.
#DiaMundialDaInternet #DireitosDigitais #JustiçaClimática #GovernançaDaInternet #Nupef

Escazú é mais do que um tratado ambiental: é uma ferramenta para proteger defensoras e defensores, ampliar a participação social e fortalecer a democracia ambiental na América Latina.
Em entrevista, a representante do Movimento Escazú Brasil, coordenadora de projetos do @nupef e representante eleita da sociedade civil no Acordo, Joara Marchezini, faz um balanço da #cop4escazú Escazú (realizada na Costa Rica, de 21 a 24/04) e analisa os avanços, impasses e a pressão internacional diante da não ratificação do tratado pelo Brasil.
A conversa também aborda:
▪️ os riscos de retrocessos ambientais na região
▪️ a proteção de defensoras e defensores ambientais
▪️ o papel estratégico do Brasil no acordo
▪️ os desafios para transformar compromissos em implementação concreta
Leia a entrevista completa nos stories e no destaque “Agenda”.
Vale a leitura! O futuro da democracia ambiental na região também passa por esse debate. #justiçaambiental #DemocraciaAmbiental#AméricaLatina #DefensoresAmbientais

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“CMSI+20/WSIS+20: Uma pequena luz de esperança em um cenário político cada vez mais sombrio”, de Wolfgang Kleinwächter integra a Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto - publicado originalmente em inglês na revista online CircleID5 - traz uma minuciosa análise sobre o processo e os resultados sintetizados no documento final do encontro de avaliação de 20 anos da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, em dezembro de 2025 (CMSI+20/WSIS+20), incluindo o Fórum de Governança da Internet (FGI/IGF).
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#PoliTICs #GovernançaDaInternet #GovernançaDigital #WSIS20 #DireitosDigitais FGI

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

“Mídias sociais, regulação processual e dever de cuidado: evidências empíricas do debate no Brasil”, de Ivar Hartmann, Ramon Costa, Bruno Oliveira é o primeiro artigo da Edição 41 da Revista PoliTICs. O texto analisa contribuições da consulta pública do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e debates no Supremo Tribunal Federal (STF) para entender como a ideia de “dever de cuidado” vem sendo construída no país.
A nova edição segue trazendo reflexões sobre a consulta pública do CGI.br (2023) sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil — um processo que mobilizou mais de 1.300 contribuições de diferentes setores da sociedade. A partir desse debate, uma chamada feito pelo Nupef e CGI.Br selecionou artigos para aprofundar as análises. Parte deles compôs a edição 40, publicada em dois volumes. Agora, a edição 41 traz mais seis textos que ampliam esse debate, reforçando a diversidade de olhares sobre o tema.
#RegulaçãoDePlataformas #DireitosDigitais #LiberdadeDeExpressão #GovernançaDaInternet #PolíticasPúblicas

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

A transformação digital do Brasil já está em curso — mas os rumos que serão tomados ainda estão em debate.
A E-Digital, estratégia do governo federal até 2031, vai orientar como a tecnologia será usada no país para gerar desenvolvimento e reduzir desigualdades.
Uma consulta pública foi aberta para a participação da sociedade civil e o Nupef contribuiu trazendo um ponto essencial: não existe transformação digital neutra, por isso a pergunta central que deve orientar a política nacional é: a tecnologia vai concentrar poder ou distribuir direitos?
Hoje, convivemos com avanços importantes — como infraestruturas digitais públicas — mas também com riscos crescentes, como a concentração de poder nas Big Techs, a dependência tecnológica externa, o uso de IA sem transparência ou controle e a reprodução de desigualdades por sistemas digitais.
Ao mesmo tempo, o Brasil tem capacidade para construir outro caminho, com soluções públicas e abertas, potencializando a diversidade cultural e territorial do país, a sociedade civil ativa e as boas práticas já existentes, a exemplo das redes comunitárias.
Por isso, para o Nupef, a E-Digital precisa: garantir acesso significativo à Internet para toda a população e construir soberania tecnológica com base em direitos
Porque não é só sobre tecnologia. É sobre que tipo de país queremos construir com ela.
#TransformaçãoDigital #EDigital #TecnologiaEDireitos #SoberaniaDigital #Nupef

Estamos com a mesa confirmada para o Seminário Preparatório para a COP 4 de Escazú, que acontece na próxima segunda (13), a partir de 14h.
Estarão conosco João Paulo de Sousa Vieira, da Divisão de Política Ambiental do Ministério de Relações Exteriores; Joara Marchezini, coordenadora de projetos do Instituto Nupef e Representante do Público no Acordo de Escazú; e Carlos De Miguel Alonso, chefe da Unidade de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável da CEPAL (Comissão Econômica das Nações Unidas para América Latina e Caribe), da Secretaria Executiva do Acordo de Escazú. A mediação será conduzida pela especialista em Políticas Públicas de WWF-Brasil, Larissa Schmidt.
Lembrando que a Quarta Reunião da Conferência das Partes (COP4) do Acordo de Escazú será realizada nas Bahamas, de 21 a 24 de abril de 2026. Já o Seminário online, realizado pelo Movimento Escazú Brasil, tem como objetivo preparar a sociedade civil com informações, abordando os temas da COP e possibilidades de incidência.
O registro para participação está disponível aqui https://forms.gle/pkv8nYaiPY16nBCT8 e na Agenda, nos destaques.
The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.
Keep track of Instagram updates discreetly while protecting your privacy and staying anonymous.
View profiles and photos anonymously with ease using the Private Profile Viewer.
This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.
Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.
Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.
Prioritizes secure, anonymous browsing without requiring login credentials.
Users can view public stories by simply entering a username—no account needed.
Downloads photos (JPEG) and videos (MP4) with ease.
The service is free to use.
Content from private accounts can only be accessed by followers.
Files are for personal or educational use only and must comply with copyright rules.
Enter a public username to view or download stories. The service generates direct links for saving content locally.