
A voz dos Amor Electro, Marisa Liz, volta a fazer-se ouvir a solo num disco. Chama-se "Relatos de Um Coração Confuso" e a partir desta sexta-feira está nas plataformas digitais e nas lojas. Se no álbum anterior, "Girassóis e Tempestades" (2023), co-produzido por Moullinex, já existia um original brasileiro ("Silêncio", de Chico César), no actual o lote de autores brasileiros é digno de nota: Paulinho Moska, Fred Martins, Francisco Melo, Jorge Vercillo, Paulo Mendonça, Totonho e até um tema antigo de Erasmo Carlos (1941-2022).
Tudo isto, no entanto, sem soar musicalmente a Brasil, num turbilhão de géneros por onde passam pop, rock, rhythm & blues, funk, grunge, e onde o que sobressai é a envolvência da voz de Marisa Liz, em declarada entrega emocional à música.
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#marisaliz #musica

A voz dos Amor Electro, Marisa Liz, volta a fazer-se ouvir a solo num disco. Chama-se "Relatos de Um Coração Confuso" e a partir desta sexta-feira está nas plataformas digitais e nas lojas. Se no álbum anterior, "Girassóis e Tempestades" (2023), co-produzido por Moullinex, já existia um original brasileiro ("Silêncio", de Chico César), no actual o lote de autores brasileiros é digno de nota: Paulinho Moska, Fred Martins, Francisco Melo, Jorge Vercillo, Paulo Mendonça, Totonho e até um tema antigo de Erasmo Carlos (1941-2022).
Tudo isto, no entanto, sem soar musicalmente a Brasil, num turbilhão de géneros por onde passam pop, rock, rhythm & blues, funk, grunge, e onde o que sobressai é a envolvência da voz de Marisa Liz, em declarada entrega emocional à música.
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#marisaliz #musica

A voz dos Amor Electro, Marisa Liz, volta a fazer-se ouvir a solo num disco. Chama-se "Relatos de Um Coração Confuso" e a partir desta sexta-feira está nas plataformas digitais e nas lojas. Se no álbum anterior, "Girassóis e Tempestades" (2023), co-produzido por Moullinex, já existia um original brasileiro ("Silêncio", de Chico César), no actual o lote de autores brasileiros é digno de nota: Paulinho Moska, Fred Martins, Francisco Melo, Jorge Vercillo, Paulo Mendonça, Totonho e até um tema antigo de Erasmo Carlos (1941-2022).
Tudo isto, no entanto, sem soar musicalmente a Brasil, num turbilhão de géneros por onde passam pop, rock, rhythm & blues, funk, grunge, e onde o que sobressai é a envolvência da voz de Marisa Liz, em declarada entrega emocional à música.
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#marisaliz #musica

Desta vez, a ideia é que todos percebam que já não há um filme "Star Wars" nos cinemas há sete anos e por isso "The Mandalorian and Grogu" pode ser outra vez um acontecimento neste universo.
Há todo um contexto de dispersão e dormência do franchise que fizeram de "The Mandalorian and Grogu" um filme que todos sabem o que é, mas que ninguém admite. E ainda assim, é adorável. Mesmo que não seja tão rentável quanto os “fracassos” anteriores. Porque até a forma de medir sucesso no cinema mudou e não há truques mentais de Jedi que alterem essa percepção.
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#starwars #themandalorianandgrogu #cinema
Foi o julgamento de 2025. Os Anjos acusavam Joana Marques de danos à reputação e financeiros, consequência de um vídeo humorístico. Em tribunal, a humorista nunca falou. Preferiu fazê-lo "Em Sede Própria", o seu novo espectáculo.
📲 Leia a reportagem nos bastidores no link da bio
@joanamarquespic #humor #joanamarques

O que é que importa realmente num festival de cinema? Os filmes? A passadeira vermelha? A avaliar pelas fotografias que as agências enviam diariamente sobre a 79.ª edição do Festival de Cannes, é a segunda. Entretanto, nas salas de cinema, os críticos (os que ainda existem) vêem os filmes e tentam produzir discurso sobre eles.
Vasco Câmara é o enviado do PÚBLICO a Cannes e conta-nos o que é esta vida dupla que a pequena cidade da Riviera francesa vive por estes dias.
🎧 Para ouvir no podcast No Escuro (no link da bio)
#podcast #cinema #cannes

Nenhum outro músico de jazz se instalou no imaginário cultural do século XX como Miles Davis. Nem mesmo John William Coltrane, nascido apenas quatro meses mais tarde, a 23 de Setembro de 1926, em Hamlet, na Carolina do Norte, cujo centenário de nascimento se celebra igualmente este ano.
O enorme sucesso do trompetista, que se manteve durante praticamente um quarto de século (1949-1975) um passo à frente de toda a concorrência e morreu em 1991 aos 65 anos, fez muito pelo alargamento do jazz para além da sua audiência inicial (um pouco como Bob Dylan abriria novos mundos ao folk).
Já Coltrane, por seu lado, “escancarou” algumas das portas abertas por Miles para explorar direcções mais experimentais e espirituais, que o tornaram num “santo padroeiro” do jazz devocional e vanguardista, antes de morrer prematuramente em 1967, com apenas 40 anos, de cancro do fígado.
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#johncoltrane #milesdavis #jazz #musica

Numa entrevista, o director do festival da Eurovisão sublinhou que existiu um consenso alargado sobre a participação de Israel no certame, cuja final aconteceu neste sábado, 16 de Maio. Martin Green afirmou, inclusivamente, que a maioria das emissoras que fazem parte da União Europeia de Radiodifusão (UER) votou a favor da permanência de Israel.
Depois da entrevista, utilizadores das redes sociais alegaram que as declarações de Green a este propósito são falsas e que, na verdade, a continuidade de Israel no concurso nunca foi votada.
Membros da União Europeia de Radiodifusão votaram em Dezembro novo conjunto de regras do concurso. A maioria dos países concordou que “não havia necessidade de votação sobre a participação” de Israel.
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#israel #eurovisao #eurovision #uniaoeuropeia

Os protestos públicos em massa contra a votação no Festival Eurovisão da Canção, no fim-de-semana passado, levaram à demissão, nesta segunda-feira, do director da emissora pública de rádio e televisão da Moldova.
Centenas de fãs recorreram às redes sociais para denunciar a votação do júri da Moldova no concurso, que atribuiu apenas três votos à vizinha Roménia.
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#eurovisão #música #Moldova #Romenia #eurovision

Em Audição, romance curto e inquietante de Katie Kitamura que acaba de sair em Portugal, já depois de ser finalista dos prémios Pulitzer e Booker, cada frase parece aproximar-se de uma revelação para logo a seguir se desviar. Há qualquer coisa de instável no modo como as personagens se olham, se escutam, se reconhecem ou deixam de se reconhecer.
Uma mulher, actriz, mãe, casada, vive num apartamento em Nova Iorque com o marido e, mais tarde, com um jovem que talvez seja filho, talvez não passe de intruso ou talvez seja uma projecção. A partir destas premissas, o romance avança, e a sensação é a de estar sempre a ensaiar outra versão de si mesmo: Audição deixa o leitor num território onde o real não chega a desaparecer, mas deixa de oferecer garantias.
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#katiekitamura #maternidade #audicaokatiekitamura

O terraço onde os Beatles deram seu último concerto será um dos pontos fortes de um novo museu em Londres dedicado à banda. A inauguração, prevista para o próximo ano, ainda não tem data certa, mas os fãs dos Beatles já se podem registar num site dedicado ao museu, fazendo uma fila virtual para as primeiras entradas.
The Beatles at 3 Savile Row, nome deste que será o primeiro destino oficial para os seguidores da banda, fica no coração de Londres, em Mayfair, e traz a oportunidade de explorar o edifício onde parte do álbum "Let It Be" foi gravado.
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#beatles #savilerow

A série Disney+ "Rivais" ganha uma segunda temporada de 12 episódios. Falámos com Alex Hassell e Nafessa Williams, dois dos actores desta adaptação de uma saga literária de Jilly Cooper.
Estamos no final da década de 1980, na zona das Cotswolds, entre Oxford e Bristol, a quase 150 quilómetros de Londres. É por lá que se trava uma batalha entre Lord Baddingham (David Tennant), membro da nobreza britânica e dono de uma estação de televisão independente, a Corinium, e o seu rival, Rupert Campbell-Black (Alex Hassell), um deputado conservador novo-rico que é ministro do Desporto do governo de Margaret Thatcher e está a fundar um canal concorrente, o Venturer, com a ajuda de ex-trabalhadores de Baddingham.
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#rivals #disneyplus #streaming

Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
📲 Leia a entrevista na íntegra no link na bio.
#raquellima #premioemmagoldman #racismo

Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
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#raquellima #premioemmagoldman #racismo

Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
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Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
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Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
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Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima (1983, Lisboa) tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Artista, investigadora, arte-educadora, poeta e activista, Raquel Lima tem vindo a construir um percurso discreto, mas relevante e influente na academia, nas artes, na literatura e no activismo, gerando conexões e contaminações entre todas estas áreas.
Precisamente por causa desta trajectória, em Março foi uma das vencedoras do Prémio Emma Goldman 2026, no valor de 50 mil euros, que distingue investigadoras, residentes na Europa, nos campos dos feminismos e das desigualdades sociais.
Raquel Lima foi a primeira intelectual portuguesa a receber este prémio internacional, entregue em Viena, na Áustria, que homenageia o legado de Emma Goldman (1869-1940), ícone anarquista, escritora, activista.
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Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido.
Onde antes havia o confronto das massas e o choque de grandes ideologias, instaurou-se uma gestão fria, pautada pelos mercados e pelo silêncio dos gabinetes, que trabalham mais próximos das agências de marketing do que das ambições esplanadas nas ruas.
O belga Anton Jäger, historiador do pensamento político e professor na Universidade de Oxford, argumenta que esse período de vazio terminou abruptamente.
👉 Leia a entrevista na íntegra no link na bio.
#antonjager #politica #historia

Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido.
Onde antes havia o confronto das massas e o choque de grandes ideologias, instaurou-se uma gestão fria, pautada pelos mercados e pelo silêncio dos gabinetes, que trabalham mais próximos das agências de marketing do que das ambições esplanadas nas ruas.
O belga Anton Jäger, historiador do pensamento político e professor na Universidade de Oxford, argumenta que esse período de vazio terminou abruptamente.
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Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido.
Onde antes havia o confronto das massas e o choque de grandes ideologias, instaurou-se uma gestão fria, pautada pelos mercados e pelo silêncio dos gabinetes, que trabalham mais próximos das agências de marketing do que das ambições esplanadas nas ruas.
O belga Anton Jäger, historiador do pensamento político e professor na Universidade de Oxford, argumenta que esse período de vazio terminou abruptamente.
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Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido.
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O belga Anton Jäger, historiador do pensamento político e professor na Universidade de Oxford, argumenta que esse período de vazio terminou abruptamente.
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Durante décadas, o Ocidente viveu sob o signo da “pós-política”: um tempo de hegemonia tecnocrática, consenso liberal e a sensação de que a História tinha chegado a um fim confortável, embora aborrecido.
Onde antes havia o confronto das massas e o choque de grandes ideologias, instaurou-se uma gestão fria, pautada pelos mercados e pelo silêncio dos gabinetes, que trabalham mais próximos das agências de marketing do que das ambições esplanadas nas ruas.
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