Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
Aqui a música toca.
Equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo — @culturasp
Em maio, a Osesp mergulha no universo sinfônico de Felix Mendelssohn, um dos eixos da Temporada 2026 — dele, ouviremos três sinfonias neste mês.
Stravinsky, Almeida Prado, Haydn, Messiaen, Brahms e Wagner preenchem os programas dos concertos sinfônicos que acontecem em todas as semanas. Mahler e sua “canção da Terra” encerram esse período numa apresentação de câmara que dá “olá” para a Semana do Meio Ambiente.
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Em maio, a Osesp mergulha no universo sinfônico de Felix Mendelssohn, um dos eixos da Temporada 2026 — dele, ouviremos três sinfonias neste mês.
Stravinsky, Almeida Prado, Haydn, Messiaen, Brahms e Wagner preenchem os programas dos concertos sinfônicos que acontecem em todas as semanas. Mahler e sua “canção da Terra” encerram esse período numa apresentação de câmara que dá “olá” para a Semana do Meio Ambiente.
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A Temporada 2026 contempla dois réquiens em seu repertório — o primeiro deles, “Um réquiem alemão”, de Johannes Brahms, será interpretado pela Orquestra, Coro, Coro Contemporâneo de Campinas e solistas no programa desta semana, sob regência de Dinis Sousa.
Em sua obra mais extensa, Brahms nos convida a pensar sobre a experiência do luto e da ausência. Neste vídeo, Éder Silva, Coordenador do Coro da Osesp, conta um pouco mais sobre esse gênero musical, suas origens e significados.
Na sexta-feira, dia 22, o concerto começa às 14h30 com preço único de R$ 50 (inteira) — é a série Osesp duas e trinta. Garanta seu ingresso em nosso site (link na bio).
@culturasp #CultSP #AquiTemOS
Errata: o concerto de 11/jul (sábado) acontecerá às 20h.
Em julho, a Osesp celebra as danças contemporâneas no palco da Sala São Paulo.
Baseado no balé redescoberto do compositor suíço Frank Martin, “A flor azul” une a Compagnie Käfig, referência mundial em danças urbanas, sob a direção e coreografia de Mourad Merzouki, à Osesp, sob regência de Thierry Fischer. O espetáculo retrata um homem que foge de perseguidores em um acampamento cigano — uma metáfora para o estresse urbano.
A obra de Martin, composta entre 1935 e 1936, é criada a partir do cenário do coreógrafo Pino Mlakar sobre um “balé ao ar livre numa noite de verão”. Ela não havia sido encenada até recentemente, quando sua partitura foi encontrada em arquivos e teve, enfim, a sua estreia mundial em 2024.
💙 Osesp celebra: Danças contemporâneas
📅 10 e 11/jul, às 20h, e 12/jul, às 18h
🎟️ Ingressos disponíveis em osesp.art.br
___
O Osesp Celebra: Danças Contemporâneas conta com o Patrocínio de @bradesco e Copatrocínio de @klabin.sa e @cesconbarrieuadvogados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e ProAC ICMS. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas (@culturasp), Ministério da Cultura e Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro.

Errata: o concerto de 11/jul (sábado) acontecerá às 20h.
Em julho, a Osesp celebra as danças contemporâneas no palco da Sala São Paulo.
Baseado no balé redescoberto do compositor suíço Frank Martin, “A flor azul” une a Compagnie Käfig, referência mundial em danças urbanas, sob a direção e coreografia de Mourad Merzouki, à Osesp, sob regência de Thierry Fischer. O espetáculo retrata um homem que foge de perseguidores em um acampamento cigano — uma metáfora para o estresse urbano.
A obra de Martin, composta entre 1935 e 1936, é criada a partir do cenário do coreógrafo Pino Mlakar sobre um “balé ao ar livre numa noite de verão”. Ela não havia sido encenada até recentemente, quando sua partitura foi encontrada em arquivos e teve, enfim, a sua estreia mundial em 2024.
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Errata: o concerto de 11/jul (sábado) acontecerá às 20h.
Em julho, a Osesp celebra as danças contemporâneas no palco da Sala São Paulo.
Baseado no balé redescoberto do compositor suíço Frank Martin, “A flor azul” une a Compagnie Käfig, referência mundial em danças urbanas, sob a direção e coreografia de Mourad Merzouki, à Osesp, sob regência de Thierry Fischer. O espetáculo retrata um homem que foge de perseguidores em um acampamento cigano — uma metáfora para o estresse urbano.
A obra de Martin, composta entre 1935 e 1936, é criada a partir do cenário do coreógrafo Pino Mlakar sobre um “balé ao ar livre numa noite de verão”. Ela não havia sido encenada até recentemente, quando sua partitura foi encontrada em arquivos e teve, enfim, a sua estreia mundial em 2024.
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📅 10 e 11/jul, às 20h, e 12/jul, às 18h
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No último final de semana, a Osesp e o maestro Thierry Fischer receberam o pianista Pierre-Laurent Aimard em concertos que fluíram do universo sonoro das aves aos hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Na primeira parte do programa, Aimard em dose dupla! O francês tocou junto à Orquestra a peça “Pássaros exóticos”, de Messiaen, e o “Concerto para piano nº 11”, de Haydn — este com músicos de pé, ao redor do piano, numa interpretação historicamente mais fiel às práticas da época.
Após o intervalo, “Um sorriso” trouxe a homenagem de Messiaen ao espírito luminoso de Mozart. Por fim, foi a vez da “Sinfonia nº 5 — Reforma” de Mendelssohn ganhar a sua interpretação sob a batuta de Fischer — até o fim da Temporada, a Orquestra interpretará mais duas sinfonias do compositor alemão.

No último final de semana, a Osesp e o maestro Thierry Fischer receberam o pianista Pierre-Laurent Aimard em concertos que fluíram do universo sonoro das aves aos hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Na primeira parte do programa, Aimard em dose dupla! O francês tocou junto à Orquestra a peça “Pássaros exóticos”, de Messiaen, e o “Concerto para piano nº 11”, de Haydn — este com músicos de pé, ao redor do piano, numa interpretação historicamente mais fiel às práticas da época.
Após o intervalo, “Um sorriso” trouxe a homenagem de Messiaen ao espírito luminoso de Mozart. Por fim, foi a vez da “Sinfonia nº 5 — Reforma” de Mendelssohn ganhar a sua interpretação sob a batuta de Fischer — até o fim da Temporada, a Orquestra interpretará mais duas sinfonias do compositor alemão.

No último final de semana, a Osesp e o maestro Thierry Fischer receberam o pianista Pierre-Laurent Aimard em concertos que fluíram do universo sonoro das aves aos hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Na primeira parte do programa, Aimard em dose dupla! O francês tocou junto à Orquestra a peça “Pássaros exóticos”, de Messiaen, e o “Concerto para piano nº 11”, de Haydn — este com músicos de pé, ao redor do piano, numa interpretação historicamente mais fiel às práticas da época.
Após o intervalo, “Um sorriso” trouxe a homenagem de Messiaen ao espírito luminoso de Mozart. Por fim, foi a vez da “Sinfonia nº 5 — Reforma” de Mendelssohn ganhar a sua interpretação sob a batuta de Fischer — até o fim da Temporada, a Orquestra interpretará mais duas sinfonias do compositor alemão.

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Após o intervalo, “Um sorriso” trouxe a homenagem de Messiaen ao espírito luminoso de Mozart. Por fim, foi a vez da “Sinfonia nº 5 — Reforma” de Mendelssohn ganhar a sua interpretação sob a batuta de Fischer — até o fim da Temporada, a Orquestra interpretará mais duas sinfonias do compositor alemão.

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No último final de semana, a Osesp e o maestro Thierry Fischer receberam o pianista Pierre-Laurent Aimard em concertos que fluíram do universo sonoro das aves aos hinos luteranos e ecos da tradição católica.
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No último final de semana, a Osesp e o maestro Thierry Fischer receberam o pianista Pierre-Laurent Aimard em concertos que fluíram do universo sonoro das aves aos hinos luteranos e ecos da tradição católica.
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Após o intervalo, “Um sorriso” trouxe a homenagem de Messiaen ao espírito luminoso de Mozart. Por fim, foi a vez da “Sinfonia nº 5 — Reforma” de Mendelssohn ganhar a sua interpretação sob a batuta de Fischer — até o fim da Temporada, a Orquestra interpretará mais duas sinfonias do compositor alemão.

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Felix Mendelssohn-Bartholdy tinha pouco mais de 20 anos quando começou a escrever sua “Sinfonia nº 5”. Criada para as comemorações dos 300 anos da Reforma Protestante, a obra carrega um espírito de solenidade e esperança — mas acabaria atravessando décadas quase em silêncio, publicada apenas após a morte do compositor.
Comparado desde cedo a Mozart pela precocidade e pelo domínio da escrita orquestral, Mendelssohn encontrou nessa sinfonia uma forma de dialogar com a tradição alemã e com a música sacra luterana. É com a “Sinfonia nº 5” que a Osesp encerra o programa desta semana, sob regência de Thierry Fischer. A transmissão ao vivo acontece no sábado, a partir das 16h30.

A Nota Fiscal Paulista também é um programa social. A cada compra feita com CPF na nota, você pode transformar seus créditos em uma doação automática para a Osesp e contribuir com programas de música e educação que transformam vidas.
Para participar, acesse www.nfp.fazenda.sp.gov.br e confira o passo a passo no carrossel.

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A música de Olivier Messiaen transforma escuta em invenção, aproximando natureza, cor e tempo. No programa desta semana, “Pássaros exóticos” e “Um sorriso” revelam diferentes momentos desse percurso, colocados em diálogo com Joseph Haydn e Felix Mendelssohn-Bartholdy.
Os concertos acontecem de quinta a sábado, últimos ingressos disponíveis (link na bio).

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No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

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No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

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No último final de semana, a Osesp, o Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp apresentaram, sob regência de Thierry Fischer, concertos dedicados à celebração espiritual e à força coletiva da voz humana.
O programa reuniu duas obras marcadas pela ideia de transcendência. Na “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, Almeida Prado transforma referências das tradições afro-brasileiras em uma escrita sinfônica vibrante. Já em sua “Sinfonia nº 2”, Mendelssohn conduz coro e solistas em um percurso que vai da escuridão à exaltação, com participação das sopranos Anna Carolina Moura e Jone Martínez e do tenor Robert Lewis.

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A “Sinfonia nº 2” de Felix Mendelssohn-Bartholdy, conhecida como “Lobgesang” ou “Canto de Louvor”, foi escrita em celebração aos 400 anos da prensa de Gutenberg e da publicação da tradução da Bíblia feita por Lutero. À maneira de uma cantata, a composição propõe um diálogo entre arte e religião e traz em seu simbolismo o triunfo da luz sobre o obscurantismo, com uma linguagem musical que une obra sinfônica e coral e tem influências em Bach e Beethoven.
A partir do quarto movimento da obra, o Coro da Osesp, o Coro Acadêmico e os solistas Robert Lewis (tenor), e Jone Martínez e Anna Carolina Moura (sopranos) se juntam à Orquestra para cantar salmos e hinos, sob regência de Thierry Fischer. O programa da semana conta ainda com a “Sinfonia dos Orixás: Suíte”, de Almeida Prado.
A transmissão do concerto acontecerá no canal da Osesp no YouTube neste sábado (9), às 16h30.
Dando sequência à série de vídeos em comemoração aos 20 anos da Academia de Música da Osesp, hoje trazemos aqueles que constroem essa história no presente. Cinco academistas que integram o programa da semana compartilham detalhes dessa vivência.
É possível vê-los e ouvi-los tocando e cantando de hoje a sábado, junto à Orquestra e Coro, em um repertório que passeia entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn.
🎟️ Garanta seu ingresso no link da bio.
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A Academia de Música da Osesp conta com o Copatrocínio de Goldman Sachs, Instituto Votorantim e @kapitalo_investimentose Apoio de @fundacao_siemens, @deloittebrasi e @verdeasset por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Promac. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro.

A dramaticidade do tango tomou conta da primeira apresentação da Temporada Osesp 2026 no Teatro B32, com um programa que uniu música e dança.
Nessa segunda (4), o grupo Escualo Ensemble e a dupla de dançarinos Marina Ernandes e Facundo Rodríguez trouxeram a sensibilidade e pluralidade do gênero por meio de um repertório centrado na obra de Astor Piazzolla — transformando o palco em um espaço de encontro entre tradição e invenção.
Fotos @ziriszan
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A Temporada Osesp no Teatro B32 conta com o Patrocínio de @citibrasil, @bancobv, @mattos_filho e Santander Auto e Apoio de @searagourmet, @pwcbrasil, @igcpartners e @castecnologia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e ProAC ICMS. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro.

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Três dias em que fantasia e juventude tomaram conta da Sala São Paulo.
O último fim de semana marcou a volta do Diretor Musical e Regente Titular Thierry Fischer, que, frente à Osesp, apresentou um programa que atravessou dois universos distintos: a força criativa do jovem Mendelssohn em sua “Sinfonia nº 1” e toda a imaginação sonora de Stravinsky no balé completo “O Pássaro de Fogo”.
Entre contrastes, cores orquestrais e momentos de puro encantamento, o público acompanhou uma jornada que passou da elegância clássica ao brilho arrebatador de uma das obras mais marcantes do século XX.

Três dias em que fantasia e juventude tomaram conta da Sala São Paulo.
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Entre contrastes, cores orquestrais e momentos de puro encantamento, o público acompanhou uma jornada que passou da elegância clássica ao brilho arrebatador de uma das obras mais marcantes do século XX.

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