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saleteca

Salete Corrêa Amancio

https://youtu.be/AxHcSDwY618 ❤

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Oswaldo Montenegro é de longe o artista que eu mais ouço nos últimos 3 anos, mas já frequenta meus fones regularmente há pelo menos uma década.

Amo a voz dele, mas amo ainda mais as letras, já o coloquei cantando pra recuperar a força em dias difíceis, pra ser meu colo em choros melancólicos, pra cantar alto as poesias que sei decor.

No show atual ele celebra! Celebra a amizade de uma vida inteira, os netos, a música, a arte em geral, celebra Gonzaguinha, Beatles, Milton Nascimento, Renato Teixeira, celebra as dúvidas, no fim, não dá pra duvidar que o melhor da vida ainda vá mesmo acontecer.

Em Nossas Histórias, ele entoa: "Quando uma canção consola alguém, valeu cantar"! Fique registrado então que sempre vale Oswaldo Montenegro cantar ❤️


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DDD 75/71 - Out/2024


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DDD 22 - Set/2024


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"Quando você me ouvir chorar, tente, não cante, não conte comigo... Hoje eu acordei com medo, mas não chorei, nem reclamei abrigo, minha solidão se sente acompanhada, por isso às vezes sei que necessito teu colo.

Amor só dura em liberdade, o ciúmes é só vaidade, sofro, mas eu vou te libertar, e o que me importa é não estar vencido, já não sou o único que encontrou a paz:

Mas louco é quem me diz
E não é feliz...
Eu sou feliz!"

❤️


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1 years ago

Eu não entendo nada disso, mas sou capaz de jurar que Maria Clara é uma alma dessas que já vem prontas, que estão no mundo só pra fazer inveja aos mortais menos afortunados.

Uma garota emo que ouve funk, uma mulher prática que se apaixona por musicais românticos, facilmente uma das profissionais que me faz pensar todos os dias: "eu quero jogar nesse nível" e uma cinéfila que jamais questionarei.

Que sorte a minha que você consiga suportar minhas chatices e loucuras, te ter do ladinho pra hobbies de senhoras e fofocas no meio do dia com sorvetinhos e caldas duras de chocolate. Você é um presente, e te chamar de amiga é um luxo que não canso de ter!

Feliz Aniversário, Clarinha, obrigada por ser paciente nos meus piores dias e por ser você a cada instante, eu aprendo muito te vendo existir, pois você faz tudo parecer mais simples.

Te amo muito e sempre mais!


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1 years ago

Eu não entendo nada disso, mas sou capaz de jurar que Maria Clara é uma alma dessas que já vem prontas, que estão no mundo só pra fazer inveja aos mortais menos afortunados.

Uma garota emo que ouve funk, uma mulher prática que se apaixona por musicais românticos, facilmente uma das profissionais que me faz pensar todos os dias: "eu quero jogar nesse nível" e uma cinéfila que jamais questionarei.

Que sorte a minha que você consiga suportar minhas chatices e loucuras, te ter do ladinho pra hobbies de senhoras e fofocas no meio do dia com sorvetinhos e caldas duras de chocolate. Você é um presente, e te chamar de amiga é um luxo que não canso de ter!

Feliz Aniversário, Clarinha, obrigada por ser paciente nos meus piores dias e por ser você a cada instante, eu aprendo muito te vendo existir, pois você faz tudo parecer mais simples.

Te amo muito e sempre mais!


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Amicásper 30+ ❤️


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Poderia dizer mil coisas sobre as mil coisas que senti e sigo sentindo após esse show, mas vou guardar pra mim a maioria e registrar apenas a beleza de ver Alanis e Pitty (no show de abertura), duas mulheres 40+, intensas e talentosas, sábias e belas, mas acima de tudo, satisfeitas, celebrando quem são e quem foram, em paz com suas trajetórias.

Ambas foram referência para a Salete pré-adolescente e agora novamente para esse rascunho de adulta.

É assim mesmo... You live, you learn.


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2 years ago

"Até hoje você não se ligou que as aparências enganam?"

📸 @rollember.ga


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"Até hoje você não se ligou que as aparências enganam?"

📸 @rollember.ga


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"Até hoje você não se ligou que as aparências enganam?"

📸 @rollember.ga


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2 years ago

E sonho que se sonha junto, vocês sabem... É realidade!

Que alegria é olhar pro lado e ver o time perfeito que caminha comigo ♥️


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2 years ago

AMAZONAS - EPÍLOGO

"ser gente me cansa. tenho medo de não ter me tornado o que sou. tive que virar gente. todavia eu existo."

Li essa frase na descrição da artista @sarahcampelo__ em uma exposição lindíssima de artistas manauaras contemporâneos, me bateu forte e segue batendo.

Cada encontro, conversa e troca, cada dúvida, reflexão e descoberta me levaram a reencontrar alguma coisinha em mim que há algum tempo eu não via.

Voltei pra casa com a mala cheia de presentes, mas também com a mente cheia de novas ideias pra explorar, vontade renovada de brincar, descobrir, questionar e aprender, sempre e sempre.

Gosto mais de mim agora do que gostava há 15 dias, não por ter mudado tanto assim nesse tempo, mas por cada olhar generoso que recebi durante essa viagem ter me ensinado a olhar mais generosamente também.

Me reconectar com a minha insignificância diante da natureza me fez mais forte, mais gentil e lembrar que o medo de não ser o que sou é o farol que sempre iluminará o meu próprio caminho.

Foi uma honra, Amazonas, obrigada por me acolher em ti e em mim!


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2 years ago

AMAZONAS - EPÍLOGO

"ser gente me cansa. tenho medo de não ter me tornado o que sou. tive que virar gente. todavia eu existo."

Li essa frase na descrição da artista @sarahcampelo__ em uma exposição lindíssima de artistas manauaras contemporâneos, me bateu forte e segue batendo.

Cada encontro, conversa e troca, cada dúvida, reflexão e descoberta me levaram a reencontrar alguma coisinha em mim que há algum tempo eu não via.

Voltei pra casa com a mala cheia de presentes, mas também com a mente cheia de novas ideias pra explorar, vontade renovada de brincar, descobrir, questionar e aprender, sempre e sempre.

Gosto mais de mim agora do que gostava há 15 dias, não por ter mudado tanto assim nesse tempo, mas por cada olhar generoso que recebi durante essa viagem ter me ensinado a olhar mais generosamente também.

Me reconectar com a minha insignificância diante da natureza me fez mais forte, mais gentil e lembrar que o medo de não ser o que sou é o farol que sempre iluminará o meu próprio caminho.

Foi uma honra, Amazonas, obrigada por me acolher em ti e em mim!


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2 years ago

AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

Mais uma cidade descobrindo seu progresso junto com a preservação da natureza, educando, formando, capacitando turistas e locais, diariamente.

Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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2 years ago

AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

Mais uma cidade descobrindo seu progresso junto com a preservação da natureza, educando, formando, capacitando turistas e locais, diariamente.

Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

Mais uma cidade descobrindo seu progresso junto com a preservação da natureza, educando, formando, capacitando turistas e locais, diariamente.

Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

Mais uma cidade descobrindo seu progresso junto com a preservação da natureza, educando, formando, capacitando turistas e locais, diariamente.

Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

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Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

Mais uma cidade descobrindo seu progresso junto com a preservação da natureza, educando, formando, capacitando turistas e locais, diariamente.

Foi uma passagem rápida, mas eu volto, Seu Dijalma me prometeu que na próxima vamos ver onças!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 3: Novo Airão (Anavilhanas)

Ir para o Amazonas era um plano antigo, mas Novo Airão foi um acréscimo recente, quando me deparei com uma foto do Arquipélago de Anavilhanas sabia que precisava ir lá e Novo Airão é a base, destino turístico em ascensão.

Anavilhanas é o 2o maior arquipélago fluvial do mundo, só perde pro vizinho Muriá, também no Rio Negro, é a imensidão da riqueza natural da região, um labirinto lindo de ilhas que se tornam mais ou menos aparentes conforme a cheia ou a seca.

Apesar do enfoque turístico, ainda há espaço para descoberta por ali, não parece um show pré pronto, afinal o grande espetáculo já está ali, natural, com sua imensidão de matas, águas e prainhas de água doce.

Há espaço pra se encantar com o barqueiro, de admirar a menina que aos 8 anos fez um amigo boto e hoje nos apresenta esses animais com respeito e cautela e ficar de queixo caído com a agilidade do rapaz que corta, tinge naturalmente e transforma fibra vegetal em arte.

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2 years ago

AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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2 years ago

AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

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Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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AMAZONAS - CAPÍTULO 2: Comunidade Indígena Nova Esperança.

Já no meu último dia em Nova Esperança, o Pajé me pede pra escolher um de seus preparos, escolho intuitivamente e ele diz que entre outras propriedades ela ajudava a "trocar dúvidas ruins, por dúvidas boas", sorrio; era exatamente o que estava fazendo ali.

Os dias que passei na comunidade me deram o que mais amo na vida: Gente! Pessoas com histórias e questões tão diferentes das minhas e algumas não tão distantes assim.

Elas encontraram ali no baixo Rio Negro um lugar seguro pra viver e criar suas famílias e lutam para melhorar a vida de todos e tem conquistado a cada dia, a escola, o ensino da língua indígena para os pequenos, a renda através do artesanato e do turismo, a segurança e aquilo que, pra mim, se destaca: a vida em um real sentido de comunidade.

Teve passeio de canoa, trilha, oficina de artesanato e grafismo, aprendizados com o Pajé e sobre o preparo da farinha e foi lindo, mas foi lindo também só observar e bater papo, brincar com as crianças, sentir a vida acontecendo e claro, banhar no Rio Cueiras.

O turismo cada vez mais brilha como um caminho possível para a preservação da natureza, claro que turismo responsável, respeitoso, sem ser invasivo e feito com verdade. Todos ganham.

Voltando no barco recreio pra Manaus, sentadinha na rede, olhando o sol, meus olhos encheram de lágrimas, eram as dúvidas boas se instalando e o coração organizando um cantinho pra uma nova saudade se acomodar.

Muito obrigada Nova Esperança!


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Story Viewer for Free

This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.

Frequently asked questions

 
Anonymity

Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.

 
Device Compatibility

Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.

 
Safety and Privacy

Prioritizes secure, anonymous browsing without requiring login credentials.

 
No Registration

Users can view public stories by simply entering a username—no account needed.

 
Supported Formats

Downloads photos (JPEG) and videos (MP4) with ease.

 
Cost

The service is free to use.

 
Private Accounts

Content from private accounts can only be accessed by followers.

 
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