Stephanie Ribeiro
Arquiteta
Mestranda PGEHA @usp.oficial
Decora @gnt | @globoplay
CASACOR 2023 | 2025
Forbes Under 30 | 2020
MIPAD | 2018
Contato: ste@lahouse.net.br

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Das belezas da vida: acordar cedo em Roma para fotografar na Fontana, vestindo @crisbarrosofficial e sua nova coleção inspirada na Itália. A coleção Grazie, de outono/inverno 2026 da grife paulistana, foi inspirada no período em que a estilista @cris_barros_ viveu em Milão. Infelizmente, não consegui estar no desfile, que aconteceu na Pinacoteca de São Paulo, pois estava no Vale do Jequitinhonha — e fiquei profundamente triste com isso. Juro! Todo mundo sabe o quanto eu amo essa marca, e eu fiquei mesmo muito chateada.
Mas imaginem a minha alegria quando decidi passar alguns dias na Itália, entre Milão e Roma, e pude usar um dos looks da nova coleção! Eu pensei: destino! Meu conjunto de poá em organza parecia dialogar perfeitamente com o drama e as cores da cidade italiana. Eu amo essa nostalgia arquitetônica e cultural que atravessa uma cidade que carrega tanto em si.
“SEM OLHAR PARA O PASSADO, NÃO ENCONTRAMOS A LUZ QUE NOS GUIA AO FUTURO.”
PETRARCA.

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Amo viver a vida como se ela fosse um álbum da Olivia Dean. Em Roma parece mais fácil…

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
Inicio por uma igreja que me deixou em choque pelo quanto soa contemporânea, mesmo sendo uma arquitetura renascentista assinada por Michelangelo Buonarroti. Tudo me deslumbrou. A escolha de trabalhar com o existente — a igreja foi implantada dentro das ruínas monumentais das Termas de Diocleciano, um dos maiores complexos da Roma Antiga — já diz muito sobre o projeto. Não há uma fachada tradicional: a entrada é quase discreta, como um corte no tempo, que contrasta com a escala grandiosa do interior. Quando você olha da rua não imagina o que te espera dentro.
O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
Inicio por uma igreja que me deixou em choque pelo quanto soa contemporânea, mesmo sendo uma arquitetura renascentista assinada por Michelangelo Buonarroti. Tudo me deslumbrou. A escolha de trabalhar com o existente — a igreja foi implantada dentro das ruínas monumentais das Termas de Diocleciano, um dos maiores complexos da Roma Antiga — já diz muito sobre o projeto. Não há uma fachada tradicional: a entrada é quase discreta, como um corte no tempo, que contrasta com a escala grandiosa do interior. Quando você olha da rua não imagina o que te espera dentro.
O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
Inicio por uma igreja que me deixou em choque pelo quanto soa contemporânea, mesmo sendo uma arquitetura renascentista assinada por Michelangelo Buonarroti. Tudo me deslumbrou. A escolha de trabalhar com o existente — a igreja foi implantada dentro das ruínas monumentais das Termas de Diocleciano, um dos maiores complexos da Roma Antiga — já diz muito sobre o projeto. Não há uma fachada tradicional: a entrada é quase discreta, como um corte no tempo, que contrasta com a escala grandiosa do interior. Quando você olha da rua não imagina o que te espera dentro.
O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

Vou começar meus posts sobre minha viagem a Roma, alguma curiosidade por aí?
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O espaço interno impressiona pela dimensão das abóbadas e pela continuidade dos volumes, herdados das antigas salas termais, onde Michelangelo praticamente “revela” a estrutura existente ao invés de escondê-la. A luz entra de forma controlada, criando uma atmosfera quase silenciosa, onde o antigo e o renascentista coexistem sem hierarquia. No piso, a Linha Meridiana — inserida no século XVIII — atravessa a nave e transforma o espaço em instrumento científico, marcando a passagem do sol e do tempo. Eu consegui ver o caranguejo da constelação de câncer.
Os detalhes, como as portas em bronze e as intervenções artísticas posteriores, convivem com essa materialidade robusta, quase brutalista antes do tempo. É muito contemporâneo! Eu realmente acho que é agora uma das minhas igrejas favoritas no mundo! Por isso, pra mim a Basílica de Santa Maria dos Anjos e dos Mártires é uma parada obrigatória em Roma para quem ama arquitetura — não só pela beleza, mas pela inteligência do gesto projetual

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.

No Dia do Trabalhador, é urgente reconhecer que, mesmo com privilégios e acesso, permanecer em análises superficiais empobrece o debate — e que falar de direitos exige, cada vez mais, um olhar coletivo e interseccional ♥️
Ps: Inclusive, eu amo os cartazes da antiga União Soviética. Já dei uma aula sobre cartazes e seu uso político — foi muito, muito interessante! Os soviéticos destacavam bastante o protagonismo feminino, retratando a mulher em uma posição combativa, longe de qualquer ideia de fragilidade.
Minha primeira vez no Salone em Milão não poderia ter sido mais especial. Fui a convite da HomeNow (@homenow.com.br) uma marca brasileira de design que me levou à maior mostra do mundo para identificar tendências alinhadas aos seus valores.
Foi muito interessante perceber como o que já vem sendo desenvolvido no Brasil dialoga diretamente com o que vi em Milão: texturas, curvas, materiais mais naturais — tudo apontando para uma decoração mais afetuosa, que acolhe e cria vínculo com quem habita o espaço.
E disso eu entendo. Então te convido a ver o vídeo, onde mostro algumas das peças que mais me encantaram e a minha seleção especial.

Voltei pro Brasil 😀
Preciso postar tudo que fiz de foto em Roma 🙃
Eu enviei os papéis da qualificação do Mestrado 🥹
Mas fiquei tão cansada de fazer isso e viajar pra outro país que fui furtada 🙃🙃
Afoguei minha tristeza em pizza e gelato 😍☺️
Foto: @mariacaulevy

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Aprender a extrair cores da terra foi uma das experiências mais interessantes do meu ano até agora.

Da terra seca, onde não brota sequer um pau de flor, começam a nascer belas mulheres de barro. (Lalada Dalglish
A casa de Alice (@aliceribeiroarte), atravessada por suas peças, e o trabalho de seu filho Augusto (@augustoarte) dão continuidade ao legado de Dona Isabel Mendes da Cunha, reconhecida como uma das principais mestras da tradição cerâmica do Vale do Jequitinhonha. Mais do que permanência, trata-se de transformação: o barro, matéria viva do território, toma forma de mulheres. Corpos que carregam histórias, gestos e memórias, moldados entre a dureza da terra e a delicadeza do fazer.

Da terra seca, onde não brota sequer um pau de flor, começam a nascer belas mulheres de barro. (Lalada Dalglish
A casa de Alice (@aliceribeiroarte), atravessada por suas peças, e o trabalho de seu filho Augusto (@augustoarte) dão continuidade ao legado de Dona Isabel Mendes da Cunha, reconhecida como uma das principais mestras da tradição cerâmica do Vale do Jequitinhonha. Mais do que permanência, trata-se de transformação: o barro, matéria viva do território, toma forma de mulheres. Corpos que carregam histórias, gestos e memórias, moldados entre a dureza da terra e a delicadeza do fazer.

Da terra seca, onde não brota sequer um pau de flor, começam a nascer belas mulheres de barro. (Lalada Dalglish
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Da terra seca, onde não brota sequer um pau de flor, começam a nascer belas mulheres de barro. (Lalada Dalglish
A casa de Alice (@aliceribeiroarte), atravessada por suas peças, e o trabalho de seu filho Augusto (@augustoarte) dão continuidade ao legado de Dona Isabel Mendes da Cunha, reconhecida como uma das principais mestras da tradição cerâmica do Vale do Jequitinhonha. Mais do que permanência, trata-se de transformação: o barro, matéria viva do território, toma forma de mulheres. Corpos que carregam histórias, gestos e memórias, moldados entre a dureza da terra e a delicadeza do fazer.

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Lembram do meu bisavô bonitão? Descobri que ele votava — e isso num contexto em que uma parcela significativa da população, especialmente pobre e negra, estava excluída pelo critério de alfabetização. Ou seja, embora o direito ao voto existisse formalmente, ele não era plenamente acessível a todos. Ainda assim, ele exercia esse direito, inclusive durante a ditadura, em um período marcado por restrições políticas e ausência de democracia plena. Fiquei pensando no que isso significa — nas condições que permitiram esse acesso, mas também nas muitas histórias que ficaram de fora. Achei muito interessante e quis compartilhar ainda pensando na importância dos nossos arquivos negros ♥️

Lembram do meu bisavô bonitão? Descobri que ele votava — e isso num contexto em que uma parcela significativa da população, especialmente pobre e negra, estava excluída pelo critério de alfabetização. Ou seja, embora o direito ao voto existisse formalmente, ele não era plenamente acessível a todos. Ainda assim, ele exercia esse direito, inclusive durante a ditadura, em um período marcado por restrições políticas e ausência de democracia plena. Fiquei pensando no que isso significa — nas condições que permitiram esse acesso, mas também nas muitas histórias que ficaram de fora. Achei muito interessante e quis compartilhar ainda pensando na importância dos nossos arquivos negros ♥️
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