AgitLab
Residence for artists of all walks of art

No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe entre os dias 25 de maio e 6 de junho o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) em residência artística com o ano técnico, para o desenvolvimento da sua nova criação: 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸, 𝒄𝒐𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆𝒊𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒅𝒊𝒂 5 𝒅𝒆 𝒋𝒖𝒏𝒉𝒐.
Ao longo desta residência, os artistas encontram-se já em processo de criação site-specific no Parque da Alta Vila, explorando o espaço, a sua memória e relação com a comunidade envolvente.
𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 é uma performance multidisciplinar sobre aquilo que nos fragmenta e aquilo que ainda nos pode unir.
Entre o caos e a catarse, o corpo torna-se memória, resistência e transformação. Através do movimento e de uma linguagem visual poética, a obra atravessa temas como a guerra, o trauma, o colapso ambiental e a fragilidade das relações humanas, criando um espaço de encontro, vulnerabilidade e renovação.
Mais do que reproduzir a destruição, 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 revela as fissuras onde novas narrativas podem nascer e é reflexão intensa sobre o mundo que herdámos e sobre o futuro consciente, humano e compassivo que ainda podemos imaginar.

No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe entre os dias 25 de maio e 6 de junho o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) em residência artística com o ano técnico, para o desenvolvimento da sua nova criação: 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸, 𝒄𝒐𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆𝒊𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒅𝒊𝒂 5 𝒅𝒆 𝒋𝒖𝒏𝒉𝒐.
Ao longo desta residência, os artistas encontram-se já em processo de criação site-specific no Parque da Alta Vila, explorando o espaço, a sua memória e relação com a comunidade envolvente.
𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 é uma performance multidisciplinar sobre aquilo que nos fragmenta e aquilo que ainda nos pode unir.
Entre o caos e a catarse, o corpo torna-se memória, resistência e transformação. Através do movimento e de uma linguagem visual poética, a obra atravessa temas como a guerra, o trauma, o colapso ambiental e a fragilidade das relações humanas, criando um espaço de encontro, vulnerabilidade e renovação.
Mais do que reproduzir a destruição, 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 revela as fissuras onde novas narrativas podem nascer e é reflexão intensa sobre o mundo que herdámos e sobre o futuro consciente, humano e compassivo que ainda podemos imaginar.

No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe entre os dias 25 de maio e 6 de junho o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) em residência artística com o ano técnico, para o desenvolvimento da sua nova criação: 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸, 𝒄𝒐𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆𝒊𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒅𝒊𝒂 5 𝒅𝒆 𝒋𝒖𝒏𝒉𝒐.
Ao longo desta residência, os artistas encontram-se já em processo de criação site-specific no Parque da Alta Vila, explorando o espaço, a sua memória e relação com a comunidade envolvente.
𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 é uma performance multidisciplinar sobre aquilo que nos fragmenta e aquilo que ainda nos pode unir.
Entre o caos e a catarse, o corpo torna-se memória, resistência e transformação. Através do movimento e de uma linguagem visual poética, a obra atravessa temas como a guerra, o trauma, o colapso ambiental e a fragilidade das relações humanas, criando um espaço de encontro, vulnerabilidade e renovação.
Mais do que reproduzir a destruição, 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 revela as fissuras onde novas narrativas podem nascer e é reflexão intensa sobre o mundo que herdámos e sobre o futuro consciente, humano e compassivo que ainda podemos imaginar.

No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe entre os dias 25 de maio e 6 de junho o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) em residência artística com o ano técnico, para o desenvolvimento da sua nova criação: 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸, 𝒄𝒐𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆𝒊𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒅𝒊𝒂 5 𝒅𝒆 𝒋𝒖𝒏𝒉𝒐.
Ao longo desta residência, os artistas encontram-se já em processo de criação site-specific no Parque da Alta Vila, explorando o espaço, a sua memória e relação com a comunidade envolvente.
𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 é uma performance multidisciplinar sobre aquilo que nos fragmenta e aquilo que ainda nos pode unir.
Entre o caos e a catarse, o corpo torna-se memória, resistência e transformação. Através do movimento e de uma linguagem visual poética, a obra atravessa temas como a guerra, o trauma, o colapso ambiental e a fragilidade das relações humanas, criando um espaço de encontro, vulnerabilidade e renovação.
Mais do que reproduzir a destruição, 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 revela as fissuras onde novas narrativas podem nascer e é reflexão intensa sobre o mundo que herdámos e sobre o futuro consciente, humano e compassivo que ainda podemos imaginar.

No âmbito da sua estratégia de dinamização cultural, a Câmara Municipal de Águeda, através do AgitLab, recebe entre os dias 25 de maio e 6 de junho o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) em residência artística com o ano técnico, para o desenvolvimento da sua nova criação: 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸, 𝒄𝒐𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒓𝒆𝒊𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒐 𝒅𝒊𝒂 5 𝒅𝒆 𝒋𝒖𝒏𝒉𝒐.
Ao longo desta residência, os artistas encontram-se já em processo de criação site-specific no Parque da Alta Vila, explorando o espaço, a sua memória e relação com a comunidade envolvente.
𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 é uma performance multidisciplinar sobre aquilo que nos fragmenta e aquilo que ainda nos pode unir.
Entre o caos e a catarse, o corpo torna-se memória, resistência e transformação. Através do movimento e de uma linguagem visual poética, a obra atravessa temas como a guerra, o trauma, o colapso ambiental e a fragilidade das relações humanas, criando um espaço de encontro, vulnerabilidade e renovação.
Mais do que reproduzir a destruição, 𝑈𝑁𝐷𝑂𝑁𝐸 revela as fissuras onde novas narrativas podem nascer e é reflexão intensa sobre o mundo que herdámos e sobre o futuro consciente, humano e compassivo que ainda podemos imaginar.

Após uma open call que reuniu dezenas de candidaturas nacionais e internacionais, já estão selecionados os 9 bailarinas que irão integrar “Mente & Coração”.
Um projeto criativo internacional que une dança contemporânea e bodypainting no AgitÁgueda 2026.
A seleção teve em conta o talento, capacidade técnica, motivação, comunicação, disponibilidade e experiência artística de cada participante.
Estes são os artistas escolhidos para esta residência artística promovida pelo Município de Águeda, através do AgitLab:
🇳🇴 Tuva Svendsen
🇵🇹 Mariana Pontes Barbosa
🇵🇹 Helena Alves
🇪🇸🇵🇹 Mar Espona Moret
🇵🇱🇵🇹 Daria Nowak
🇬🇧 Kaiya Jay Butler
🇵🇹 Maria Ana Diogo
🇸🇪 Kirsi Kekki
🇮🇹🇵🇹 Maria Fernandez Losada
Ao longo da residência, os artistas irão colaborar na criação de uma performance multidisciplinar que promete marcar o AgitÁgueda 2026 e levar o nome de Águeda além-fronteiras.
Obrigado a todos os que participaram nesta open call! 🤍

Entre Portugal e o Canadá, está em curso uma travessia feita de criação, memória e consciência ambiental.
De 3 a 23 de maio, a residência artística Portugal-Canadá reúne as Expéditions Bleues, a Organisation Bleue e a IDYLLE num laboratório vivo de investigação e criação, onde arte, território e transição socioecológica se cruzam.
Ao longo de várias semanas, livros, documentário, fotografia, performances, artes visuais e música eletrónica dão nova vida aos vestígios recolhidos durante cinco anos de expedições no rio São Lourenço, transformando resíduos em narrativas, arquivos em experiências e memória em ação coletiva.
Esta nova etapa marca também a chegada de uma nova geração de artistas e colaboradores, que irão integrar futuras expedições através de práticas visuais e interdisciplinares.
Em Portugal, uma villa transforma-se em embarcação.
E o próximo capítulo começa agora.

🎨💃 Open Call para bailarinos no AgitÁgueda 2026!
A Câmara Municipal de Águeda lança uma open call para bailarinos(as) integrarem “Mente & Coração”, um projeto criativo internacional que junta dança contemporânea e bodypainting 🤍✨
Esta residência artística, realizada através do AgitLab (programa promovido pelo Município), culmina em performances ao vivo no AgitÁgueda 2026 (4 e 5 de julho) e inclui:
✔️ Bolsa de participação
✔️ Alojamento
✔️ Formação intensiva com artistas internacionais
O projeto conta com a colaboração de campeões mundiais de bodypainting e propõe uma experiência imersiva com workshops, criação e exploração artística.
👥 Serão selecionados 9 bailarinos(as)
📅 Residência: 25 junho a 6 julho (10 dias)
Requisitos:
– +18 anos
– Experiência em dança/performance (mín. 3 anos)
– Capacidade de improvisação e trabalho em equipa
– Disponibilidade para performance com nudez artística (com roupa interior)
– Comunicação em inglês
📩 Candidaturas até 18 de maio
👉 agitlab@cm-agueda.pt
📢 Resultados: 21 de maio
Mais informações:
https://www.cm-agueda.pt/evento-6/open-call-para-bailarinos-bodypainting-agitagueda-2026
Se queres fazer parte de um projeto inovador e integrar um dos festivais mais criativos do país, esta é a tua oportunidade! 🚀

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Nice Rocha, estudante do INAC, levou ontem "Nothing to Declare" aos alunos do 7.º ano da Escola de Fermentelos, numa performance que transformou o espaço num território de questionamento e inquietação.
Entre o circo contemporâneo e a reflexão, o corpo tornou-se linguagem para explorar aquilo que tantas vezes não se vê: as fronteiras invisíveis que condicionam, limitam e definem. Com a roda como elemento central - abrigo e prisão, liberdade e repetição - cada movimento abriu espaço a novas leituras, num equilíbrio constante entre o absurdo e a realidade.
Mais do que assistir, os alunos foram desafiados a pensar. No final, ficou a pergunta, direta, desconfortável e necessária: se a fronteira desaparecesse, o que é que deixávamos de ser?
Ontem, na mesma escola, Ariane Medeiros (INAC), apresentou também "Trocadilho".

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.

Hoje de manhã, a Escola EB 2/3 de Aguada de Cima transformou-se num palco inesperado.
“Trocadilho”, de Ariane Medeiros, estudante do INAC, levou alguns alunos do 7.º ano a entrar num universo onde o corpo fala, o equilíbrio desafia e a imaginação não tem limites.
Entre objetos que ganham novas vidas e uma personagem que se multiplica em diferentes versões de si mesma, a fronteira entre o real e o absurdo dilui-se, e é aí que nasce o verdadeiro significado.
Uma manhã diferente, onde o circo contemporâneo e o teatro físico provocaram, questionaram e, acima de tudo, despertaram novos olhares.
Porque a cultura também se constrói dentro da escola e é aí que tudo começa.
Entre 10 e 12 de abril, o AgitLab recebeu a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística da Universidade de Aveiro.
Durante estes dias, estudantes, orientadores e professores reuniram-se para partilhar o desenvolvimento dos seus projetos, entre conquistas, desafios e processos criativos.
Foi um momento essencial de encontro e troca, que reforçou o percurso artístico e investigativo de cada participante.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.

𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐢𝐦𝐚𝐯𝐞𝐫𝐚 | Residência
Entre os dias 10 e 12 de abril, realizou-se no AgitLab a Escola de Primavera do Programa Doutoral em Criação Artística (PDCA) da Universidade de Aveiro. Este encontro integra um dos dois momentos anuais de reunião entre os estudantes do PDCA, os seus orientadores e professores, tendo como principal objetivo a partilha de avanços, dificuldades e processos no desenvolvimento dos projetos individuais de investigação artística.
Estes momentos assumem particular relevância no percurso dos doutorandos, uma vez que, desde o primeiro ano, não dispõem de outras oportunidades formais específicas para discussão e troca de experiências.
De 1 a 10 de abril, o AgitLab recebeu os talentosos Nella Turkki (bailarina, coreógrafa e diretora de teatro) e Janis Heldmann (designer de som e investigador) para a residência I, holobiont. Esta performance multidisciplinar cruzou biologia, dança contemporânea e arte sonora, convidando-nos a repensar o corpo como um ecossistema vivo. A apresentação pública, que mergulhou na identidade microbiana e na relação entre o nosso microbioma e o estado mental, aconteceu a 9 de abril.
Uma experiência única que partilhamos agora um bocadinho convosco.
#ResidenciaArtistica #Holobionte #DançaContemporanea #ArteSonora #AgitLab#agueda

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.

𝐈, 𝐡𝐨𝐥𝐨𝐛𝐢𝐨𝐧𝐭 | Residência
Entre os dias 1 e 10 de abril, o AgitLab acolheu os artistas finlandeses Nella Turkki e Janis Heldmann para o desenvolvimento de uma residência artística centrada na exploração do corpo humano enquanto “holobionte”, um ecossistema vivo composto por múltiplas espécies em interdependência. O projeto, concebido no formato de uma lecture performance multidisciplinar, cruza biologia, dança contemporânea, teatro e arte sonora, propondo uma reflexão sobre as fronteiras entre o corpo e o ambiente, bem como sobre a presença do “outro” em nós. Ao longo da residência, foram explorados temas como a identidade microbiana, as mitocôndrias enquanto herança materna e a relação entre a diversidade do microbioma e o estado mental, procurando novas formas de experienciar e compreender o corpo para além da sua centralidade humana. No dia 9 de abril, realizou-se uma apresentação pública no Café-Concerto do Parque Municipal de Alta Vila, que teve como objetivo partilhar o processo artístico desenvolvido e aproximar o público do conceito de “holobionte”, através da dança contemporânea, teatro e arte sonora.
𝗡𝗲𝗹𝗹𝗮 𝗧𝘂𝗿𝗸𝗸 𝗲 𝗝𝗮𝗻𝗶𝘀 𝗛𝗲𝗹𝗱𝗺𝗮𝗻 são os artistas que dão vida a “I, holobiont”. 𝗔 𝗮𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝘁𝗼 𝘀𝗲𝗿𝗮́ 𝗻𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟵 𝗱𝗲 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗹, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟴𝗵, 𝗻𝗼 𝗖𝗮𝗳𝗲́ 𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗔𝗹𝘁𝗮 𝗩𝗶𝗹𝗮.
𝗡𝗲𝗹𝗹𝗮 é bailarina, coreógrafa, diretora de teatro finlandesa, e é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais.
𝗝𝗮𝗻𝗶𝘀 é designer de som e investigador e dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
Apareçam!

Por trás da inovadora lecture performance “I, holobiont”, que estará em residência connosco de 1 a 10 de abril, estão dois visionários cujas trajetórias enriquecem profundamente esta obra multidisciplinar.
Conheça os Artistas:
• 𝐍𝐞𝐥𝐥𝐚 𝐓𝐮𝐫𝐤𝐤: Bailarina, coreógrafa e diretora de teatro finlandesa, Nella Turkki é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais. A sua abordagem distingue-se por um percurso ligado ao teatro aplicado e à criação com forte dimensão social, explorando a arte como ferramenta de transformação.
• 𝐉𝐚𝐧𝐢𝐬 𝐇𝐞𝐥𝐝𝐦𝐚𝐧𝐧: Designer de som e investigador, Janis Heldmann dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
𝐕𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨, 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟗 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡, 𝐧𝐨 𝐂𝐚𝐟𝐞́ 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐭𝐚 𝐕𝐢𝐥𝐚.

Por trás da inovadora lecture performance “I, holobiont”, que estará em residência connosco de 1 a 10 de abril, estão dois visionários cujas trajetórias enriquecem profundamente esta obra multidisciplinar.
Conheça os Artistas:
• 𝐍𝐞𝐥𝐥𝐚 𝐓𝐮𝐫𝐤𝐤: Bailarina, coreógrafa e diretora de teatro finlandesa, Nella Turkki é reconhecida pelo seu trabalho focado na relação com o ambiente e em questões sociais. A sua abordagem distingue-se por um percurso ligado ao teatro aplicado e à criação com forte dimensão social, explorando a arte como ferramenta de transformação.
• 𝐉𝐚𝐧𝐢𝐬 𝐇𝐞𝐥𝐝𝐦𝐚𝐧𝐧: Designer de som e investigador, Janis Heldmann dedica-se à exploração das interseções entre acústica, tecnologias imersivas e performance. Os seus projetos inovadores ligam som, movimento e artes cénicas, criando experiências sensoriais imersivas.
Nella e Janis, através de "I, holobiont", convidam-nos a repensar o corpo humano como um holobionte, um ecossistema complexo. A sua colaboração resulta numa performance que cruza biologia, dança contemporânea e arte sonora, oferecendo uma perspetiva única sobre a nossa interconexão com o mundo.
𝐕𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨, 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟗 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡, 𝐧𝐨 𝐂𝐚𝐟𝐞́ 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐭𝐚 𝐕𝐢𝐥𝐚.
O Visualizador de Stories do Instagram é uma ferramenta fácil que permite assistir e salvar stories, vídeos, fotos ou IGTV do Instagram secretamente. Com este serviço, você pode baixar conteúdos e apreciá-los offline sempre que quiser. Se você encontrar algo interessante no Instagram que gostaria de ver mais tarde ou quiser visualizar stories de forma anônima, nosso Visualizador é perfeito para você. Anonstories oferece uma excelente solução para manter sua identidade oculta. O Instagram lançou a funcionalidade de Stories em agosto de 2023, que logo foi adotada por outras plataformas devido ao seu formato dinâmico e sensível ao tempo. Os Stories permitem que os usuários compartilhem atualizações rápidas, sejam fotos, vídeos ou selfies, com textos, emojis ou filtros, e ficam visíveis por apenas 24 horas. Esse limite de tempo cria maior engajamento em comparação com posts comuns. Nos dias de hoje, os Stories são uma das formas mais populares de se conectar e comunicar nas redes sociais. No entanto, quando você visualiza um Story, o criador pode ver seu nome na lista de visualizadores, o que pode ser uma preocupação com a privacidade. E se você quiser navegar pelos Stories sem ser notado? É aí que o Anonstories se torna útil. Ele permite que você assista a conteúdos públicos do Instagram sem revelar sua identidade. Basta digitar o nome de usuário do perfil que você está curioso, e a ferramenta mostrará seus Stories mais recentes. Funcionalidades do Visualizador Anonstories: - Navegação Anônima: Veja Stories sem aparecer na lista de visualizadores. - Sem Conta Necessária: Veja conteúdos públicos sem se cadastrar no Instagram. - Download de Conteúdos: Salve qualquer conteúdo de Stories diretamente no seu dispositivo para uso offline. - Veja Destaques: Acesse os Destaques do Instagram, até mesmo após o prazo de 24 horas. - Monitoramento de Reposts: Acompanhe os reposts ou o nível de engajamento em Stories de perfis pessoais. Limitações: - Esta ferramenta funciona apenas com contas públicas; contas privadas permanecem inacessíveis. Benefícios: - Amigável à Privacidade: Veja qualquer conteúdo do Instagram sem ser notado. - Simples e Fácil: Não há necessidade de instalação de aplicativo ou registro. - Ferramentas Exclusivas: Baixe e gerencie conteúdos de maneiras que o Instagram não oferece.
Acompanhe as atualizações do Instagram de forma discreta, protegendo sua privacidade e permanecendo anônimo.
Veja perfis e fotos anonimamente com facilidade usando o Visualizador de Perfil Privado.
Esta ferramenta gratuita permite que você veja Stories do Instagram anonimamente, garantindo que sua atividade permaneça oculta do criador do story.
Anonstories permite que os usuários vejam stories do Instagram sem alertar o criador.
Funciona perfeitamente em iOS, Android, Windows, macOS e navegadores modernos como Chrome e Safari.
Prioriza navegação segura e anônima, sem necessidade de credenciais de login.
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O serviço é gratuito.
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