Instagram Logo

rcchart

RICHARD

based in rio de janeiro
Represented by @beltrame_mgmt
@cybershotx.jpg

47
posts
1.3K
followers
24.3K
following


3
103
2 years ago



3
103
2 years ago


3
103
2 years ago


3
103
2 years ago


3
103
2 years ago


3
103
2 years ago


3
103
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago


🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago


🕹️


3.1K
77
2 years ago

🕹️


3.1K
77
2 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago


🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

🔥


2.8K
66
3 years ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

A primeira vez que vi uma foto do Richard (@rcchart), tive a sensação de estar olhando para algo muito brasileiro sem cair nos estereótipos que normalmente acompanham esse tipo de imagem. As fotos tinham textura, personalidade e um senso de realidade que parecia fugir daquele polimento excessivo que domina parte da fotografia de moda hoje. Era uma linguagem muito própria: corpos, brilho, flash, baile funk, praia, rua, desejo e juventude brasileira coexistindo na mesma imagem. Meses depois, encontrar o Richard pessoalmente e acompanhá-lo trabalhando durante a Rio Fashion Week tornou tudo ainda mais interessante. Existe uma calma muito particular na forma como ele observa as pessoas antes de fotografar.

Aos 27 anos, criado no Cantagalo-Pavão-Pavãozinho (PPG), no Rio de Janeiro, o fotógrafo construiu uma estética profundamente ligada à vivência periférica, aos códigos visuais da rua e à memória da própria comunidade. Muito da sua fotografia vem das mulheres que cresceu observando, da cultura do baile funk, das CyberShots de brechó, da espontaneidade dos amigos que viraram modelos, stylists e colaboradores ao longo do caminho. Hoje, seu trabalho chama atenção justamente por transformar esse universo em imagem sem suavizar suas origens.

Em entrevista à FFW, o fotógrafo fala sobre representatividade, identidade visual, o atual momento da fotografia brasileira e o desejo de construir um legado através das imagens que cria. E você, já conhecia Richard?

✍🏻: @laura.budin


5.6K
368
1 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

Bts @livia for SS26 @jadedldn


1.3K
140
6 days ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@misci__ show at @riofwoficial 🇧🇷

At the Sambódromo Marquês de Sapucaí, the brand presented “Tropical Escapism,” its Summer 2027 collection, blending leather, cut-outs, and references to Brazilian fashion with the powerful rhythm of the Beija-Flor de Nilópolis samba school.


2.5K
103
3 weeks ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago

@emiliopucci

Summer Somewhere | Rio Edition <3

What an honor to be part of this shooting with such a talented team.

There’s something truly special about creating in Rio🩵

@camillemiceli @ibrunomarques @finacadjancu @minhacontanoinsta @camposroberta @marcedenburg @sun__belt @mullergiu @foxgoulart @jeferson_vianna89 @andreribeiro.cascao @incrivelinfra @juscot @nandacarnevali @maristockler @alexianied


3
82
2 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


3.3K
143
3 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago


2.6K
78
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

2.8K
108
4 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

3.2K
79
5 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago

2.2K
180
6 months ago


Veja Stories do Instagram Secretamente

O Visualizador de Stories do Instagram é uma ferramenta fácil que permite assistir e salvar stories, vídeos, fotos ou IGTV do Instagram secretamente. Com este serviço, você pode baixar conteúdos e apreciá-los offline sempre que quiser. Se você encontrar algo interessante no Instagram que gostaria de ver mais tarde ou quiser visualizar stories de forma anônima, nosso Visualizador é perfeito para você. Anonstories oferece uma excelente solução para manter sua identidade oculta. O Instagram lançou a funcionalidade de Stories em agosto de 2023, que logo foi adotada por outras plataformas devido ao seu formato dinâmico e sensível ao tempo. Os Stories permitem que os usuários compartilhem atualizações rápidas, sejam fotos, vídeos ou selfies, com textos, emojis ou filtros, e ficam visíveis por apenas 24 horas. Esse limite de tempo cria maior engajamento em comparação com posts comuns. Nos dias de hoje, os Stories são uma das formas mais populares de se conectar e comunicar nas redes sociais. No entanto, quando você visualiza um Story, o criador pode ver seu nome na lista de visualizadores, o que pode ser uma preocupação com a privacidade. E se você quiser navegar pelos Stories sem ser notado? É aí que o Anonstories se torna útil. Ele permite que você assista a conteúdos públicos do Instagram sem revelar sua identidade. Basta digitar o nome de usuário do perfil que você está curioso, e a ferramenta mostrará seus Stories mais recentes. Funcionalidades do Visualizador Anonstories: - Navegação Anônima: Veja Stories sem aparecer na lista de visualizadores. - Sem Conta Necessária: Veja conteúdos públicos sem se cadastrar no Instagram. - Download de Conteúdos: Salve qualquer conteúdo de Stories diretamente no seu dispositivo para uso offline. - Veja Destaques: Acesse os Destaques do Instagram, até mesmo após o prazo de 24 horas. - Monitoramento de Reposts: Acompanhe os reposts ou o nível de engajamento em Stories de perfis pessoais. Limitações: - Esta ferramenta funciona apenas com contas públicas; contas privadas permanecem inacessíveis. Benefícios: - Amigável à Privacidade: Veja qualquer conteúdo do Instagram sem ser notado. - Simples e Fácil: Não há necessidade de instalação de aplicativo ou registro. - Ferramentas Exclusivas: Baixe e gerencie conteúdos de maneiras que o Instagram não oferece.

Vantagens do Anonstories

Explore Stories do IG Privadamente

Acompanhe as atualizações do Instagram de forma discreta, protegendo sua privacidade e permanecendo anônimo.


Visualizador Privado do Instagram

Veja perfis e fotos anonimamente com facilidade usando o Visualizador de Perfil Privado.


Visualizador de Stories Gratuito

Esta ferramenta gratuita permite que você veja Stories do Instagram anonimamente, garantindo que sua atividade permaneça oculta do criador do story.

Perguntas Frequentes

 
Anonimato

Anonstories permite que os usuários vejam stories do Instagram sem alertar o criador.

 
Compatibilidade com Dispositivos

Funciona perfeitamente em iOS, Android, Windows, macOS e navegadores modernos como Chrome e Safari.

 
Segurança e Privacidade

Prioriza navegação segura e anônima, sem necessidade de credenciais de login.

 
Sem Registro

Os usuários podem visualizar stories públicos digitando apenas o nome de usuário—sem precisar de uma conta.

 
Formatos Suportados

Baixa fotos (JPEG) e vídeos (MP4) com facilidade.

 
Custo

O serviço é gratuito.

 
Contas Privadas

Conteúdos de contas privadas só podem ser acessados por seguidores.

 
Uso de Arquivos

Os arquivos são para uso pessoal ou educacional, conforme as regras de direitos autorais.

 
Como Funciona

Digite um nome de usuário público para ver ou baixar stories. O serviço gera links diretos para salvar o conteúdo localmente.