Aïscha Lemos
Abensonhados.
Contadora de histórias visuais, com a língua na imagem.
Coordenadora pedagógica @folheando.educacao

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Aqui não é meu CV, só serve para você ver, então veja que não sou sempre focada e geralmente falo nada com nada.

Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!

Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!

Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!
Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!

Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!

Parece que foi ontem quando andávamos de mãos dadas, corpos de pequena escala, riso e cara de quem apronta. Pedindo a nossas Mães e a Deus que nos deixassem passar a tarde e a vida juntas… quando ganhámos autonomia no andar e aprontar dávamos a mão de novo e corríamos gargalhando fugindo do tempo, e quantas vezes nos demos mal porque nossas mães nos esperavam acordadas, nos lembrando que Mãe é quem manda na hora, na chegada e na partida.
Era sonho de menina o nosso de sermos Mães de pegação ao broto que de nós viesse ao Mundo. Me traz esperança vendo seu filho nesse Mundo, guerreiro manso que nos abençoa todos os dias.
Longa vida à nossa familia.
Me acalento em termos o mesmo nome para toda a vida, Aisha/Aïscha de tantos significados e um dos meus é a vossa existência!

“Crias da Maresia”
Talvez ganhe forma, talvez encontre rumo, talvez não, provável que fique à deriva mesmo, talvez lhe sobre mais poesia assim.

“Crias da Maresia”
O que restou foram apenas grãos de cinza na fotografia, é tudo mesmo preto e branco, o cinza é erro proveniente da relativização. Assumo assim que a técnica me falhou, dessa vez fui eu toda cinza, desfocada, granulada, mas deu jeito à criatividade surgirão outros inícios.

“Crias da Maresia”
O filme encravou dentro da câmera, se riscou, se embolou, me salvaram o parindo na sala escura, ainda assim não consegui esconder o fato da foto, e ela chorou.
Sou viciada em começar projetos, tão dependente do começo que evito continuar e muito menos terminar. Coleciono efemeridades. Quem sabe foi uma sorte as fotos terem se estragado, quem sabe assim aprendo a contrariar meu jeito estranho de amar os inícios e me entediar com os meios, talvez este projeto vingue, ou se vingue de mim.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.
Poema: “Gente do mesmo ventre”
(Ouça esse poema transformado em carrossel)
Este post não tem motivo claro, talvez apenas uma trilha sonora óbvia: “sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu”
É uma homenagem a minha irmã mais velha, aquela que me ensinou a ser gente. Na família Lemos sempre mantivemos nossos cabelos longos, talvez pelo mesmo motivo desse post, quando ousávamos cortar as pontas ressecadas, por conta de uma mudança ou vontade de tal, o fazíamos em casa, num trem de fios soltos. Costumo dizer que quando morrer apenas haverá uma pessoa que poderá falar por mim, minha irmã, não pela similaridade de ideais mas pela indissociável história de vida, e ainda que nos tenha vindo de forma prematura esta louca caminhada adulta, eu espero feliz pelo dia que conquistaremos uma velha infância, trilhando pouco a pouco atrás de um sonho nosso, esse da casa própria com nome próprio na porta, a casa Lemos onde cortaremos nossos cabelos.
Até lá, Anouk, de nome bonito e bruto, guardo o nosso atrelado amadurecer no emaranhado dos meus cabelos.

“Oficina dos sonhos” uma introdução lúdica ao surrealismo
com Folheando @folheando.folheia
Aischa Lemos @aischalv
O mundo dos sonhos, será que podemos espreitar? E você, consegue se lembrar? E quanto a construir um sonho, será que é possível? Nesta oficina, vamos provar que sim. Aqui sonharemos acordados e em conjunto, atravessando quadros surrealistas e deixando que a imaginação conduza a oficina.
Mergulhados nesse universo, brincaremos com arte surrealista projetada em nossos corpos, transformando o impossível em algo tangível. Entre jogos coletivos de desenho, escrita criativa e expressão corporal, inventaremos um sonho comum. Depois, seguiremos até a nossa “fábrica de sonhos”, onde máscaras, criaturas improváveis, objetos extravagantes e figuras nascidas do imaginário ganharão forma e voz.
Encerramos dando vida ao sonho coletivo, num grande teatro de sombras que ocupará toda a sala, explorando a luz, a projeção e as infinitas possibilidades do surrealismo. Cada participante leva consigo suas criações sonhadoras e também um caderno de sonhos, para que a imaginação continue habitando o mundo acordado.
Para crianças de 06 aos 12 anos
20 vagas
Valor: R$60 p/pessoa
Grupos com 3 participantes têm 20% de desconto - 144,00
07 fevereiro, sábado
14h às 16h30
sobre Folheando
FOLHEANDO é um projeto socioeducativo, lúdico e artístico ativo desde 2021, criado pela artista e educadora social Aïscha Lemos. Desde sua origem, dinamiza projetos contínuos com comunidades, oficinas e vivências interdisciplinares, medições culturais e a produção de materiais educativos singulares, fundamentando-se no uso de múltiplas linguagens artísticas, na ludicidade e na cidadania como ferramentas pedagógicas e sociais.
O projeto coordena o setor educativo da GROU.BASE, onde desenvolve simultaneamente oficinas voltadas à infância e oficinas abertas ao público em geral, que exploram e aprofundam diferentes técnicas e linguagens artísticas. Essas duas modalidades acontecem de forma intercalada, reforçando o caráter intergeracional do FOLHEANDO e aprofundando sua metodologia, que reconhece o encontro entre gerações como um eixo central de criação e aprendizagem.

“Oficina dos sonhos” uma introdução lúdica ao surrealismo
com Folheando @folheando.folheia
Aischa Lemos @aischalv
O mundo dos sonhos, será que podemos espreitar? E você, consegue se lembrar? E quanto a construir um sonho, será que é possível? Nesta oficina, vamos provar que sim. Aqui sonharemos acordados e em conjunto, atravessando quadros surrealistas e deixando que a imaginação conduza a oficina.
Mergulhados nesse universo, brincaremos com arte surrealista projetada em nossos corpos, transformando o impossível em algo tangível. Entre jogos coletivos de desenho, escrita criativa e expressão corporal, inventaremos um sonho comum. Depois, seguiremos até a nossa “fábrica de sonhos”, onde máscaras, criaturas improváveis, objetos extravagantes e figuras nascidas do imaginário ganharão forma e voz.
Encerramos dando vida ao sonho coletivo, num grande teatro de sombras que ocupará toda a sala, explorando a luz, a projeção e as infinitas possibilidades do surrealismo. Cada participante leva consigo suas criações sonhadoras e também um caderno de sonhos, para que a imaginação continue habitando o mundo acordado.
Para crianças de 06 aos 12 anos
20 vagas
Valor: R$60 p/pessoa
Grupos com 3 participantes têm 20% de desconto - 144,00
07 fevereiro, sábado
14h às 16h30
sobre Folheando
FOLHEANDO é um projeto socioeducativo, lúdico e artístico ativo desde 2021, criado pela artista e educadora social Aïscha Lemos. Desde sua origem, dinamiza projetos contínuos com comunidades, oficinas e vivências interdisciplinares, medições culturais e a produção de materiais educativos singulares, fundamentando-se no uso de múltiplas linguagens artísticas, na ludicidade e na cidadania como ferramentas pedagógicas e sociais.
O projeto coordena o setor educativo da GROU.BASE, onde desenvolve simultaneamente oficinas voltadas à infância e oficinas abertas ao público em geral, que exploram e aprofundam diferentes técnicas e linguagens artísticas. Essas duas modalidades acontecem de forma intercalada, reforçando o caráter intergeracional do FOLHEANDO e aprofundando sua metodologia, que reconhece o encontro entre gerações como um eixo central de criação e aprendizagem.

“Oficina dos sonhos” uma introdução lúdica ao surrealismo
com Folheando @folheando.folheia
Aischa Lemos @aischalv
O mundo dos sonhos, será que podemos espreitar? E você, consegue se lembrar? E quanto a construir um sonho, será que é possível? Nesta oficina, vamos provar que sim. Aqui sonharemos acordados e em conjunto, atravessando quadros surrealistas e deixando que a imaginação conduza a oficina.
Mergulhados nesse universo, brincaremos com arte surrealista projetada em nossos corpos, transformando o impossível em algo tangível. Entre jogos coletivos de desenho, escrita criativa e expressão corporal, inventaremos um sonho comum. Depois, seguiremos até a nossa “fábrica de sonhos”, onde máscaras, criaturas improváveis, objetos extravagantes e figuras nascidas do imaginário ganharão forma e voz.
Encerramos dando vida ao sonho coletivo, num grande teatro de sombras que ocupará toda a sala, explorando a luz, a projeção e as infinitas possibilidades do surrealismo. Cada participante leva consigo suas criações sonhadoras e também um caderno de sonhos, para que a imaginação continue habitando o mundo acordado.
Para crianças de 06 aos 12 anos
20 vagas
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07 fevereiro, sábado
14h às 16h30
sobre Folheando
FOLHEANDO é um projeto socioeducativo, lúdico e artístico ativo desde 2021, criado pela artista e educadora social Aïscha Lemos. Desde sua origem, dinamiza projetos contínuos com comunidades, oficinas e vivências interdisciplinares, medições culturais e a produção de materiais educativos singulares, fundamentando-se no uso de múltiplas linguagens artísticas, na ludicidade e na cidadania como ferramentas pedagógicas e sociais.
O projeto coordena o setor educativo da GROU.BASE, onde desenvolve simultaneamente oficinas voltadas à infância e oficinas abertas ao público em geral, que exploram e aprofundam diferentes técnicas e linguagens artísticas. Essas duas modalidades acontecem de forma intercalada, reforçando o caráter intergeracional do FOLHEANDO e aprofundando sua metodologia, que reconhece o encontro entre gerações como um eixo central de criação e aprendizagem.

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O mundo dos sonhos, será que podemos espreitar? E você, consegue se lembrar? E quanto a construir um sonho, será que é possível? Nesta oficina, vamos provar que sim. Aqui sonharemos acordados e em conjunto, atravessando quadros surrealistas e deixando que a imaginação conduza a oficina.
Mergulhados nesse universo, brincaremos com arte surrealista projetada em nossos corpos, transformando o impossível em algo tangível. Entre jogos coletivos de desenho, escrita criativa e expressão corporal, inventaremos um sonho comum. Depois, seguiremos até a nossa “fábrica de sonhos”, onde máscaras, criaturas improváveis, objetos extravagantes e figuras nascidas do imaginário ganharão forma e voz.
Encerramos dando vida ao sonho coletivo, num grande teatro de sombras que ocupará toda a sala, explorando a luz, a projeção e as infinitas possibilidades do surrealismo. Cada participante leva consigo suas criações sonhadoras e também um caderno de sonhos, para que a imaginação continue habitando o mundo acordado.
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sobre Folheando
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O projeto coordena o setor educativo da GROU.BASE, onde desenvolve simultaneamente oficinas voltadas à infância e oficinas abertas ao público em geral, que exploram e aprofundam diferentes técnicas e linguagens artísticas. Essas duas modalidades acontecem de forma intercalada, reforçando o caráter intergeracional do FOLHEANDO e aprofundando sua metodologia, que reconhece o encontro entre gerações como um eixo central de criação e aprendizagem.

“Oficina dos sonhos” uma introdução lúdica ao surrealismo
com Folheando @folheando.folheia
Aischa Lemos @aischalv
O mundo dos sonhos, será que podemos espreitar? E você, consegue se lembrar? E quanto a construir um sonho, será que é possível? Nesta oficina, vamos provar que sim. Aqui sonharemos acordados e em conjunto, atravessando quadros surrealistas e deixando que a imaginação conduza a oficina.
Mergulhados nesse universo, brincaremos com arte surrealista projetada em nossos corpos, transformando o impossível em algo tangível. Entre jogos coletivos de desenho, escrita criativa e expressão corporal, inventaremos um sonho comum. Depois, seguiremos até a nossa “fábrica de sonhos”, onde máscaras, criaturas improváveis, objetos extravagantes e figuras nascidas do imaginário ganharão forma e voz.
Encerramos dando vida ao sonho coletivo, num grande teatro de sombras que ocupará toda a sala, explorando a luz, a projeção e as infinitas possibilidades do surrealismo. Cada participante leva consigo suas criações sonhadoras e também um caderno de sonhos, para que a imaginação continue habitando o mundo acordado.
Para crianças de 06 aos 12 anos
20 vagas
Valor: R$60 p/pessoa
Grupos com 3 participantes têm 20% de desconto - 144,00
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14h às 16h30
sobre Folheando
FOLHEANDO é um projeto socioeducativo, lúdico e artístico ativo desde 2021, criado pela artista e educadora social Aïscha Lemos. Desde sua origem, dinamiza projetos contínuos com comunidades, oficinas e vivências interdisciplinares, medições culturais e a produção de materiais educativos singulares, fundamentando-se no uso de múltiplas linguagens artísticas, na ludicidade e na cidadania como ferramentas pedagógicas e sociais.
O projeto coordena o setor educativo da GROU.BASE, onde desenvolve simultaneamente oficinas voltadas à infância e oficinas abertas ao público em geral, que exploram e aprofundam diferentes técnicas e linguagens artísticas. Essas duas modalidades acontecem de forma intercalada, reforçando o caráter intergeracional do FOLHEANDO e aprofundando sua metodologia, que reconhece o encontro entre gerações como um eixo central de criação e aprendizagem.

“Explorando Cianos” é uma oficina para todas as idades!!
Por meio do processo fotográfico histórico da cianotipia, os participantes irão explorar a criação de imagens em tons azulados, formadas pela ação da luz sobre materiais fotossensibilizados em contato direto com objetos. A proposta é reconhecer de forma experimental e criativa a potencialidade da técnica, que produz azuis variados dependendo da opacidade e transparência do que é sobreposto.
Vamos explorar materiais inusitados e múltiplas linguagens: tecidos, embalagens recicladas, papel, além de desenhos, escrita, transparências e outras descobertas possíveis ao longo da prática.
Fique à vontade para trazer objetos pessoais, roupas, negativos, imagens impressas em acetato — tudo o que desejar eternizar em ciano.
Uma oficina FOLHEANDO, projeto sócio educativo, lúdico e artístico, coordenado por Aïscha Lemos, artista e educadora social.
Duração: 2h 30
Vagas: 25 pessoas
Valor: R$80 p/pessoa | Grupos a partir de 3 participantes têm 20% de desconto por pessoa.
Local: @grou.base | Rua Caraíbas, 523 - Perdizes, SP-SP
Se inscreva através do link na bio, venha azular seu Janeiro junto do Folheando!
Inscrição prévia obrigatória, te espero lá!
#oficina #cianotipia #fotografia #ludicidadeeeducação #arte #educação #todasasidades #2026 #cultura #infancia #crianças #azul

“Explorando Cianos” é uma oficina para todas as idades!!
Por meio do processo fotográfico histórico da cianotipia, os participantes irão explorar a criação de imagens em tons azulados, formadas pela ação da luz sobre materiais fotossensibilizados em contato direto com objetos. A proposta é reconhecer de forma experimental e criativa a potencialidade da técnica, que produz azuis variados dependendo da opacidade e transparência do que é sobreposto.
Vamos explorar materiais inusitados e múltiplas linguagens: tecidos, embalagens recicladas, papel, além de desenhos, escrita, transparências e outras descobertas possíveis ao longo da prática.
Fique à vontade para trazer objetos pessoais, roupas, negativos, imagens impressas em acetato — tudo o que desejar eternizar em ciano.
Uma oficina FOLHEANDO, projeto sócio educativo, lúdico e artístico, coordenado por Aïscha Lemos, artista e educadora social.
Duração: 2h 30
Vagas: 25 pessoas
Valor: R$80 p/pessoa | Grupos a partir de 3 participantes têm 20% de desconto por pessoa.
Local: @grou.base | Rua Caraíbas, 523 - Perdizes, SP-SP
Se inscreva através do link na bio, venha azular seu Janeiro junto do Folheando!
Inscrição prévia obrigatória, te espero lá!
#oficina #cianotipia #fotografia #ludicidadeeeducação #arte #educação #todasasidades #2026 #cultura #infancia #crianças #azul

“Explorando Cianos” é uma oficina para todas as idades!!
Por meio do processo fotográfico histórico da cianotipia, os participantes irão explorar a criação de imagens em tons azulados, formadas pela ação da luz sobre materiais fotossensibilizados em contato direto com objetos. A proposta é reconhecer de forma experimental e criativa a potencialidade da técnica, que produz azuis variados dependendo da opacidade e transparência do que é sobreposto.
Vamos explorar materiais inusitados e múltiplas linguagens: tecidos, embalagens recicladas, papel, além de desenhos, escrita, transparências e outras descobertas possíveis ao longo da prática.
Fique à vontade para trazer objetos pessoais, roupas, negativos, imagens impressas em acetato — tudo o que desejar eternizar em ciano.
Uma oficina FOLHEANDO, projeto sócio educativo, lúdico e artístico, coordenado por Aïscha Lemos, artista e educadora social.
Duração: 2h 30
Vagas: 25 pessoas
Valor: R$80 p/pessoa | Grupos a partir de 3 participantes têm 20% de desconto por pessoa.
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The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.
Keep track of Instagram updates discreetly while protecting your privacy and staying anonymous.
View profiles and photos anonymously with ease using the Private Profile Viewer.
This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.
Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.
Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.
Prioritizes secure, anonymous browsing without requiring login credentials.
Users can view public stories by simply entering a username—no account needed.
Downloads photos (JPEG) and videos (MP4) with ease.
The service is free to use.
Content from private accounts can only be accessed by followers.
Files are for personal or educational use only and must comply with copyright rules.
Enter a public username to view or download stories. The service generates direct links for saving content locally.