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bobwolfenson

Bob Wolfenson

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Em 1978, eu, com meus 24 anos, mas já fotógrafo há algum tempo e com formação híbrida (comecei profissionalmente no estúdio da Editora Abril, mas, antes disso, flanava pela cidade com a câmera, captando imagens mais documentais). No começo de carreira, eu misturava a acuidade técnica advinda do estúdio com a idealizada figura do fotógrafo que captura a vida como ela é. Eu colaborava com algumas publicações, desde revistas técnicas da Editora Abril até as mais glamurosas à época, como Vogue, Nova etc. Acabara de ser lançada, então, a Senhor Vogue, uma revista masculina para empresários, com veleidades intelectuais. O diretor era o escritor Jorge da Cunha Lima, o Jorginho. Acabei me tornando amigo dele através de outros amigos próximos. Jorginho, então, me levou para a revista e, de cara, me deu algumas capas para fazer. Fotografei o, na época, cardeal-arcebispo Aloísio Lorscheider, o prefeito de São Paulo Olavo Setúbal e o Lula, na ocasião um líder sindical que surgiu como um meteoro em São Bernardo e inflamava as massas em plena ditadura. A revista cooptou-o, talvez na tentativa de apaziguar o fenômeno, ou mesmo por mera simpatia de seus editores. Fui à sua casa. A história é que ele estaria de terno e gravata; alguém da produção providenciou um. E assim foi: fiz também umas fotos da família, aí sim à paisana, na residência em São Bernardo. A capa da revista em si era um retrato fechado com a informação de seu dedo amputado, provavelmente fui eu que pedi aele para colocar a mão em evidência. Naquele momento, nem tinha muita noção de que estaria fazendo algo que duraria décadas, nem de que estava testemunhando talvez o político mais importante (gostem ou não) da história do Brasil. Claro que um bom retrato é carregado, através dos tempos, pelo personagem que ali está. É claro também que a atração destas imagens está ligada ao fato de ser de quem é. Mas reconheço “modestamente” que estadele fumando é um puta Retrato


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1 days ago


Em 1978, eu, com meus 24 anos, mas já fotógrafo há algum tempo e com formação híbrida (comecei profissionalmente no estúdio da Editora Abril, mas, antes disso, flanava pela cidade com a câmera, captando imagens mais documentais). No começo de carreira, eu misturava a acuidade técnica advinda do estúdio com a idealizada figura do fotógrafo que captura a vida como ela é. Eu colaborava com algumas publicações, desde revistas técnicas da Editora Abril até as mais glamurosas à época, como Vogue, Nova etc. Acabara de ser lançada, então, a Senhor Vogue, uma revista masculina para empresários, com veleidades intelectuais. O diretor era o escritor Jorge da Cunha Lima, o Jorginho. Acabei me tornando amigo dele através de outros amigos próximos. Jorginho, então, me levou para a revista e, de cara, me deu algumas capas para fazer. Fotografei o, na época, cardeal-arcebispo Aloísio Lorscheider, o prefeito de São Paulo Olavo Setúbal e o Lula, na ocasião um líder sindical que surgiu como um meteoro em São Bernardo e inflamava as massas em plena ditadura. A revista cooptou-o, talvez na tentativa de apaziguar o fenômeno, ou mesmo por mera simpatia de seus editores. Fui à sua casa. A história é que ele estaria de terno e gravata; alguém da produção providenciou um. E assim foi: fiz também umas fotos da família, aí sim à paisana, na residência em São Bernardo. A capa da revista em si era um retrato fechado com a informação de seu dedo amputado, provavelmente fui eu que pedi aele para colocar a mão em evidência. Naquele momento, nem tinha muita noção de que estaria fazendo algo que duraria décadas, nem de que estava testemunhando talvez o político mais importante (gostem ou não) da história do Brasil. Claro que um bom retrato é carregado, através dos tempos, pelo personagem que ali está. É claro também que a atração destas imagens está ligada ao fato de ser de quem é. Mas reconheço “modestamente” que estadele fumando é um puta Retrato


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Em 1978, eu, com meus 24 anos, mas já fotógrafo há algum tempo e com formação híbrida (comecei profissionalmente no estúdio da Editora Abril, mas, antes disso, flanava pela cidade com a câmera, captando imagens mais documentais). No começo de carreira, eu misturava a acuidade técnica advinda do estúdio com a idealizada figura do fotógrafo que captura a vida como ela é. Eu colaborava com algumas publicações, desde revistas técnicas da Editora Abril até as mais glamurosas à época, como Vogue, Nova etc. Acabara de ser lançada, então, a Senhor Vogue, uma revista masculina para empresários, com veleidades intelectuais. O diretor era o escritor Jorge da Cunha Lima, o Jorginho. Acabei me tornando amigo dele através de outros amigos próximos. Jorginho, então, me levou para a revista e, de cara, me deu algumas capas para fazer. Fotografei o, na época, cardeal-arcebispo Aloísio Lorscheider, o prefeito de São Paulo Olavo Setúbal e o Lula, na ocasião um líder sindical que surgiu como um meteoro em São Bernardo e inflamava as massas em plena ditadura. A revista cooptou-o, talvez na tentativa de apaziguar o fenômeno, ou mesmo por mera simpatia de seus editores. Fui à sua casa. A história é que ele estaria de terno e gravata; alguém da produção providenciou um. E assim foi: fiz também umas fotos da família, aí sim à paisana, na residência em São Bernardo. A capa da revista em si era um retrato fechado com a informação de seu dedo amputado, provavelmente fui eu que pedi aele para colocar a mão em evidência. Naquele momento, nem tinha muita noção de que estaria fazendo algo que duraria décadas, nem de que estava testemunhando talvez o político mais importante (gostem ou não) da história do Brasil. Claro que um bom retrato é carregado, através dos tempos, pelo personagem que ali está. É claro também que a atração destas imagens está ligada ao fato de ser de quem é. Mas reconheço “modestamente” que estadele fumando é um puta Retrato


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Perdeu o Bob???? A gente deixa um gostinho para você 😂😂😂😂
@bobwolfenson na Candeeiro! 🔥🔥🔥

@cosacedicoes


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2 days ago

A turma do workshop de hoje.Foi lindo. 📷 @three.any


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2 weeks ago

#ᴛʙᴛ
@amarinasena fotografada em 2022 num ensaio para a@morel.revista

moda @leandroportos

beleza @jakefalchi
@morel.revista
edição @ronaldobressane
Projeto gráfico @eduardokerges
Tratamento de imagem Monezi
assist fotos @flaviafaustino @augustojordao
assist beleza @_jucoelho
coordenação de produção @s_chara


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2 weeks ago

Minha campanha para o meu amigo querido que exorbita talento @herchcovitchalexandre@alexandreherchcovitch
Tratamento de imagem @chriskehl


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#tbt
Em 2011, a modelo @loriskraemer9 estrelando uma história de moda para a @ellebrasil. A revista me convidou a fazer um editorial com inspiração no trabalho que eu havia feito, em 1996, para Playboy, com @eumaiteproenca, na Sicília. Claro que sem ir à Sicília (rsrs). Fomos à Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo mesmo. Era uma antiga vila operária; havia ainda alguns poucos remanescentes das primeiras moradias. Mas, de uma maneira geral, o lugar estava à sua própria sorte e, paradoxalmente, preservado, ecom ares de abandono.

O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

Corte seco

Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

O figurino dos figurantes ficou a cargo de @marizaguimaco , a edição de moda com @susanabarbosa, a beleza com @herodrigues


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3 weeks ago

#tbt
Em 2011, a modelo @loriskraemer9 estrelando uma história de moda para a @ellebrasil. A revista me convidou a fazer um editorial com inspiração no trabalho que eu havia feito, em 1996, para Playboy, com @eumaiteproenca, na Sicília. Claro que sem ir à Sicília (rsrs). Fomos à Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo mesmo. Era uma antiga vila operária; havia ainda alguns poucos remanescentes das primeiras moradias. Mas, de uma maneira geral, o lugar estava à sua própria sorte e, paradoxalmente, preservado, ecom ares de abandono.

O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

Corte seco

Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

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Em 2011, a modelo @loriskraemer9 estrelando uma história de moda para a @ellebrasil. A revista me convidou a fazer um editorial com inspiração no trabalho que eu havia feito, em 1996, para Playboy, com @eumaiteproenca, na Sicília. Claro que sem ir à Sicília (rsrs). Fomos à Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo mesmo. Era uma antiga vila operária; havia ainda alguns poucos remanescentes das primeiras moradias. Mas, de uma maneira geral, o lugar estava à sua própria sorte e, paradoxalmente, preservado, ecom ares de abandono.

O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

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Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

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Em 2011, a modelo @loriskraemer9 estrelando uma história de moda para a @ellebrasil. A revista me convidou a fazer um editorial com inspiração no trabalho que eu havia feito, em 1996, para Playboy, com @eumaiteproenca, na Sicília. Claro que sem ir à Sicília (rsrs). Fomos à Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo mesmo. Era uma antiga vila operária; havia ainda alguns poucos remanescentes das primeiras moradias. Mas, de uma maneira geral, o lugar estava à sua própria sorte e, paradoxalmente, preservado, ecom ares de abandono.

O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

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Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

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O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

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O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

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Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

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O trabalho com a Maitê ficara antológico, pois, além de ela estar nua (a coisa mais importante), as paisagens da ilha no sul da Itália e a figuração arregimentada ao longo do percurso deram a ele um caráter insólito e inédito. Arrisco dizer que não houve revista de mulheres nuas no mundo que ousou pôr figurantes locais junto às mulheres peladas em suas páginas.

Corte seco

Neste caso, da ideia para a Elle, fizemos um casting de figuração com alguns moradores de lá e outros que trouxemos. Foi bom me basear em algo que tinha sido feito por mim mesmo e que, quase 20 anos depois, ainda era referência para os editores da revista. Hoje, alguns anos depois, essas imagens, saíram do momento de sua concepção, e passaram a existir por si só, transcendendo, digamos assim, as normas sob as quais foram regidas para ocupar um lugar tanto no imaginário das pessoas como nas paredes de algumas galerias. Segue o carrossel as 3 últimas são do ensaio com a Maitê e estão como exemplos referência para o que vem antes

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Reposto aqui fotos e legenda de @pedrobial with @use.repost
・・・
Conversa boa e fotos bacanas do@bobwolfenson. Esses são alguns trechos do papo que rolou com o pessoal da @velvet.brasil. E aí?
Styling de @thicoassistentes de fotografia @augustojordao @isadoratotaro


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3 weeks ago

#tbt a cantora @fafadbelem veio ao meu estúdio para um retrato que sairia num livro que a @voguebrasil estava fazendo. O ano era 2023, os stylists vieram com um punhado de roupas, o que é normal qdo se trata de revistas de moda. Mas eu, desde o princípio, queria fazer algo mais disruptivo (não aguento mais esta palavra, mas aqui coube), ou então seria mais um retrato de alguém vestindo uma roupa de alta moda, igual a muitos que já fiz e muitos que pululam por aí. As roupas foram chegando, eu até fiz algo com elas, mas, em algum momento, perguntei: Fafá, você faria nua? Ao que ela prontamente respondeu: desde que possa esconder tudo, topo. E foi a imagem que saiu publicada no livro InVogue. E tá aí.
#tbt the singer @fafadbelem came to my studio for a portrait for a book that @voguebrasil was producing. The year was 2023, the stylists arrived with a handful of clothes, which is normal when it comes to fashion magazines. But from the beginning I wanted to do something more disruptive (I can’t stand this word anymore, but here it fit), otherwise it would be just another portrait of someone wearing high fashion, like many I’ve done and many that are out there. The clothes kept coming, I even did something with them, but at some point I asked: Fafá, would you do it nude? To which she promptly replied: as long as I can hide everything, I’m in. And it was the image that was published in the book InVogue. And there it is.
Beleza @crisbiato


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1 months ago

Caderno de artista. Sublime. @marizaguimaco


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1 months ago

Esta semana fui ao @belmondcopacabanapalace, convidado por eles e indicado por dona Fernanda @fernandamontenegrooficial, para retratá-la junto à placa que agora batiza o Teatro do Copa com seu nome. Fernanda estreou lá em 1950 e encenou algumas montagens ao longo de sua longuíssima carreira. Justíssima homenagem.
A coisa difícil foi enquadrá-la com a placa sobre a porta de entrada do teatro. O tempo era curto, ela extremamente disponível, porém não é justo extenuar alguém com pedidos de performance e, ainda por cima, deixá-la em pé fazendo gestos no alto de seus 96 anos. Fomos rápidos e certeiros, eu e @naelsondecastro.


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1 months ago

Esta semana fui ao @belmondcopacabanapalace, convidado por eles e indicado por dona Fernanda @fernandamontenegrooficial, para retratá-la junto à placa que agora batiza o Teatro do Copa com seu nome. Fernanda estreou lá em 1950 e encenou algumas montagens ao longo de sua longuíssima carreira. Justíssima homenagem.
A coisa difícil foi enquadrá-la com a placa sobre a porta de entrada do teatro. O tempo era curto, ela extremamente disponível, porém não é justo extenuar alguém com pedidos de performance e, ainda por cima, deixá-la em pé fazendo gestos no alto de seus 96 anos. Fomos rápidos e certeiros, eu e @naelsondecastro.


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Esta semana fui ao @belmondcopacabanapalace, convidado por eles e indicado por dona Fernanda @fernandamontenegrooficial, para retratá-la junto à placa que agora batiza o Teatro do Copa com seu nome. Fernanda estreou lá em 1950 e encenou algumas montagens ao longo de sua longuíssima carreira. Justíssima homenagem.
A coisa difícil foi enquadrá-la com a placa sobre a porta de entrada do teatro. O tempo era curto, ela extremamente disponível, porém não é justo extenuar alguém com pedidos de performance e, ainda por cima, deixá-la em pé fazendo gestos no alto de seus 96 anos. Fomos rápidos e certeiros, eu e @naelsondecastro.


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1 months ago

Hoje é aniversário da Xuxa. Parabéns a ela @xuxameneghel

A época era a viradados 80 pros 90. A revista Vogue brasileira fazia números especiais no mês de dezembro, sempre editados por algum autor. Era assim na edição francesa, com grandes nomes mundiais. Como a Vogue Dalai Lama, e outras edições com Hockney, Fellini e Scorsese; e no Brasil: Paulo Autran, Caetano, Fernanda Montenegro, Tônia Carrero e Xuxa foram as estrelas de algumas destas publicações. Os escolhidos escolhiam quem iria fazer e como, claro ouvindo sugestões da própria revista. A diferença para a edição de Paris era que lá havia, em algumas das vezes, a figura do editor convidado, que regia o número todo. Aqui havia uma gravitação em torno do personagem escolhido. Eu já havia participado de algumas destas edições, sempre como o fotógrafo menos estelar delas. Miro (@miro_foto) e Duran (@jrduran) eram as estrelas de então, e o fotógrafo brasileiro Otto Stupakoff, radicado em Nova York, mas passando uma temporada no Brasil, foi o responsável pelo principal ensaio da revista e pela capa. Coube a mim um pequeno editorial, partindo de uma ideia dada pela própria Xuxa: passar o dia com ela, desde o despertar, acompanhando as refeições, até ir à Globo, na gravação do seu programa. Havia uma pré-combinação, mas as cenas teriam que ser feitas à luz da “verdade”, ou seja, fui ao Rio e, bem cedo, me dirigi à sua casa. Alguém da produção estava avisado e ela estava, de fato, dormindo. Bati à sua porta, escutei um “quem é?” e depois um “entre”. Xuxa dormia com, se não me engano, dois cãezinhos. Levantou-se com a cara de sono, estava com uma camiseta de alça e alguma lingerie, escovou os dentes. Tudo documentado por mim e, em algum momento desta manhã, acho que na sua cozinha, fiz este retrato.


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1 months ago

#tbt de um editorial de moda pra @ellebrasil em 2011

Na imensa maioria das vezes, as fotografias de moda não são feitas pelo seu/sua autor/a de moto próprio. Sempre há algo a cumprir, uma demanda e uma função inserida nela. Talvez resida na tensão entre muitos desejos presentes num set fotográfico a magia da coisa toda.

A participação de diretores criativos, modelos, editores de moda e cabeleireiros/maquiadores é parte integrante no processo de criação de imagens de moda. Todos os atores presentes em uma sessão estão, de alguma forma, realizando seus egos (não no sentido pejorativo do termo), mas no sentido de seu eu, de sua identidade, sua obra.

A fotografia de moda não é, definitivamente, um flagrante documental, ( apesar de, de fato, ser um documento)como preconizava o lendário Henri Cartier-Bresson, cuja expressão “instante decisivo” resumia seu apego à representação da realidade da forma mais direta e pura possível (não admitia sequer um corte nas fotos).

A fotografia de moda subverte essas premissas: ensaios, repetições e preparações até que a cena se concretize, afirmando o caráter inventado e “antifotográfico” de sua criação. Pequenas historietas, narrativas não lineares que encontram nexo na justaposição das imagens e, claro, na sua própria beleza, fornecendo um documento dos costumes, da moda e do contexto histórico no qual elas foram realizadas.

Com as modelos
@crisherrmann @luanateifke @deboramuller @lovanipinnow
beleza de @herodrigues edição de moda de @susanabarbosa e @ritalazzarotti
tratamento de imagem @gonfiantini; produção de objetos e set design @cocohalmeida


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1 months ago

#tbt de um editorial de moda pra @ellebrasil em 2011

Na imensa maioria das vezes, as fotografias de moda não são feitas pelo seu/sua autor/a de moto próprio. Sempre há algo a cumprir, uma demanda e uma função inserida nela. Talvez resida na tensão entre muitos desejos presentes num set fotográfico a magia da coisa toda.

A participação de diretores criativos, modelos, editores de moda e cabeleireiros/maquiadores é parte integrante no processo de criação de imagens de moda. Todos os atores presentes em uma sessão estão, de alguma forma, realizando seus egos (não no sentido pejorativo do termo), mas no sentido de seu eu, de sua identidade, sua obra.

A fotografia de moda não é, definitivamente, um flagrante documental, ( apesar de, de fato, ser um documento)como preconizava o lendário Henri Cartier-Bresson, cuja expressão “instante decisivo” resumia seu apego à representação da realidade da forma mais direta e pura possível (não admitia sequer um corte nas fotos).

A fotografia de moda subverte essas premissas: ensaios, repetições e preparações até que a cena se concretize, afirmando o caráter inventado e “antifotográfico” de sua criação. Pequenas historietas, narrativas não lineares que encontram nexo na justaposição das imagens e, claro, na sua própria beleza, fornecendo um documento dos costumes, da moda e do contexto histórico no qual elas foram realizadas.

Com as modelos
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A participação de diretores criativos, modelos, editores de moda e cabeleireiros/maquiadores é parte integrante no processo de criação de imagens de moda. Todos os atores presentes em uma sessão estão, de alguma forma, realizando seus egos (não no sentido pejorativo do termo), mas no sentido de seu eu, de sua identidade, sua obra.

A fotografia de moda não é, definitivamente, um flagrante documental, ( apesar de, de fato, ser um documento)como preconizava o lendário Henri Cartier-Bresson, cuja expressão “instante decisivo” resumia seu apego à representação da realidade da forma mais direta e pura possível (não admitia sequer um corte nas fotos).

A fotografia de moda subverte essas premissas: ensaios, repetições e preparações até que a cena se concretize, afirmando o caráter inventado e “antifotográfico” de sua criação. Pequenas historietas, narrativas não lineares que encontram nexo na justaposição das imagens e, claro, na sua própria beleza, fornecendo um documento dos costumes, da moda e do contexto histórico no qual elas foram realizadas.

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A participação de diretores criativos, modelos, editores de moda e cabeleireiros/maquiadores é parte integrante no processo de criação de imagens de moda. Todos os atores presentes em uma sessão estão, de alguma forma, realizando seus egos (não no sentido pejorativo do termo), mas no sentido de seu eu, de sua identidade, sua obra.

A fotografia de moda não é, definitivamente, um flagrante documental, ( apesar de, de fato, ser um documento)como preconizava o lendário Henri Cartier-Bresson, cuja expressão “instante decisivo” resumia seu apego à representação da realidade da forma mais direta e pura possível (não admitia sequer um corte nas fotos).

A fotografia de moda subverte essas premissas: ensaios, repetições e preparações até que a cena se concretize, afirmando o caráter inventado e “antifotográfico” de sua criação. Pequenas historietas, narrativas não lineares que encontram nexo na justaposição das imagens e, claro, na sua própria beleza, fornecendo um documento dos costumes, da moda e do contexto histórico no qual elas foram realizadas.

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A fotografia de moda não é, definitivamente, um flagrante documental, ( apesar de, de fato, ser um documento)como preconizava o lendário Henri Cartier-Bresson, cuja expressão “instante decisivo” resumia seu apego à representação da realidade da forma mais direta e pura possível (não admitia sequer um corte nas fotos).

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1 months ago


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