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Playlists de criativos e inquietos
▸ A música como lente.
▸ Escutar é método.
▸ Cultura, comportamento e criação.

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O @womensmusicevent chega aos 10 anos como um dos movimentos que mais reorganizaram a música brasileira na última década. Não só no palco. Na forma como artistas montam equipes, ocupam bastidores, disputam narrativa e constroem carreira. O que começou como enfrentamento também virou estrutura.

De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.

A conversa vem acompanhada pela playlist “Antes de Virar Consenso”, uma seleção de artistas, sons e movimentos que já estão reorganizando a cena antes de virarem tendência.

• NADA PESSOAL - @ste.f.a.n.i.e
• GORDINHA MAS TA BOM - @katydavozeasabusadas, @clementaum
• Blow My Mind - @robynkonichiwa, @ca7rielypacoamoroso
• Helicopters - @ezracollective, @greenteapeng, @warchildrecords

Com a colaboração de @lauraferrel, coordenadora-geral do WME.

.


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2 days ago


O @womensmusicevent chega aos 10 anos como um dos movimentos que mais reorganizaram a música brasileira na última década. Não só no palco. Na forma como artistas montam equipes, ocupam bastidores, disputam narrativa e constroem carreira. O que começou como enfrentamento também virou estrutura.

De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.

A conversa vem acompanhada pela playlist “Antes de Virar Consenso”, uma seleção de artistas, sons e movimentos que já estão reorganizando a cena antes de virarem tendência.

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De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.

A conversa vem acompanhada pela playlist “Antes de Virar Consenso”, uma seleção de artistas, sons e movimentos que já estão reorganizando a cena antes de virarem tendência.

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O @womensmusicevent chega aos 10 anos como um dos movimentos que mais reorganizaram a música brasileira na última década. Não só no palco. Na forma como artistas montam equipes, ocupam bastidores, disputam narrativa e constroem carreira. O que começou como enfrentamento também virou estrutura.

De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.

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De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

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De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

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De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.

Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.

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• NADA PESSOAL - @ste.f.a.n.i.e
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2 days ago

@baxterdury construiu um personagem que não tenta ganhar. E também não tenta se consertar. Seus discos giram em torno de figuras que falham em público. Homens de terno, meio deslocados, entre excesso, ironia e uma autoconfiança que nunca se sustenta por completo. Não existe redenção clara. Existe continuidade.

Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.

No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.

A conversa vem acompanhada por uma seleção que passa por Marvin Gaye, Roberta Flack, Nancy Sinatra, Lee Hazlewood e Fishmans. A playlist parece tocar no momento em que a noite já acabou, mas ninguém conseguiu ir embora ainda.

• Cocaine Man - @baxterdury
• Some Velvet Morning - @nancysinatra, Lee Hazlewood
• Compared to What - @officialrobertaflack

Fotos por @bomteard
Thanks to James Oldham (Rough Trade Management)

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3 days ago

@baxterdury construiu um personagem que não tenta ganhar. E também não tenta se consertar. Seus discos giram em torno de figuras que falham em público. Homens de terno, meio deslocados, entre excesso, ironia e uma autoconfiança que nunca se sustenta por completo. Não existe redenção clara. Existe continuidade.

Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.

No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.

A conversa vem acompanhada por uma seleção que passa por Marvin Gaye, Roberta Flack, Nancy Sinatra, Lee Hazlewood e Fishmans. A playlist parece tocar no momento em que a noite já acabou, mas ninguém conseguiu ir embora ainda.

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No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.

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No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.

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Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.

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@baxterdury construiu um personagem que não tenta ganhar. E também não tenta se consertar. Seus discos giram em torno de figuras que falham em público. Homens de terno, meio deslocados, entre excesso, ironia e uma autoconfiança que nunca se sustenta por completo. Não existe redenção clara. Existe continuidade.

Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.

No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.

A conversa vem acompanhada por uma seleção que passa por Marvin Gaye, Roberta Flack, Nancy Sinatra, Lee Hazlewood e Fishmans. A playlist parece tocar no momento em que a noite já acabou, mas ninguém conseguiu ir embora ainda.

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3 days ago

@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.

Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

A conversa vem com a playlist “Antes do Barulho”, um recorte do que antecede o som.

• ⁠A Forest - @thecure
• Heart - @petshopboys
• Noturno Deserto - @violetadeoutono

Fotos por @andredjanikian

E agradecimentos à @franfranramos pela conexão.

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@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.

Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.

Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

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4 days ago

@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.

Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

A conversa vem com a playlist “Antes do Barulho”, um recorte do que antecede o som.

• ⁠A Forest - @thecure
• Heart - @petshopboys
• Noturno Deserto - @violetadeoutono

Fotos por @andredjanikian

E agradecimentos à @franfranramos pela conexão.

.


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23
4 days ago

@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.

Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.

Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.

A conversa vem com a playlist “Antes do Barulho”, um recorte do que antecede o som.

• ⁠A Forest - @thecure
• Heart - @petshopboys
• Noturno Deserto - @violetadeoutono

Fotos por @andredjanikian

E agradecimentos à @franfranramos pela conexão.

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4 days ago

@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

• Raiva - @trikkmusic, @meute_official
• Recovering - @l_cio
• Make It Stay - Lauer, Dena

Fotos por @marcelopaixa0

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20
5 days ago

@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

• Raiva - @trikkmusic, @meute_official
• Recovering - @l_cio
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Fotos por @marcelopaixa0

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5 days ago

@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

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Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

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Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.

Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.

A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.

No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.

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5 days ago

@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
• Alive Again - @guyjdiary
• Luxo - @trikkmusic

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

Fotos por @felipeadamess, Pedro Augusto Fatore e @tristanmalpelli

Agradecimentos a @alanfmedeiros, @maurizioschmitz e @henrique.mattar da @beats.n.lights pela conexão.

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13
6 days ago

@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
• Alive Again - @guyjdiary
• Luxo - @trikkmusic

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

Fotos por @felipeadamess, Pedro Augusto Fatore e @tristanmalpelli

Agradecimentos a @alanfmedeiros, @maurizioschmitz e @henrique.mattar da @beats.n.lights pela conexão.

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@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
• Alive Again - @guyjdiary
• Luxo - @trikkmusic

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

Fotos por @felipeadamess, Pedro Augusto Fatore e @tristanmalpelli

Agradecimentos a @alanfmedeiros, @maurizioschmitz e @henrique.mattar da @beats.n.lights pela conexão.

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A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

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A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

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@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
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Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

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@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
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Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

Fotos por @felipeadamess, Pedro Augusto Fatore e @tristanmalpelli

Agradecimentos a @alanfmedeiros, @maurizioschmitz e @henrique.mattar da @beats.n.lights pela conexão.

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@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
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Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

Fotos por @felipeadamess, Pedro Augusto Fatore e @tristanmalpelli

Agradecimentos a @alanfmedeiros, @maurizioschmitz e @henrique.mattar da @beats.n.lights pela conexão.

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@svenvaeth_official viu a pista mudar de dentro. Antes, era sobre entrar sem saber. Hoje, muita gente chega esperando o que já conhece. O risco deu lugar à confirmação. Para ele, isso muda tudo. Se o gosto já vem moldado, o DJ precisa quebrar a expectativa. Não confirmar. Abrir. Isso não é teoria. Dá para sentir na pista. Mais impaciência, menos entrega, menos espaço para o desconhecido. E ainda assim, quando acontece, acontece forte. Uma pista que funciona não depende de visual nem de produção. Depende de energia, de conexão, de gente que para de performar e volta a sentir.

A playlist que acompanha a entrevista foi construída pelo deepbeep a partir das últimas apresentações de Sven, olhando para o que se repete, o que tensiona e o que ainda abre caminho no set.

• Activate - @emanuelsatie
• Alive Again - @guyjdiary
• Luxo - @trikkmusic

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre risco, paciência e sobre por que a música não pode virar decoração.

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6 days ago

@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
• Liquid Programming - @sans1bar
• Bass In My Mind - @cyan__85

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22
1 weeks ago

@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

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@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
• Liquid Programming - @sans1bar
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@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

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Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
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@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
• Liquid Programming - @sans1bar
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@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
• Liquid Programming - @sans1bar
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@vhoorvictor sai de Belo Horizonte com um método claro. Entre o baile e a música eletrônica, construiu um som que funciona no impacto, mas se sustenta na repetição.

Em “De Keke!”, seu último álbum, isso aparece mais direto. Ele tira camada para ganhar direção, sem encurtar o caminho.

O processo não é fixo. Às vezes começa pelo ritmo, às vezes por um vocal encontrado, às vezes por uma ideia que aparece no meio. Cada faixa resolve de um jeito. O que se mantém é a escolha de não entregar tudo de imediato. Deixar a música se construir no tempo, mesmo quando o contexto muda.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre esse ajuste e sobre como equilibra impacto e construção sem perder o eixo.

A conversa vem com a playlist “O Que Viaja Com Você”, um recorte do que atravessa cidades, deslocamentos e pistas.

• Eu Sou o Crime - @vhoorvictor & @fbctadoido
• Liquid Programming - @sans1bar
• Bass In My Mind - @cyan__85

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22
1 weeks ago

@s4tanmusic constrói o set em etapas. O caminho passa por várias vertentes, mas o eixo é o funk. A mistura não é referência. É estrutura. Um som que trabalha repetição, peso e resposta de pista. O set começa técnico, ganha corpo na interação e termina no limite. Nada entra por acaso.

A internet amplia o alcance, mas não define o processo. A base continua sendo a cena, a troca e o trabalho coletivo.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre essa construção e sobre como mantém o eixo no funk enquanto atravessa outras linguagens. A conversa vem com a playlist que acompanha esse movimento. Acesse agora no link da bio!

• Perfume - @kayaconky, @uriasss, S4TAN
• ⁠METE MARCHA S4TAN REMIX - @liaclark, @irmasdepau, S4TAN
• ⁠SOLTEIRA - S4TAN, @bibi_babydoll

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@s4tanmusic constrói o set em etapas. O caminho passa por várias vertentes, mas o eixo é o funk. A mistura não é referência. É estrutura. Um som que trabalha repetição, peso e resposta de pista. O set começa técnico, ganha corpo na interação e termina no limite. Nada entra por acaso.

A internet amplia o alcance, mas não define o processo. A base continua sendo a cena, a troca e o trabalho coletivo.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre essa construção e sobre como mantém o eixo no funk enquanto atravessa outras linguagens. A conversa vem com a playlist que acompanha esse movimento. Acesse agora no link da bio!

• Perfume - @kayaconky, @uriasss, S4TAN
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@s4tanmusic constrói o set em etapas. O caminho passa por várias vertentes, mas o eixo é o funk. A mistura não é referência. É estrutura. Um som que trabalha repetição, peso e resposta de pista. O set começa técnico, ganha corpo na interação e termina no limite. Nada entra por acaso.

A internet amplia o alcance, mas não define o processo. A base continua sendo a cena, a troca e o trabalho coletivo.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre essa construção e sobre como mantém o eixo no funk enquanto atravessa outras linguagens. A conversa vem com a playlist que acompanha esse movimento. Acesse agora no link da bio!

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A internet amplia o alcance, mas não define o processo. A base continua sendo a cena, a troca e o trabalho coletivo.

Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre essa construção e sobre como mantém o eixo no funk enquanto atravessa outras linguagens. A conversa vem com a playlist que acompanha esse movimento. Acesse agora no link da bio!

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1 weeks ago

A música brasileira tem donas.

O Women’s Music Event completa uma década em 2026. Foram dez anos de persistência para abrir portas onde antes havia apenas concreto. O mercado tentou manter a chave mas elas simplesmente trocaram a fechadura.

Não é sobre pedir licença. É sobre ocupar o espaço por direito. Ao longo de todas essas edições o WME reescreveu a narrativa da indústria com a técnica e a gestão de quem entende o peso do asfalto. A prova tátil desse rigor curatorial é a escolha de @ste.f.a.n.i.e como a grande homenageada do ano. O evento foi na base e validou quem ajudou a construir o vocabulário da cultura de pista.

O @deepbeep entra nessa trincheira com a conferência como parceiro oficial e inicia hoje uma série semanal para decodificar as mentes que operam essa máquina. E o nosso primeiro movimento já entrega o gabarito. Acesse o link na bio para ler a entrevista e ouvir a playlist exclusiva com a homenageada desta décima edição.

O @womensmusicevent acontece de 18 a 21 de junho em São Paulo.

Fique no nosso radar. A gente vai apontar quem dita o ritmo da cidade.

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A música brasileira tem donas.

O Women’s Music Event completa uma década em 2026. Foram dez anos de persistência para abrir portas onde antes havia apenas concreto. O mercado tentou manter a chave mas elas simplesmente trocaram a fechadura.

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O @deepbeep entra nessa trincheira com a conferência como parceiro oficial e inicia hoje uma série semanal para decodificar as mentes que operam essa máquina. E o nosso primeiro movimento já entrega o gabarito. Acesse o link na bio para ler a entrevista e ouvir a playlist exclusiva com a homenageada desta décima edição.

O @womensmusicevent acontece de 18 a 21 de junho em São Paulo.

Fique no nosso radar. A gente vai apontar quem dita o ritmo da cidade.

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A música brasileira tem donas.

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Não é sobre pedir licença. É sobre ocupar o espaço por direito. Ao longo de todas essas edições o WME reescreveu a narrativa da indústria com a técnica e a gestão de quem entende o peso do asfalto. A prova tátil desse rigor curatorial é a escolha de @ste.f.a.n.i.e como a grande homenageada do ano. O evento foi na base e validou quem ajudou a construir o vocabulário da cultura de pista.

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Não é sobre pedir licença. É sobre ocupar o espaço por direito. Ao longo de todas essas edições o WME reescreveu a narrativa da indústria com a técnica e a gestão de quem entende o peso do asfalto. A prova tátil desse rigor curatorial é a escolha de @ste.f.a.n.i.e como a grande homenageada do ano. O evento foi na base e validou quem ajudou a construir o vocabulário da cultura de pista.

O @deepbeep entra nessa trincheira com a conferência como parceiro oficial e inicia hoje uma série semanal para decodificar as mentes que operam essa máquina. E o nosso primeiro movimento já entrega o gabarito. Acesse o link na bio para ler a entrevista e ouvir a playlist exclusiva com a homenageada desta décima edição.

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1 weeks ago

O styling só funciona se a passarela tiver BPM.

O deepbeep assinou a direção musical do desfile outono-inverno 2026 da @lojasrenner. Com a DJ @lycrapreta no comando, já são mais de 6 milhões de plays.

O set está no @mixcloud. Link na bio.

Rádio Renner. Seus looks, agora com ritmo.


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1 weeks ago

@carmodallavecchia passou anos sustentando uma imagem. Funcionava. Mas cobrava. Em algum momento, isso saturou. E ele parou de proteger. Não como estratégia. Como necessidade.

“Preferi não ter muitos limites agora.”

A partir daí, tudo passou a conviver. Pai, ator, humor, desejo. Sem separar. Sem organizar.

Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

Segue o carrossel. Depois escuta.

• Metade - @adrianacalcanhotto
• 505 - Artic Monkeys
• Faithful - @journeyofficial

Fotos de Carmo Dalla Vecchia por @johnnymoraesph para a revista @totalstudiobr

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@carmodallavecchia passou anos sustentando uma imagem. Funcionava. Mas cobrava. Em algum momento, isso saturou. E ele parou de proteger. Não como estratégia. Como necessidade.

“Preferi não ter muitos limites agora.”

A partir daí, tudo passou a conviver. Pai, ator, humor, desejo. Sem separar. Sem organizar.

Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

Segue o carrossel. Depois escuta.

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“Preferi não ter muitos limites agora.”

A partir daí, tudo passou a conviver. Pai, ator, humor, desejo. Sem separar. Sem organizar.

Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

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A partir daí, tudo passou a conviver. Pai, ator, humor, desejo. Sem separar. Sem organizar.

Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

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Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

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Isso não resolve a contradição. Expõe. Ele fala de silêncio e, ao mesmo tempo, do medo do vazio. Quer não ser visto, mas constrói presença. Na entrevista do deepbeep, ele fala sobre timing, escuta e o que muda quando você deixa de buscar aprovação. A conversa vem com a playlist Música Para Sustentar a Presença, um recorte do que ele escuta fora de cena. Não para entrar no personagem. Para voltar.

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@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
• Virtual Insanity - @jamiroquaihq
• CAJU - @linikeroficial
• Kiss me - @sixpenceleigh

Foto (P&B): @alextakaki

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1 weeks ago

@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
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@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
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@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

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@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
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1 weeks ago

@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
• Virtual Insanity - @jamiroquaihq
• CAJU - @linikeroficial
• Kiss me - @sixpenceleigh

Foto (P&B): @alextakaki

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1 weeks ago

@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
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@carolraimundi trabalha onde tudo parece já ter sido dito. Grandes artistas, entrevistas repetidas, respostas treinadas. O que interessa não está no roteiro. A pesquisa organiza, mas não resolve. O que muda a conversa aparece no detalhe, na pergunta que desloca, no ponto que ninguém explorou ainda.

“Cada pessoa é um universo.”

Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre método, escuta e o que ainda consegue aparecer quando parece que não há mais nada a perguntar. A conversa vem com a Playlist de Correspondente, um recorte do que acompanha esse processo.

O método está no carrossel. A conversa e a seleção musical ficam no link da bio.
 
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1 weeks ago

@sopedradamusical trabalha num momento em que nunca foi tão fácil acessar música. E cada vez mais difícil separar o que realmente importa. Tem mais artista, mais selo, mais lançamento. E, junto, mais repetição. A lógica da fórmula se espalha rápido e esgota a própria cena.

“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

A conversa vem com uma playlist que segue essa mesma lógica. Um recorte do que ainda não virou padrão.

Puxe o carrossel para entender como ele limpa o ruído. A pedrada sonora completa fica no link da bio.

• The Healer - @erykahbadu
• Think Twice - Jay Dee (J Dilla)
• All I Want - @timmaia.oficial

Fotos por Felipe Diniz

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2 weeks ago

@sopedradamusical trabalha num momento em que nunca foi tão fácil acessar música. E cada vez mais difícil separar o que realmente importa. Tem mais artista, mais selo, mais lançamento. E, junto, mais repetição. A lógica da fórmula se espalha rápido e esgota a própria cena.

“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

A conversa vem com uma playlist que segue essa mesma lógica. Um recorte do que ainda não virou padrão.

Puxe o carrossel para entender como ele limpa o ruído. A pedrada sonora completa fica no link da bio.

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“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

A conversa vem com uma playlist que segue essa mesma lógica. Um recorte do que ainda não virou padrão.

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“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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“A maioria tenta seguir o que está bombando.”

O trabalho dele começa exatamente aí. No que não entra nesse ciclo. No que não se resolve em poucos segundos.

Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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Desde 2006, com o Só Pedrada Musical, esse filtro não depende de tendência. Depende de impacto. Do que bate no peito e pede replay. A pista veio depois, quase como consequência. Quando essa pesquisa vira corpo, deixa de ser escolha individual e vira experiência coletiva. Na entrevista do @deepbeep, ele fala sobre curadoria como resistência, o papel do DJ hoje e por que escuta de verdade ainda não se terceiriza.

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