Daniel Agapito
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PAPANGU | CASA ROCKAMBOLE
21/05/26
Ver um show do Papangu é sempre uma experiência indescritível, não tem jeito. Eles são mestres do caos controlado, geralmente nem decidem repertório, só deixam fluir, fazendo tudo na base da magia do improviso. Mesmo assim, não erram em nada, tudo flui como se a banda fosse uma entidade só. Quinta-feira, onze da noite, e mesmo assim, o público paulistano compareceu em peso para apoiar o prog nacional. Não é à toa que o Papangu já é uma das maiores forças do nosso cenário musical, e estão cada dia mais reconhecidos internacionalmente. Quem ainda não viu, veja!
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@papangu.br
@casarockambole

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21/05/26
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CULT OF FIRE | BURNING HOUSE
20/05/26
Ontem tivemos o direito de presenciar um verdadeiro ritual, algo muito além de um show. O Cult of Fire, vindo direto da República Tcheca, voltou ao Brasil, agora promovendo “The One, Who Is Made of Smoke”, provando que o black metal pode abordar muito mais do que os temas que estamos acostumados. Mesclando um som único, com traços atmosféricos e melódicos, e uma produção de palco impecável (fora o respeito absurdo que eles têm pela cultura do hinduísmo), fizeram uma performance verdadeiramente marcante. Se tivesse que escolher só uma palavra para descrever aquele show, não teria outra melhor do que “lindo”. Quem viu, viu!
📸 @dhpito para o @sonoridade.underground
- agradecimentos -
@cultoffireofficial
@caveiravelhaproducoes
@talent_nation_latinamerica
@burninghousesp

CULT OF FIRE | BURNING HOUSE
20/05/26
Ontem tivemos o direito de presenciar um verdadeiro ritual, algo muito além de um show. O Cult of Fire, vindo direto da República Tcheca, voltou ao Brasil, agora promovendo “The One, Who Is Made of Smoke”, provando que o black metal pode abordar muito mais do que os temas que estamos acostumados. Mesclando um som único, com traços atmosféricos e melódicos, e uma produção de palco impecável (fora o respeito absurdo que eles têm pela cultura do hinduísmo), fizeram uma performance verdadeiramente marcante. Se tivesse que escolher só uma palavra para descrever aquele show, não teria outra melhor do que “lindo”. Quem viu, viu!
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Ontem tivemos o direito de presenciar um verdadeiro ritual, algo muito além de um show. O Cult of Fire, vindo direto da República Tcheca, voltou ao Brasil, agora promovendo “The One, Who Is Made of Smoke”, provando que o black metal pode abordar muito mais do que os temas que estamos acostumados. Mesclando um som único, com traços atmosféricos e melódicos, e uma produção de palco impecável (fora o respeito absurdo que eles têm pela cultura do hinduísmo), fizeram uma performance verdadeiramente marcante. Se tivesse que escolher só uma palavra para descrever aquele show, não teria outra melhor do que “lindo”. Quem viu, viu!
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E pela segunda vez no VSS, recebi os maiorais do hermetocore @papangu.br.
Dessa vez, eles partilharam sobre diferentes temáticas, desde a participação deles no Lollapalooza 2026, até processos de concepção do novo disco que está por vir.
Captação e foto de capa por @dhpito
Edição por @fotosdourado1
Vídeos do Lollapalooza por @felipehervoso

“I tore you apart in my head”
Depois de anos pedindo, o Balance and Composure finalmente veio pro Brasil, e subindo no palco do Cine Joia, mostraram exatamente porque são um dos grandes nomes da música alternativa atual. A partir do primeiro acorde, a casa foi dominada por uma emoção intensa, uma sensação indescritível, um misto da tristeza das letras e a alegria de estar vendo um show deles. Foi aquele show que você não sabe se fica emocionado ou faz stagedive, não sabe se abre roda ou chora. Em termos do setlist, foi irretocável vários hits de “The Things We Think We’re Missing” e “Separation”, mas também, algumas faixas do último álbum, “with you in spirit”. No geral, foi o final de tarde perfeito. Agora só precisamos que eles voltem logo!
📸 @dhpito para o @furiaunderground
- agradecimentos -
@tedesco.com.midia
@ndp.live
@balanceandcomposure

“I tore you apart in my head”
Depois de anos pedindo, o Balance and Composure finalmente veio pro Brasil, e subindo no palco do Cine Joia, mostraram exatamente porque são um dos grandes nomes da música alternativa atual. A partir do primeiro acorde, a casa foi dominada por uma emoção intensa, uma sensação indescritível, um misto da tristeza das letras e a alegria de estar vendo um show deles. Foi aquele show que você não sabe se fica emocionado ou faz stagedive, não sabe se abre roda ou chora. Em termos do setlist, foi irretocável vários hits de “The Things We Think We’re Missing” e “Separation”, mas também, algumas faixas do último álbum, “with you in spirit”. No geral, foi o final de tarde perfeito. Agora só precisamos que eles voltem logo!
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Depois de anos pedindo, o Balance and Composure finalmente veio pro Brasil, e subindo no palco do Cine Joia, mostraram exatamente porque são um dos grandes nomes da música alternativa atual. A partir do primeiro acorde, a casa foi dominada por uma emoção intensa, uma sensação indescritível, um misto da tristeza das letras e a alegria de estar vendo um show deles. Foi aquele show que você não sabe se fica emocionado ou faz stagedive, não sabe se abre roda ou chora. Em termos do setlist, foi irretocável vários hits de “The Things We Think We’re Missing” e “Separation”, mas também, algumas faixas do último álbum, “with you in spirit”. No geral, foi o final de tarde perfeito. Agora só precisamos que eles voltem logo!
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Depois de anos pedindo, o Balance and Composure finalmente veio pro Brasil, e subindo no palco do Cine Joia, mostraram exatamente porque são um dos grandes nomes da música alternativa atual. A partir do primeiro acorde, a casa foi dominada por uma emoção intensa, uma sensação indescritível, um misto da tristeza das letras e a alegria de estar vendo um show deles. Foi aquele show que você não sabe se fica emocionado ou faz stagedive, não sabe se abre roda ou chora. Em termos do setlist, foi irretocável vários hits de “The Things We Think We’re Missing” e “Separation”, mas também, algumas faixas do último álbum, “with you in spirit”. No geral, foi o final de tarde perfeito. Agora só precisamos que eles voltem logo!
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CRIZIN DA Z.O convida DEAFKIDS | ACONTECIMENTO
11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
A temporada “Acontecimento” segue rolando no @centro.da.terra nas próximas segundas-feiras (18 e 25).
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@crizindazo
@deaf_kids
@ddesmontaa

CRIZIN DA Z.O convida DEAFKIDS | ACONTECIMENTO
11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
A temporada “Acontecimento” segue rolando no @centro.da.terra nas próximas segundas-feiras (18 e 25).
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@crizindazo
@deaf_kids
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11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
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CRIZIN DA Z.O convida DEAFKIDS | ACONTECIMENTO
11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
A temporada “Acontecimento” segue rolando no @centro.da.terra nas próximas segundas-feiras (18 e 25).
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@crizindazo
@deaf_kids
@ddesmontaa

CRIZIN DA Z.O convida DEAFKIDS | ACONTECIMENTO
11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
A temporada “Acontecimento” segue rolando no @centro.da.terra nas próximas segundas-feiras (18 e 25).
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11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
A temporada “Acontecimento” segue rolando no @centro.da.terra nas próximas segundas-feiras (18 e 25).
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11/5/26 | Centro da Terra
Uma força do funk experimental, o Crizin da Z.O. continuou sua temporada “Acontecimento” no Centro da Terra, desta vez, convidando o Deafkids, um dos pilares da cena avant-garde contemporânea. Contando com 2 percussionistas, 2 guitarristas e o próprio Cris na voz, ofereceram uma experiência única, algo que equilibrava o tribal com o cibernético, algo visceral, que encapsulava perfeitamente a nossa realidade desconfortante enquanto humanos. Em pouco menos de uma hora de show, mostraram que o funk pode ser muito mais do que um gênero simples, podendo estar recheado de técnica e crítica social. Confira alguns registros da noite!
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DEAN WAREHAM | CINE JOIA
9/5/26
Um dos pais do indie e figuras mais emblemáticas da cena alternativa de Boston, o Dean Wareham, grande mente por trás de bandas como Galaxie 500 e Luna, voltou para São Paulo após mais de 20 anos para um show no Cine Joia. Focando seu repertório nos clássicos do Galaxie, banda que viria a inspirar o que hoje chamamos de dream pop e shoegaze, em uma hora e meia ele mostrou exatamente porque é considerado uma lenda, demonstrando seu estilo característico de tocar guitarra, mesclando melodia e atmosfera na medida certa. Além dele, sua banda contou com Britta Philips, sua esposa e colaboradora de longa data e Roger Brogan na bateria, replicando fielmente os clássicos de décadas passadas. Em um cenário musical tomado pelo imediatismo, onde consumimos arte sem a devida atenção, um show desses foi algo completamente diferente do normal, porém, muito bem-vindo.
📸 @dhpito (para o site do @ratodeshow)
- agradecimentos -
@deanwareham
@maratyconcerts
@tedesco.com.midia

DEAN WAREHAM | CINE JOIA
9/5/26
Um dos pais do indie e figuras mais emblemáticas da cena alternativa de Boston, o Dean Wareham, grande mente por trás de bandas como Galaxie 500 e Luna, voltou para São Paulo após mais de 20 anos para um show no Cine Joia. Focando seu repertório nos clássicos do Galaxie, banda que viria a inspirar o que hoje chamamos de dream pop e shoegaze, em uma hora e meia ele mostrou exatamente porque é considerado uma lenda, demonstrando seu estilo característico de tocar guitarra, mesclando melodia e atmosfera na medida certa. Além dele, sua banda contou com Britta Philips, sua esposa e colaboradora de longa data e Roger Brogan na bateria, replicando fielmente os clássicos de décadas passadas. Em um cenário musical tomado pelo imediatismo, onde consumimos arte sem a devida atenção, um show desses foi algo completamente diferente do normal, porém, muito bem-vindo.
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9/5/26
Um dos pais do indie e figuras mais emblemáticas da cena alternativa de Boston, o Dean Wareham, grande mente por trás de bandas como Galaxie 500 e Luna, voltou para São Paulo após mais de 20 anos para um show no Cine Joia. Focando seu repertório nos clássicos do Galaxie, banda que viria a inspirar o que hoje chamamos de dream pop e shoegaze, em uma hora e meia ele mostrou exatamente porque é considerado uma lenda, demonstrando seu estilo característico de tocar guitarra, mesclando melodia e atmosfera na medida certa. Além dele, sua banda contou com Britta Philips, sua esposa e colaboradora de longa data e Roger Brogan na bateria, replicando fielmente os clássicos de décadas passadas. Em um cenário musical tomado pelo imediatismo, onde consumimos arte sem a devida atenção, um show desses foi algo completamente diferente do normal, porém, muito bem-vindo.
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VAPORS OF MORPHINE | CINE JOIA
9/5/26
Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito (para o site do @ratodeshow)
- agradecimentos -
@vaporsofmorphine
@maratyconcerts
@tedesco.com.midia
@cine_joia
@andrebarcinski

VAPORS OF MORPHINE | CINE JOIA
9/5/26
Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
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9/5/26
Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
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Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
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VAPORS OF MORPHINE | CINE JOIA
9/5/26
Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito (para o site do @ratodeshow)
- agradecimentos -
@vaporsofmorphine
@maratyconcerts
@tedesco.com.midia
@cine_joia
@andrebarcinski

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9/5/26
Carregando o legado do eterno Mark Sandman, o Vapors of Morphine, liderado pelo genial saxofonista Dana Colley, voltou para São Paulo neste último sábado, conquistando o público mais uma vez com seu “low rock” característico. Para os que não sabem, o Morphine foi uma banda realmente única, que não era para ter funcionado. Um baixo de duas cordas tocado com slide, um saxofone barítono e uma bateria que beirava o jazz: receita perfeita para o caos. Mesmo assim, a combinação do estilo único de Mark Sandman (finado baixista e vocalista) com a personalidade de Dana no saxofone criou um rock diferente, “cool”, e transformou o Morphine em uma das maiores bandas “cult” do rock alternativo. Com o Vapors, Colley carrega esse legado, e mostra que o mundo ainda precisa de músicas assim. Confira alguns registros da noite!
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THE VARUKERS | CINE JOIA
8/5/26
Na madrugada de ontem, tivemos uma verdadeira aula de punk. Voltando para o Brasil (com uma turnê gigantesca) depois de 2 anos, as lendas do underground inglês passaram pelo Cine Joia, trazendo seus riffs memoráveis, letras afiadas e uma energia que só uma banda com quase 5 décadas de estrada consegue ter. O setlist parecia mais um compilado de hits, “March of the SAS”, perfeita pra cantar junto, “No Masters No Slaves”, “Protest and Survive”; quando você pensa no punk, pensa numa banda com a estética e o som deles. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito (para o site do @ratodeshow)
- agradecimentos -
@thevarukersofficial
@buildupmedia

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Na madrugada de ontem, tivemos uma verdadeira aula de punk. Voltando para o Brasil (com uma turnê gigantesca) depois de 2 anos, as lendas do underground inglês passaram pelo Cine Joia, trazendo seus riffs memoráveis, letras afiadas e uma energia que só uma banda com quase 5 décadas de estrada consegue ter. O setlist parecia mais um compilado de hits, “March of the SAS”, perfeita pra cantar junto, “No Masters No Slaves”, “Protest and Survive”; quando você pensa no punk, pensa numa banda com a estética e o som deles. Confira alguns registros da noite!
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BANE | HANGAR 110
2/5/26
Pilar da cena de Boston do final dos anos 90 e anos 2000, o Bane voltou ao Brasil, menos de dois anos após sua última apresentação, desta vez, trazendo um pouco do bom e do melhor de seus 30 anos de carreira para o público do Hangar 110. O evento já havia contado com a abertura enérgica dos goianos do Uttara e um show irretocável do Stick To Your Guns, então o povo já estava perfeitamente aquecido para o Bane, que fechou tudo com chave de ouro. Stagedives, rodas, e muita cantoria junto do para lá de carismático Aaron Bedard tomaram a noite, dando à performance um verdadeiro clima de festa, de confraternização. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@banecentral
@solidmusice
@tedesco.com.midia

BANE | HANGAR 110
2/5/26
Pilar da cena de Boston do final dos anos 90 e anos 2000, o Bane voltou ao Brasil, menos de dois anos após sua última apresentação, desta vez, trazendo um pouco do bom e do melhor de seus 30 anos de carreira para o público do Hangar 110. O evento já havia contado com a abertura enérgica dos goianos do Uttara e um show irretocável do Stick To Your Guns, então o povo já estava perfeitamente aquecido para o Bane, que fechou tudo com chave de ouro. Stagedives, rodas, e muita cantoria junto do para lá de carismático Aaron Bedard tomaram a noite, dando à performance um verdadeiro clima de festa, de confraternização. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito
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@banecentral
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BANE | HANGAR 110
2/5/26
Pilar da cena de Boston do final dos anos 90 e anos 2000, o Bane voltou ao Brasil, menos de dois anos após sua última apresentação, desta vez, trazendo um pouco do bom e do melhor de seus 30 anos de carreira para o público do Hangar 110. O evento já havia contado com a abertura enérgica dos goianos do Uttara e um show irretocável do Stick To Your Guns, então o povo já estava perfeitamente aquecido para o Bane, que fechou tudo com chave de ouro. Stagedives, rodas, e muita cantoria junto do para lá de carismático Aaron Bedard tomaram a noite, dando à performance um verdadeiro clima de festa, de confraternização. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@banecentral
@solidmusice
@tedesco.com.midia

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MIDNIGHT | BURNING HOUSE
03/05/26
Retornando às terras tupiniquins menos de dois anos antes de sua última passagem, os guerreiros encapuzados do Midnight quebraram tudo na Burning House ontem, com um show comemorando 15 anos de um dos seus discos mais emblemáticos, o “Satanic Royalty”. Com a casa completamente empanturrada de gente, a energia de lá era algo indescritível, as rodas tomaram a pista na primeira música e não pararam por nem um segundo, garrafas de cerveja eram consumidas em uma velocidade frenética e o clima era de festa. A energia dos fãs estava lá no alto, mas a banda também não ficou para trás, com Athenar (voz/baixo) tomando conta do palco como ninguém. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito para o site do @ratodeshow
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@midnightviolators
@koolmetalfest
@burninghousesp

MIDNIGHT | BURNING HOUSE
03/05/26
Retornando às terras tupiniquins menos de dois anos antes de sua última passagem, os guerreiros encapuzados do Midnight quebraram tudo na Burning House ontem, com um show comemorando 15 anos de um dos seus discos mais emblemáticos, o “Satanic Royalty”. Com a casa completamente empanturrada de gente, a energia de lá era algo indescritível, as rodas tomaram a pista na primeira música e não pararam por nem um segundo, garrafas de cerveja eram consumidas em uma velocidade frenética e o clima era de festa. A energia dos fãs estava lá no alto, mas a banda também não ficou para trás, com Athenar (voz/baixo) tomando conta do palco como ninguém. Confira alguns registros da noite!
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MIDNIGHT | BURNING HOUSE
03/05/26
Retornando às terras tupiniquins menos de dois anos antes de sua última passagem, os guerreiros encapuzados do Midnight quebraram tudo na Burning House ontem, com um show comemorando 15 anos de um dos seus discos mais emblemáticos, o “Satanic Royalty”. Com a casa completamente empanturrada de gente, a energia de lá era algo indescritível, as rodas tomaram a pista na primeira música e não pararam por nem um segundo, garrafas de cerveja eram consumidas em uma velocidade frenética e o clima era de festa. A energia dos fãs estava lá no alto, mas a banda também não ficou para trás, com Athenar (voz/baixo) tomando conta do palco como ninguém. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito para o site do @ratodeshow
- agradecimentos -
@midnightviolators
@koolmetalfest
@burninghousesp

STICK TO YOUR GUNS | HANGAR 110
2/5/26
Depois de mais de 10 anos de espera, um dos maiores nomes da nova geração do hardcore voltou às terras tupiniquins com um show histórico no Hangar 110. Acompanhando o lendário Bane em sua turnê latino-americana, o Stick to Your Guns passou quebrando tudo por São Paulo. Contemplando todas as fases de sua carreira, mas com um foco em “Keep Planting Flowers”, disco lançado no ano passado, a banda mostrou que o hardcore permanece vivo, e carregando em sua essência a crítica social. O que rolou ontem foi mais que um show, foi o início de uma noite realmente inesquecível - é necessária. Confira alguns registros da noite!
📸 @dhpito
- agradecimentos -
@stygoc
@solidmusice
@hangar110
@tedesco.com.midia

STICK TO YOUR GUNS | HANGAR 110
2/5/26
Depois de mais de 10 anos de espera, um dos maiores nomes da nova geração do hardcore voltou às terras tupiniquins com um show histórico no Hangar 110. Acompanhando o lendário Bane em sua turnê latino-americana, o Stick to Your Guns passou quebrando tudo por São Paulo. Contemplando todas as fases de sua carreira, mas com um foco em “Keep Planting Flowers”, disco lançado no ano passado, a banda mostrou que o hardcore permanece vivo, e carregando em sua essência a crítica social. O que rolou ontem foi mais que um show, foi o início de uma noite realmente inesquecível - é necessária. Confira alguns registros da noite!
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STICK TO YOUR GUNS | HANGAR 110
2/5/26
Depois de mais de 10 anos de espera, um dos maiores nomes da nova geração do hardcore voltou às terras tupiniquins com um show histórico no Hangar 110. Acompanhando o lendário Bane em sua turnê latino-americana, o Stick to Your Guns passou quebrando tudo por São Paulo. Contemplando todas as fases de sua carreira, mas com um foco em “Keep Planting Flowers”, disco lançado no ano passado, a banda mostrou que o hardcore permanece vivo, e carregando em sua essência a crítica social. O que rolou ontem foi mais que um show, foi o início de uma noite realmente inesquecível - é necessária. Confira alguns registros da noite!
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2/5/26
Depois de mais de 10 anos de espera, um dos maiores nomes da nova geração do hardcore voltou às terras tupiniquins com um show histórico no Hangar 110. Acompanhando o lendário Bane em sua turnê latino-americana, o Stick to Your Guns passou quebrando tudo por São Paulo. Contemplando todas as fases de sua carreira, mas com um foco em “Keep Planting Flowers”, disco lançado no ano passado, a banda mostrou que o hardcore permanece vivo, e carregando em sua essência a crítica social. O que rolou ontem foi mais que um show, foi o início de uma noite realmente inesquecível - é necessária. Confira alguns registros da noite!
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THY CATAFALQUE | JAI CLUB
01/05/26
[ENGLISH BELOW]
O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
- agradecimentos -
@thy_catafalque
@xaninhodiscos
@tedesco.com.midia

THY CATAFALQUE | JAI CLUB
01/05/26
[ENGLISH BELOW]
O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
- agradecimentos -
@thy_catafalque
@xaninhodiscos
@tedesco.com.midia

THY CATAFALQUE | JAI CLUB
01/05/26
[ENGLISH BELOW]
O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
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THY CATAFALQUE | JAI CLUB
01/05/26
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[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
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[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
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O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
- agradecimentos -
@thy_catafalque
@xaninhodiscos
@tedesco.com.midia

THY CATAFALQUE | JAI CLUB
01/05/26
[ENGLISH BELOW]
O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
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O Thy Catafalque é uma banda que eu nunca achei que fosse ver ao vivo na vida. Sou vidrado no som deles desde que conheci, mas nunca acreditei na possibilidade de ver um show. Para quem ainda não ouviu, é difícil definir o que eles tocam, passando do prog para o black metal com um parada significante na música tradicional húngara. Resumindo, são uma banda incrível, porém absurdamente nichada. Mesmo assim, show de ontem conseguiu superar toda e qualquer expectativa. A qualidade técnica da banda é incrível, a potência de cada um dos 4 vocalistas é completamente fora do comum, e mesmo com aquele tanto de gente no palco, tudo faz sentido, eles se completam. Agora, sei que é difícil, mas só nos resta rezar pela volta deles ao Brasil, de preferência, tocando em um palco maior. Confira alguns registros da noite!
[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
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[EN] I really never thought I’d have the chance to see Thy Catafalque live. I’ve been completely addicted to their sound ever since I found them, but never really believed I’d be able to see a show. For those who don’t know them, it’s pretty hard to define what they play, going from prog to black metal with a significant stop in Hungarian folk music. All in all, an incredibly niche band. With that in mind, yesterday’s set blew any and all expectations out of the water. Their technical prowess is insane, the power of each of the 4 singers is unbelievable, and even with that many people on stage, it just works! Now, we just have to wait they come back to Brazil, ideally, playing a bigger stage… Check out some pictures from the set!
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