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dimas.novais

Dimas Novais

Um pouco de realidade, um muito de ficção.
Roteirista e pesquisador @tvglobo.
Associado @abra_roteiristas e @pavicpesquisadores.

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Hoje é dia de reviver os momentos mais potentes do Prêmio Sim à Igualdade Racial ✨

É hoje, depois do Fantástico. #PrêmioSimNaGlô


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1 days ago


Rio2C 2026, bora? A gente se vê lá.

LABORATÓRIO DOS SENTIDOS: O GOSTO DAS HISTÓRIAS

Venha explorar o paladar como linguagem e memória, um sentido capaz de contar histórias e construir identidades. Reunindo profissionais da gastronomia e do audiovisual, o encontro investiga como sabores se tornam narrativas e como narrativas influenciam a forma como saboreamos o mundo. Um convite a refletir sobre o papel afetivo da comida e sobre as maneiras como histórias ganham sabor quando compartilhadas.

Palco BrainSpace
28.05.2026, de 12h30 às 13h30

RENATA VANZETTO
À frente do Grupo Eme, lidera 10 empreendimentos de sucesso, além do Buffet Vanzetto e do restaurante Pescadora. Inquieta e criativa, hoje, é mentora no Chef de Alto Nível, na TV Globo, e cria conteúdos nas redes, como Re-Comendo e Re-ceitas com Ca-risma.

LUSA SILVESTRE
Roteirista de filmes como Estômago; E Aí, Comeu; O Roubo da Taça; Silêncio da Chuva; Medida Provisória; e Sequestro do Voo 375. Diretor de Criação da agência Tech And Soul. Cronista do jornal O Estado de São Paulo. Começou a carreira como redator publicitário.

DIMAS NOVAIS
Jornalista, pesquisador e roteirista, atuou em sete edições do Festival Negritudes Globo, três edições do Prêmio Sim à Igualdade Racial, nas séries Os Outros (2T e 3T) e Jogada de Risco (inédita). Atualmente, integra a equipe de roteiro de A Nobreza do Amor, novela das seis.


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1 days ago

O tema é SURREALISMO AFRO-INDÍGENA BRASILIANO. Nossa capacidade ancestral de sonhar futuros de prosperidade é uma força que nos leva além de nós mesmos.

O Prêmio Sim À Igualdade Racial de 2026 tá chegando nas telas. Uma celebração de quem age pra que nossos povos negros e indígenas tenham mais oportunidades, acessos e futuros desejados.

Nosso programa especial, com os melhores momentos da premiação, vai ao ar nesse domingo, 24 de maio, depois do Fantástico. Em seguida, a premiação vai poder ser vista na íntegra no canal do ID_BR, no Youtube.

PREMIAÇÃO ID_BR
Apresentação: @icaro e @dandarajqueiroz
Roteiro Final: Dimas Novais
Roteiro: Dimas Novais e @denizia.kawany_fulkaxo
Pesquisa de Texto: @denizia.kawany_fulkaxo
Direção Artística: @thegilalves
Direção Geral: @tommendes7
Direção @id_br: @luanagenot
Direção Musical: @maxviana
Produção Artística (Elenco): @delma.barbosa
Produção Artística e Executiva (Musical): @_camilacaruso
⁠Show Caller: @pedrogui50
AD Artístico: Pedro Gui @tarsilla_alves @liza.gomes @zeauro
⁠Produção Geral e Executiva: @lukalua @cavernasolucoes
Coreógrafos: @edsondamazzo @ericksimoesss
Figurinos: @herbert_c Luana Maria
Visuais: @vjnotivago @ailurosstudios @darahnubia_
Projeto Cenográfico: @granu.cenografia @stauffer_pedro

PROGRAMA TV GLOBO
Apresentação: @sadeekenya
Roteiro: Dimas Novais
Direção: @cinerenan
Produção: @valeria_vale_amaral


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2 days ago

Dimas Novais é o roteirista final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026. ✍🏼

Responsável pelo roteiro da maior premiação de diversidade do mundo, ele destacou a potência do entretenimento como ferramenta de transformação social: “É um desafio iluminar o que é urgente enquanto festejamos os avanços conquistados. Esse é o desafio de escrever o roteiro do Prêmio Sim: equalizar celebração, reivindicação, esperança e questionamento. Acredito nesse caminho, o do entretenimento com propósito. Essa premiação tem a bonita missão de enaltecer quem luta para tornar o mundo melhor. Não é sobre fama, é sobre relevância e impacto.”

No próximo domingo, dia 24, vamos poder viver tudo o que foi criado! ✨

➡️ Na @tvglobo, após o Fantástico
➡️ No YouTube, pelo canal oficial @id_br, às 18h

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✊🏽 Quer fortalecer essa transformação com a gente?
Apoie o ID_BR na construção de uma educação mais antirracista, inclusiva e transformadora no Brasil: www.benfeitoria.com/projeto/impactoidbr (acesse o link na bio ou copie e cole no seu navegador)


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4 days ago

Dimas Novais é o roteirista final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026. ✍🏼

Responsável pelo roteiro da maior premiação de diversidade do mundo, ele destacou a potência do entretenimento como ferramenta de transformação social: “É um desafio iluminar o que é urgente enquanto festejamos os avanços conquistados. Esse é o desafio de escrever o roteiro do Prêmio Sim: equalizar celebração, reivindicação, esperança e questionamento. Acredito nesse caminho, o do entretenimento com propósito. Essa premiação tem a bonita missão de enaltecer quem luta para tornar o mundo melhor. Não é sobre fama, é sobre relevância e impacto.”

No próximo domingo, dia 24, vamos poder viver tudo o que foi criado! ✨

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Dimas Novais é o roteirista final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026. ✍🏼

Responsável pelo roteiro da maior premiação de diversidade do mundo, ele destacou a potência do entretenimento como ferramenta de transformação social: “É um desafio iluminar o que é urgente enquanto festejamos os avanços conquistados. Esse é o desafio de escrever o roteiro do Prêmio Sim: equalizar celebração, reivindicação, esperança e questionamento. Acredito nesse caminho, o do entretenimento com propósito. Essa premiação tem a bonita missão de enaltecer quem luta para tornar o mundo melhor. Não é sobre fama, é sobre relevância e impacto.”

No próximo domingo, dia 24, vamos poder viver tudo o que foi criado! ✨

➡️ Na @tvglobo, após o Fantástico
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Dimas Novais é o roteirista final do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026. ✍🏼

Responsável pelo roteiro da maior premiação de diversidade do mundo, ele destacou a potência do entretenimento como ferramenta de transformação social: “É um desafio iluminar o que é urgente enquanto festejamos os avanços conquistados. Esse é o desafio de escrever o roteiro do Prêmio Sim: equalizar celebração, reivindicação, esperança e questionamento. Acredito nesse caminho, o do entretenimento com propósito. Essa premiação tem a bonita missão de enaltecer quem luta para tornar o mundo melhor. Não é sobre fama, é sobre relevância e impacto.”

No próximo domingo, dia 24, vamos poder viver tudo o que foi criado! ✨

➡️ Na @tvglobo, após o Fantástico
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4 days ago

Podem tudo nos tirar, mas nunca vão nos impedir de sonhar.

Esse foi o terceiro Prêmio Sim À Igualdade Racial pra conta.

Levamos ares oníricos pro palco, delírios pras imagens, futuros em palavras profetizadas.

Ser feliz é ato de bravura. Demonstrar, então, é flutuar heróico. Com a gente é “alegria ou morte!”, às margens do rio que for.

Bem acompanhados, triplicamos a explosão do bem viver, a nossa pulsão de vida, de vida coletiva.

Não adianta, não somos ilha, somos arquipélago.

Obrigado, @tommendes7, @luanagenot, @thegilalves @pedrogui50 @delma.barbosa @tarsilla_alves e tantos mais.

Esse troço de sonhar contagia.


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1 weeks ago


Podem tudo nos tirar, mas nunca vão nos impedir de sonhar.

Esse foi o terceiro Prêmio Sim À Igualdade Racial pra conta.

Levamos ares oníricos pro palco, delírios pras imagens, futuros em palavras profetizadas.

Ser feliz é ato de bravura. Demonstrar, então, é flutuar heróico. Com a gente é “alegria ou morte!”, às margens do rio que for.

Bem acompanhados, triplicamos a explosão do bem viver, a nossa pulsão de vida, de vida coletiva.

Não adianta, não somos ilha, somos arquipélago.

Obrigado, @tommendes7, @luanagenot, @thegilalves @pedrogui50 @delma.barbosa @tarsilla_alves e tantos mais.

Esse troço de sonhar contagia.


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Podem tudo nos tirar, mas nunca vão nos impedir de sonhar.

Esse foi o terceiro Prêmio Sim À Igualdade Racial pra conta.

Levamos ares oníricos pro palco, delírios pras imagens, futuros em palavras profetizadas.

Ser feliz é ato de bravura. Demonstrar, então, é flutuar heróico. Com a gente é “alegria ou morte!”, às margens do rio que for.

Bem acompanhados, triplicamos a explosão do bem viver, a nossa pulsão de vida, de vida coletiva.

Não adianta, não somos ilha, somos arquipélago.

Obrigado, @tommendes7, @luanagenot, @thegilalves @pedrogui50 @delma.barbosa @tarsilla_alves e tantos mais.

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Bem acompanhados, triplicamos a explosão do bem viver, a nossa pulsão de vida, de vida coletiva.

Não adianta, não somos ilha, somos arquipélago.

Obrigado, @tommendes7, @luanagenot, @thegilalves @pedrogui50 @delma.barbosa @tarsilla_alves e tantos mais.

Esse troço de sonhar contagia.


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Podem tudo nos tirar, mas nunca vão nos impedir de sonhar.

Esse foi o terceiro Prêmio Sim À Igualdade Racial pra conta.

Levamos ares oníricos pro palco, delírios pras imagens, futuros em palavras profetizadas.

Ser feliz é ato de bravura. Demonstrar, então, é flutuar heróico. Com a gente é “alegria ou morte!”, às margens do rio que for.

Bem acompanhados, triplicamos a explosão do bem viver, a nossa pulsão de vida, de vida coletiva.

Não adianta, não somos ilha, somos arquipélago.

Obrigado, @tommendes7, @luanagenot, @thegilalves @pedrogui50 @delma.barbosa @tarsilla_alves e tantos mais.

Esse troço de sonhar contagia.


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1 weeks ago

A senhora @detelimma participou de um capítulo bem especial de nossa A Nobreza do Amor. A estilista que revolucionou a forma como mulheres negras passaram a se olhar, a partir da década de 70, através do @blocoileaiye, em Salvador, foi a avó de Alika durante uma lembrança de infância da princesa.

Foram cenas sobre conhecimento passado entre gerações, sobre a nostalgia de quem já não está mais aqui, sobre sororidade, sobre torcer pela vitória de quem não apenas se diz digno mas demonstra dignidade em suas ações.

Vi esse capítulo aqui, em Salvador. A vida inteira assisti a novelas com mainha - ouvindo ela reclamar das maldades, rir das piadas e ficar nervosa com as expectativas criadas. Ontem, assistimos juntos a cenas que eu escrevi (junto a um grupo muuuuito competente) em uma novela. E ela torceu, ficou nervosa, se emocionou. Olha, a vida, Joseph Klimber, é uma caixinha de surpresas.

Obrigado, Universo!

@dudasantossd @erikajanuza @anobrezadoamornovela


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1 months ago

Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

E obrigado a painho e a mainha por me fazerem orgulhoso de quem sou e serem o sol que guia tudo em mim.


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1 months ago

Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

E obrigado a painho e a mainha por me fazerem orgulhoso de quem sou e serem o sol que guia tudo em mim.


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Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

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Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

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Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

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Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

E obrigado a painho e a mainha por me fazerem orgulhoso de quem sou e serem o sol que guia tudo em mim.


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1 months ago

Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

Obrigado, @bienaldolivrobahia, @vinicortezdecastro, @tiamaoficial e equipes. Foi uma honra.

E obrigado a painho e a mainha por me fazerem orgulhoso de quem sou e serem o sol que guia tudo em mim.


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Quantas e quantas vezes meus pais me levaram pra bater perna pelos corredores de feiras literárias em Salvador? Incontáveis. Na minha infância, livrarias e bancas de revista eram meus parques de diversão. Nunca nem sonhei que, um dia, estaria no palco da Bienal do Livro da Bahia trocando experiências com gente que admiro, diante de centenas de pessoas.

Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

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Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

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Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

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Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

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Pois bem, a vida dá voltas e, ontem, tive a responsa de mediar um papo entre três gigantes: os autores Geovani Martins e Lívia Natália, e o humorista e historiador Matheus Buente. O tema foi “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Entre prosa, poesia e piada, eles compartilharam episódios marcantes de suas trajetórias e revelaram miudezas que me impactaram. Cada um falou, por exemplo, sobre o momento em que o senso de pertencimento se impôs como força pra cada um, quando entenderam que eram pessoas negras e que, justamente nisso, habitava o sol que os guiava pra serem o melhor que podiam.

Obrigado pelas trocas sensíveis e francas, @ogeovanimartins, @iyaliviadeoxum e @matheusbuente.

Obs.: na primeira vez que li “O Sol na Cabeça”, livro de contos de Geovani, acho que em 2021, fui arrebatado tanto pelas histórias quanto pela forma de contá-las. A gente lê os relatos de dureza da vida que ele narra e se surpreende com as levezas que subvertem o medo e nos fazem respirar em meio ao caos. Entrevistá-lo, agora, mexeu comigo. O cara é retado demais!

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1 months ago

Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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1 months ago

Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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Os Outros é gente pra dedeu. E muitos mais que não estão aí nesses registros da première e coletiva, da semana passada. Esse post é pra lembrar que mais quatro eps já estão disponíveis no Globoplay. Do 5 ao 8. Bora ver que estradas esses personagens tão percorrendo? E que bichos mais eles vão virar - digo, ver? :)

#OsOutros #Globoplay


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1 months ago

A @bienaldolivrobahia mandou avisar: faltam 10 dias pra os agentes de transformação e influências positivas pra nossa gente @ogeovanimartins, @matheusbuente e @iyaliviadeoxum trocarem horizontes sobre o tema “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Eu terei a honra de fazer a mediação desse papo, na minha terra.

21.04, 17h, na Arena Farol, Centro de Convenções de Salvador.
Bora ouvir esse trio e aprender juntos?


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1 months ago

A @bienaldolivrobahia mandou avisar: faltam 10 dias pra os agentes de transformação e influências positivas pra nossa gente @ogeovanimartins, @matheusbuente e @iyaliviadeoxum trocarem horizontes sobre o tema “Juventudes negras: futuro ou sobrevivência?”.

Eu terei a honra de fazer a mediação desse papo, na minha terra.

21.04, 17h, na Arena Farol, Centro de Convenções de Salvador.
Bora ouvir esse trio e aprender juntos?


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1 months ago

A natureza é cenário, universo e personagem na terceira temporada da nossa série Os Outros, criada por @olucasparaizo e dirigida por @luisalim.

É pra zona rural que vão Cibele (Adriana Esteves) e Marcinho (@meninoantonio) carregados de pulsão de vida. Mas a paz que muitos procuram ao chegar no campo nem sempre está disponível de forma idílica.

Vai ser preciso lutar pela paz - como na vida real.

Um orgulho fazer parte da contação dessa história.

Colaboração:
Flávio Araújo
@brunorgsa
@aclaugomes

Pesquisa de texto:
Dimas Novais

Vem aí, amanhã, 9 de abril, na @globoplay.
Em 12 episódios, 4 por semana.

#osoutros #globoplay #tvglobo


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1 months ago

DE Maracás PARA O BRASIL 🇧🇷

É destaque e motivo de orgulho para toda uma terra.
Um baiano, filho de uma família vinda da cidade de Maracás, no interior da Bahia, começa a escrever um novo capítulo em sua trajetória profissional — agora em rede nacional.

Nascido em Salvador, Dimas Novais ( @dimas.novais ) integra o time de roteiristas de uma novela da Rede Globo, a maior emissora de televisão do país, levando consigo não apenas talento, mas também a força de suas origens.
Mais do que uma conquista individual, essa é uma vitória que ecoa nas raízes.

É a prova de que os sonhos podem ganhar o mundo.
Que a cultura nordestina tem espaço, voz e reconhecimento nos maiores palcos do Brasil.

#OrgulhoDeMaracás
#TalentoBaiano
#NordesteEmAlta
#RoteiristaBrasileiro
#SucessoQueInspira


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1 months ago

Falar da inspiração de Salvador em mim é falar de berço, de mãe, de chão, ar e mar sagrados. Uma alegria participar da edição especial de comemoração do aniversário de 477 anos de nossa cidade, no @conversapreta, programa que admiro um bando, da @tvbahiaoficial.

Uma honra falar no mesmo programa que gente tão imensa, como Elisio, Lázaro, Majur e Neusa.

Além de A Nobreza do Amor, as imagens trouxeram outros projetos de que faço parte, como a série Os Outros o Fesival Negritudes Globo.

E como disse @olazaroramos, nesse programa, “Salvador merece ser cuidada sempre”. Fiquei pensando que há mil formas de fazer isso, então, você que me lê, aqui, escolha as suas e bote no colo o lugar que te embala. Importe-se com seu território! ;)

Obrigado @luanasouzatv, @jeffborges91, @deabonfim30, @pedrothome85 e todos os outros envolvidos nesse conteúdo que nos estimula à diálogos urgentes e motivadores. Ps.: fiz uma edição amadora da abertura + minha fala. Não briguem comigo. :)

Pra ver na íntegra, busque por Conversa Preta, no Globoplay, edição de 28/02/2026.

#conversapreta #redebahia #tvbahia #salvador #bahia


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1 months ago


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