Ponto de Fuga
Espaço de reflexão em fotografia e arte contemporânea.
Visite as expos de seg a sáb das 18h às 22h.
Próxima segunda-feira na Ponto! 💌
“Banquete dos sonhos eróticos” é uma exposição de arte postal que nasce de uma pesquisa do artista Mical Kairós sobre o poema-receita “Receita para provocar sonhos eróticos”, da artista surrealista mexicana Remedios Varo. O poema lista onze ingredientes — absurdos, sensuais, cotidianos — como instruções para fabricar o desejo.
A partir dessa receita, Mical Kairós lançou uma convocatória mundial: artistas de diferentes países foramconvocados a interpretar livremente esses ingredientes e enviar sua resposta pelo correio — em forma de postal ou do que mais surgisse.
O que chegou pelo mundo afora são os trabalhos que compõe um banquete de interpretações inesperadas de onze ingredientes: cartas, colagens, objetos, tecidos, pinturas enviados por mãos de muitos lugares para compor uma única mesa. Um sonho coletivo materializado em postal e outras surpresas.
Venha à mesa!

ABERTURA dia 22 de abril às 19h.
A exposição Pele Matéria parte da ideia de que o corpo não é apenas forma, mas um campo de experiência; lugar onde o mundo nos atravessa e ganha sentido.
Pensar a pele como limite e passagem é compreender que tudo o que tocamos também nos transforma.
Na gravura, esse encontro se torna gesto: é na pressão, no atrito, na marca deixada sobre a matéria que a imagem nasce. Cada superfície guarda vestígios de tempo, de ação e de memória.
Reunindo as pesquisas de Vania Maria Andrade e Stely Marchesini, com curadoria de Felipe Valente Zem, a mostra aproxima investigações que, embora distintas, se encontram nesse ponto sensível entre corpo e matéria. De um lado, trabalhos que tensionam as instabilidades e deslocamentos do corpo; de outro, processos que emergem do contato direto com a natureza, revelando suas texturas e temporalidades.
Pele Matéria convida o público a perceber a pele - do corpo, da terra, dos materiais - como território de inscrição, onde se tornam visíveis afetos, marcas e transformações.
De 22/04 a 06/05
Galeria Ponto de Fuga à Rua Saldanha Marinho, 1220.
Apoio e produção cultural: Fabiana Riskalla
@fabianariskalla
Design gráfico: Matias Peruyera@matatias
Finissage BARATAS 17/04 - 19h
Na exposição de @ninaflins e @thais_sug , materiais industriais e suportes reaproveitados se tornam base para narrativas gráficas que atravessam a vida urbana, o mundo precarizado do trabalho e suas burocracias intermináveis.
Tensionando o imaginário masculinista do universo corporativo, personagens femininas subvertem a lógica do ‘baixo custo’ e da passividade. Não são apenas presenças; são insurgências. Rebeldes e vingativas, elas mostram que, em um mundo de valores depreciados, a revolta é a única coisa que não se pode comprar. 🪳
“Baratas” foi resultado do I Prêmio Ginger Campari de Fotografia e Artes Gráficas, uma iniciativa conjunta da Ponto de Fuga, @gingerbarcuritiba e @campari_br para fomentar a produção artística e fortalecer a cena local.
📍 Saldanha Marinho, 1220, Centro, Curitiba
Entrada gratuita
“Era uma vez 🪳🪳🪳…”
Já tinham visto baratas batendo um sino? Não, né? Então não vai perder a irreverência da nova exposição da Ponto de Fuga em parceria com o @gingerbarcwb e @camparibrasil que abre na próxima quinta, 19/3!
Entre a resiliência e o descarte, vemos a polissemia de “barata”em jogo: do inseto que sobrevive às frestas urbanas ao conceito econômico de baixo custo. Nina Lins e Thais Suguiyama utilizam suportes não convencionais — como restos industriais e materiais descartáveis — para imprimir narrativas gráficas, tanto literais, quanto simbólicas, sobre o mundo do trabalho, a burocracia e a precarização. Em cena, personagens femininas subvertem o imaginário masculinista corporativo, respondendo à suposta fragilidade com revolta e protagonismo.
Trajetória das artistas
Nina Lins e Thais Suguiyama são bacharéis pela ECA-USP e integrantes do grupo de pesquisa Depois do Fim da Arte. Nina Lins explora relação entre o desgaste de imagens icônicas e o design gráfico, enquanto Thais Suguiyama mistura suas práticas em artes visuais e motion design.
Ambas participaram de exposições juntas com o Depois do fim da arte, como V Bienal del Sur (Venezuela) e Nostalgia de izquierda (México), e individualmente, Nina participou da Ocupação da Vitrine (MUPA) e Thais de diversas exposições em espaços como Caroço (SP) e Massapê (SP).
Sobre o Prêmio
Em sua primeira edição, com edital aberto em 2025 e de amplitude nacional, o Prêmio Ginger Campari de Fotografia e Artes Gráficas teve como objetivo viabilizar uma exposição coletiva e construir redes entre artistas e instituições. A ação reafirma o papel da Ponto de Fuga — ativa desde 2012 no centro da cidade — como um pólo de investigação em fotografia e arte contemporânea.
19/3 | 19hAbertura da exposição “BARATAS”
📍Ponto de Fuga (Rua Saldanha Marinho, 1220, Centro, Curitiba)
Evento gratuito

🪳BARATAS invadem a Ponto de Fuga na próxima quinta🪳
A exposição de Nina Lins e Thais Suguiyama parte da polissemia da palavra para pensar tanto o inseto indesejado quanto aquilo que é considerado barato, descartável, resto. Materiais industriais e suportes reaproveitados se tornam base para narrativas gráficas que atravessam a vida urbana, o mundo precarizado do trabalho e suas burocracias intermináveis. Tensionando o imaginário masculinista do universo corporativo, personagens femininas subvertem a lógica do ‘baixo custo’ e da passividade. Não são apenas presenças; são insurgências. Rebeldes e vingativas, elas mostram que, em um mundo de valores depreciados, a revolta é a única coisa que não se pode comprar.
“Baratas” é resultado do I Prêmio Ginger Campari de Fotografia e Artes Gráficas, uma iniciativa conjunta da Ponto de Fuga, @gingerbarcuritiba e @campari_br para fomentar a produção artística e fortalecer a cena local.
Desde 2012, a Ponto de Fuga atua como um pólo de investigação em fotografia e arte contemporânea. Com este prêmio, reafirmamos nosso compromisso em construir redes entre artistas e público, incentivando o pensamento crítico e a produção independente.
A banca foi composta por: Kamila Bach, Milena Costa, Pedro Vieira, Talita Braga e Vini Maia
🍸Abertura: 19 de março, às 19h com coquetel oferecido pela Campari
📍 Saldanha Marinho, 1220, Centro, Curitiba
@ninaflins @thais_sug
#bebacommoderação #campari
ÚLTIMOS DIAS para conferir “Camadas a fio”!
@anabeatrizartigas combina diversas linguagens a partir de uma abordagem experimental da arte têxtil. Premiada em salões como a 21ª Mostra Cascavelense de Artes Visuais e o 36º Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho, teve suas obras exibidas em mostras nacionais e internacionais, incluindo a Contextile 2022, em Portugal. Coordena o @atelietrintaenove , espaço cultural dedicado a aulas, oficinas, orientação em poéticas e produção de eventos e exposições.
Venha conferir até dia 12/03!
🎫 Entrada gratuita
⏰Visitação de segunda a sábado das 18h às 22h
Curadoria: @kamilacbach @milenacostafoto

Registros da exposição Camadas a fio, na @gpontodefuga
Curadoria da @kamilacbach e @milenacostafoto
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Até 12/03

Registros da exposição Camadas a fio, na @gpontodefuga
Curadoria da @kamilacbach e @milenacostafoto
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Até 12/03

Registros da exposição Camadas a fio, na @gpontodefuga
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Até 12/03

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Até 12/03

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Até 12/03

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Curadoria da @kamilacbach e @milenacostafoto
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Até 12/03

Registros da exposição Camadas a fio, na @gpontodefuga
Curadoria da @kamilacbach e @milenacostafoto
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Até 12/03

Exposição nova chegando! 🪡🧶
@anabeatrizartigas pensa em outras possibilidades para o fio, seja na costura, no engessamento, colagem, ou atrelado às estruturas de arame.
Sua prática artística combina diversas linguagens e explora a materialidade têxtil com uma abordagem experimental. Em 2025, realizou sua primeira exposição individual, Entretecendo, na Caixa Cultural Curitiba. Premiada em salões como a 21ª Mostra Cascavelense de Artes Visuais e o 36º Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho, teve suas obras exibidas em mostras nacionais e internacionais, incluindo a Contextile 2022, em Portugal. Coordena o @atelietrintaenove , espaço cultural dedicado a aulas, oficinas, orientação em poéticas e produção de eventos e exposições.
Venha conferir na próxima quinta!
“Camadas a fio”, abertura 29/01 às 18h30
Curadoria: @kamilacbach @milenacostafoto
ÚLTIMOS DIAS mostra “Mulher consciente, luta permanente”!
Até 17/01 visitação de segunda a sábado das 18h às 23h
📍Rua Saldanha Marinho, 1220
Trata-se da trajetória do projeto LUTE TODOS OS DIAS, um movimento que, ao longo de uma década, reuniu obras de artistas brasileiras para lembrar, dia após dia, as múltiplas lutas que atravessam a vida das mulheres.
A exposição revisita esses 10 anos de história e marca o encerramento de um ciclo, cuja última edição se materializa no calendário de 2026. As artistas selecionadas, participantes de diferentes momentos do projeto e atuantes (em sua maioria) em Curitiba, articulam diálogos entre obras do LUTE TODOS OS DIAS e suas produções atuais, revelando continuidades, rupturas e potências desse percurso coletivo.
ARTISTAS
Ana Matsusaki
Bruna Alcantara
Camila Rosa
Camila Viegas
Claudia Lara
Cyla Costa
DPaula
Edi
Joana Franciosi
Ju Maia
Lucí A Guerra
Pretícia Jerônimo
Patricia Nies
Pri Barbosa
CURADORIA
Cris Pagnoncelli e Kamila Bach

A nossa exposição coletiva e comemorativa de 10 anos está disponível para visitação até o dia 17 de janeiro na @gpontodefuga com a última edição dos calendários à venda. Não perca!
Horários de visitação no perfil da @gpontodefuga

A nossa exposição coletiva e comemorativa de 10 anos está disponível para visitação até o dia 17 de janeiro na @gpontodefuga com a última edição dos calendários à venda. Não perca!
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Horários de visitação no perfil da @gpontodefuga

MULHER CONSCIENTE, LUTA PERMANENTE sintetiza a trajetória do projeto LUTE TODOS OS DIAS — um movimento que, ao longo de uma década, reuniu obras de artistas brasileiras para lembrar, dia após dia, as múltiplas lutas que atravessam a vida das mulheres.
A exposição revisita esses 10 anos de história e marca o encerramento de um ciclo, cuja última edição se materializa no calendário de 2026. As artistas selecionadas, participantes de diferentes momentos do projeto e atuantes (em sua maioria) em Curitiba, articulam diálogos entre obras do LUTE TODOS OS DIAS e suas produções atuais, revelando continuidades, rupturas e potências desse percurso coletivo.
ARTISTAS
Ana Matsusaki
Bruna Alcantara
Camila Rosa
Camila Viegas
Claudia Lara
Cyla Costa
DPaula
Edi
Joana Franciosi
Ju Maia
Lucí A Guerra
Pretícia Jerônimo
Patricia Nies
Pri Barbosa
CURADORIA
Cris Pagnoncelli e Kamila Bach
FOTO DO CARTAZ: Edi
LOCAL: Ponto de Fuga / Ginger Bar
ABERTURA: 17/12 – 18h
DISCOTECAGEM: Selecta Manzana

Nesta quinta 11/12 encerra ÍNTIMO COLETIVO, venha!
Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
🔺Visitação gratuita das 18h às 23h na Saldanha Marinho, 1220
Artistas:
@mirianefigueira.arte
@anapttorres
@blues.for.mamma
@celineliris
@annielibert
@luizafaquinello
@micalou2
@talithab.art
@elietefotos
@urquizalarriza
@eve_ramoss_
#fotografia #curitiba
📸 @cibelle.gaidus

Nesta quinta 11/12 encerra ÍNTIMO COLETIVO, venha!
Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
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Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
🔺Visitação gratuita das 18h às 23h na Saldanha Marinho, 1220
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Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Artistas:
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Nesta quinta 11/12 encerra ÍNTIMO COLETIVO, venha!
Durante o mês de outubro, um grupo formado por onze fotógrafas participou de encontros intensos de criação e troca, sob a mentoria das profissionais Kamila Bach, Lu Berlese, Milla Jung e Guadalupe Fernandez Presas. O resultado desse percurso do @mulheres.em.residencia foi uma mostra que evidenciou a potência dos encontros coletivos e o amadurecimento do olhar com base nas experiências de cada uma das participantes.
Para Lu Berlese, uma das mentoras do projeto, o impacto é visível: “Mulheres em Residência” é um dos projetos mais transformadores de que participei. Acompanhar o amadurecimento de fotógrafas e artistas visuais mostra o quanto precisamos investir na democratização do acesso de mulheres ao meio artístico. É sobre inclusão, partilha de saberes e, sobretudo, emoção diante dos resultados.”
A fotógrafa Luiza Faquinello, participante da residência, reforça a intensidade do processo criativo: “Fuma experiência que mudou completamente minha percepção de tempo e espaço. Ao ver meu trabalho sendo discutido coletivamente, aprendi a escutar, a reconstruir ideias e a enxergar a criação de um novo lugar. Tudo se tornou mais profundo e vivo.”
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Artistas:
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The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.
Keep track of Instagram updates discreetly while protecting your privacy and staying anonymous.
View profiles and photos anonymously with ease using the Private Profile Viewer.
This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.
Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.
Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.
Prioritizes secure, anonymous browsing without requiring login credentials.
Users can view public stories by simply entering a username—no account needed.
Downloads photos (JPEG) and videos (MP4) with ease.
The service is free to use.
Content from private accounts can only be accessed by followers.
Files are for personal or educational use only and must comply with copyright rules.
Enter a public username to view or download stories. The service generates direct links for saving content locally.