VOLTZ ⚡️
Drag Queen ✨💄⚡
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📌Belo Horizonte 🇧🇷

deuses&monstros apresenta: Nossas Vozes 🎙️
O espetáculo “Deuses & Monstros: Nossas Vozes” é mais que um projeto artístico: é uma oferenda! É devolver palco a quem foi apagado, é criar espaço para quem ainda luta para ser visto. É um tributo à música queer brasileira, sim, mas é também um ato de resistência, de beleza, de pedagogia afetiva. É dizer que ser drag, hoje, é uma forma de escrever história – com cílios postiços, sim, mas também com sangue, suor e poesia.
📆 13 de junho, sábado, sessão às 19h e 20h30
🎟️ Ingressos à venda (link na bio)
📍 Teatro Nossa Senhora das Dores (Av. Francisco Sales, 77 - Floresta)
Elenco: Brumas, Gaia Voidd, Lillia Azul, RAVii, Voga, VOLTZ, Vormitx e Umbra
Direção: Marcos Rios
Conheça as vozes de mais uma edição de Deuses&Monstros:
@brumas_queen
@gaiavoidd
@lilliaazul
@plasticvoga
@raviidrag
@heyvoltz
@vormitx
@crownedumbra
🎟️ Vendas oficiais 08 de Maio de 2026
🗓️ Espetáculo: 13 de junho de 2026
📍 Teatro Nossa Senhora das Dores (Av. Francisco Sales, 77 - Floresta)
filmagem: @guilhermedrey / @eduardoglage
direção criativa e edição: @viniciuxmoraes

DEUSES&MONSTROS - Nossas Vozes 🎙️
O espetáculo “Deuses & Monstros: Nossas Vozes” é mais que um projeto artístico: é uma oferenda! É devolver palco a quem foi apagado, é criar espaço para quem ainda luta para ser visto. É um tributo à música queer brasileira, sim, mas é também um ato de resistência, de beleza, de pedagogia afetiva. É dizer que ser drag, hoje, é uma forma de escrever história – com cílios postiços, sim, mas também com sangue, suor e poesia.
🎟️ Pré-venda (link na bio)
📍 Teatro Nossa Senhora das Dores (Av. Francisco Sales, 77 - Floresta)

μεταμόρφωσις (metamórphōsis) parte 2
Assim como Franz Kafka descreve em seu livro a transformação de Gregor não como uma fantasia, mas como uma verdade estranhamente cotidiana, o ser Drag traz a metamorfose para o presente. Não é uma alegoria distante: é uma afirmação do direito de se tornar outro, de rasgar a pele antiga e assumir uma forma indomável.
O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
Fotos @renatoronnie
Penteado @aquarelaz
Look @w_pragga
Acessórios @wsolaria

μεταμόρφωσις (metamórphōsis) parte 2
Assim como Franz Kafka descreve em seu livro a transformação de Gregor não como uma fantasia, mas como uma verdade estranhamente cotidiana, o ser Drag traz a metamorfose para o presente. Não é uma alegoria distante: é uma afirmação do direito de se tornar outro, de rasgar a pele antiga e assumir uma forma indomável.
O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
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μεταμόρφωσις (metamórphōsis) parte 2
Assim como Franz Kafka descreve em seu livro a transformação de Gregor não como uma fantasia, mas como uma verdade estranhamente cotidiana, o ser Drag traz a metamorfose para o presente. Não é uma alegoria distante: é uma afirmação do direito de se tornar outro, de rasgar a pele antiga e assumir uma forma indomável.
O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
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Assim como Franz Kafka descreve em seu livro a transformação de Gregor não como uma fantasia, mas como uma verdade estranhamente cotidiana, o ser Drag traz a metamorfose para o presente. Não é uma alegoria distante: é uma afirmação do direito de se tornar outro, de rasgar a pele antiga e assumir uma forma indomável.
O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
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O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
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Assim como Franz Kafka descreve em seu livro a transformação de Gregor não como uma fantasia, mas como uma verdade estranhamente cotidiana, o ser Drag traz a metamorfose para o presente. Não é uma alegoria distante: é uma afirmação do direito de se tornar outro, de rasgar a pele antiga e assumir uma forma indomável.
O resultado é uma simbiose que pulsa entre o grotesco e o belo, o monstruoso e o sublime. Uma criatura-inseto que desafia o olhar, mas também o convida a habitar esse território híbrido, onde a mutação deixa de ser medo para se tornar potência. A metamorfose Kafkiana é trágica, porém aqui ela é celebrada e a criatura não se esconde , ela desfila...
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μεταμόρφωσις (metamórphōsis)parte 1
Do grego “mudança de forma”, “transformação”.
Uma figura que não caminha: irrompe. Uma presença que desafia a anatomia humana e, ao mesmo tempo, celebra o que nela é mais mutável. Inspirada por insetos, mutações orgânicas e a angústia kafkiana da transformação, essa figura habita no limiar entre o impossível e o inevitável. Um toque de criatura mítica — meio inseto, meio demônio, meio deusa, aqui o disforme e o sublime convivem no mesmo corpo, entendendo que tudo é passagem...
Fotos @renatoronnie
Penteado @aquarelaz
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Do grego “mudança de forma”, “transformação”.
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Do grego “mudança de forma”, “transformação”.
Uma figura que não caminha: irrompe. Uma presença que desafia a anatomia humana e, ao mesmo tempo, celebra o que nela é mais mutável. Inspirada por insetos, mutações orgânicas e a angústia kafkiana da transformação, essa figura habita no limiar entre o impossível e o inevitável. Um toque de criatura mítica — meio inseto, meio demônio, meio deusa, aqui o disforme e o sublime convivem no mesmo corpo, entendendo que tudo é passagem...
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✨💥 VOLTZ no KIKA 💥✨
Entre o vermelho de Almodóvar, o azul elétrico da irreverência e o preto do punk, nasce esse espetáculo visual que mistura fúria, riso e glamour.
Drag é corpo em rebelião, performance em excesso, desejo em movimento.
No clique de Rafael Sandim e Catarina Paulino, VOLTZ explode como trovão: barulhenta, vibrante, impossível de ignorar. ⚡🔥
#Drag #QueerArt #EstúdioKika #Voltz

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🔥💙 Entre o vermelho intenso de Almodóvar e a ousadia punk de Voltz, nasceu esse contraste elétrico: azul que rasga o olhar, vermelho que pulsa como cinema. Um ensaio no Kika para lembrar que ser queer é também performar excesso, beleza e irreverência.

🔥💙 Entre o vermelho intenso de Almodóvar e a ousadia punk de Voltz, nasceu esse contraste elétrico: azul que rasga o olhar, vermelho que pulsa como cinema. Um ensaio no Kika para lembrar que ser queer é também performar excesso, beleza e irreverência.

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✨📺 No palco rosa-choque do Kika, nasceu um delírio pop feito de lantejoulas, VHS e gritos de liberdade. Volts nos atravessa como um choque elétrico entre Rocky Horror, Pink Flamingos, Party Monster e o mundo plástico da Barbie, um mix de glitter, furor e memória queer televisada.
Entre risos, poses e telas retrôs, o ensaio vira manifesto: ser drag é hackear a TV da norma e sintonizar no canal da imaginação radical. 💙⚡

✨📺 No palco rosa-choque do Kika, nasceu um delírio pop feito de lantejoulas, VHS e gritos de liberdade. Volts nos atravessa como um choque elétrico entre Rocky Horror, Pink Flamingos, Party Monster e o mundo plástico da Barbie, um mix de glitter, furor e memória queer televisada.
Entre risos, poses e telas retrôs, o ensaio vira manifesto: ser drag é hackear a TV da norma e sintonizar no canal da imaginação radical. 💙⚡

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𝕸𝖔𝖔𝖉 𝖁𝖆𝖒𝖕𝖎𝖗𝖊 𝖇𝖑𝖔𝖔𝖉...
@aquapartybhby @aquarelaz
📸@fotografoludgero
Look @jadecoelho
Hair @somentemira

Glow up.... gótica goxtosa
@aquapartybh
Look @jadecoelho
Hair @somentemira
Coturno e luvas alliexpress
Foto @ariel.tinum_

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