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Jacidio

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Temos a imensa honra e satisfação em anunciar que "Cavaleiro de Rodas" (Knight on Wheels) será exibido na @marchedufilm , o maior e mais importante mercado de cinema do mundo, realizado em paralelo ao Festival de Cannes.

Agradecemos imensamente a parceria com o @cinemadobrasil, toda equipe, elenco e apoiadores que acreditam no cinema brasileiro independente e contribuíram de alguma forma para alcançarmos esse resultado.

Agora chegou a hora do filme cruzar o oceano, atravessar fronteiras e desbravar o mundo!
__________________

@artenu7 & @cinematicosfilmes apresentam

@cavaleiroderodas_filme

Um filme de @gabrielsmeloni @leonardocosta.cs @saintsulyvan

Elenco: @tristan.aronovich @thiactor @renatabozzy @hannahassayag @jacidio @arthurchermontt @guiisthis @nannamercury @maicosilveira
@mafecrepaldi I @dudagiovanella5 @ninaknob @rafaelfurtado Vini Manfredi

Direção: @gabrielsmeloni @leonardocosta.cs
Diretor Assistente: @armandofonseca
Roteiro: @gabrielsmeloni
1º AD: @thaisvaleria
2º AD: Nicolas Linguanotte
Continuidade: @dudagiovanella5 @leosidney_dias

Direção de Fotografia: @saintsulyvan
Gaffer/Foquista: @yuriveroneze
Key Grip: @joao.msad
1º AC: @_figueiro
2º AC: @raquel.r.t
Still/Making Of: @lucasmaua Vallesca Sperling

Som Direto: @carus.esc @joao.msad

Direção de Arte: @ugalde.fifa @_carraccioli
Assistente de Arte: @fabricio.aizza @stellamarrul
Figurino: @amanda.guidon @ugalde.fifa @letnigro
Maquiagem: @pamela_camps @macontitop @mafecrepaldi

Direção de Produção: @mafecrepaldi
Produção de Set: @luanameloo @tata.cumi
Produção de Locação: @alicechiappetta @tatiana_r.m.g
Produção de Alimentação: @beatriztamanaga
Produção de Elenco: @guiisthis @artesdomaico
Assistente de Produção: @catarinadiasterapia @helena_vila_verde @juh_beltran @luisalocher @nicolasstuchi

Edição: @gabrielsmeloni @saintsulyvan
Edição/Mixagem de Som: Maurício Viana
Finalização DCP: romullofb

Agradecimento Especial: Vini Manfredi @banda.pyro
@ventufilmes

Apoio: @conservatoriointernacional @famosoboteco @subpub.oficial @tormenttahelmets


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2 weeks ago


Temos a imensa honra e satisfação em anunciar que "Cavaleiro de Rodas" (Knight on Wheels) será exibido na @marchedufilm , o maior e mais importante mercado de cinema do mundo, realizado em paralelo ao Festival de Cannes.

Agradecemos imensamente a parceria com o @cinemadobrasil, toda equipe, elenco e apoiadores que acreditam no cinema brasileiro independente e contribuíram de alguma forma para alcançarmos esse resultado.

Agora chegou a hora do filme cruzar o oceano, atravessar fronteiras e desbravar o mundo!
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Elenco: @tristan.aronovich @thiactor @renatabozzy @hannahassayag @jacidio @arthurchermontt @guiisthis @nannamercury @maicosilveira
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Direção: @gabrielsmeloni @leonardocosta.cs
Diretor Assistente: @armandofonseca
Roteiro: @gabrielsmeloni
1º AD: @thaisvaleria
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Continuidade: @dudagiovanella5 @leosidney_dias

Direção de Fotografia: @saintsulyvan
Gaffer/Foquista: @yuriveroneze
Key Grip: @joao.msad
1º AC: @_figueiro
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Som Direto: @carus.esc @joao.msad

Direção de Arte: @ugalde.fifa @_carraccioli
Assistente de Arte: @fabricio.aizza @stellamarrul
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Maquiagem: @pamela_camps @macontitop @mafecrepaldi

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Produção de Set: @luanameloo @tata.cumi
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Produção de Elenco: @guiisthis @artesdomaico
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2 weeks ago

#evagabundotala


3
1 months ago

Minha terra... Toda vez que eu paro pra olhar imagens compiladas e entendo que minha terra, meu lugar, são as pessoas. São meus amigos.

Essa jornada foi massa, mas ainda tá revirando, tá gerando ondas, tá ampliando visões... Carnaval é a melhor época do ano pra mim e cada ano que passa eu tenho conseguido chegar em mais "terras", criar cantinhos e lugares que levam e deixam pedacinhos. Daqui um ano eu volto pra ver o que aconteceu. Ouçam Chuwi.


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1 months ago

Minha terra... Toda vez que eu paro pra olhar imagens compiladas e entendo que minha terra, meu lugar, são as pessoas. São meus amigos.

Essa jornada foi massa, mas ainda tá revirando, tá gerando ondas, tá ampliando visões... Carnaval é a melhor época do ano pra mim e cada ano que passa eu tenho conseguido chegar em mais "terras", criar cantinhos e lugares que levam e deixam pedacinhos. Daqui um ano eu volto pra ver o que aconteceu. Ouçam Chuwi.


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Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

Gracias, gracias, gracias.


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5 months ago

Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

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Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

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Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
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Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
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Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
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Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
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Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
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Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
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Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

Gracias, gracias, gracias.


74
5
5 months ago

Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

Gracias, gracias, gracias.


74
5
5 months ago

Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

Gracias, gracias, gracias.


74
5
5 months ago

Carnaval @subete_subete con @clubperronegro

Já tá fazendo quase um ano e eu ainda não consegui falar sobre esse trabalho. Tive a sorte de ser assistente de direção e produtor desses encontros maravilhosos entre Perro Negro e o Carnaval do Brasil... Do @alejocardonag com os produtores @losbrasilerosofficial e com o @tropkillaz . E ainda rolou estar no centro da catarse de botar Reggaeton pra seis mil pessoas terem seus "bailes inolvidables" no carnaval de São Paulo. Conversas únicas, momentos absurdos e agora, depois de quase um ano, eu posso dizer que em 2026 vem muito mais por aí.

Gracias, gracias, gracias.

Direção: Alejo Cardona
DOP: @marcelobsf y @caiodoll
Assistente de direção/Prod: Eu ;)
Edit: Alejandra Medína

Ya casi se cumple un año y todavía no había podido hablar de esa chamba. Tuve la fortuna de ser asistente de dirección y productor de esos encuentros maravillosos entre Perro Negro y el Carnaval de Brasil... Del Alejo con los productores Los Brasileros + Tropkillaz, y estar en el centro de la catarsis que fue ponerle Reggaeton a seis mil personas pa' que perriaran en el carnaval de São Paulo.
Charlas únicas, momentos 'qué lo parió' y ahora, después de casi un año, uno sabe que en 2026 viene mucha más cosa por ahí.

Gracias, gracias, gracias.


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5
5 months ago

#despedidas


7
8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
15
8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
15
8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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15
8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
15
8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
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8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


87
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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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8 months ago

Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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Esses dias fez um ano que eu vim pra Medellín. Um ano que eu dei um tchau rápido prós meus amigos, pro meu amor e segui a doidera que me persegue desde de criança: eu quero estar em todas as partes. Bem, agora, depois de tudo isso - ou do pouco que esse tanto de tempo significa - parece que um dos danos colaterais do processo tem ficado mais intenso... AS DESPEDIDAS...

Despedidas só são difíceis porque os momentos que a antecederam valeram a pena. Estar em movimento, com desejos de permanecer e mover-se, é uma experiência fora da curva. Mas, invariavelmente, as despedidas chegam e quando se tem a oportunidade de conviver com muitas pessoas ao mesmo tempo, as despedidas são múltiplas e intensas... Pessoas que você via todos os dias, simplesmente vão desaparecer do seu convívio e, possivelmente, você nunca mais irá vê-las. É uma dor que às vezes está amainada e outras está mais forte, mais latente.

Porém, é parte do processo de viver e buscar conhecer. Buscar estar perto das pessoas. Dá uma vontade de chorar, embarga a voz, embaça os olhos... E, mesmo sabendo que tudo é transitório, a ideia do nunca mais é muito maluca para lidar... Nunca mais? E eu sei que o nunca mais é real, que a vida tem suas dinâmicas - financeiras, de tempo, de força - que simplesmente não te permitem mais cruzar o caminho dessas pessoas com quem se divide uma dança, um sorriso, uma história, se criam memórias e vivem dias de sol maravilhosos.

Doi, mas só até a próxima parada. Só até a próxima viagem. Mesmo sabendo que cada pessoa é uma, o fluxo das amizades e das histórias segue como um rio caudaloso, intenso, forte e de verdade. Que sorte a minha poder dizer que os amigos, as pessoas que tenho conhecido pelo caminho me geram tanta coisa, com tanta força. Obrigado, vida. "Eu gosto de viver. Eu gosto de estar vivo, apesar da dor inerente das escolhas que eu faço".


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8 months ago

Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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11 months ago

Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

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Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

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Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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Nessa passada pelo Brasil, muitas coisas boas rolaram e eu não botei aqui, então, bora registrar.

Eu toquei na @subete_subete e, sem dúvida, esse foi um dos grandes momentos desses últimos meses.

Embalar a pista da festa que me trouxe amigos, amores, me colocou pertinho da América Latina e tantas outras coisas incríveis, é uma honra gigantesca. Eu não tenho nem palavras.

Esse dia ainda tive a sorte de estar ao lado de um time de DJs que eu admiro demais e que me ajudou pra caramba a fazer tudo certinho. Uma noite com emoção, pra dançar tudo e mais um pouco.

Vamos por mais, bailando na pista ou nos decks. Muchas, muchas gracias, ¡Súbete!


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11 months ago

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11 months ago

Mujica se fue. Este senhorzinho (que isso não seja compreendido como uma redução do gigantesco papel que ele tem no mundo) disse algumas das frases que mais reverberam na minha cabeça.

Em muitos momentos, quando pensei na esquerda além da política, às vezes puto, às vezes perdido, ouvi-lo me mostrava o porquê de acreditar na política, com este viés, como uma possibilidade de mudança. Na política e no fazer político como algo coletivo, de mirar o horizonte, o utópico, como algo possível e de saber que essa visão é essencial para mim e para quem anda comigo - ou eu ando junto -.

Mujica, mais uma pessoa Latino Americana, com tanta coisa na sua história, com tantos momentos e faces, inspirou pessoas, falou que o dinheiro é tempo e que a vida é para viver, disfrutar, estar com quem a gente ama.

Mujica, um senhor que viveu tranquilo, onde queria - mas que, antes disso, passou anos sofrendo algo que eu não aguentaria dias -, não se deslumbrou, seguiu o que acreditava todo o tempo e por isso vai permanecer como um daqueles seres que trazem os nossos pés para o chão, que funcionam como uma bússola para saber pra que lado vamos e com quem queremos estar nas trincheiras.

Fica o meu obrigado para alguém que eu nunca conheci, mas que impactou positivamente as minhas crenças, a maneira como eu tento viver, ver e compartilhar o mundo com quem está ao meu redor. Hasta siempre, Mujica y que honor fue compartir este tiempo contigo.


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3
12 months ago

Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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1 years ago

Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


67
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1 years ago

Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

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E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

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Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

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Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

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Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

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E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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Times e times. Na primeira foto está uma pequena parte das pessoas que fazem o rolê acontecer. Tem gente que tá atrás do palco, tem gente que tá em cima do palco, tem gente que organiza as coisas pra que elas aconteçam na hora certa. E esse é só um pedacinho ínfimo do time gigante que cria e executa a @gamescomlatam

E a oportunidade de estar num palco, falando com tanta gente, contanto com o trabalho de tanta gente, pra facilitar/contar uma história, é um negócio que me deixa muito feliz e orgulhoso.

Esse ano eu andei mais pelo evento, recebi amigos, joguei um jogo lindo - @despelotegame - e troquei um pouco mais com cada um dos meus companheiros de palco.

Também mantive o rolê das camisas de seleções da América Latina, como uma ideia de aproximar o palco e o nosso conteúdo - em português - dos nossos hermanos hispano hablantes. Tive dias lindos e por isso agradeço a todos que fizeram isso acontecer, a cada técnico, pessoal do serviço, galera dos estandes, meus companheires de palco... Muito obrigado!

Fica também um abraço e agradecimento especial pra @anafdewit, pro @mac.cassiano, pro @mr.changmann e pro @maykvreis Obrigado pela confiança de sempre. E nos vemos no ano que vem!


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#kilocura


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Olha esse time de apresentadores que comanda o Gamescom Latam Stage 💜 @gamescomlatam


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Olha esse time de apresentadores que comanda o Gamescom Latam Stage 💜 @gamescomlatam


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View Instagram Stories in Secret

The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.

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This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.

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Anonymity

Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.

 
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Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.

 
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