
Uma batalha após a outra.
Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?
Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.
O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.
É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.
Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.
Texto cirúrgico da @liciajar que me deixou repostar aqui ❤️🔥

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O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
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Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
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- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.
É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.
Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.
Texto cirúrgico da @liciajar que me deixou repostar aqui ❤️🔥

Uma batalha após a outra.
Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?
Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.
O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.
É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.
Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.
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Uma batalha após a outra.
Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?
Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.
O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.
É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.
Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.
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Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?
Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.
O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.
Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.
E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?
Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.
Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.
É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.
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Ao vivo, dia 26 de maio, 20h.
Uma conversa sobre como se constrói uma carreira em direção de fotografia quando a imagem precisa circular entre dois mundos: o da publicidade, com seus prazos, marcas, agências e entregas; e o do cinema, com personagens, dramaturgia, permanência e linguagem.
Mostrar os caminhos possíveis para quem quer atuar como diretor(a) de fotografia, entendendo formação, repertório, entrada no mercado, construção de portfólio, relação com direção, estética, equipe, set e posicionamento profissional.
Estudantes de audiovisual, filmmakers, fotógrafos, assistentes de câmera, criadores de conteúdo e profissionais em transição para a direção de fotografia, esse recado é especialmente pra vocês, mas também pra quem mais quiser participar.
Vamos?

Ao vivo, dia 26 de maio, 20h.
Uma conversa sobre como se constrói uma carreira em direção de fotografia quando a imagem precisa circular entre dois mundos: o da publicidade, com seus prazos, marcas, agências e entregas; e o do cinema, com personagens, dramaturgia, permanência e linguagem.
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Estudantes de audiovisual, filmmakers, fotógrafos, assistentes de câmera, criadores de conteúdo e profissionais em transição para a direção de fotografia, esse recado é especialmente pra vocês, mas também pra quem mais quiser participar.
Vamos?
I realized I hadn’t posted the full film of “an immeasurable void” on my timeline yet🪐 directed by my dear friend @aksalimaa produced by the one and only @caiocesarapt edited by @natderaco graded by the queen @juanasolassi & soundtrack by @oialfie
Shot in Lancaster, California 2024
Gabriel Leone for @truss ✨
Production Company: @sugarcanefilmes
Director: @igorselingarde
Executive Producer: @elisamello
Production Coordinator: @mu.paiva
Client Services: @bru_nogueira
Director of Photography (DOP): @luisadale @lagence
Producer: @helenasardinha
Production Assistants: @mateushueb @caiocesarapt
1st Assistant Camera (1st AC): @shihyyoung_setlife
2nd Assistant Camera (2nd AC): @kai.philavanh
Gaffers: @nah_ppp & @sikaafi
Key Grips: @audrey_biche & @hyeyoung_ra
Swings: @lukaosadcijs @random_protoplasm
Sound: @pbkaudio @creighyanchar
Mobile content: @sidneypaiva.official
LA rental house: @milkdgtl
Post-Production Coordinator: @marcisantunes
Editor: @igorselingarde
Color Grading: @psychonlook
Colorist: @joaomoreira
Audio: @evil_twin_musica
Music Direction: @petersauces @faria_andre
Music Production: @reginatochico @thiagocolli
SFX & Audio Finishing: @rafaelvieira.audio @gus_boselli @andredavilamello
Account Management & Coordination: @jutangary @thegiukebox

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ANATOMY OF A SCENE - Just thought I’d share, after FOUR years (yes, baby, 4 years) a bit of how my genius friend and director @imogen.jpeg and I designed a shot from our AFI thesis “RAIN” and also one of my favorite ones because of how fluid it feels and how camera movement and actor’s blocking made this scene feel so eery and tense.
On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
And of course, this scene was so beautifully and seamlessly executed by our amazing steadicam op @raphaelvanoostrum 🎥
Can’t believe it’s been so long already 🥹
ANATOMY OF A SCENE - Just thought I’d share, after FOUR years (yes, baby, 4 years) a bit of how my genius friend and director @imogen.jpeg and I designed a shot from our AFI thesis “RAIN” and also one of my favorite ones because of how fluid it feels and how camera movement and actor’s blocking made this scene feel so eery and tense.
On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
And of course, this scene was so beautifully and seamlessly executed by our amazing steadicam op @raphaelvanoostrum 🎥
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As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
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Mais alguns frames da campanha do governo federal de homens contra o f3minicídi0 que rodamos no início deste ano, fico muito feliz em ter sido parte desse movimento mas ao mesmo tempo put* da vida que uma campanha de tamanho escopo seja ainda necessária. Parem de nos m4tar! direção @apbarcellos produção @mariaquiteriafilmes direção de arte @luoliv.arte edição @natacha_vassou cor @asuhfarias

Mais alguns frames da campanha do governo federal de homens contra o f3minicídi0 que rodamos no início deste ano, fico muito feliz em ter sido parte desse movimento mas ao mesmo tempo put* da vida que uma campanha de tamanho escopo seja ainda necessária. Parem de nos m4tar! direção @apbarcellos produção @mariaquiteriafilmes direção de arte @luoliv.arte edição @natacha_vassou cor @asuhfarias

Mais alguns frames da campanha do governo federal de homens contra o f3minicídi0 que rodamos no início deste ano, fico muito feliz em ter sido parte desse movimento mas ao mesmo tempo put* da vida que uma campanha de tamanho escopo seja ainda necessária. Parem de nos m4tar! direção @apbarcellos produção @mariaquiteriafilmes direção de arte @luoliv.arte edição @natacha_vassou cor @asuhfarias

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AUTOPSY’s TRAILER IS OUT. DIR MAUD ARTELL. COLOR GRADING @juanasolassi.cc SHOT WITH ALEXA MONOCHROME + BAUSCH & LOMB BALTAR LENSES
HOMENS CONTRA O FEMINICÍDIO, uma campanha do Governo Federal @lulaoficial
direção @apbarcellos direção de arte @luoliv.arte montagem @natacha_vassou cor @asuhfarias & equipe porreta @hericoboleli gaffer @tonyboleli na maquinária @fabiobarbosa7799 no foco e a super equipe de câmera @gabrielazzoe @frota.graphy @priscila_limabds_produção da @mariaquiteriafilmes @marciiaguerra @jefferson_veloso e agradecimento especial à @sicavalcanteacao @aiconacoescinematograficas e @frame.cinemadigital + estrelares da elétrica e maquinária @bollelihendrio @herikboleli @aangelica0s_
Sempre com eles @lagence

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A soul that drags its feet dir by @melisande_mclaughlin + color by @juanasolassi.cc shot on @kodak_shootfilm
The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.
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