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ninadhora

Nina da Hora

Cientista da Computação PUCRio
Mestra em Ciências da Computação - UNICAMP
Fundadora @instituto_dahora
Um pé na ciência, dois no chão

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Ha 9 anos atrás 4 de dezembro de 2016 eu estava torcendo para o bilhete único funcionar para eu ir estudar ( ALO DUQUE DE CAXIAS) hoje, 9 anos de depois eu acho que o bilhete único funcionou né presidente @lulaoficial e primeira dama @janjalula ❤️

Pude entregar representando colegas da comissão de tecnologia e todo o trabalho junto do MGI a estratégia de compras públicas!

Hoje os posts e fotos oficiais do @ricardostuckert vão ser oficiais da plenária do Conselhao mas antes preciso registrar esses 9 anos de transporte público, estudo, pesquisa, tecnologia e de universidades públicas!

Essa é pra família e os orixás!! Obrigada por tudo!!
Ventou 4 de dezembro


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5 months ago


Uma pesquisa realizada pela cientista da computação Ana Carolina Silva das Neves da Hora, mais conhecida como Nina da Hora, analisou desigualdades em arquiteturas de detecção facial utilizadas em sistemas de Inteligência Artificial.

Ela propôs o conceito de “epistemicídio computacional”, inspirado nos trabalhos da filósofa Sueli Carneiro sobre o apagamento de sujeitos negros na produção do conhecimento.

A pesquisadora auditou arquiteturas de detecção facial utilizando uma base criada pela Meta a partir de vídeos enviados por pessoas do Brasil, Índia, Síria e Indonésia.

Os resultados revelaram desigualdades profundas nos processos de detecção facial.

Em um dos experimentos, pessoas acima de 85 anos tiveram apenas 44% de taxa de detecção, enquanto grupos mais jovens alcançaram índices superiores a 90%. Em outros casos, determinados grupos simplesmente desapareciam dos sistemas.

O estudo faz parte da dissertação de mestrado defendida nesta segunda-feira (11/5) na Unicamp, com orientação da professora do Instituto de Computação Sandra Avila.

🔗Leia mais no Jornal da Unicamp (link na bio)
✍️ Daniela Prandi
📷 @scarpinetti


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1 weeks ago

A matemática pode ajudar a equilibrar diferentes visões de justiça? 🤔📐

Nina da Hora (@ninadhora), cientista da computação e divulgadora científica, mergulhou na Escola de Verão do IMPA para tentar responder essa pergunta.

As aulas de computação visual e de transporte ótimo e aprendizado de máquina são o ponto de partida para a pesquisa.

Confira o vídeo! 👀

O Verão 2026 está acabando e vai deixar saudades. ☀️Marque seu amigo que não pode perder a próxima edição.


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2 months ago

Quando eu vejo meu amor eu penso….

Te amo demais, feliz aniversário meu amor ❤️

Mais um aninho de muita risada, rebolado, café, ciência e amor.

Todo dia é dia de nina da hora, obrigada por tanto carinho, cuidado, escuta e alegria. Te celebro 24/7 e sou feliz demais por compartilhar a vida com você, tudo fica mais bonito, sempre. Você foi chegando e tomando conta do meu coração aquariano, geminiana que sabe o que faz.

Seguimos pingando de lugar em lugar explorando esse mundo bonito e devolvendo tudo com muita risada e amor.


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2 days ago

Quando eu vejo meu amor eu penso….

Te amo demais, feliz aniversário meu amor ❤️

Mais um aninho de muita risada, rebolado, café, ciência e amor.

Todo dia é dia de nina da hora, obrigada por tanto carinho, cuidado, escuta e alegria. Te celebro 24/7 e sou feliz demais por compartilhar a vida com você, tudo fica mais bonito, sempre. Você foi chegando e tomando conta do meu coração aquariano, geminiana que sabe o que faz.

Seguimos pingando de lugar em lugar explorando esse mundo bonito e devolvendo tudo com muita risada e amor.


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Mais um aninho de muita risada, rebolado, café, ciência e amor.

Todo dia é dia de nina da hora, obrigada por tanto carinho, cuidado, escuta e alegria. Te celebro 24/7 e sou feliz demais por compartilhar a vida com você, tudo fica mais bonito, sempre. Você foi chegando e tomando conta do meu coração aquariano, geminiana que sabe o que faz.

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Mais um aninho de muita risada, rebolado, café, ciência e amor.

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Seguimos pingando de lugar em lugar explorando esse mundo bonito e devolvendo tudo com muita risada e amor.


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Quando eu vejo meu amor eu penso….

Te amo demais, feliz aniversário meu amor ❤️

Mais um aninho de muita risada, rebolado, café, ciência e amor.

Todo dia é dia de nina da hora, obrigada por tanto carinho, cuidado, escuta e alegria. Te celebro 24/7 e sou feliz demais por compartilhar a vida com você, tudo fica mais bonito, sempre. Você foi chegando e tomando conta do meu coração aquariano, geminiana que sabe o que faz.

Seguimos pingando de lugar em lugar explorando esse mundo bonito e devolvendo tudo com muita risada e amor.


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2 days ago

Post de aniversário.
Muito obrigada galera, bora lá !


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2 days ago

Quarta-feira estive em Brasília no Seta Debate, encontro fechado sobre IA nas Eleições 2026 Apresentei uma aula sobre deepfakes, soberania digital e o que venho chamando, desde artigo de 2022, ferramenta antidemocrática. Em 2022 estive no Conselho de Segurança do TSE acompanhando o pleito por dentro. De lá pra cá vi essa tese sair da hipótese acadêmica e virar realidade.

Mostrei também o HoraLab, ferramenta que desenvolvemos no @instituto_dahora , em testes. A proposta tem uma escolha metodológica importante: detecção de IA sem IA. Em vez de empilhar rede neural em cima de rede neural (dependência de modelos estrangeiros, erro em cascata), o HoraLab usa análise forense clássica e auditável: metadados e proveniência, artefatos de compressão, inconsistências de iluminação e sombra, sincronismo labial, análise espectral de áudio, assinaturas de geradores conhecidos. Cada técnica é explicável, replicável e passível de perícia. Importa quando o destino do conteúdo pode ser decisão judicial.

O professor Silvio Meira também palestrou. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e o vice, ministro André Mendonça, deixaram o palco e foram para a plateia. Em sua fala, Kassio afirmou: “A Justiça Eleitoral será vigilante sem ser autoritária. Firme, sem perder proporcionalidade. E comprometida, acima de tudo, com a liberdade de escolha do povo.”

Preciso registrar: não houve pagamento pela minha participação. Princípio ético, de pesquisa e acadêmico. Quando o que está em jogo é a integridade do meu trabalho sobre eleições e tecnologia, não me coloco onde possa haver dúvida sobre interesse.

Eu tinha um roteiro mais humilde pra minha vida. E aqui estou.

Agradeço aos convites. A quem indicou meu nome quando eu não estava na sala. A quem apostou antes de ser óbvio. Não chego sozinha em lugar nenhum.

Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.

Matéria: Carla Araújo, Coluna UOL, 20.05.2026. @jornalistacarla_araujo

Obrigada e parabéns @seta.publicaffairs

#IA #Eleições2026 #TSE #Deepfake HoraLab Democrac


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4 days ago

Quarta-feira estive em Brasília no Seta Debate, encontro fechado sobre IA nas Eleições 2026 Apresentei uma aula sobre deepfakes, soberania digital e o que venho chamando, desde artigo de 2022, ferramenta antidemocrática. Em 2022 estive no Conselho de Segurança do TSE acompanhando o pleito por dentro. De lá pra cá vi essa tese sair da hipótese acadêmica e virar realidade.

Mostrei também o HoraLab, ferramenta que desenvolvemos no @instituto_dahora , em testes. A proposta tem uma escolha metodológica importante: detecção de IA sem IA. Em vez de empilhar rede neural em cima de rede neural (dependência de modelos estrangeiros, erro em cascata), o HoraLab usa análise forense clássica e auditável: metadados e proveniência, artefatos de compressão, inconsistências de iluminação e sombra, sincronismo labial, análise espectral de áudio, assinaturas de geradores conhecidos. Cada técnica é explicável, replicável e passível de perícia. Importa quando o destino do conteúdo pode ser decisão judicial.

O professor Silvio Meira também palestrou. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e o vice, ministro André Mendonça, deixaram o palco e foram para a plateia. Em sua fala, Kassio afirmou: “A Justiça Eleitoral será vigilante sem ser autoritária. Firme, sem perder proporcionalidade. E comprometida, acima de tudo, com a liberdade de escolha do povo.”

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Agradeço aos convites. A quem indicou meu nome quando eu não estava na sala. A quem apostou antes de ser óbvio. Não chego sozinha em lugar nenhum.

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Mostrei também o HoraLab, ferramenta que desenvolvemos no @instituto_dahora , em testes. A proposta tem uma escolha metodológica importante: detecção de IA sem IA. Em vez de empilhar rede neural em cima de rede neural (dependência de modelos estrangeiros, erro em cascata), o HoraLab usa análise forense clássica e auditável: metadados e proveniência, artefatos de compressão, inconsistências de iluminação e sombra, sincronismo labial, análise espectral de áudio, assinaturas de geradores conhecidos. Cada técnica é explicável, replicável e passível de perícia. Importa quando o destino do conteúdo pode ser decisão judicial.

O professor Silvio Meira também palestrou. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e o vice, ministro André Mendonça, deixaram o palco e foram para a plateia. Em sua fala, Kassio afirmou: “A Justiça Eleitoral será vigilante sem ser autoritária. Firme, sem perder proporcionalidade. E comprometida, acima de tudo, com a liberdade de escolha do povo.”

Preciso registrar: não houve pagamento pela minha participação. Princípio ético, de pesquisa e acadêmico. Quando o que está em jogo é a integridade do meu trabalho sobre eleições e tecnologia, não me coloco onde possa haver dúvida sobre interesse.

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Mostrei também o HoraLab, ferramenta que desenvolvemos no @instituto_dahora , em testes. A proposta tem uma escolha metodológica importante: detecção de IA sem IA. Em vez de empilhar rede neural em cima de rede neural (dependência de modelos estrangeiros, erro em cascata), o HoraLab usa análise forense clássica e auditável: metadados e proveniência, artefatos de compressão, inconsistências de iluminação e sombra, sincronismo labial, análise espectral de áudio, assinaturas de geradores conhecidos. Cada técnica é explicável, replicável e passível de perícia. Importa quando o destino do conteúdo pode ser decisão judicial.

O professor Silvio Meira também palestrou. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e o vice, ministro André Mendonça, deixaram o palco e foram para a plateia. Em sua fala, Kassio afirmou: “A Justiça Eleitoral será vigilante sem ser autoritária. Firme, sem perder proporcionalidade. E comprometida, acima de tudo, com a liberdade de escolha do povo.”

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Agradeço aos convites. A quem indicou meu nome quando eu não estava na sala. A quem apostou antes de ser óbvio. Não chego sozinha em lugar nenhum.

Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.

Matéria: Carla Araújo, Coluna UOL, 20.05.2026. @jornalistacarla_araujo

Obrigada e parabéns @seta.publicaffairs

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4 days ago

Ainda bem que tempo é rei.

E daí tem várias coisas pra voce fazer a partir daí COM e NA sociedade.


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5 days ago

Saiu minha participação no Encontro com Valéria Almeida e Talitha Moretti sobre os golpes em cima do novo Desenrola Brasil. O essencial pra você não cair:

NÃO existe taxa administrativa. Qualquer cobrança pra você negociar é golpe.

NÃO existe site ou plataforma do governo dessa vez. A negociação é DIRETA com a sua instituição financeira.

Link estranho no WhatsApp, SMS ou e-mail? Não clica. Liga no banco pelo número do cartão.

Golpista tem pressa. Banco não.

Vídeo completo no Programa Encontro. Manda pra quem precisa ver.


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1 weeks ago

O artigo “Reconhecimento sob suspeita: colaboração entre antropologia e ciência da computação na crítica ética ao reconhecimento facial”, publicado na GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista De Antropologia, em 2025, é um dos resultados do mestrado de Nina Da Hora.

O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

@recod.ai
@unicamp.ic


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1 weeks ago

O artigo “Reconhecimento sob suspeita: colaboração entre antropologia e ciência da computação na crítica ética ao reconhecimento facial”, publicado na GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista De Antropologia, em 2025, é um dos resultados do mestrado de Nina Da Hora.

O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

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Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

@recod.ai
@unicamp.ic


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1 weeks ago

O artigo “Reconhecimento sob suspeita: colaboração entre antropologia e ciência da computação na crítica ética ao reconhecimento facial”, publicado na GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista De Antropologia, em 2025, é um dos resultados do mestrado de Nina Da Hora.

O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O artigo “Reconhecimento sob suspeita: colaboração entre antropologia e ciência da computação na crítica ética ao reconhecimento facial”, publicado na GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista De Antropologia, em 2025, é um dos resultados do mestrado de Nina Da Hora.

O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

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Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

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Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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O objetivo principal do artigo é propor a construção de pontes entre a Antropologia e a Ciência da Computação para aprofundar o debate crítico sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco especial no reconhecimento facial.

Quer acessar o artigo? Está disponível em https://revistas.usp.br/gis/pt_BR/article/view/230902.

Marisol Marini é graduada em Ciências Sociais, Mestra e Doutora em Antropologia Social pela USP, com período sanduíche na Universidade de Maastricht, na Holanda. Foi pesquisadora de pós-doutorado no DPCT/IG/UNICAMP e na Universidade McGill, no departamento de Estudos Sociais da Medicina, em Montreal. Atualmente é pesquisadora associada na Faculdade de Saúde Pública, da USP, onde coordena o projeto “Corpo comum - Uma abordagem não antropocêntrica das convergências incontornáveis entre Saúde Humana e Planetária”.

Nina Da Hora é pesquisadore. Mestre em Ciência da Computação pelo IC/UNICAMP. Dedica-se a entender as interseções entre IA, ética e desafios estruturais no Brasil. Fundadore do Instituto Da Hora junto de ativistas e pesquisadoras negras e indigenas. Com presença em conselhos de tecnologia de instituições como a Chatham House (Reino Unido) e a Presidência do Brasil.

Sandra Avila é doutora em Ciência da Computação, com duplo diploma, pela UFMG e pela Sorbonne Université (França), mestra em Ciência da Computação também pela UFMG, e bacharela em Ciência da Computação pela UFS. É livre-docente em Aprendizado de Máquina pela UNICAMP (2025). Ganhou diversos prêmios como Google Awards for Inclusion Research (2022), Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos UNICAMP-Instituto Vladimir Herzog (2023, 2024), e Dermatologia Mais Inclusiva do Grupo L'Oréal Brasil (2025). Suas pesquisas estão voltadas para Inteligência Artificial Responsável. Atualmente, é professora no IC/UNICAMP.

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1 weeks ago

🚨Evento foi suspenso🚨

O XXI Encontro PAD/PED marca um momento de expansão, ao realizar sua primeira edição no campus de Limeira. O evento é um espaço para integração entre a graduação e a pós-graduação, além de promover o debate sobre os desafios contemporâneos do ensino e o impacto das novas tecnologias na sociedade

Nesta edição, a palestra será proferida por @ninadhora . Cientista da computação e mestra pela Unicamp, Nina é uma das principais vozes acerca da intersecção entre ética, segurança digital e direitos humanos. Sob o tema “Programando Futuros: Justiça Algorítmica e Transformação Social”, o encontro convida a comunidade acadêmica a refletir sobre o papel da ciência na desconstrução de vieses tecnológicos e na promoção da equidade digital.

#unicamp #limeira #inteligenciaartificial #tecnologia


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1 weeks ago

🚨Evento foi suspenso🚨

O XXI Encontro PAD/PED marca um momento de expansão, ao realizar sua primeira edição no campus de Limeira. O evento é um espaço para integração entre a graduação e a pós-graduação, além de promover o debate sobre os desafios contemporâneos do ensino e o impacto das novas tecnologias na sociedade

Nesta edição, a palestra será proferida por @ninadhora . Cientista da computação e mestra pela Unicamp, Nina é uma das principais vozes acerca da intersecção entre ética, segurança digital e direitos humanos. Sob o tema “Programando Futuros: Justiça Algorítmica e Transformação Social”, o encontro convida a comunidade acadêmica a refletir sobre o papel da ciência na desconstrução de vieses tecnológicos e na promoção da equidade digital.

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Nesta edição, a palestra será proferida por @ninadhora . Cientista da computação e mestra pela Unicamp, Nina é uma das principais vozes acerca da intersecção entre ética, segurança digital e direitos humanos. Sob o tema “Programando Futuros: Justiça Algorítmica e Transformação Social”, o encontro convida a comunidade acadêmica a refletir sobre o papel da ciência na desconstrução de vieses tecnológicos e na promoção da equidade digital.

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O XXI Encontro PAD/PED marca um momento de expansão, ao realizar sua primeira edição no campus de Limeira. O evento é um espaço para integração entre a graduação e a pós-graduação, além de promover o debate sobre os desafios contemporâneos do ensino e o impacto das novas tecnologias na sociedade

Nesta edição, a palestra será proferida por @ninadhora . Cientista da computação e mestra pela Unicamp, Nina é uma das principais vozes acerca da intersecção entre ética, segurança digital e direitos humanos. Sob o tema “Programando Futuros: Justiça Algorítmica e Transformação Social”, o encontro convida a comunidade acadêmica a refletir sobre o papel da ciência na desconstrução de vieses tecnológicos e na promoção da equidade digital.

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O XXI Encontro PAD/PED marca um momento de expansão, ao realizar sua primeira edição no campus de Limeira. O evento é um espaço para integração entre a graduação e a pós-graduação, além de promover o debate sobre os desafios contemporâneos do ensino e o impacto das novas tecnologias na sociedade

Nesta edição, a palestra será proferida por @ninadhora . Cientista da computação e mestra pela Unicamp, Nina é uma das principais vozes acerca da intersecção entre ética, segurança digital e direitos humanos. Sob o tema “Programando Futuros: Justiça Algorítmica e Transformação Social”, o encontro convida a comunidade acadêmica a refletir sobre o papel da ciência na desconstrução de vieses tecnológicos e na promoção da equidade digital.

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1 weeks ago

Mestra oficialmente eu sou!

Mas Mestre Yoda e Baby Yoda são da mesma espécie. Mestre não é fim de linha, é o que aprendeu a passar adiante. E aprendiz não é início, é quem já carrega a Força sem saber direito o tamanho dela.

Sigo Baby Yoda no fundo: pequena, cheia de pergunta, comendo sapo no meio da galáxia, deixando os adultos confusos sobre como uma coisinha dessa tem tanta coisa pra falar.


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1 weeks ago

Mestra oficialmente eu sou!

Mas Mestre Yoda e Baby Yoda são da mesma espécie. Mestre não é fim de linha, é o que aprendeu a passar adiante. E aprendiz não é início, é quem já carrega a Força sem saber direito o tamanho dela.

Sigo Baby Yoda no fundo: pequena, cheia de pergunta, comendo sapo no meio da galáxia, deixando os adultos confusos sobre como uma coisinha dessa tem tanta coisa pra falar.


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1 weeks ago

Defendi minha dissertação de mestrado no Instituto de Computação da UNICAMP.

Novo título - Algoritmos, Poder e Subjetividade:Epistemicídio Computacional no Reconhecimento Facial.

Esse trabalho não nasceu da pergunta sobre o que a tecnologia faz, e sim sobre o que ela apaga antes de funcionar.
Quando um rosto vira número, alguém decide o que importa e o que pode ser descartado. Eu investiguei essa decisão: a etapa que o discurso técnico trata como neutra, e que é onde o apagamento acontece.

O epistemicídio não está no fim do pipeline. Está no começo.

O conceito de epistemicídio computacional veio de uma trincheira teórica que escolhi: Sueli Carneiro me deu o nome do que eu estava vendo, Angela Figueiredo me deu o método pra olhar sem pedir licença, Denise Ferreira da Silva me deu o vocabulário pra desmontar a “transparência” do sujeito racializado. Não é citação de rodapé. É aliança.

Agradeço,

Aos orixás, à minha mãe, minha família, minha namorada, meus sogros e meus cachorros, que sustentaram cada madrugada e cada curva sem mapa: vocês são onde esse trabalho mora.

À minha orientadora Sandra Avila, que confiou nessa pesquisa e nunca pediu que eu suavizasse a parte política, sempre direcionou critica e computação na medida. À Marisol Marini, coorientadora, que trouxe a antropologia, a visão crítica pra dentro da roda.

À Angela Figueiredo (UFRB) @angelafigueiredo39 agradecimento duplo: pela arguição e por ser uma aliança teórica dessa dissertação. Sua obra possibilitou minha pesquisa. Defender pra você foi defender pra alguém que eu respeito e isso não tem preço.

Ao Virgílio Almeida (UFMG), pela leitura generosa e pela trajetória pela continuidade e pelos conselhos. Respeito muito, obrigada de verdade!

À comunidade que leu rascunho, foi aos eventos e veio pra defesa e insistiu: essa dissertação é minha, mas não é só minha. Pesquisa preta nunca é.

A banca elogiou como uma tese de doutorado e eu tô muito feliz!

Bora!


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1 weeks ago

Defendi minha dissertação de mestrado no Instituto de Computação da UNICAMP.

Novo título - Algoritmos, Poder e Subjetividade:Epistemicídio Computacional no Reconhecimento Facial.

Esse trabalho não nasceu da pergunta sobre o que a tecnologia faz, e sim sobre o que ela apaga antes de funcionar.
Quando um rosto vira número, alguém decide o que importa e o que pode ser descartado. Eu investiguei essa decisão: a etapa que o discurso técnico trata como neutra, e que é onde o apagamento acontece.

O epistemicídio não está no fim do pipeline. Está no começo.

O conceito de epistemicídio computacional veio de uma trincheira teórica que escolhi: Sueli Carneiro me deu o nome do que eu estava vendo, Angela Figueiredo me deu o método pra olhar sem pedir licença, Denise Ferreira da Silva me deu o vocabulário pra desmontar a “transparência” do sujeito racializado. Não é citação de rodapé. É aliança.

Agradeço,

Aos orixás, à minha mãe, minha família, minha namorada, meus sogros e meus cachorros, que sustentaram cada madrugada e cada curva sem mapa: vocês são onde esse trabalho mora.

À minha orientadora Sandra Avila, que confiou nessa pesquisa e nunca pediu que eu suavizasse a parte política, sempre direcionou critica e computação na medida. À Marisol Marini, coorientadora, que trouxe a antropologia, a visão crítica pra dentro da roda.

À Angela Figueiredo (UFRB) @angelafigueiredo39 agradecimento duplo: pela arguição e por ser uma aliança teórica dessa dissertação. Sua obra possibilitou minha pesquisa. Defender pra você foi defender pra alguém que eu respeito e isso não tem preço.

Ao Virgílio Almeida (UFMG), pela leitura generosa e pela trajetória pela continuidade e pelos conselhos. Respeito muito, obrigada de verdade!

À comunidade que leu rascunho, foi aos eventos e veio pra defesa e insistiu: essa dissertação é minha, mas não é só minha. Pesquisa preta nunca é.

A banca elogiou como uma tese de doutorado e eu tô muito feliz!

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1 weeks ago


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