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Riva

Cinematographer rep by @lagence
🏆 @abcine - Best Cinematography in Music Videos 2025.

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IRADOH - 3 Atos de Irmandade: A Música, o Crime e a Justiça.

DIRIGIDO:
@iamkaiquealves & @thiago.eva

Criativo:
Insana Duo (@_audrinha & @jpmmonteiro )

PRODUZIDO:
@kond @kakotufano @dudusaraiva @fr3ire Marcelo Campana, Bruno Pappa

PRODUÇÃO DE SET:
Dir. Produção – @fr3ire
Prod. Set – @ju_furtuoso
1º Ass. Dir. – @ofelipeclaudino @luisapeliello
2º Ass. Dir. – @otutumenezes , João Seabra (O Inglez), Andrei Mustafa Cugler
Ass. Produção – @priipina @vivianmasson
Platô – @onobru7_ | Ass. Platô – Thiago Alves, JeZerson Silva, DVD Produções, Vitor Cidrão (Alemão)

FOTOGRAFIA:
Dir. Fotografia – Riva
Dir.Fotografia 2 unidade - @luizmaudonnet
1º Ass. Câmera – @mendesmathe , 2unit Peterson Lomovtov
2º Ass. Câmera – @yyyuricamargo, 2 unit Da Leste
Vídeo Assist – @giovanna_frias | GMA – @allan10almeida | Still – @maxfelipe__
Making Of – @ladymoah

MOV Operator
@adilson.mpedro

COLOR GRADING:
@ianpasqualino (@bleachfilmes )

ELÉTRICA:
Gaffer – @vinicius9057
1º Ass. – Lucão Luz, Vernal Santos
2º Ass. – Charles Sales, Rudney Santos, Gabriel Queiroz

MAQUINÁRIA:
Keygrip – @juliogarcia5811
1º Ass. – Thiago Mota
2º Ass. – Flor, Guilherme Garcia, Kaique Wedekim

ARTE:
Dir. Arte – @f1delis
Ass. Arte – @aarriizz_
Obj. – @mayarawui | Contra-Regra – Pedro Charz
Ajudantes – Derrick Fidelis, Lincoln Pereira, Menino Ivan, Binho San
Efeitos – @martao.efeitos | Pintor – Filipe Kaleb

FIGURINO:
Figurinista – @fefestylist , zju4n (Hodari)
Ass. – John Fernandes, Carlos Vinicius
Camareira – Alex Leandro

MAQUIAGEM:
@mel_palmaa | Ass. – Odara Ketu, Débora Rocha


879
62
11 months ago


IRADOH - 3 Atos de Irmandade: A Música, o Crime e a Justiça.

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@iamkaiquealves & @thiago.eva

Criativo:
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PRODUZIDO:
@kond @kakotufano @dudusaraiva @fr3ire Marcelo Campana, Bruno Pappa

PRODUÇÃO DE SET:
Dir. Produção – @fr3ire
Prod. Set – @ju_furtuoso
1º Ass. Dir. – @ofelipeclaudino @luisapeliello
2º Ass. Dir. – @otutumenezes , João Seabra (O Inglez), Andrei Mustafa Cugler
Ass. Produção – @priipina @vivianmasson
Platô – @onobru7_ | Ass. Platô – Thiago Alves, JeZerson Silva, DVD Produções, Vitor Cidrão (Alemão)

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Dir. Fotografia – Riva
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1º Ass. Câmera – @mendesmathe , 2unit Peterson Lomovtov
2º Ass. Câmera – @yyyuricamargo, 2 unit Da Leste
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1º Ass. – Thiago Mota
2º Ass. – Flor, Guilherme Garcia, Kaique Wedekim

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1º Ass. Câmera – @mendesmathe , 2unit Peterson Lomovtov
2º Ass. Câmera – @yyyuricamargo, 2 unit Da Leste
Vídeo Assist – @giovanna_frias | GMA – @allan10almeida | Still – @maxfelipe__
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1º Ass. – Lucão Luz, Vernal Santos
2º Ass. – Charles Sales, Rudney Santos, Gabriel Queiroz

MAQUINÁRIA:
Keygrip – @juliogarcia5811
1º Ass. – Thiago Mota
2º Ass. – Flor, Guilherme Garcia, Kaique Wedekim

ARTE:
Dir. Arte – @f1delis
Ass. Arte – @aarriizz_
Obj. – @mayarawui | Contra-Regra – Pedro Charz
Ajudantes – Derrick Fidelis, Lincoln Pereira, Menino Ivan, Binho San
Efeitos – @martao.efeitos | Pintor – Filipe Kaleb

FIGURINO:
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879
62
11 months ago

Aniversário 25 anos @netshoes

Produtora: @a_veneta_

Direção@juliatonons
AD: @portoyas
Direção de Produção: @nina_novello e Bia Amorim


DOP: Riva
1AC: @mendesmathe
2AC: @viine_skt
Video Assit: @giovanna_frias
Logger: @dudukoz
Steadi: @steadicria

Gaffer:Franklin Closel
Keygrip: @alvaro_bispoo
Equipe Elétrica: Paulo Ricardo, Igor F. Carvalho e Cleiton
Jonas
Equipe Maquinária: @leoribeirooficial94 , Matheus Felipe, Fabio
Marques e Leidson Barreto
Gerador: Arthur Mafra

Diretora de Arte: @manolamoura
Color Granding: @guifuchss
Montagem e finalização: @henrivasques


514
27
11 months ago

Aniversário 25 anos @netshoes

Produtora: @a_veneta_

Direção@juliatonons
AD: @portoyas
Direção de Produção: @nina_novello e Bia Amorim


DOP: Riva
1AC: @mendesmathe
2AC: @viine_skt
Video Assit: @giovanna_frias
Logger: @dudukoz
Steadi: @steadicria

Gaffer:Franklin Closel
Keygrip: @alvaro_bispoo
Equipe Elétrica: Paulo Ricardo, Igor F. Carvalho e Cleiton
Jonas
Equipe Maquinária: @leoribeirooficial94 , Matheus Felipe, Fabio
Marques e Leidson Barreto
Gerador: Arthur Mafra

Diretora de Arte: @manolamoura
Color Granding: @guifuchss
Montagem e finalização: @henrivasques


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Direção@juliatonons
AD: @portoyas
Direção de Produção: @nina_novello e Bia Amorim


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1AC: @mendesmathe
2AC: @viine_skt
Video Assit: @giovanna_frias
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Gaffer:Franklin Closel
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Produção: @kondzilla
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Dir. Produção: @williantucci

Direção: @iamkaiquealves
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2 Ass.Direção: @felsmann_

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Steadicam: @gusmorozini
Making off: @premierking
Color: @azevedoviniii
Gear: @dopvision.cinemagear (Lens Canon K35)


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Production: @fraga.studio
Director: @odiegofraga
Creative Direction: Flávio Verne, Luísa Sonza and @pedrorettore
Creative Assistants: Lucas Drummond, Paulo Motta, Pedro Gibram and Diego Franco
Director of Photography: @rivadop
Production Design: Guilherme Ávila
Costume Design: Cacau and Anuro
Screenplay: Diego Fraga and Pedro Rettore
1st AD: Gusmão
2nd AD: Luisa Monteiro

Executive Producer: Pedro Rettore
Production Director: Reinaldo Faria, Ronder William
Client Service: Pedro Gibram
Post Production: Fraga Studio
Editing and Finishing: Pedro Rettore
CGI: Diego Fraga and Ivo Deymon
Compositing: Ivo Deymon
Sound Design and Audio Finishing: Vithor Moraes
Colorist: @braionm
Behind the Scenes: Rodrigo Gama


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New work for @luisasonza – Loira Gelada ❄️✨

Production: @fraga.studio
Director: @odiegofraga
Creative Direction: Flávio Verne, Luísa Sonza and @pedrorettore
Creative Assistants: Lucas Drummond, Paulo Motta, Pedro Gibram and Diego Franco
Director of Photography: @rivadop
Production Design: Guilherme Ávila
Costume Design: Cacau and Anuro
Screenplay: Diego Fraga and Pedro Rettore
1st AD: Gusmão
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Executive Producer: Pedro Rettore
Production Director: Reinaldo Faria, Ronder William
Client Service: Pedro Gibram
Post Production: Fraga Studio
Editing and Finishing: Pedro Rettore
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Compositing: Ivo Deymon
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Production Design: Guilherme Ávila
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Production Director: Reinaldo Faria, Ronder William
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Post Production: Fraga Studio
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Production Design: Guilherme Ávila
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Production Director: Reinaldo Faria, Ronder William
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Post Production: Fraga Studio
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We are very excited to welcome cinematographer Riva @rivadop to the Lagence Latam family ✨

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“O SOL TAMBÉM CHORA” | @borges

Ficha técnica:

Uma realização @maze__hub e @mainstreet

Direção: Igor Vargas @oigorvargas
Produção Executiva e Direção de produção: Jéssica Villardo @jessvillardo - Nanie Aguirre @oieusounanie
Assistência de Produção: Beatriz Paixão @biapaixaogomes - Alice Maria Cabral @al1cemaria - Sadoc @sadocschwartz
Direção de Fotografia: Riva @rivadop
AC1: Mathe Mendes @mendesmathe
AC2: Renan Henrison @renanherison
Logger:Diego Porto @portodiego_
Gaffer: Jonatas Calazans @jonatas.calazans
1º Assistente elétrica: Marcelo Ferreira @marcelo_ferreira05
2º Assistente Elétrica:Marquinho - marcvs.allan
Maquinista: Vini Escobar @brownvinii
Assistência de Maquinária: Fabrício Freitas @fabriciogfreitas
Direção de Arte: GB Valente @gbvalente
Designer Gráfico: Jhow Sampaio @jhoworiginal
Produção de arte: Rafaella Baptista @rafaella_cbaptista
Contra Regra: Cabelinho @cabelinho_contraregra - Kevyn @kevynocontra - Alexandre @xande_alle
Assistente de arte: Matheus Lyrio @mlyrio
Figurinista: Tayná Letícia @tayleticiass
Assistente de Figurino: Alex Mendes alexmendes_ - Jones @jonees___
Caracterização: Monique Simonato @msimonato
Platô: Digão Oliveira @digaooliveira
Equipe de Platô: Arthur Beatriz @madeincaxias - Kaiky Bonifacio @ksbonifacio - Kauã Oliveira @kaua_siqueir_a
Still: Dona Isa @donaisaa_
Making of Maze: Ygor Freitas @ygorfreitas_
Produção de Casting: Jamili Costa @miliccosta
Casting: Raphaella Barbeira · Jéssica Pimenta · Gabi Oliveira · Taísa Souza · baianin · Julian · Oliveira Vieira · Salgado · A. Souza · João Ferreira · Luan evo · Psyboybart · Mahelder · Wallace Santos · Luiz Carlos Júnior · Yan Levi · Rebecca Caetano
Edição: Heitor Mello @heitormell0
Color: Braion Marçal @braionm
Transporte: Cláudio Gago - Daniel Melo - Igor Henrique - Jackson Bernardo
Segurança: Cabeça
Limpeza: Franciane Bandeira
Carregadores: Victor Xavier · Júnior Ferreira · Fabrício
Apoio: Conceito Retrô
Agradecimentos: Seu Zeca e todos trabalhadores da @conceitoretro


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Platô: Digão Oliveira @digaooliveira
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Carrossel do amor, só com o néctar porque a retenção da atenção dura pouco ou quase nada. Aceito seu like, seu alô e seu amor de volta.

Tks meu parceiro @openrafaelreis pelo convite e equipe Bem Bolado pelo respeito no caminho.

Produção Executiva KVPA + @thainagallo
Diretor de Fotografia 1 Unidade @rivadop
Diretor de Fotografia 2a. unidade @correafelipe__
1 AC @mendesmathe
2 AC guialvesv
Diretora de Arte @edi________________
Produtora de Objetos @lolap4ola
Contra Regra @arlindo.gt
Arte - Packshot @f1delis
Produtor de Base @tadeubara
Plato @bigode_jp_oficial
Bombeiro @edilsonnascimento3
Stylist @fefestylist
Make up @brunaalves.blz @dudiz_itt
Produção de Elenco e AD @alli.nolasco
Elenco @romulovlad @mirella.guida @thainagallo , @vickatupi , @pablorodrigues_p
Eletrica @eu.gusta @nil.felix.545
Edit @joao_ballestiero
Color @azevedoviniii
VFX @rudarosa_
Still @palu___bertissolli
Assit de foto @narebaa
Câmera e lentes @dopvision.cinemagear
Trilha e SFX @edduferreira

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@avatimoficial - Bakari

Directed by: @_audrinha & @jpmmonteiro
Prod: Moloko
1st AD: @rafavneve
Dir Arte: @ramos.thi

1AC - @alexandre.rc
2AC - @nenem_sa
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@zinalle - Meu Jogo

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Direção de Produção: @jessvillardo
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Salve! Hoje encerro minha participação no #ocupaABC falando sobre a fase da minha vida que mais me move: o cinema.

Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


384
14
7 months ago

Salve! Hoje encerro minha participação no #ocupaABC falando sobre a fase da minha vida que mais me move: o cinema.

Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


384
14
7 months ago

Salve! Hoje encerro minha participação no #ocupaABC falando sobre a fase da minha vida que mais me move: o cinema.

Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

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“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

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Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

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“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

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Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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Desde criança, na época das locadoras, o cinema foi minha grande paixão. Cada filme que eu assistia era uma porta para o impossível, um convite para imaginar mundos que iam além da minha realidade. Naquele tempo, sentar em frente à tela era um respiro, um escape e também uma promessa de que existia algo maior, algo que podia ser criado.

Com o tempo, esse sonho foi tomando forma. O ato de acreditar que eu poderia não apenas assistir, mas também construir esses mundos começou a se tornar real. A cinematografia foi meu caminho para transformar imaginação em imagem, desejo em narrativa.

Depois de anos fotografando, conquistei oportunidades de me envolver em séries e curtas-metragens. Cada projeto foi me ensinando, me provocando e me lapidando como artista. Hoje sigo trilhando esse caminho, ainda com o fascínio de quem descobriu o mundo através da locadora de filmes, mas agora sendo um olhar que também constrói essas narrativas.

Dois curtas marcaram profundamente meu caminho: “Iboru”, de Marcelo D2, e “Favela Amarela”, de Thiago Tuchu & Nicolas Lobato.

“Iboru” foi meu primeiro contato com um curta-metragem, no qual tive a honra de traduzir em imagens a ancestralidade e o samba que permeiam a obra de Marcelo D2. Construir visualmente seu universo foi desafiador e profundamente gratificante, e ver o resultado na tela foi inesquecível.

Já “Favela Amarela” mergulha em um universo lovecraftiano ainda pouco explorado no Brasil. A obra audiovisual retrata o racismo estrutural através de uma perspectiva de horror cósmico, inspirada em H.P. Lovecraft e outros ícones do horror e mistério, seguindo a onda contemporânea de releituras dessas obras por grandes diretores negros, como Jordan Peele e outros. Com Tucho e Nicolas especialistas geniais nesse estilo, transformamos fragmentos de sua ficção em imagens concretas, mesmo diante de limitações. O curta será lançado ano que vem e revela não apenas a força singular de seus diretores, mas também a promessa de um cinema nacional ousado, original e instigante.


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7 months ago

Me chamo Riva, sou Diretor de Fotografia e, nesta semana, estou participando do #ocupaABC para falar sobre meu trabalho como cinematógrafo.

Durante esses três dias, apresentarei uma linha do tempo dos projetos que mais me desafiaram e me motivaram como DOP, desde os videoclipes e trabalhos publicitários até o caminho que sigo hoje no cinema.

O videoclipe foi, para mim, uma verdadeira escola de formação artística.

Foi nesse espaço que desenvolvi meu olhar para a estética, compreendi a dinâmica da luz e aprendi a extrair o máximo de mim como criador de imagens.

Meu profundo apreço pela música sempre foi um guia nesse processo. Ela me ensinou a interpretar as intenções do diretor e a transformá-las em uma proposta visual que, ao mesmo tempo, dialogasse com a identidade do artista e oferecesse algo novo ao espectador.

O papel do diretor de fotografia no videoclipe é, a meu ver, de grande responsabilidade. É nesse formato que o público, muitas vezes, tem o primeiro contato com uma nova fase da carreira de um(a) artista.

Participar da construção dessa narrativa visual é contribuir para a forma como o mundo o(a) verá. Isso é algo pelo qual tenho enorme respeito e entusiasmo.

Hoje compreendo que construir um caminho visual se assemelha a preparar uma refeição. É preciso, primeiro, entender o paladar de quem irá experimentá-la, conhecer o(a) artista, o público e o contexto da obra. A partir disso, acrescento o meu próprio tempero, minhas cores, minha luz, minha forma de narrar.

Cada diretor de fotografia possui um modo de preparo único. São essas escolhas, interpretações e pequenas diferenças que tornam cada visão singular. É nessa singularidade que encontro sentido no meu trabalho, criando imagens que conectam, emocionam e transformam.

Amanhã tem mais!


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Participar da construção dessa narrativa visual é contribuir para a forma como o mundo o(a) verá. Isso é algo pelo qual tenho enorme respeito e entusiasmo.

Hoje compreendo que construir um caminho visual se assemelha a preparar uma refeição. É preciso, primeiro, entender o paladar de quem irá experimentá-la, conhecer o(a) artista, o público e o contexto da obra. A partir disso, acrescento o meu próprio tempero, minhas cores, minha luz, minha forma de narrar.

Cada diretor de fotografia possui um modo de preparo único. São essas escolhas, interpretações e pequenas diferenças que tornam cada visão singular. É nessa singularidade que encontro sentido no meu trabalho, criando imagens que conectam, emocionam e transformam.

Amanhã tem mais!


1.6K
62
7 months ago

Me chamo Riva, sou Diretor de Fotografia e, nesta semana, estou participando do #ocupaABC para falar sobre meu trabalho como cinematógrafo.

Durante esses três dias, apresentarei uma linha do tempo dos projetos que mais me desafiaram e me motivaram como DOP, desde os videoclipes e trabalhos publicitários até o caminho que sigo hoje no cinema.

O videoclipe foi, para mim, uma verdadeira escola de formação artística.

Foi nesse espaço que desenvolvi meu olhar para a estética, compreendi a dinâmica da luz e aprendi a extrair o máximo de mim como criador de imagens.

Meu profundo apreço pela música sempre foi um guia nesse processo. Ela me ensinou a interpretar as intenções do diretor e a transformá-las em uma proposta visual que, ao mesmo tempo, dialogasse com a identidade do artista e oferecesse algo novo ao espectador.

O papel do diretor de fotografia no videoclipe é, a meu ver, de grande responsabilidade. É nesse formato que o público, muitas vezes, tem o primeiro contato com uma nova fase da carreira de um(a) artista.

Participar da construção dessa narrativa visual é contribuir para a forma como o mundo o(a) verá. Isso é algo pelo qual tenho enorme respeito e entusiasmo.

Hoje compreendo que construir um caminho visual se assemelha a preparar uma refeição. É preciso, primeiro, entender o paladar de quem irá experimentá-la, conhecer o(a) artista, o público e o contexto da obra. A partir disso, acrescento o meu próprio tempero, minhas cores, minha luz, minha forma de narrar.

Cada diretor de fotografia possui um modo de preparo único. São essas escolhas, interpretações e pequenas diferenças que tornam cada visão singular. É nessa singularidade que encontro sentido no meu trabalho, criando imagens que conectam, emocionam e transformam.

Amanhã tem mais!


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Me chamo Riva, sou Diretor de Fotografia e, nesta semana, estou participando do #ocupaABC para falar sobre meu trabalho como cinematógrafo.

Durante esses três dias, apresentarei uma linha do tempo dos projetos que mais me desafiaram e me motivaram como DOP, desde os videoclipes e trabalhos publicitários até o caminho que sigo hoje no cinema.

O videoclipe foi, para mim, uma verdadeira escola de formação artística.

Foi nesse espaço que desenvolvi meu olhar para a estética, compreendi a dinâmica da luz e aprendi a extrair o máximo de mim como criador de imagens.

Meu profundo apreço pela música sempre foi um guia nesse processo. Ela me ensinou a interpretar as intenções do diretor e a transformá-las em uma proposta visual que, ao mesmo tempo, dialogasse com a identidade do artista e oferecesse algo novo ao espectador.

O papel do diretor de fotografia no videoclipe é, a meu ver, de grande responsabilidade. É nesse formato que o público, muitas vezes, tem o primeiro contato com uma nova fase da carreira de um(a) artista.

Participar da construção dessa narrativa visual é contribuir para a forma como o mundo o(a) verá. Isso é algo pelo qual tenho enorme respeito e entusiasmo.

Hoje compreendo que construir um caminho visual se assemelha a preparar uma refeição. É preciso, primeiro, entender o paladar de quem irá experimentá-la, conhecer o(a) artista, o público e o contexto da obra. A partir disso, acrescento o meu próprio tempero, minhas cores, minha luz, minha forma de narrar.

Cada diretor de fotografia possui um modo de preparo único. São essas escolhas, interpretações e pequenas diferenças que tornam cada visão singular. É nessa singularidade que encontro sentido no meu trabalho, criando imagens que conectam, emocionam e transformam.

Amanhã tem mais!


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7 months ago

“Melhor Direção de Fotografia em Videoclipe do Prêmio ABC 2025”

Há 8 anos venho moldando meu trabalho como Diretor de Fotografia em Videoclipe
Essa paixão e constante evolução vem pelo amor que tenho pela música, ela me alumbra.
Em muitos dos trabalhos que realizei como DOP, tenho plena consciência de que minha contribuição ajudou a enriquecer os projetos, permitindo que fossem vistos e sentidos de uma forma única por quem os assistia.
Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
Esse é o poder pelo qual sou apaixonado e com ele que vejo o meu trabalho se tornar sólido.

Dentro desses 8 anos, venho olhando para o caminho do cinema como algo alcançável, entre curtas e séries que venho me envolvendo.
Antes isso tudo era uma ideia porque de onde eu vim esse objetivo é taxado na inexistência. Mas um trabalho que se mantém e resiste ao tempo, segue adiante e floresce no impossível.

Hoje, ao olhar para esse prêmio na minha sala, ele grita: “sou o símbolo de continuidade”.

Obrigado a todos que fizeram e fazem parte desse caminho e sejam bem vindos aqueles que irão somar comigo nesse novo caminho.


692
104
10 months ago

“Melhor Direção de Fotografia em Videoclipe do Prêmio ABC 2025”

Há 8 anos venho moldando meu trabalho como Diretor de Fotografia em Videoclipe
Essa paixão e constante evolução vem pelo amor que tenho pela música, ela me alumbra.
Em muitos dos trabalhos que realizei como DOP, tenho plena consciência de que minha contribuição ajudou a enriquecer os projetos, permitindo que fossem vistos e sentidos de uma forma única por quem os assistia.
Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
Esse é o poder pelo qual sou apaixonado e com ele que vejo o meu trabalho se tornar sólido.

Dentro desses 8 anos, venho olhando para o caminho do cinema como algo alcançável, entre curtas e séries que venho me envolvendo.
Antes isso tudo era uma ideia porque de onde eu vim esse objetivo é taxado na inexistência. Mas um trabalho que se mantém e resiste ao tempo, segue adiante e floresce no impossível.

Hoje, ao olhar para esse prêmio na minha sala, ele grita: “sou o símbolo de continuidade”.

Obrigado a todos que fizeram e fazem parte desse caminho e sejam bem vindos aqueles que irão somar comigo nesse novo caminho.


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Em muitos dos trabalhos que realizei como DOP, tenho plena consciência de que minha contribuição ajudou a enriquecer os projetos, permitindo que fossem vistos e sentidos de uma forma única por quem os assistia.
Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
Esse é o poder pelo qual sou apaixonado e com ele que vejo o meu trabalho se tornar sólido.

Dentro desses 8 anos, venho olhando para o caminho do cinema como algo alcançável, entre curtas e séries que venho me envolvendo.
Antes isso tudo era uma ideia porque de onde eu vim esse objetivo é taxado na inexistência. Mas um trabalho que se mantém e resiste ao tempo, segue adiante e floresce no impossível.

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Obrigado a todos que fizeram e fazem parte desse caminho e sejam bem vindos aqueles que irão somar comigo nesse novo caminho.


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Há 8 anos venho moldando meu trabalho como Diretor de Fotografia em Videoclipe
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Em muitos dos trabalhos que realizei como DOP, tenho plena consciência de que minha contribuição ajudou a enriquecer os projetos, permitindo que fossem vistos e sentidos de uma forma única por quem os assistia.
Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
Esse é o poder pelo qual sou apaixonado e com ele que vejo o meu trabalho se tornar sólido.

Dentro desses 8 anos, venho olhando para o caminho do cinema como algo alcançável, entre curtas e séries que venho me envolvendo.
Antes isso tudo era uma ideia porque de onde eu vim esse objetivo é taxado na inexistência. Mas um trabalho que se mantém e resiste ao tempo, segue adiante e floresce no impossível.

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Em muitos dos trabalhos que realizei como DOP, tenho plena consciência de que minha contribuição ajudou a enriquecer os projetos, permitindo que fossem vistos e sentidos de uma forma única por quem os assistia.
Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
Esse é o poder pelo qual sou apaixonado e com ele que vejo o meu trabalho se tornar sólido.

Dentro desses 8 anos, venho olhando para o caminho do cinema como algo alcançável, entre curtas e séries que venho me envolvendo.
Antes isso tudo era uma ideia porque de onde eu vim esse objetivo é taxado na inexistência. Mas um trabalho que se mantém e resiste ao tempo, segue adiante e floresce no impossível.

Hoje, ao olhar para esse prêmio na minha sala, ele grita: “sou o símbolo de continuidade”.

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Consegui revelar um mundo onde antes ninguém enxergava e despertar sensações por meio da união entre o visual e o musical que são elementos que, juntos, se tornam parte essencial da equação que transforma o projeto em algo grandioso.
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