Xan DI Alexandria 🏳️⚧️
الإسكندرية
ARTE-ANTROPOLOGIA-EDUCAÇÃO
cromoterapeuta
Cabocla NORTISTA Encantada

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
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@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
@aishkonatn , @cocota_rud @follyghost@napi.neruda @pedraxcostae @__j0s1 ( faltou um self nosso.) .
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Minha primeira semana em Berlin foi quente como um verão gratificante, alegre e feliz. Aqui o calorzinho e os jardins floridos fizeram meu espírito se sentir grato e meus olhos lisonjeados pela existência e oportunidade. Os últimos meses que estive em Belém ( minha amada cidade) me deixaram com a triste impressão das mesmas violências de expropriação cultural que só nos consomem e não nos dão nada dignamente em troca....falta de oportunidades de trabalhar com Arte e Cultura, precariedade, e uma estranha mudança climática que tem feito a periferia sofrer ( Tapanã me acolhe sempre). É triste ver minha amada Belém sofrendo, enquanto as pessoas de fora consomem a bela imagem do modelo da cidade floresta perfeita com a consciência límpida da sua ascendência indígena , caboca...Belém tá em chamas, ardendo e desesperada por oportunidade e comida. Voltar para Berlin depois de 2 anos a trabalho foi como me sentir abduzida por uma nave espacial que me trouxe a uma outra realidade de fartura e abundância. Difícil trabalhar com fome e sem dinheiro. A periferia não precisa ser romantizada. Definitivamente não. No Pará artistas e a cultura precisam ser dignificados e aplaudidos e muito bem pagos. Não dá para trabalhar sem dinheiro. Definitivamente não. A gente faz por amor. Mas só amor não põe mesa. A cultura na Amazônia, em Belém é o que é mais sugado , explorado e capitalizado. E dá uma raiva quando as pessoas de fora da Amazônia se beneficiam largamente com isso nos colocando em lugares de subalternização. O pior é vermos umas lutando com as outras por um lugar ao sol. E Belém brilha tanto. Quem tem fome tem pressa. Belém me confunde, mas é láque me sinto revigorada. Mas não tenho mais aquelaingênuidade de querer salvar a terra e ter que se comprometer para o resto da vida enquanto só destroem e descartabilizam.Não sou mártir. Entendi que posso articular e fazer do meu jeitinho. É certo eu volto.
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GRATIDÃO GRATIDÃO GRATIDÃO por estar aqui na Alemanha novamente para uma temporada.
Gratidão ao cosmos. E aos encontros em Berlin.
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ASÉ SARAVÁ INDAUÊ!!!!

ICAMIABA.
Sobre o poder das imagens. As que eu quero em vida e depois de morrer.A flecha sempre apontou meus caminhos. Mairi chove. Retorno ao começo quando tudo era chuva e eu nascia brilhante nas águas grandes no norte do Brasil. Eu sempre fui floresta. Líquida Encantaria. Boto & Sereia em Belém do Pará.
ESTOU VOLTANDO!!!
ASÉ SARAVÁ INDAUÊ TUPÃ!!!
📸 Do maravilhoso e sensível @lucasgnzg

Na próxima segunda-feira, 25/05, às 16h, no Cinema da UFBA, em Salvador-BA, teremos a segunda sessão da Mostra "Memórias de mulheres na Bahia e no cinema" com a programação "Olhares convocatórios e imagens insubordinadas" com cinco curtas-metragens.
Iremos exibir o filme Iauaraete (2020) da cineasta Xan Marçall.
Confiram algumas informações do filme e da realizadora!
A curadoria e pesquisa é assinada por Hyndra. A realização conta com Juliana Cajives na identidade visual e Agnes Aguirre na produção executiva.
Acompanhem o perfil do CAOS, coletivo realizador do evento @antropologicaos para mais informações.
Anotem na agenda e não esqueçam do nosso encontro marcado para ver filmes baianos dirigidos por mulheres. Chamem gente!
📆 25/05 (segunda-feira)
⏰ 16h
📌 Cinema da UFBA (Canela)
🎟️ Gratuito e com emissão de certificados de presença
#cinema #cinemabaiano #filmes #ufba #salvador #bahia

Na próxima segunda-feira, 25/05, às 16h, no Cinema da UFBA, em Salvador-BA, teremos a segunda sessão da Mostra "Memórias de mulheres na Bahia e no cinema" com a programação "Olhares convocatórios e imagens insubordinadas" com cinco curtas-metragens.
Iremos exibir o filme Iauaraete (2020) da cineasta Xan Marçall.
Confiram algumas informações do filme e da realizadora!
A curadoria e pesquisa é assinada por Hyndra. A realização conta com Juliana Cajives na identidade visual e Agnes Aguirre na produção executiva.
Acompanhem o perfil do CAOS, coletivo realizador do evento @antropologicaos para mais informações.
Anotem na agenda e não esqueçam do nosso encontro marcado para ver filmes baianos dirigidos por mulheres. Chamem gente!
📆 25/05 (segunda-feira)
⏰ 16h
📌 Cinema da UFBA (Canela)
🎟️ Gratuito e com emissão de certificados de presença
#cinema #cinemabaiano #filmes #ufba #salvador #bahia

As ÁGUAS GRANDES TRANSBORDAM a cidade de Belém e MAIRI emerge da cidade soterrada.
É engajando esse conceito que a MAIRI- Mostra Internacional de Cinema Transbordante, conflui na cidade de Belém-Pará-Amazônia.
Com uma curadoria formada por mulheres da Amazônia, a Mostra propõe a exibição de filmes que ultrapassem a barreira das narrativas convencionais no cinema, na politica e no território, propondo aos expectadores-apreciadores de cinema perspectivas diversas e experimentais de mundo.
O projeto prevê ainda atividades de formação e dialogo com espaços culturais e estudantis na cidade de Belém.
Ainda que menos de 8%-6% dos recursos do audiovisial ser destinado a região Norte-Amazônia, e o extrativismo simbólico sobre a Flotesta e pessoas amazônidas servirem de recurso capital para pessoas não- amazônidas, que repetidamente insistem em subalternizar o engajamento, ativismo de profissionais do setor audiovisual da região, ignorando um longo trajeto histórivo de produção de imagens no cinema e nas Artes, a MAIRI, é umaresposta as multiplas violências simbólicas contra processos de invisibilização do cinema experimental e independente, e também uma oportunidade de encontro e dialogo com o cinema brasileiro experimental e independente do Brasil e do mundo, a partir da encruzilhada aquática que é Belém-Pará.
VENHAM CONFERIR.
Uma parceria TRANSBORDANTE com o SESC VER-O-PESO @sesc_pa . Localizado no coração da cidade.
13 de março de 15h às 21h
14 de março de 15h às 18:30h
Esperamos todas lá!
@porake.mdk @fronteriza.film @marrcorrea @liliamcohen @ascompras_filme @pirambeiramar @joycecursinoo @rodrigsrod @muirak_studio @ayalaprazeres @aylagabrielaa @omaroproductions @rastricinha @pedraxcosta @ramquaresma @borboletasfilmes @mauricioigor @rodrigodalcantara @cpartes.ro @danielarcades @audiovisualmendes @harebrasil @aline_tanaa

MOSTRA DE CINEMA
Belém será palco, nos dias 13 e 14 de março, da MAIRI – Mostra Internacional de Cinema Transbordante, evento dedicado à exibição e reflexão sobre produções audiovisuais que exploram novas formas de narrar, sentir e perceber o mundo. A mostra acontece no SESC Ver-o-Peso, reunindo curtas, médias e longas-metragens que dialogam com diferentes linguagens, experiências sensoriais e perspectivas estéticas. Criada na Amazônia, a MAIRI (@mairicinematransbordante ) nasce com a proposta de ampliar o olhar sobre o cinema contemporâneo.
Inspirada na ideia de “transbordamento”, a mostra busca reunir obras que ultrapassem formatos tradicionais e que experimentem novas possibilidades de narrativa, imagem e sensibilidade. A iniciativa também propõe um espaço de encontro entre arte, território e pensamento crítico, entendendo o cinema como um gesto poético, político e ecossistêmico.
A programação reúne filmes de temática livre e aposta em produções que transitam entre gêneros e estilos, aproximando o público de experiências cinematográficas que questionam as estruturas convencionais da linguagem audiovisual.
O público poderá acompanhar a programação diretamente no SESC Ver-o-Peso, no centro histórico de Belém. As sessões são abertas ao público e sujeitas à lotação do espaço, permitindo que moradores e visitantes desfrutem das exibições e da atmosfera de diálogo e experimentação proposta pela mostra.
#amazônianoar

MOSTRA DE CINEMA
Belém será palco, nos dias 13 e 14 de março, da MAIRI – Mostra Internacional de Cinema Transbordante, evento dedicado à exibição e reflexão sobre produções audiovisuais que exploram novas formas de narrar, sentir e perceber o mundo. A mostra acontece no SESC Ver-o-Peso, reunindo curtas, médias e longas-metragens que dialogam com diferentes linguagens, experiências sensoriais e perspectivas estéticas. Criada na Amazônia, a MAIRI (@mairicinematransbordante ) nasce com a proposta de ampliar o olhar sobre o cinema contemporâneo.
Inspirada na ideia de “transbordamento”, a mostra busca reunir obras que ultrapassem formatos tradicionais e que experimentem novas possibilidades de narrativa, imagem e sensibilidade. A iniciativa também propõe um espaço de encontro entre arte, território e pensamento crítico, entendendo o cinema como um gesto poético, político e ecossistêmico.
A programação reúne filmes de temática livre e aposta em produções que transitam entre gêneros e estilos, aproximando o público de experiências cinematográficas que questionam as estruturas convencionais da linguagem audiovisual.
O público poderá acompanhar a programação diretamente no SESC Ver-o-Peso, no centro histórico de Belém. As sessões são abertas ao público e sujeitas à lotação do espaço, permitindo que moradores e visitantes desfrutem das exibições e da atmosfera de diálogo e experimentação proposta pela mostra.
#amazônianoar

Belém vai chover! Belém vai transbordar!
Dias 13 e 14 de março de 2026, período das águas grandes, inverno amazônico, o SESC Ver-O-Peso irá receber a MAIRI -Mostra Internacional de Cinema Transbordante com filmes do Brasil e diferentes partes do mundo.
Te abicora. Prepara a tua sombrinha, tua capa de chuva, te organiza. Te esperamos no SESC Ver-O-Peso para apreciar filmes que desafiam as narrativas convencionais do cinema.
Uma oportunidade de ver, pensar e fabular a vida, cosmovisões e o audiovisual.
Mais uma oportunidade de cinemapara a cidade de Belém.
Mairi permanece nos sonhos, na memória, e na fabulação.
Salve as águas.
Em breve divulgaremos nossa equipe e a programação completa.

Seguem abertas as inscrições para a MAIRI – Mostra Internacional de Cinema Transbordante até dia 18 de fevereiro! 🎬
A proposta é simples e potente: exibir filmes que desafiem o jeito convencional de narrar e sentir o mundo ✨
A mostra aposta em um cinema poético, político e amazônico, que convida à escuta, ao debate e à imersão. O evento será realizado nos dias 13 e 14 de março, no SESC Ver-o-Peso 🎥
➡️ Saiba mais na matéria: https://wp.me/p9Gz7U-s7
#ChamaCultural
#MAIRI #CinemaAmazônico #CinemaIndependente #Culturaamazônica

A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
Com comunidade.
Com consequência.
Parabens pela iniciativa Xan!
Estratégia, Comunicação e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )

A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
Com comunidade.
Com consequência.
Parabens pela iniciativa Xan!
Estratégia, Comunicação e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )

A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
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Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
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**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
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Mas como centro.
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A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
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A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
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A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
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**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
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Parabens pela iniciativa Xan!
Estratégia, Comunicação e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )

A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
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A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
Com comunidade.
Com consequência.
Parabens pela iniciativa Xan!
Estratégia, Comunicação e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )

A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
Com comunidade.
Com consequência.
Parabens pela iniciativa Xan!
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
Com território.
Com comunidade.
Com consequência.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
e muda também o que passa a ser possível imaginar.
Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
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Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
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A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
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**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
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A Mostra de Cinema APTA — Sessão Norte, em Belém, foi a materialização disso na prática.
Não como exceção.
Mas como centro.
Quando pessoas trans estão por trás das telas, muda a gramática do que é mostrado —
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Em um país onde o Norte costuma ficar fora do circuito, ocupar a universidade, abrir repertório e criar encontro não é gesto simbólico:
é política cultural em ação.
A Mostra não “levou” cinema para o Norte.
Reconheceu que ele já existe, produz linguagem, estética e futuro —
e merece circulação, continuidade e investimento.
Celebrar a Visibilidade Trans é afirmar isso:
**nossos corpos importam, nossas narrativas importam — e nossa autoria decide o mundo que o Brasil aprende a ver.**
Seguimos.
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Parabens pela iniciativa Xan!
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ZENAIDE ZEN minha primeira professora e mestra de teatro, mentora e amiga. Me educou para cena, para o espirito, e para os estudos sobre AFROCENTRICIDADE.
Aos 16 anos quando tive a oportunidade de morar no RJ, participei do ICÔNICO projeto de arte educaçao EU SOU UM ARCO-ÍRIS CÓSMICO, no Teatro Armando Gonzaga.
TUDO O QUE VOCÊS SABEM HOJE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL, EU DISSE TUDO O QUE SE SABE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL FOI DESENVOLVIDO E MEDIADO POR ELA.
Pena que ainda segue eclipsada.
Editei um trecho da entrevista dela ao programa "Provocações" cedido a Antonio Abujamra pela TV CULTURA, em que ela partilha toda a sua CONS-CIÊNCIAde ser quem se é.
E nunca esquecerei das broncas, das vezes que me forçou a abrir os olhos para não me deixar ser confundida por falsos desejos, o orgulho, tola vaidade de emoções pueris que nos impede, nos atrapalha de realizarmos coisas coletivas bem maiores que nós.
SEMPRE SAUDAREI TUA EXISTÊNCIA. SARAVÁ MESTRA ZENAIDE ZEN!!!
Hoje completaria 70 anos. Seu legado tem sido divulgado há poucos anos, ainda timidamente.
ZENAIDE foi e continua sendo baluarte das Artes e Teatro (Negro) no Brasil.
Aqui um pouco sobre ela:
Atriz, Griot Contemporânea, modelo, diretora teatral, dançarina, apresentadora de tv, formadora de formadores pela lei 10.639. Projeto comissionado peloMEC. Tradutora de diversos idiomas , participou de grandes encontros na Howard Universith em
1987, e ter recebido o certificado “ Dean’n Honor Roll- Dean the College o Fine Arts” estimulando as indagações através de pesquisas e traduções referenciadas pela obra “ The African origin of civilization- Myth or Reality de Cheikh Anta Diop, e com isso ter colaborado no sentido do negro no planeta, com a descoberta de que tudo iniciara segundo contemporâneas teorias na época, e em parte, confirmadas, na África.
Autodidata,foi, no Brasil. E em 2000 a 1ª e única CAPES/LASPAU/ FULLBRIGHT SCHOLAR EM DIREÇÃO DE TEATRODANÇA , CINEMA E TV- HOWARD UNIVERSITY- Wash./DC e FULLBRIGHT
AIR- ARTIST-IN-RESIDENCE/ VISITING PROFESOR- PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY”, onde criou a cadeira sobre AFROCENTRICIDADE.

ZENAIDE ZEN minha primeira professora e mestra de teatro, mentora e amiga. Me educou para cena, para o espirito, e para os estudos sobre AFROCENTRICIDADE.
Aos 16 anos quando tive a oportunidade de morar no RJ, participei do ICÔNICO projeto de arte educaçao EU SOU UM ARCO-ÍRIS CÓSMICO, no Teatro Armando Gonzaga.
TUDO O QUE VOCÊS SABEM HOJE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL, EU DISSE TUDO O QUE SE SABE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL FOI DESENVOLVIDO E MEDIADO POR ELA.
Pena que ainda segue eclipsada.
Editei um trecho da entrevista dela ao programa "Provocações" cedido a Antonio Abujamra pela TV CULTURA, em que ela partilha toda a sua CONS-CIÊNCIAde ser quem se é.
E nunca esquecerei das broncas, das vezes que me forçou a abrir os olhos para não me deixar ser confundida por falsos desejos, o orgulho, tola vaidade de emoções pueris que nos impede, nos atrapalha de realizarmos coisas coletivas bem maiores que nós.
SEMPRE SAUDAREI TUA EXISTÊNCIA. SARAVÁ MESTRA ZENAIDE ZEN!!!
Hoje completaria 70 anos. Seu legado tem sido divulgado há poucos anos, ainda timidamente.
ZENAIDE foi e continua sendo baluarte das Artes e Teatro (Negro) no Brasil.
Aqui um pouco sobre ela:
Atriz, Griot Contemporânea, modelo, diretora teatral, dançarina, apresentadora de tv, formadora de formadores pela lei 10.639. Projeto comissionado peloMEC. Tradutora de diversos idiomas , participou de grandes encontros na Howard Universith em
1987, e ter recebido o certificado “ Dean’n Honor Roll- Dean the College o Fine Arts” estimulando as indagações através de pesquisas e traduções referenciadas pela obra “ The African origin of civilization- Myth or Reality de Cheikh Anta Diop, e com isso ter colaborado no sentido do negro no planeta, com a descoberta de que tudo iniciara segundo contemporâneas teorias na época, e em parte, confirmadas, na África.
Autodidata,foi, no Brasil. E em 2000 a 1ª e única CAPES/LASPAU/ FULLBRIGHT SCHOLAR EM DIREÇÃO DE TEATRODANÇA , CINEMA E TV- HOWARD UNIVERSITY- Wash./DC e FULLBRIGHT
AIR- ARTIST-IN-RESIDENCE/ VISITING PROFESOR- PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY”, onde criou a cadeira sobre AFROCENTRICIDADE.

ZENAIDE ZEN minha primeira professora e mestra de teatro, mentora e amiga. Me educou para cena, para o espirito, e para os estudos sobre AFROCENTRICIDADE.
Aos 16 anos quando tive a oportunidade de morar no RJ, participei do ICÔNICO projeto de arte educaçao EU SOU UM ARCO-ÍRIS CÓSMICO, no Teatro Armando Gonzaga.
TUDO O QUE VOCÊS SABEM HOJE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL, EU DISSE TUDO O QUE SE SABE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL FOI DESENVOLVIDO E MEDIADO POR ELA.
Pena que ainda segue eclipsada.
Editei um trecho da entrevista dela ao programa "Provocações" cedido a Antonio Abujamra pela TV CULTURA, em que ela partilha toda a sua CONS-CIÊNCIAde ser quem se é.
E nunca esquecerei das broncas, das vezes que me forçou a abrir os olhos para não me deixar ser confundida por falsos desejos, o orgulho, tola vaidade de emoções pueris que nos impede, nos atrapalha de realizarmos coisas coletivas bem maiores que nós.
SEMPRE SAUDAREI TUA EXISTÊNCIA. SARAVÁ MESTRA ZENAIDE ZEN!!!
Hoje completaria 70 anos. Seu legado tem sido divulgado há poucos anos, ainda timidamente.
ZENAIDE foi e continua sendo baluarte das Artes e Teatro (Negro) no Brasil.
Aqui um pouco sobre ela:
Atriz, Griot Contemporânea, modelo, diretora teatral, dançarina, apresentadora de tv, formadora de formadores pela lei 10.639. Projeto comissionado peloMEC. Tradutora de diversos idiomas , participou de grandes encontros na Howard Universith em
1987, e ter recebido o certificado “ Dean’n Honor Roll- Dean the College o Fine Arts” estimulando as indagações através de pesquisas e traduções referenciadas pela obra “ The African origin of civilization- Myth or Reality de Cheikh Anta Diop, e com isso ter colaborado no sentido do negro no planeta, com a descoberta de que tudo iniciara segundo contemporâneas teorias na época, e em parte, confirmadas, na África.
Autodidata,foi, no Brasil. E em 2000 a 1ª e única CAPES/LASPAU/ FULLBRIGHT SCHOLAR EM DIREÇÃO DE TEATRODANÇA , CINEMA E TV- HOWARD UNIVERSITY- Wash./DC e FULLBRIGHT
AIR- ARTIST-IN-RESIDENCE/ VISITING PROFESOR- PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY”, onde criou a cadeira sobre AFROCENTRICIDADE.

ZENAIDE ZEN minha primeira professora e mestra de teatro, mentora e amiga. Me educou para cena, para o espirito, e para os estudos sobre AFROCENTRICIDADE.
Aos 16 anos quando tive a oportunidade de morar no RJ, participei do ICÔNICO projeto de arte educaçao EU SOU UM ARCO-ÍRIS CÓSMICO, no Teatro Armando Gonzaga.
TUDO O QUE VOCÊS SABEM HOJE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL, EU DISSE TUDO O QUE SE SABE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL FOI DESENVOLVIDO E MEDIADO POR ELA.
Pena que ainda segue eclipsada.
Editei um trecho da entrevista dela ao programa "Provocações" cedido a Antonio Abujamra pela TV CULTURA, em que ela partilha toda a sua CONS-CIÊNCIAde ser quem se é.
E nunca esquecerei das broncas, das vezes que me forçou a abrir os olhos para não me deixar ser confundida por falsos desejos, o orgulho, tola vaidade de emoções pueris que nos impede, nos atrapalha de realizarmos coisas coletivas bem maiores que nós.
SEMPRE SAUDAREI TUA EXISTÊNCIA. SARAVÁ MESTRA ZENAIDE ZEN!!!
Hoje completaria 70 anos. Seu legado tem sido divulgado há poucos anos, ainda timidamente.
ZENAIDE foi e continua sendo baluarte das Artes e Teatro (Negro) no Brasil.
Aqui um pouco sobre ela:
Atriz, Griot Contemporânea, modelo, diretora teatral, dançarina, apresentadora de tv, formadora de formadores pela lei 10.639. Projeto comissionado peloMEC. Tradutora de diversos idiomas , participou de grandes encontros na Howard Universith em
1987, e ter recebido o certificado “ Dean’n Honor Roll- Dean the College o Fine Arts” estimulando as indagações através de pesquisas e traduções referenciadas pela obra “ The African origin of civilization- Myth or Reality de Cheikh Anta Diop, e com isso ter colaborado no sentido do negro no planeta, com a descoberta de que tudo iniciara segundo contemporâneas teorias na época, e em parte, confirmadas, na África.
Autodidata,foi, no Brasil. E em 2000 a 1ª e única CAPES/LASPAU/ FULLBRIGHT SCHOLAR EM DIREÇÃO DE TEATRODANÇA , CINEMA E TV- HOWARD UNIVERSITY- Wash./DC e FULLBRIGHT
AIR- ARTIST-IN-RESIDENCE/ VISITING PROFESOR- PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY”, onde criou a cadeira sobre AFROCENTRICIDADE.

ZENAIDE ZEN minha primeira professora e mestra de teatro, mentora e amiga. Me educou para cena, para o espirito, e para os estudos sobre AFROCENTRICIDADE.
Aos 16 anos quando tive a oportunidade de morar no RJ, participei do ICÔNICO projeto de arte educaçao EU SOU UM ARCO-ÍRIS CÓSMICO, no Teatro Armando Gonzaga.
TUDO O QUE VOCÊS SABEM HOJE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL, EU DISSE TUDO O QUE SE SABE SOBRE AFROCENTRICIDADE NO BRASIL FOI DESENVOLVIDO E MEDIADO POR ELA.
Pena que ainda segue eclipsada.
Editei um trecho da entrevista dela ao programa "Provocações" cedido a Antonio Abujamra pela TV CULTURA, em que ela partilha toda a sua CONS-CIÊNCIAde ser quem se é.
E nunca esquecerei das broncas, das vezes que me forçou a abrir os olhos para não me deixar ser confundida por falsos desejos, o orgulho, tola vaidade de emoções pueris que nos impede, nos atrapalha de realizarmos coisas coletivas bem maiores que nós.
SEMPRE SAUDAREI TUA EXISTÊNCIA. SARAVÁ MESTRA ZENAIDE ZEN!!!
Hoje completaria 70 anos. Seu legado tem sido divulgado há poucos anos, ainda timidamente.
ZENAIDE foi e continua sendo baluarte das Artes e Teatro (Negro) no Brasil.
Aqui um pouco sobre ela:
Atriz, Griot Contemporânea, modelo, diretora teatral, dançarina, apresentadora de tv, formadora de formadores pela lei 10.639. Projeto comissionado peloMEC. Tradutora de diversos idiomas , participou de grandes encontros na Howard Universith em
1987, e ter recebido o certificado “ Dean’n Honor Roll- Dean the College o Fine Arts” estimulando as indagações através de pesquisas e traduções referenciadas pela obra “ The African origin of civilization- Myth or Reality de Cheikh Anta Diop, e com isso ter colaborado no sentido do negro no planeta, com a descoberta de que tudo iniciara segundo contemporâneas teorias na época, e em parte, confirmadas, na África.
Autodidata,foi, no Brasil. E em 2000 a 1ª e única CAPES/LASPAU/ FULLBRIGHT SCHOLAR EM DIREÇÃO DE TEATRODANÇA , CINEMA E TV- HOWARD UNIVERSITY- Wash./DC e FULLBRIGHT
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A Mostra APTA – Sessão Norte é feita por pessoas trans e pessoas trans amazônidas que movem o audiovisual com coragem, afeto e raiz.
Cada função — da produção à curadoria, da comunicação aos bastidores — carrega histórias de travessia:
rios que formam rotas, periferias que viram território de criação, e corpos que filmam para existir e para deixar existir.
Aqui, quem faz cinema trans não é exceção: é centro.
É técnica, é decisão, é política de presença.
A Amazônia não está só na tela.
Ela está na ficha técnica, nas mãos, nos olhos e nas narrativas de quem cria junto com a APTA.
✨🌿 Marca aqui quem precisa saber que cinema trans também acontece na UFPA.
Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
Parcerias:
Designer: Gio Gonçalves (@ogiogoncalves )
Espaço: FAV - UFPA (@fav.ufpa )
#MostraAPTA #CinemaTransAmazônida #APTA #Belém #UFPA #CulturaTrans #DescentralizarÉReparar

A Mostra APTA – Sessão Norte é feita por pessoas trans e pessoas trans amazônidas que movem o audiovisual com coragem, afeto e raiz.
Cada função — da produção à curadoria, da comunicação aos bastidores — carrega histórias de travessia:
rios que formam rotas, periferias que viram território de criação, e corpos que filmam para existir e para deixar existir.
Aqui, quem faz cinema trans não é exceção: é centro.
É técnica, é decisão, é política de presença.
A Amazônia não está só na tela.
Ela está na ficha técnica, nas mãos, nos olhos e nas narrativas de quem cria junto com a APTA.
✨🌿 Marca aqui quem precisa saber que cinema trans também acontece na UFPA.
Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
Parcerias:
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Espaço: FAV - UFPA (@fav.ufpa )
#MostraAPTA #CinemaTransAmazônida #APTA #Belém #UFPA #CulturaTrans #DescentralizarÉReparar

A Mostra APTA – Sessão Norte é feita por pessoas trans e pessoas trans amazônidas que movem o audiovisual com coragem, afeto e raiz.
Cada função — da produção à curadoria, da comunicação aos bastidores — carrega histórias de travessia:
rios que formam rotas, periferias que viram território de criação, e corpos que filmam para existir e para deixar existir.
Aqui, quem faz cinema trans não é exceção: é centro.
É técnica, é decisão, é política de presença.
A Amazônia não está só na tela.
Ela está na ficha técnica, nas mãos, nos olhos e nas narrativas de quem cria junto com a APTA.
✨🌿 Marca aqui quem precisa saber que cinema trans também acontece na UFPA.
Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
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A Mostra APTA – Sessão Norte é feita por pessoas trans e pessoas trans amazônidas que movem o audiovisual com coragem, afeto e raiz.
Cada função — da produção à curadoria, da comunicação aos bastidores — carrega histórias de travessia:
rios que formam rotas, periferias que viram território de criação, e corpos que filmam para existir e para deixar existir.
Aqui, quem faz cinema trans não é exceção: é centro.
É técnica, é decisão, é política de presença.
A Amazônia não está só na tela.
Ela está na ficha técnica, nas mãos, nos olhos e nas narrativas de quem cria junto com a APTA.
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Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
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ESPIA, BELÉM!
A cidade vai respirar cinema trans amazônida!
Nos dias 27 e 28 de novembro, das 14h às 20h, a Mostra APTA de Cinema – Sessão Norte, Estação Belém ocupa a FAV – Faculdade de Cinema da UFPA (Campus Guamá) (@ufpa_oficial ) com narrativas que desafiam apagamentos e afirmam a potência de profissionais trans no audiovisual brasileiro.
A APTA chega à Região Norte para celebrar criação, território e memória fortalecendo quem faz cinema com coragem, afeto e pertencimento.
A produção dessa edição é assinada pela nossa associada Xan Marçall (@xanmarcall ) que está conduzindo tudo com a lente coletiva que é marca do nosso fazer: território, memória, coragem, afeto e pertencimento.
Te abicora pra cá, Belém!
Vamos fazer história juntes!
Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
Parcerias:
Designer: Gio Gonçalves (@ogiogoncalves )
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#mostraaptanorte #apta #culturatrans #cinematrans #belem #nortecria

ESPIA, BELÉM!
A cidade vai respirar cinema trans amazônida!
Nos dias 27 e 28 de novembro, das 14h às 20h, a Mostra APTA de Cinema – Sessão Norte, Estação Belém ocupa a FAV – Faculdade de Cinema da UFPA (Campus Guamá) (@ufpa_oficial ) com narrativas que desafiam apagamentos e afirmam a potência de profissionais trans no audiovisual brasileiro.
A APTA chega à Região Norte para celebrar criação, território e memória fortalecendo quem faz cinema com coragem, afeto e pertencimento.
A produção dessa edição é assinada pela nossa associada Xan Marçall (@xanmarcall ) que está conduzindo tudo com a lente coletiva que é marca do nosso fazer: território, memória, coragem, afeto e pertencimento.
Te abicora pra cá, Belém!
Vamos fazer história juntes!
Produção, idealização e realização: Xan Marçall (@xanmarcall )
Estratégia e Direção Criativa: Mabee Filmes (@mabeefilmes )
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🌿 Estamos na Blue Zone da COP30!
Da várzea de Ananindeua à plenária da ONU, a Rede Casacura atravessa territórios e mundos para reafirmar que a justiça climática também nasce nos quintais, nas mãos que plantam e nas corpas que resistem.
Representades por Xan Marçall — multiartista, cineasta e arte-educadora paraense. Mestranda em Antropologia pela UFBA, leva às artes e à política a força das existências trans amazônicas, unindo cultura, território e cura.
A presença da Casacura na Blue Zone é o anúncio de uma ecologia que brota da experiência, da ancestralidade e do traviarcado.
A Amazônia fala — e fala por muitas vozes.
#COP30 #RedeCasacura #XanMarçall #BlueZone #JustiçaClimática #AmazôniaTrans #CuraComoTecnologia #CasacuraNaCOP30 #AmazôniaQueResiste
The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.
Keep track of Instagram updates discreetly while protecting your privacy and staying anonymous.
View profiles and photos anonymously with ease using the Private Profile Viewer.
This free tool allows you to view Instagram Stories anonymously, ensuring your activity remains hidden from the story uploader.
Anonstories lets users view Instagram stories without alerting the creator.
Works seamlessly on iOS, Android, Windows, macOS, and modern browsers like Chrome and Safari.
Prioritizes secure, anonymous browsing without requiring login credentials.
Users can view public stories by simply entering a username—no account needed.
Downloads photos (JPEG) and videos (MP4) with ease.
The service is free to use.
Content from private accounts can only be accessed by followers.
Files are for personal or educational use only and must comply with copyright rules.
Enter a public username to view or download stories. The service generates direct links for saving content locally.