
O fotógrafo brasileiro @yancarpenter, artista autodidata que vive e trabalha nas favelas do Rio de Janeiro, apresenta sua exposição "Giro nos Acessos" na prestigiosa Galerie Soufflot da Sorbonne Art Gallery, em Paris, como parte do Photo Days 2025.
A mostra, que acontece de 7 a 29 de novembro, representa a visão autêntica da vida nas comunidades, capturando a vitalidade e a dignidade do território.
O evento também serve como precursor de sua próxima residência artística na França, apoiada pela SAM Art Projects. Arraste para o lado e confira a entrevista com o fotógrafo.

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O fotógrafo @yancarpenter foi um dos quatro artistas nacionais convidados para expor no G20, que aconteceu nos dias 18 e 19/11 no Rio de Janeiro.
Com mais de uma década de carreira, Yan teve altos oferecidos pela fotografia e baixos que foram superados a partir da mesma. Arraste para o lado e confira a potência e originalidade a partir da perspectiva do historiador.
Fotos: @yancarpenter

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Fotos: @yancarpenter

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Fotos: @yancarpenter

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Fotos: @yancarpenter

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Fotos: @yancarpenter

FR
Cette année, j'ai été invité à faire partie d'Artsper, la plus grande plateforme de vente d'art en ligne d'Europe.
Difficile d'expliquer à quel point il est heureux d'habiter cet espace, qu'il vende ou non, je suis un frère de Guadalupe qui a commencé à créer mes œuvres depuis l'âge de 21 ans juste pour communiquer mes perspectives. Me voir capable d'occuper ces espaces me donne le sentiment de validation que mon travail a pris forme et expression.
Je voulais vraiment remercier @selmaledore et @max_kabir mon manager pour nous avoir donné ça.
La plateforme se vend en €, mais vous pouvez toujours acheter mes séries officielles en me consultant ou en consultant mon équipe en vedette dans ma Bio.
///
PT
Esse ano fui convidado a fazer parte do Artsper que é a maior plataforma de venda de arte online da Europa.
Difícil explicar o quão feliz é habitar esse espaço, vendendo ou não, eu sou um mano de Guadalupe que começou a criar minhas obras desde os 21 anos só pra comunicar minhas perspectivas. Me ver capaz de ocupar esses espaços me dá a sensação de validação de que meu trabalho tem ganhado forma e expressão.
Queria muito agradecer a @selmaledore e ao @max_kabir meu manager por conseguir essa pra nós.
A plataforma vende em € porém você ainda pode adquirir minha séries oficiais mediante consulta comigo ou com minha equipe destacada na minha Bio.
E vamo nessa.

FR
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PT
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PT
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PT
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PT
Esse ano fui convidado a fazer parte do Artsper que é a maior plataforma de venda de arte online da Europa.
Difícil explicar o quão feliz é habitar esse espaço, vendendo ou não, eu sou um mano de Guadalupe que começou a criar minhas obras desde os 21 anos só pra comunicar minhas perspectivas. Me ver capaz de ocupar esses espaços me dá a sensação de validação de que meu trabalho tem ganhado forma e expressão.
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Assim começa o segundo episódio do Oriente-se.
Dessa vez, quem conduz a conversa é @yancarpenter ,
trazendo para a mesa um tema necessário: sair da bolha.
Entre concordâncias, discordâncias, escuta e provocações,
Carol e Yan constroem um bate-papo amigo sobre
privilégio, convivência, letramento racial e sobre como
diferentes experiências moldam a forma como enxergamos
o mundo.
No Oriente-se, o caminho é diferente: é o convidado quem
traz suas inquietações e conduz a conversa com @carolbmaluf .
O episódio completo já está disponível no YouTube e
Spotify!

Desde meu primeiro emprego como jovem aprendiz o centro do Rio sempre me trouxe a sensação de que ele sequestra a gente de manhã e só nos devolve depois das 17:00.
Esse horário sempre ficou marcado pra mim porque as 17:00 carrega o simbolismo da liberdade, do fim do expediente, do retorno ou da cerveja gelada pós trabalho. 17:00 é um horário determinante pros cariocas.
O contraste emocional desse contexto também é muito interessante, enquanto na ida ao trabalho pela manhã as pessoas estão mais fechadas, com olhares baixos ou em economia de energia social, na volta elas conversam mais, comem, bebem, ocupam a rua e retomam pequenos afetos que ficam perdidos no deslocamento pras nossas obrigações.
No fim o trabalhador não tá feliz porque a vida melhorou mas sim porque o controle do trabalho diminuiu um pouco momentaneamente.
O protagonismo do corpo cansado também é muito forte, percebe se muito o cansaço despejado nas posturas, nos cabelos amarrados e nos consumos aliviantes que acontecem nesse horário. As pessoas literalmente estão no fim de um dia de batalha.
Essa série em construção retrata um pouco desse diálogo sobre a comunicação do corpo nos nossos debates sociopolíticos, como nossas posturas falam muito em grupo ou individualmente.
Breve aparece por aí, curtiu?

Desde meu primeiro emprego como jovem aprendiz o centro do Rio sempre me trouxe a sensação de que ele sequestra a gente de manhã e só nos devolve depois das 17:00.
Esse horário sempre ficou marcado pra mim porque as 17:00 carrega o simbolismo da liberdade, do fim do expediente, do retorno ou da cerveja gelada pós trabalho. 17:00 é um horário determinante pros cariocas.
O contraste emocional desse contexto também é muito interessante, enquanto na ida ao trabalho pela manhã as pessoas estão mais fechadas, com olhares baixos ou em economia de energia social, na volta elas conversam mais, comem, bebem, ocupam a rua e retomam pequenos afetos que ficam perdidos no deslocamento pras nossas obrigações.
No fim o trabalhador não tá feliz porque a vida melhorou mas sim porque o controle do trabalho diminuiu um pouco momentaneamente.
O protagonismo do corpo cansado também é muito forte, percebe se muito o cansaço despejado nas posturas, nos cabelos amarrados e nos consumos aliviantes que acontecem nesse horário. As pessoas literalmente estão no fim de um dia de batalha.
Essa série em construção retrata um pouco desse diálogo sobre a comunicação do corpo nos nossos debates sociopolíticos, como nossas posturas falam muito em grupo ou individualmente.
Breve aparece por aí, curtiu?

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No fim o trabalhador não tá feliz porque a vida melhorou mas sim porque o controle do trabalho diminuiu um pouco momentaneamente.
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PRÉ-VENDA JERSEY RENDEZVOUS
Está aberta a pré-venda da collab entre Lorena salla e Yan carpenter, produção 100% nacional.
Atente-se a tabela de medidas.
R$250
Pedidos via inbox.
A pré venda termina no dia 25 de maio.
3D: @vxzuals

Tenho uma fixação grande por prédios desde novo e ao fotografar muitos deles com o tempo criei essa serie que os investiga como dispositivos de projeção social.
Cada fachada urbana é um abrigo e indicador de classe. Com os prédios degradados e os hiper apartamentos, a série discute como o desejo por pertencimento, conforto e ascensão estética atravessa diferentes questões sociais. Ainda que em escalas totalmente diferentes, todos os corpos urbanos parecem submetidos à mesma disputa simbólica:
construir uma imagem habitável deles mesmos.
A alta saturação é proposital, sei que na arte contemporânea tudo é muito cuidadoso pra não modificar a experiência do público mas acho que esse é o papel do meu trabalho, trazer a sensação, não a real experiência.

Tenho uma fixação grande por prédios desde novo e ao fotografar muitos deles com o tempo criei essa serie que os investiga como dispositivos de projeção social.
Cada fachada urbana é um abrigo e indicador de classe. Com os prédios degradados e os hiper apartamentos, a série discute como o desejo por pertencimento, conforto e ascensão estética atravessa diferentes questões sociais. Ainda que em escalas totalmente diferentes, todos os corpos urbanos parecem submetidos à mesma disputa simbólica:
construir uma imagem habitável deles mesmos.
A alta saturação é proposital, sei que na arte contemporânea tudo é muito cuidadoso pra não modificar a experiência do público mas acho que esse é o papel do meu trabalho, trazer a sensação, não a real experiência.

Tenho uma fixação grande por prédios desde novo e ao fotografar muitos deles com o tempo criei essa serie que os investiga como dispositivos de projeção social.
Cada fachada urbana é um abrigo e indicador de classe. Com os prédios degradados e os hiper apartamentos, a série discute como o desejo por pertencimento, conforto e ascensão estética atravessa diferentes questões sociais. Ainda que em escalas totalmente diferentes, todos os corpos urbanos parecem submetidos à mesma disputa simbólica:
construir uma imagem habitável deles mesmos.
A alta saturação é proposital, sei que na arte contemporânea tudo é muito cuidadoso pra não modificar a experiência do público mas acho que esse é o papel do meu trabalho, trazer a sensação, não a real experiência.

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Já chegando na casa dos 100 shows cobertos mas me senti como se fosse o primeiro nessa oportunidade de ir a São Paulo cobrir artistas que ouço muito.
Noite muito linda e muito feliz por me ver em lugares que já fui público fã e hoje meu trabalho pode ajudar a somar de alguma maneira com essa galera.
Brigado @brime.br
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