deepbeep
Playlists de criativos e inquietos
▸ A música como lente.
▸ Escutar é método.
▸ Cultura, comportamento e criação.

@rafadiasdays entende que uma música marcante raramente nasce só de tendência ou fórmula.
Depois de centenas de milhões de streams e trabalhos atravessando Bahia, pista, pop global, trap e música eletrônica, RDD passou a enxergar identidade como construção de universo. Um som que muda de direção sem perder assinatura e continua reconhecível mesmo quando atravessa linguagens completamente diferentes.
Na entrevista, Rafael Dias fala sobre mercado, tempo, linguagem, investimento criativo e sobre por que o verdadeiro desafio talvez comece justamente depois que o hit funciona.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Volta Pro Set”, uma seleção entre samba de roda, música erudita, trap, funk e música eletrônica usada para recalibrar escuta, direção artística e criação. No link da bio, a entrevista completa e o repertório que ajuda RDD a continuar fugindo da própria fórmula.
• You Rock My World - @michaeljackson
• BAILE INoLVIDABLE - @badbunnypr
• Kalemba (Wegue Wegue) - @burakaofficial
Agradecimentos à @lari.martin da @omimcomunicacao pela colaboração
.

@rafadiasdays entende que uma música marcante raramente nasce só de tendência ou fórmula.
Depois de centenas de milhões de streams e trabalhos atravessando Bahia, pista, pop global, trap e música eletrônica, RDD passou a enxergar identidade como construção de universo. Um som que muda de direção sem perder assinatura e continua reconhecível mesmo quando atravessa linguagens completamente diferentes.
Na entrevista, Rafael Dias fala sobre mercado, tempo, linguagem, investimento criativo e sobre por que o verdadeiro desafio talvez comece justamente depois que o hit funciona.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Volta Pro Set”, uma seleção entre samba de roda, música erudita, trap, funk e música eletrônica usada para recalibrar escuta, direção artística e criação. No link da bio, a entrevista completa e o repertório que ajuda RDD a continuar fugindo da própria fórmula.
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Na entrevista, Rafael Dias fala sobre mercado, tempo, linguagem, investimento criativo e sobre por que o verdadeiro desafio talvez comece justamente depois que o hit funciona.
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@mariliapasculli entende que uma imagem muda completamente quando encontra a cidade.
Em seus projetos, LED, arquitetura, música, trânsito, clima e comportamento coletivo deixam de funcionar separados. A tecnologia aparece menos como espetáculo visual e mais como ferramenta para reorganizar percepção, presença e circulação no espaço urbano.
Essa lógica também atravessa a @vivacidade_mostra: arte, cidade e meio ambiente, mostra que ocupa o Horto Florestal, em São Paulo, a partir de 21 de maio, com instalações interativas e obras audiovisuais que aproximam natureza e ambiente digital sem transformar experiência em simples efeito visual.
Na entrevista do @deepbeep, Marília fala sobre arte digital fora da lógica do algoritmo, sobre como o som altera a percepção do espaço público e sobre por que a experiência física ainda consegue interromper o automatismo da tela. A conversa vem acompanhada pela playlist “Entre Tela e Cidade”, uma seleção de músicas usadas para imaginar como imagem, som e cidade podem existir no mesmo fluxo.
• DARE - @gorillaz, @shaunryderx, @rosesgabor
• Virtual Insanity - @jamiroquaihq
• Fou de toi -Pupkulies & Rebecca
Fotos por @biaferrerartes
Agradecimentos à @_tropi_
.

@mariliapasculli entende que uma imagem muda completamente quando encontra a cidade.
Em seus projetos, LED, arquitetura, música, trânsito, clima e comportamento coletivo deixam de funcionar separados. A tecnologia aparece menos como espetáculo visual e mais como ferramenta para reorganizar percepção, presença e circulação no espaço urbano.
Essa lógica também atravessa a @vivacidade_mostra: arte, cidade e meio ambiente, mostra que ocupa o Horto Florestal, em São Paulo, a partir de 21 de maio, com instalações interativas e obras audiovisuais que aproximam natureza e ambiente digital sem transformar experiência em simples efeito visual.
Na entrevista do @deepbeep, Marília fala sobre arte digital fora da lógica do algoritmo, sobre como o som altera a percepção do espaço público e sobre por que a experiência física ainda consegue interromper o automatismo da tela. A conversa vem acompanhada pela playlist “Entre Tela e Cidade”, uma seleção de músicas usadas para imaginar como imagem, som e cidade podem existir no mesmo fluxo.
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@minikerti sabe que uma cena pode morrer quando começa a explicar demais. Por isso, seus trabalhos parecem sempre mais interessados em ritmo, atmosfera e presença do que em excesso de fala.
Entre televisão, publicidade, cinema e documentários musicais, a diretora construiu uma linguagem em que música, silêncio e imagem ajudam a contar aquilo que o roteiro sozinho não alcança.
Na entrevista do @deepbeep, Mini Kerti fala sobre direção de atriz, improviso e sobre por que o caminho mais rápido raramente é o mais interessante.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Ritmo da Cena”, uma seleção que atravessa samba, soul, reggae, dub e música preta brasileira para pensar clima, emoção e tensão antes da história se resolver completamente.
Deslize pelo carrossel e atravesse algumas das faixas em que a música vira estrutura dramática, não apenas fundo. A playlist e a conversa estão no link da bio.
• Caminhador - @anitta, @linikeroficial
• Baiana - @emicida, @caetanoveloso
• Pale Blue Eyes - @thevelvetundergroundofficial
Fotos por @joaopedrojanuario
Agradecimentos à Cláudia Rocha da @enne.ag
.

@minikerti sabe que uma cena pode morrer quando começa a explicar demais. Por isso, seus trabalhos parecem sempre mais interessados em ritmo, atmosfera e presença do que em excesso de fala.
Entre televisão, publicidade, cinema e documentários musicais, a diretora construiu uma linguagem em que música, silêncio e imagem ajudam a contar aquilo que o roteiro sozinho não alcança.
Na entrevista do @deepbeep, Mini Kerti fala sobre direção de atriz, improviso e sobre por que o caminho mais rápido raramente é o mais interessante.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Ritmo da Cena”, uma seleção que atravessa samba, soul, reggae, dub e música preta brasileira para pensar clima, emoção e tensão antes da história se resolver completamente.
Deslize pelo carrossel e atravesse algumas das faixas em que a música vira estrutura dramática, não apenas fundo. A playlist e a conversa estão no link da bio.
• Caminhador - @anitta, @linikeroficial
• Baiana - @emicida, @caetanoveloso
• Pale Blue Eyes - @thevelvetundergroundofficial
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Entre televisão, publicidade, cinema e documentários musicais, a diretora construiu uma linguagem em que música, silêncio e imagem ajudam a contar aquilo que o roteiro sozinho não alcança.
Na entrevista do @deepbeep, Mini Kerti fala sobre direção de atriz, improviso e sobre por que o caminho mais rápido raramente é o mais interessante.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Ritmo da Cena”, uma seleção que atravessa samba, soul, reggae, dub e música preta brasileira para pensar clima, emoção e tensão antes da história se resolver completamente.
Deslize pelo carrossel e atravesse algumas das faixas em que a música vira estrutura dramática, não apenas fundo. A playlist e a conversa estão no link da bio.
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Entre televisão, publicidade, cinema e documentários musicais, a diretora construiu uma linguagem em que música, silêncio e imagem ajudam a contar aquilo que o roteiro sozinho não alcança.
Na entrevista do @deepbeep, Mini Kerti fala sobre direção de atriz, improviso e sobre por que o caminho mais rápido raramente é o mais interessante.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Ritmo da Cena”, uma seleção que atravessa samba, soul, reggae, dub e música preta brasileira para pensar clima, emoção e tensão antes da história se resolver completamente.
Deslize pelo carrossel e atravesse algumas das faixas em que a música vira estrutura dramática, não apenas fundo. A playlist e a conversa estão no link da bio.
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A internet transformou o cansaço em métrica. Tem rotina matinal, detox de dopamina e fórmula para organizar a crise. Mesmo assim, a exaustão continua batendo ponto.
@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
O livro agora deixa a internet e ocupa a rua. O Rio de Janeiro recebe o lançamento no dia 14 de maio, na @livrariadatravessa em Botafogo, com mediação de @yasmimrestum. São Paulo assume o radar no dia 21, na @livrariadavila na Vila Madalena, com mediação de @f.eio.
O deepbeep já tinha antecipado o diagnóstico. Acesse o link na bio para ler a entrevista completa e ouvir a playlist que embala o apocalipse pessoal de cada um.
A gente se vê no lançamento.

A internet transformou o cansaço em métrica. Tem rotina matinal, detox de dopamina e fórmula para organizar a crise. Mesmo assim, a exaustão continua batendo ponto.
@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
O livro agora deixa a internet e ocupa a rua. O Rio de Janeiro recebe o lançamento no dia 14 de maio, na @livrariadatravessa em Botafogo, com mediação de @yasmimrestum. São Paulo assume o radar no dia 21, na @livrariadavila na Vila Madalena, com mediação de @f.eio.
O deepbeep já tinha antecipado o diagnóstico. Acesse o link na bio para ler a entrevista completa e ouvir a playlist que embala o apocalipse pessoal de cada um.
A gente se vê no lançamento.

A internet transformou o cansaço em métrica. Tem rotina matinal, detox de dopamina e fórmula para organizar a crise. Mesmo assim, a exaustão continua batendo ponto.
@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
O livro agora deixa a internet e ocupa a rua. O Rio de Janeiro recebe o lançamento no dia 14 de maio, na @livrariadatravessa em Botafogo, com mediação de @yasmimrestum. São Paulo assume o radar no dia 21, na @livrariadavila na Vila Madalena, com mediação de @f.eio.
O deepbeep já tinha antecipado o diagnóstico. Acesse o link na bio para ler a entrevista completa e ouvir a playlist que embala o apocalipse pessoal de cada um.
A gente se vê no lançamento.

A internet transformou o cansaço em métrica. Tem rotina matinal, detox de dopamina e fórmula para organizar a crise. Mesmo assim, a exaustão continua batendo ponto.
@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
O livro agora deixa a internet e ocupa a rua. O Rio de Janeiro recebe o lançamento no dia 14 de maio, na @livrariadatravessa em Botafogo, com mediação de @yasmimrestum. São Paulo assume o radar no dia 21, na @livrariadavila na Vila Madalena, com mediação de @f.eio.
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@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
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@aquela.miranda entendeu que o contrato da vida adulta foi rasgado faz tempo. No livro “Bug nos Millennials”, ela disseca a geração que cresceu acreditando que diploma era recibo de estabilidade e virou adulta operando numa lógica de performance constante. O antídoto dela ignora as soluções fáceis. Ela prefere rir do tamanho do estrago.
Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
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A internet transformou o cansaço em métrica. Tem rotina matinal, detox de dopamina e fórmula para organizar a crise. Mesmo assim, a exaustão continua batendo ponto.
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Como ela diagnosticou em conversa com o @deepbeep, o humor funciona de forma letal porque reconhece que o colapso é coletivo. A ironia passou a ser a nossa melhor engenharia para evitar o surto.
O livro agora deixa a internet e ocupa a rua. O Rio de Janeiro recebe o lançamento no dia 14 de maio, na @livrariadatravessa em Botafogo, com mediação de @yasmimrestum. São Paulo assume o radar no dia 21, na @livrariadavila na Vila Madalena, com mediação de @f.eio.
O deepbeep já tinha antecipado o diagnóstico. Acesse o link na bio para ler a entrevista completa e ouvir a playlist que embala o apocalipse pessoal de cada um.
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@luciomaia1 passou décadas atravessando bandas, palcos e diferentes momentos da música brasileira, sem transformar a guitarra em excesso ou em nostalgia.
No disco homônimo lançado em abril, ele trabalha repetição, textura e espaço de um jeito que parece menos interessado em virtuosismo e mais atento ao peso que cada som realmente precisa ter. Esse novo repertório ganha continuação ao vivo no show do dia 2 de junho no @bona_casa_de_musica, em São Paulo, primeira apresentação construída a partir do álbum.
Na entrevista do @deepbeep, Lúcio Maia fala sobre improviso, maturação, silêncio e sobre por que a música perde força quando tudo precisa acontecer rápido demais.
• Cogumelo de Vidro - @luciomaia1
• Tenha Fé, Pois Amanhã um Lindo Dia Vai Nascer – @osoriginaisdosamba
• De Noite Na Cama – @erasmocarlosbr
Fotos por @joaoliberatofotoarte
Agradecimentos ao @valtinhomf da @formusicbr
.

@luciomaia1 passou décadas atravessando bandas, palcos e diferentes momentos da música brasileira, sem transformar a guitarra em excesso ou em nostalgia.
No disco homônimo lançado em abril, ele trabalha repetição, textura e espaço de um jeito que parece menos interessado em virtuosismo e mais atento ao peso que cada som realmente precisa ter. Esse novo repertório ganha continuação ao vivo no show do dia 2 de junho no @bona_casa_de_musica, em São Paulo, primeira apresentação construída a partir do álbum.
Na entrevista do @deepbeep, Lúcio Maia fala sobre improviso, maturação, silêncio e sobre por que a música perde força quando tudo precisa acontecer rápido demais.
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Na entrevista do @deepbeep, Lúcio Maia fala sobre improviso, maturação, silêncio e sobre por que a música perde força quando tudo precisa acontecer rápido demais.
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@luciomaia1 passou décadas atravessando bandas, palcos e diferentes momentos da música brasileira, sem transformar a guitarra em excesso ou em nostalgia.
No disco homônimo lançado em abril, ele trabalha repetição, textura e espaço de um jeito que parece menos interessado em virtuosismo e mais atento ao peso que cada som realmente precisa ter. Esse novo repertório ganha continuação ao vivo no show do dia 2 de junho no @bona_casa_de_musica, em São Paulo, primeira apresentação construída a partir do álbum.
Na entrevista do @deepbeep, Lúcio Maia fala sobre improviso, maturação, silêncio e sobre por que a música perde força quando tudo precisa acontecer rápido demais.
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@judepaulla faz da pista um espaço de encontro. Nos sets, nos vídeos, nos stories ou nas conversas, existe sempre uma tentativa de transformar música, humor e brasilidade em troca real. Nada ali parece distante. Talvez por isso tanta gente se reconheça no que ela constrói.
Entre um Giro de Notícias, um set ou uma fala sobre liberdade, Jude criou uma linguagem própria, onde leveza não significa superficialidade e presença não depende de excesso.
No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
• Maravilhosa - @amarinasena
• É Terreiro - @danielamercury, @alcioneamarrom
• É por Isso Que Eu Danço - @vanessadamata
.

@judepaulla faz da pista um espaço de encontro. Nos sets, nos vídeos, nos stories ou nas conversas, existe sempre uma tentativa de transformar música, humor e brasilidade em troca real. Nada ali parece distante. Talvez por isso tanta gente se reconheça no que ela constrói.
Entre um Giro de Notícias, um set ou uma fala sobre liberdade, Jude criou uma linguagem própria, onde leveza não significa superficialidade e presença não depende de excesso.
No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
• Maravilhosa - @amarinasena
• É Terreiro - @danielamercury, @alcioneamarrom
• É por Isso Que Eu Danço - @vanessadamata
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@judepaulla faz da pista um espaço de encontro. Nos sets, nos vídeos, nos stories ou nas conversas, existe sempre uma tentativa de transformar música, humor e brasilidade em troca real. Nada ali parece distante. Talvez por isso tanta gente se reconheça no que ela constrói.
Entre um Giro de Notícias, um set ou uma fala sobre liberdade, Jude criou uma linguagem própria, onde leveza não significa superficialidade e presença não depende de excesso.
No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
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No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
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No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
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@judepaulla faz da pista um espaço de encontro. Nos sets, nos vídeos, nos stories ou nas conversas, existe sempre uma tentativa de transformar música, humor e brasilidade em troca real. Nada ali parece distante. Talvez por isso tanta gente se reconheça no que ela constrói.
Entre um Giro de Notícias, um set ou uma fala sobre liberdade, Jude criou uma linguagem própria, onde leveza não significa superficialidade e presença não depende de excesso.
No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
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No dia 24 de maio, ela se apresenta no @c6fest, em São Paulo.
Na entrevista do @deepbeep, Jude Paulla fala sobre música, internet, criação e sobre a vontade de fazer as pessoas cantarem aos berros para exorcizar seja lá o que for. A conversa vem acompanhada pela playlist “Brasilidade em Movimento”, uma seleção que atravessa Daniela Mercury, Jorge Ben, Rita Lee, Rachel Reis e Marina Sena entre pista, memória afetiva e vontade de cantar junto.
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@y4sestevam começou vendendo o que tinha. O @brechonofundinho nasce da necessidade e vira negócio. Com o tempo, vira linguagem. Escolher deixa de ser sobrevivência e passa a ser método. Esse mesmo gesto atravessa o resto. Yasmim garimpa música como garimpa roupa. Testa, escuta, volta, muda. Não acumula por volume. Fica o que faz sentido.
A música não entra como fundo. Entra como prática. Do jazz no banho no escuro ao funk que puxa energia de volta, cada momento pede um som diferente.
Hoje, o movimento é outro. Menos excesso, mais critério. O offline deixa de ser pausa e vira prioridade.
Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre esse processo e sobre como conecta negócio, rotina e repertório sem separar as coisas.
A conversa vem com a playlist que acompanha esse percurso.
• Dona de Mim - @iza
• Um Amor Puro - @djavanoficial
• Feeling Good - @ninasimone
.

@y4sestevam começou vendendo o que tinha. O @brechonofundinho nasce da necessidade e vira negócio. Com o tempo, vira linguagem. Escolher deixa de ser sobrevivência e passa a ser método. Esse mesmo gesto atravessa o resto. Yasmim garimpa música como garimpa roupa. Testa, escuta, volta, muda. Não acumula por volume. Fica o que faz sentido.
A música não entra como fundo. Entra como prática. Do jazz no banho no escuro ao funk que puxa energia de volta, cada momento pede um som diferente.
Hoje, o movimento é outro. Menos excesso, mais critério. O offline deixa de ser pausa e vira prioridade.
Na entrevista do @deepbeep, ela fala sobre esse processo e sobre como conecta negócio, rotina e repertório sem separar as coisas.
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Hoje, o movimento é outro. Menos excesso, mais critério. O offline deixa de ser pausa e vira prioridade.
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A música não entra como fundo. Entra como prática. Do jazz no banho no escuro ao funk que puxa energia de volta, cada momento pede um som diferente.
Hoje, o movimento é outro. Menos excesso, mais critério. O offline deixa de ser pausa e vira prioridade.
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@davicartaxo trabalha a partir da proximidade. Canções que parecem conversa, arranjos que entram aos poucos e uma tentativa constante de não exagerar para fazer sentir.
Em “Templo”, álbum recém-lançado, ele amplia essa construção sem abandonar o que sustenta seu som desde o começo. Menos excesso, mais presença. Enquanto muita música hoje tenta acelerar conexão, Davi Cartaxo parece mais interessado em duração.
No dia 13 de maio, ele apresenta o novo disco ao vivo no @bluenotesp.
Na entrevista do @deepbeep, o cantor fala sobre intimidade, composição e sobre como deixar a música respirar também pode ser uma escolha estética. A conversa vem acompanhada da playlist “Entre uma música e outra”, que passa por Tears for Fears, Fleetwood Mac, Sade, Djavan e Kings of Convenience. Um recorte do que entra no fone quando a música deixa de ser performance e volta a ser escuta.
• Dreams – @fleetwoodmac
• So Easy (To Fall In Love) – @oliviadeano
• Templo – @davicartaxo
Agradecimentos à @flaviageorgiamotta da @lupacomunicacao
.

@davicartaxo trabalha a partir da proximidade. Canções que parecem conversa, arranjos que entram aos poucos e uma tentativa constante de não exagerar para fazer sentir.
Em “Templo”, álbum recém-lançado, ele amplia essa construção sem abandonar o que sustenta seu som desde o começo. Menos excesso, mais presença. Enquanto muita música hoje tenta acelerar conexão, Davi Cartaxo parece mais interessado em duração.
No dia 13 de maio, ele apresenta o novo disco ao vivo no @bluenotesp.
Na entrevista do @deepbeep, o cantor fala sobre intimidade, composição e sobre como deixar a música respirar também pode ser uma escolha estética. A conversa vem acompanhada da playlist “Entre uma música e outra”, que passa por Tears for Fears, Fleetwood Mac, Sade, Djavan e Kings of Convenience. Um recorte do que entra no fone quando a música deixa de ser performance e volta a ser escuta.
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Em “Templo”, álbum recém-lançado, ele amplia essa construção sem abandonar o que sustenta seu som desde o começo. Menos excesso, mais presença. Enquanto muita música hoje tenta acelerar conexão, Davi Cartaxo parece mais interessado em duração.
No dia 13 de maio, ele apresenta o novo disco ao vivo no @bluenotesp.
Na entrevista do @deepbeep, o cantor fala sobre intimidade, composição e sobre como deixar a música respirar também pode ser uma escolha estética. A conversa vem acompanhada da playlist “Entre uma música e outra”, que passa por Tears for Fears, Fleetwood Mac, Sade, Djavan e Kings of Convenience. Um recorte do que entra no fone quando a música deixa de ser performance e volta a ser escuta.
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O @womensmusicevent chega aos 10 anos como um dos movimentos que mais reorganizaram a música brasileira na última década. Não só no palco. Na forma como artistas montam equipes, ocupam bastidores, disputam narrativa e constroem carreira. O que começou como enfrentamento também virou estrutura.
De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.
Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.
A conversa vem acompanhada pela playlist “Antes de Virar Consenso”, uma seleção de artistas, sons e movimentos que já estão reorganizando a cena antes de virarem tendência.
• NADA PESSOAL - @ste.f.a.n.i.e
• GORDINHA MAS TA BOM - @katydavozeasabusadas, @clementaum
• Blow My Mind - @robynkonichiwa, @ca7rielypacoamoroso
• Helicopters - @ezracollective, @greenteapeng, @warchildrecords
Com a colaboração de @lauraferrel, coordenadora-geral do WME.
.

O @womensmusicevent chega aos 10 anos como um dos movimentos que mais reorganizaram a música brasileira na última década. Não só no palco. Na forma como artistas montam equipes, ocupam bastidores, disputam narrativa e constroem carreira. O que começou como enfrentamento também virou estrutura.
De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.
Na entrevista do @deepbeep, as cofundadoras @clauassef e @moniquedardenne falam sobre originalidade, crescimento e os conflitos de um mercado que ainda transforma presença em exceção e relevância em performance permanente.
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De 18 a 21 de junho, em São Paulo, o WME Conference celebra uma década de transformação real na música brasileira e um movimento que ajudou a mudar quem ocupa espaço, quem toma decisões e quem permanece em cena.
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@baxterdury construiu um personagem que não tenta ganhar. E também não tenta se consertar. Seus discos giram em torno de figuras que falham em público. Homens de terno, meio deslocados, entre excesso, ironia e uma autoconfiança que nunca se sustenta por completo. Não existe redenção clara. Existe continuidade.
Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.
No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.
A conversa vem acompanhada por uma seleção que passa por Marvin Gaye, Roberta Flack, Nancy Sinatra, Lee Hazlewood e Fishmans. A playlist parece tocar no momento em que a noite já acabou, mas ninguém conseguiu ir embora ainda.
• Cocaine Man - @baxterdury
• Some Velvet Morning - @nancysinatra, Lee Hazlewood
• Compared to What - @officialrobertaflack
Fotos por @bomteard
Thanks to James Oldham (Rough Trade Management)
.

@baxterdury construiu um personagem que não tenta ganhar. E também não tenta se consertar. Seus discos giram em torno de figuras que falham em público. Homens de terno, meio deslocados, entre excesso, ironia e uma autoconfiança que nunca se sustenta por completo. Não existe redenção clara. Existe continuidade.
Enquanto muita música hoje se organiza para funcionar rápido, ele trabalha no contrário. Mantém as bordas abertas, deixa o desconforto aparecer e sustenta isso como linguagem. Ao vivo, essa tensão fica mais visível. Menos construção, mais presença.
No dia 23 de maio, ele apresenta esse repertório no @c6fest, em São Paulo. Um deslocamento que não suaviza o som, só muda o cenário.
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@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.
Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.
Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.
A conversa vem com a playlist “Antes do Barulho”, um recorte do que antecede o som.
• A Forest - @thecure
• Heart - @petshopboys
• Noturno Deserto - @violetadeoutono
Fotos por @andredjanikian
E agradecimentos à @franfranramos pela conexão.
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@jovensateus fazem um som que não tenta agradar rápido. E também não tenta se resolver. Entre pós-punk melancólico e energia de pista, a banda trabalha ideias que nem sempre fecham na primeira escuta.
Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.
Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.
Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.
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Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.
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Enquanto muita música hoje nasce pronta para consumo, eles deixam em aberto. E isso não é indecisão. É método. Riffs surgem rápido. As músicas nem sempre. Algumas ficam guardadas, outras voltam com o tempo.
Na entrevista do @deepbeep, Jovens Ateus falam sobre composição, insistência e sobre por que nem tudo precisa funcionar para fazer sentido.
Na quinta, 7 de maio, eles apresentam o show do álbum de estreia “Vol. 1”, lançado pela @balaclavarecords, na comedoria do Sesc Pompeia, às 21h. Entrada gratuita.
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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.
Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.
A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.
No @deepbeep, ele conta como foge das fórmulas que resolvem a pista rápido demais. A entrevista e a playlist estão no link da bio.
• Raiva - @trikkmusic, @meute_official
• Recovering - @l_cio
• Make It Stay - Lauer, Dena
Fotos por @marcelopaixa0
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@l_cio não começa no palco. Em “NUNCA”, o som fica mais direto, mas não mais simples. L_cio reduz camada para organizar melhor o que já estava ali. A relação com a @goptunrecords vem de pista e convivência. O EP nasce desse acúmulo e se resolve em um trabalho mais concentrado. A voz deixa de ser mensagem e passa a funcionar como matéria. Um idioma próprio que organiza clima e estrutura. O improviso continua, mas com mais controle. O risco segue presente, só não depende mais do excesso.
Antes de tocar, existe outra escuta. Sem forma definida, mas com direção.
A playlist “Antes de Virar Live” reúne esse momento. O que ainda não virou performance, mas já influencia o que vai acontecer. No dia 9 de maio, esse processo ganha pista no @caracolbar, em São Paulo, e segue em circulação ao longo do ano, passando por Europa e Oriente Médio.
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