Renata Rivetti
Felicidade sustentável
Autora “O poder do bem-estar” @editora_objetiva
Embaixadora @wellhub_br @wellzbywellhub

Falei para @vivabem_uol sobre a construção de uma vida feliz e os desafios da ditadura da felicidade.
Hoje, na capa do @uoloficial. Entrevista completa no link da bio.
Obrigada @bpaludeti pela entrevista!
#felicidade #felicidadetoxica #bemestar #saudemental #proposito
Ontem tive a alegria de participar do primeiro episódio da nova temporada do Saia Justa, na @gnt e o tema não poderia ser mais necessário: trabalho.
Falar sobre felicidade no trabalho não é romantizar a realidade de quem enfrenta jornadas exaustivas, ambientes tóxicos ou falta de reconhecimento. É, sim, abrir espaço para conversas reais sobre o que nos motiva, nos conecta e nos mantém inteiros, mesmo diante dos desafios.
Felicidade no trabalho não é sobre estar alegre o tempo todo.
É sobre ter sentido, relações saudáveis, espaço para ser quem se é, e pausas que nos permitam respirar antes de colapsar.
Hoje, no Dia do Trabalhador, meu desejo é que possamos avançar em direção a um modelo de trabalho mais humano, mais sustentável e mais justo. Que não adoece, não silencia e não engole a vida.
Porque a felicidade no trabalho começa quando a gente é tratado como pessoa e não apenas como função.
#FelicidadeSustentável #SustentabilidadeHumana #DiaDoTrabalhador #cienciadafelicidade #saudemental
Fantástico destaca Piloto Semana 4 Dias em reportagem.
Em uma abordagem aprofundada no programa Fantástico, a @tvglobo trouxe à tona no último domingo a discussão sobre o piloto da semana de quatro dias de trabalho. Já experimentado globalmente, esse conceito chegou ao Brasil e em breve as empresas começarão de fato a semana de 4 dias na prática.
Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness at Work, forneceu insights valiosos sobre o tema, destacando a necessidade do redesenho do trabalho, de forma produtiva, mas mais saudável.
É importante destacar que a iniciativa é mais do que apenas reduzir um dia: é um redesenho da jornada de trabalho. Com a implementação iminente, 21 empresas brasileiras já estão se preparando para esta transição. Para conhecer mais, acesse a entrevista completa no link da bio.
#semanadequatrodias #inovaçãonotrabalho #felicidadecorporativa

Essa frase resume um dos muitos achados da nossa pesquisa inédita, o “Mapa da Felicidade Real do Brasileiro”, realizada em parceria com o Instituto Ideia.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, os dados revelam que essa alegria convive diariamente com o estresse e a sobrecarga. Não é uma felicidade ingênua; é uma capacidade extraordinária de seguir em frente, mesmo sob pressão. Mas até que ponto essa resiliência é sustentável?
Será que não deveríamos debater como construir uma sociedade mais justa, mais saudável e mais segura? Ou seguiremos banalizando a insegurança, estresse e ansiedade constantes?
Convido você a conhecer os dados completos e entender os abismos e as potências da nossa felicidade.
🔗 Acesse a pesquisa completa no link na bio.
@institutodepesquisaideia

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!
“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
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Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
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→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

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Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
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Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
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→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
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→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
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Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!
Um trecho da minha conversa sobre a ciência da felicidade com @lucianagarbin do @estadao no @_spiw
É possível construir uma vida mais feliz, mas não é uma fórmula mágica como vemos nas redes sociais. Depende de autoconhecimento, autorresponsabilidade, intenção e disciplina.

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

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E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
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Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
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E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
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E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
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Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .
O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.
Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.
Confira os recortes desse alerta no carrossel.
Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .
O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.
Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.
Confira os recortes desse alerta no carrossel.
Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?

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O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.
Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.
Confira os recortes desse alerta no carrossel.
Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .
O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.
Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.
Confira os recortes desse alerta no carrossel.
Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .
O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.
Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.
Confira os recortes desse alerta no carrossel.
Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?
Renata Rivetti (@renata.rivetti), referência internacional em felicidade corporativa e palestrante agenciada pela DMT, no @_spiw 💙

O mundo nunca teve tanta possibilidade de escolhas, porém, o sentimento é de falta, um vazio existencial que permeia a nossa sociedade. Vivemos a era digital, acesso a tecnologias, chegada da IA generativa e, ao invés dessa evolução nos trazer tempo para focarmos no que importa, estamos simplesmente sobrevivendo, seguindo a vida sem sentido ou propósito.
Estamos perdidos na infoxicação, nas redes sociais, no excesso de consumo. A busca por dopamina rápida e barata passou a funcionar como anestésico para o sofrimento gerado por uma existência sem sentido
E os jovens tem sido o grupo mais impactado. Em nossa pesquisa Mapa da Felicidade Real do Brasileiro, encontramos os jovens de 16 a 24 como o grupo mais infeliz, mais viciado em redes sociais e mais solitário. São desafios correlatos que precisamos falar e endereçar.
O que será do nosso futuro, se a geração que deveria ser a mais feliz e esperançosa apresenta o oposto disso?

O brasileiro se sente feliz?
Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.
A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.
A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.
@institutodepesquisaideia

O brasileiro se sente feliz?
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A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.
@institutodepesquisaideia

O brasileiro se sente feliz?
Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.
A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.
A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.
@institutodepesquisaideia

O brasileiro se sente feliz?
Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.
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A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.
@institutodepesquisaideia

O brasileiro se sente feliz?
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Feliz dia das mães! Obrigada à minha mãe por ser exemplo de força, coragem, ética e justiça. Sempre me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, a lutar pelo que acredito e ser quem sou, seguindo meus valores e verdade.
Feliz a todas as mães, que vivem desafios diários para dar conta de tanto. Quando discutimos escalas, flexibilidade ou mudanças nas relações com o trabalho, sabemos o quanto essas pautas podem mudar a vida de milhões de mães brasileiras e de todo seu entorno e impacto no mundo.
Pode ser melhor a todos.

Feliz dia das mães! Obrigada à minha mãe por ser exemplo de força, coragem, ética e justiça. Sempre me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, a lutar pelo que acredito e ser quem sou, seguindo meus valores e verdade.
Feliz a todas as mães, que vivem desafios diários para dar conta de tanto. Quando discutimos escalas, flexibilidade ou mudanças nas relações com o trabalho, sabemos o quanto essas pautas podem mudar a vida de milhões de mães brasileiras e de todo seu entorno e impacto no mundo.
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