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renata.rivetti

Renata Rivetti

Felicidade sustentável
Autora “O poder do bem-estar” @editora_objetiva
Embaixadora @wellhub_br @wellzbywellhub

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Falei para @vivabem_uol sobre a construção de uma vida feliz e os desafios da ditadura da felicidade.

Hoje, na capa do @uoloficial. Entrevista completa no link da bio.

Obrigada @bpaludeti pela entrevista!

#felicidade #felicidadetoxica #bemestar #saudemental #proposito


1.7K
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8 months ago


Ontem tive a alegria de participar do primeiro episódio da nova temporada do Saia Justa, na @gnt e o tema não poderia ser mais necessário: trabalho.

Falar sobre felicidade no trabalho não é romantizar a realidade de quem enfrenta jornadas exaustivas, ambientes tóxicos ou falta de reconhecimento. É, sim, abrir espaço para conversas reais sobre o que nos motiva, nos conecta e nos mantém inteiros, mesmo diante dos desafios.

Felicidade no trabalho não é sobre estar alegre o tempo todo.
É sobre ter sentido, relações saudáveis, espaço para ser quem se é, e pausas que nos permitam respirar antes de colapsar.

Hoje, no Dia do Trabalhador, meu desejo é que possamos avançar em direção a um modelo de trabalho mais humano, mais sustentável e mais justo. Que não adoece, não silencia e não engole a vida.

Porque a felicidade no trabalho começa quando a gente é tratado como pessoa e não apenas como função.

#FelicidadeSustentável #SustentabilidadeHumana #DiaDoTrabalhador #cienciadafelicidade #saudemental


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1 years ago

Fantástico destaca Piloto Semana 4 Dias em reportagem.

Em uma abordagem aprofundada no programa Fantástico, a @tvglobo trouxe à tona no último domingo a discussão sobre o piloto da semana de quatro dias de trabalho. Já experimentado globalmente, esse conceito chegou ao Brasil e em breve as empresas começarão de fato a semana de 4 dias na prática.
Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness at Work, forneceu insights valiosos sobre o tema, destacando a necessidade do redesenho do trabalho, de forma produtiva, mas mais saudável.

É importante destacar que a iniciativa é mais do que apenas reduzir um dia: é um redesenho da jornada de trabalho. Com a implementação iminente, 21 empresas brasileiras já estão se preparando para esta transição. Para conhecer mais, acesse a entrevista completa no link da bio.

#semanadequatrodias #inovaçãonotrabalho #felicidadecorporativa


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2 years ago

Essa frase resume um dos muitos achados da nossa pesquisa inédita, o “Mapa da Felicidade Real do Brasileiro”, realizada em parceria com o Instituto Ideia.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, os dados revelam que essa alegria convive diariamente com o estresse e a sobrecarga. Não é uma felicidade ingênua; é uma capacidade extraordinária de seguir em frente, mesmo sob pressão. Mas até que ponto essa resiliência é sustentável?

Será que não deveríamos debater como construir uma sociedade mais justa, mais saudável e mais segura? Ou seguiremos banalizando a insegurança, estresse e ansiedade constantes?

Convido você a conhecer os dados completos e entender os abismos e as potências da nossa felicidade.

🔗 Acesse a pesquisa completa no link na bio.

@institutodepesquisaideia


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4 hours ago

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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1 days ago

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.

Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.

Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.

Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.

Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.

Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!


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1 days ago

Um trecho da minha conversa sobre a ciência da felicidade com @lucianagarbin do @estadao no @_spiw

É possível construir uma vida mais feliz, mas não é uma fórmula mágica como vemos nas redes sociais. Depende de autoconhecimento, autorresponsabilidade, intenção e disciplina.


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3 days ago

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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4 days ago

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

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Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

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E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.

E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.

Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.

O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.

Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.

Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!

Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!


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4 days ago

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .

O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.

Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.

Confira os recortes desse alerta no carrossel.

Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?


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4 days ago

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .

O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.

Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.

Confira os recortes desse alerta no carrossel.

Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?


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Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .

O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.

Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.

Confira os recortes desse alerta no carrossel.

Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?


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Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .

O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.

Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.

Confira os recortes desse alerta no carrossel.

Como você tem sentido o impacto dessa pressão na sua rotina?


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4 days ago

Está na hora de pararmos de banalizar o estresse. Falei sobre o tema na excelente matéria da @vejamais .

O estresse não é apenas um estado mental; ele é um ofensor biológico. A matéria recente da VEJA reforça o que os dados do “Mapa da Felicidade Real”: o custo da nossa resiliência emocional está alto demais.

Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, essa alegria convive diariamente com a ansiedade e o estresse crônico. A felicidade real no Brasil não é leve; passa pela sobrecarga e pela falta de tempo para a vida.

Entender essa complexidade é o primeiro passo para o redesenho necessário. Precisamos de ambientes que protejam a saúde, em vez de apenas exigi-la.

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4 days ago

Renata Rivetti (@renata.rivetti), referência internacional em felicidade corporativa e palestrante agenciada pela DMT, no @_spiw 💙


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5 days ago

O mundo nunca teve tanta possibilidade de escolhas, porém, o sentimento é de falta, um vazio existencial que permeia a nossa sociedade. Vivemos a era digital, acesso a tecnologias, chegada da IA generativa e, ao invés dessa evolução nos trazer tempo para focarmos no que importa, estamos simplesmente sobrevivendo, seguindo a vida sem sentido ou propósito.

Estamos perdidos na infoxicação, nas redes sociais, no excesso de consumo. A busca por dopamina rápida e barata passou a funcionar como anestésico para o sofrimento gerado por uma existência sem sentido

E os jovens tem sido o grupo mais impactado. Em nossa pesquisa Mapa da Felicidade Real do Brasileiro, encontramos os jovens de 16 a 24 como o grupo mais infeliz, mais viciado em redes sociais e mais solitário. São desafios correlatos que precisamos falar e endereçar.

O que será do nosso futuro, se a geração que deveria ser a mais feliz e esperançosa apresenta o oposto disso?


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6 days ago

O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

@institutodepesquisaideia


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1 weeks ago

O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

@institutodepesquisaideia


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O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

@institutodepesquisaideia


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O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

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1 weeks ago

O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

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O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

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O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

@institutodepesquisaideia


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O brasileiro se sente feliz?

Essa pergunta me motivou a realizar a maior e inédita pesquisa sobre felicidade do brasileiro. Queria entender o que é felicidade em nosso país e como as segmentações de um país tão diverso afetam.

A grande conclusão é que enxergamos os desafios diários: insegurança, corrupção, estresse, ansiedade e preocupações com a vida no Brasil. Mas há aspectos que sustentam nossa felicidade e não a alegria, mas nossa rede de apoio e nossa fé. Mesmo no caos, temos esperança. Há algo maior que acreditamos e temos com quem contar.

A matéria do @jornaloglobo trouxe detalhes da pesquisa e mostrou os desafios do brasileiro, principalmente quando falamos em grupos minorizados e vulneráveis.

@institutodepesquisaideia


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1 weeks ago

Feliz dia das mães! Obrigada à minha mãe por ser exemplo de força, coragem, ética e justiça. Sempre me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, a lutar pelo que acredito e ser quem sou, seguindo meus valores e verdade.

Feliz a todas as mães, que vivem desafios diários para dar conta de tanto. Quando discutimos escalas, flexibilidade ou mudanças nas relações com o trabalho, sabemos o quanto essas pautas podem mudar a vida de milhões de mães brasileiras e de todo seu entorno e impacto no mundo.

Pode ser melhor a todos.


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1 weeks ago

Feliz dia das mães! Obrigada à minha mãe por ser exemplo de força, coragem, ética e justiça. Sempre me ensinou a ir atrás dos meus sonhos, a lutar pelo que acredito e ser quem sou, seguindo meus valores e verdade.

Feliz a todas as mães, que vivem desafios diários para dar conta de tanto. Quando discutimos escalas, flexibilidade ou mudanças nas relações com o trabalho, sabemos o quanto essas pautas podem mudar a vida de milhões de mães brasileiras e de todo seu entorno e impacto no mundo.

Pode ser melhor a todos.


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1 weeks ago


View Instagram Stories in Secret

The Instagram Story Viewer is an easy tool that lets you secretly watch and save Instagram stories, videos, photos, or IGTV. With this service, you can download content and enjoy it offline whenever you like. If you find something interesting on Instagram that you’d like to check out later or want to view stories while staying anonymous, our Viewer is perfect for you. Anonstories offers an excellent solution for keeping your identity hidden. Instagram first launched the Stories feature in August 2023, which was quickly adopted by other platforms due to its engaging, time-sensitive format. Stories let users share quick updates, whether photos, videos, or selfies, enhanced with text, emojis, or filters, and are visible for only 24 hours. This limited time frame creates high engagement compared to regular posts. In today’s world, Stories are one of the most popular ways to connect and communicate on social media. However, when you view a Story, the creator can see your name in their viewer list, which may be a privacy concern. What if you wish to browse Stories without being noticed? Here’s where Anonstories becomes useful. It allows you to watch public Instagram content without revealing your identity. Simply enter the username of the profile you’re curious about, and the tool will display their latest Stories. Features of Anonstories Viewer: - Anonymous Browsing: Watch Stories without showing up on the viewer list. - No Account Needed: View public content without signing up for an Instagram account. - Content Download: Save any Stories content directly to your device for offline use. - View Highlights: Access Instagram Highlights, even beyond the 24-hour window. - Repost Monitoring: Track the reposts or engagement levels on Stories for personal profiles. Limitations: - This tool works only with public accounts; private accounts remain inaccessible. Benefits: - Privacy-Friendly: Watch any Instagram content without being noticed. - Simple and Easy: No app installation or registration required. - Exclusive Tools: Download and manage content in ways Instagram doesn’t offer.

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