Renata Rivetti
Felicidade sustentável
Futuro do trabalho
📖“O poder do bem-estar” @editora_objetiva
Embaixadora @wellhub_br @wellzbywellhub

Falei para @vivabem_uol sobre a construção de uma vida feliz e os desafios da ditadura da felicidade.
Hoje, na capa do @uoloficial. Entrevista completa no link da bio.
Obrigada @bpaludeti pela entrevista!
#felicidade #felicidadetoxica #bemestar #saudemental #proposito
Ontem tive a alegria de participar do primeiro episódio da nova temporada do Saia Justa, na @gnt e o tema não poderia ser mais necessário: trabalho.
Falar sobre felicidade no trabalho não é romantizar a realidade de quem enfrenta jornadas exaustivas, ambientes tóxicos ou falta de reconhecimento. É, sim, abrir espaço para conversas reais sobre o que nos motiva, nos conecta e nos mantém inteiros, mesmo diante dos desafios.
Felicidade no trabalho não é sobre estar alegre o tempo todo.
É sobre ter sentido, relações saudáveis, espaço para ser quem se é, e pausas que nos permitam respirar antes de colapsar.
Hoje, no Dia do Trabalhador, meu desejo é que possamos avançar em direção a um modelo de trabalho mais humano, mais sustentável e mais justo. Que não adoece, não silencia e não engole a vida.
Porque a felicidade no trabalho começa quando a gente é tratado como pessoa e não apenas como função.
#FelicidadeSustentável #SustentabilidadeHumana #DiaDoTrabalhador #cienciadafelicidade #saudemental
Fantástico destaca Piloto Semana 4 Dias em reportagem.
Em uma abordagem aprofundada no programa Fantástico, a @tvglobo trouxe à tona no último domingo a discussão sobre o piloto da semana de quatro dias de trabalho. Já experimentado globalmente, esse conceito chegou ao Brasil e em breve as empresas começarão de fato a semana de 4 dias na prática.
Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness at Work, forneceu insights valiosos sobre o tema, destacando a necessidade do redesenho do trabalho, de forma produtiva, mas mais saudável.
É importante destacar que a iniciativa é mais do que apenas reduzir um dia: é um redesenho da jornada de trabalho. Com a implementação iminente, 21 empresas brasileiras já estão se preparando para esta transição. Para conhecer mais, acesse a entrevista completa no link da bio.
#semanadequatrodias #inovaçãonotrabalho #felicidadecorporativa

Saúde mental, tecnologia e produtividade: qual o papel dessa relação no futuro do trabalho? Ontem falei desse tema no HR Leaders Summit, evento de altíssima qualidade realizado pela @b2bmatch.
Em 1930, Keynes previa que em 2030 a semana de trabalho seria de quinze horas, devido a evolução da tecnologia. Recentemente, Bill Gates falou que com expansão da IA a semana de trabalho seria de três dias. A tecnologia faria o operacional, repetitivo e liberaria tempo de qualidade para o estratégico, criativo, analítico.
Ambos acertaram na evolução e expansão da tecnologia, porém o cenário atual apresenta o oposto: sobrecarga, exaustão, pseudoprodutividade. Onde estamos errando e o que fazer para mudar isso?
Ter essa fala em evento com lideranças tão relevantes de RH demonstra que existe um incômodo e que há espaço para novas construções.
Parabéns @brunopadredi pelo evento e por gerar debates tão profundos e relevantes para que a liderança de RH seja protagonista na construção de uma nova relação com o trabalho. Parabéns a todo seu time que trabalhou com excelência em todos os momentos.
E obrigada a todos pelas trocas. Bom ver tantos clientes líderes participando desta transformação.

Saúde mental, tecnologia e produtividade: qual o papel dessa relação no futuro do trabalho? Ontem falei desse tema no HR Leaders Summit, evento de altíssima qualidade realizado pela @b2bmatch.
Em 1930, Keynes previa que em 2030 a semana de trabalho seria de quinze horas, devido a evolução da tecnologia. Recentemente, Bill Gates falou que com expansão da IA a semana de trabalho seria de três dias. A tecnologia faria o operacional, repetitivo e liberaria tempo de qualidade para o estratégico, criativo, analítico.
Ambos acertaram na evolução e expansão da tecnologia, porém o cenário atual apresenta o oposto: sobrecarga, exaustão, pseudoprodutividade. Onde estamos errando e o que fazer para mudar isso?
Ter essa fala em evento com lideranças tão relevantes de RH demonstra que existe um incômodo e que há espaço para novas construções.
Parabéns @brunopadredi pelo evento e por gerar debates tão profundos e relevantes para que a liderança de RH seja protagonista na construção de uma nova relação com o trabalho. Parabéns a todo seu time que trabalhou com excelência em todos os momentos.
E obrigada a todos pelas trocas. Bom ver tantos clientes líderes participando desta transformação.

Saúde mental, tecnologia e produtividade: qual o papel dessa relação no futuro do trabalho? Ontem falei desse tema no HR Leaders Summit, evento de altíssima qualidade realizado pela @b2bmatch.
Em 1930, Keynes previa que em 2030 a semana de trabalho seria de quinze horas, devido a evolução da tecnologia. Recentemente, Bill Gates falou que com expansão da IA a semana de trabalho seria de três dias. A tecnologia faria o operacional, repetitivo e liberaria tempo de qualidade para o estratégico, criativo, analítico.
Ambos acertaram na evolução e expansão da tecnologia, porém o cenário atual apresenta o oposto: sobrecarga, exaustão, pseudoprodutividade. Onde estamos errando e o que fazer para mudar isso?
Ter essa fala em evento com lideranças tão relevantes de RH demonstra que existe um incômodo e que há espaço para novas construções.
Parabéns @brunopadredi pelo evento e por gerar debates tão profundos e relevantes para que a liderança de RH seja protagonista na construção de uma nova relação com o trabalho. Parabéns a todo seu time que trabalhou com excelência em todos os momentos.
E obrigada a todos pelas trocas. Bom ver tantos clientes líderes participando desta transformação.

Saúde mental, tecnologia e produtividade: qual o papel dessa relação no futuro do trabalho? Ontem falei desse tema no HR Leaders Summit, evento de altíssima qualidade realizado pela @b2bmatch.
Em 1930, Keynes previa que em 2030 a semana de trabalho seria de quinze horas, devido a evolução da tecnologia. Recentemente, Bill Gates falou que com expansão da IA a semana de trabalho seria de três dias. A tecnologia faria o operacional, repetitivo e liberaria tempo de qualidade para o estratégico, criativo, analítico.
Ambos acertaram na evolução e expansão da tecnologia, porém o cenário atual apresenta o oposto: sobrecarga, exaustão, pseudoprodutividade. Onde estamos errando e o que fazer para mudar isso?
Ter essa fala em evento com lideranças tão relevantes de RH demonstra que existe um incômodo e que há espaço para novas construções.
Parabéns @brunopadredi pelo evento e por gerar debates tão profundos e relevantes para que a liderança de RH seja protagonista na construção de uma nova relação com o trabalho. Parabéns a todo seu time que trabalhou com excelência em todos os momentos.
E obrigada a todos pelas trocas. Bom ver tantos clientes líderes participando desta transformação.

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Que honra participar da 15a edição comemorativa do evento UNX (ex Café com RH) da @unimedfortaleza Teatro RioMar Fortaleza, um dos maiores fóruns sobre pessoas e inovação do estado do Ceará.
Agradeço a toda liderança e time da Unimed Fortaleza pela maravilhosa recepção. Obrigada também pelo ótimo bate papo no podcast com @marinarolim. Foi incrível estar com vocês e participar deste espaço tão relevante para debatermos o futuro do trabalho e a sustentabilidade humana.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes, atentas e interessadas.
E à @dmtpalestras e @companhiadasletras por toda a parceria sempre.
Fotos @baladain @_douglas_filho

Nunca pensei claramente ‘vou virar palestrante’, minha motivação sempre foi compartilhar conhecimento na tentativa de construir um mundo melhor. E meu caminho sempre foram os estudos, pesquisas e principalmente um questionamento interno sobre uma vida com mais consciência e significado.
Essa busca e curiosidade me levou para pesquisar felicidade e significado da vida em países como Mianmar, Tailândia, Japão, Butão, Finlândia, Dinamarca, Brasil, entre tantos outros. E em muitos cursos, livros, pesquisas, dados. E cada vez que aprendia, compartilhava.
Passei a estudar modelos de trabalho também, saúde mental nas empresas, times de alta performance. E entendi que se passaremos mais de cem mil horas trabalhado, está na hora de construirmos novos caminhos. O futuro do trabalho será humano. E isso é bom para o profissional e também às empresas. Afinal, vivemos hoje uma crise de engajamento e performance no trabalho.
Podemos construir uma sociedade melhor, criar uma vida com melhores hábitos e práticas e podemos construir um capitalismo mais consciente, com empresas mais saudáveis e prósperas.
Acredito na minha mensagem. Existe verdade em cada fala. Obrigada ao @diegotraveze todo o time da @dmtpalestras por estarem comigo e por este momento especial para debatermos ideias, conteúdos e soluções. Ainda temos muito a falar, inspirar, emocionar.

Por que os programas de bem-estar sozinhos não vão prevenir os riscos psicossociais?
Falei para o @meioemensagem sobre a importância de relações saudáveis nas organizações e também da necessidade da construção de uma humana, colaborativa e segura.
Em tempos de evolução significativa da IA, a humanidade será o fator protetor da saúde mental e bem-estar dos profissionais.

Por que os programas de bem-estar sozinhos não vão prevenir os riscos psicossociais?
Falei para o @meioemensagem sobre a importância de relações saudáveis nas organizações e também da necessidade da construção de uma humana, colaborativa e segura.
Em tempos de evolução significativa da IA, a humanidade será o fator protetor da saúde mental e bem-estar dos profissionais.

Por que os programas de bem-estar sozinhos não vão prevenir os riscos psicossociais?
Falei para o @meioemensagem sobre a importância de relações saudáveis nas organizações e também da necessidade da construção de uma humana, colaborativa e segura.
Em tempos de evolução significativa da IA, a humanidade será o fator protetor da saúde mental e bem-estar dos profissionais.
Falei para @tvbrasil sobre nossa relação com o trabalho e como o modelo atual tem nos adoecido e sido improdutivo. É preciso enxergar os custos invisíveis de baixo engajamento, desmotivação, baixa produtividade, alto turnover, absenteísmo e aumentos nas licenças médicas por saúde mental.
O não precisa ser somente um fardo, ele pode trazer realizações e significado, mas precisa ser redesenhado. E o debate das escalas faz parte desta revisão. Precisa ser melhor para o profissional e pode ser melhor tambem para as empresas.

Essa frase resume um dos muitos achados da nossa pesquisa inédita, o “Mapa da Felicidade Real do Brasileiro”, realizada em parceria com o Instituto Ideia.
Embora 89% dos brasileiros se declarem felizes, os dados revelam que essa alegria convive diariamente com o estresse e a sobrecarga. Não é uma felicidade ingênua; é uma capacidade extraordinária de seguir em frente, mesmo sob pressão. Mas até que ponto essa resiliência é sustentável?
Será que não deveríamos debater como construir uma sociedade mais justa, mais saudável e mais segura? Ou seguiremos banalizando a insegurança, estresse e ansiedade constantes?
Convido você a conhecer os dados completos e entender os abismos e as potências da nossa felicidade.
🔗 Acesse a pesquisa completa no link na bio.
@institutodepesquisaideia

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!
“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
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Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!

“Não estamos numa revolução de IA. Estamos numa revolução de habilidades humanas.”
Foi assim que @susandavid_phd, criadora do conceito de agilidade emocional, abriu o Flash Humanidades 2026 e resumiu o que muita liderança ainda insiste em ignorar.
Enquanto o mundo corre atrás de eficiência tecnológica, a OMS já aponta que a depressão será a maior causa de incapacidade global até 2030. Quando reforço a mensagem de revermos nossa relação com o trabalho, o primeiro motivo é a obviedade de não permitirmos mais tanto sofrimento e adoecimento, mas o outro motivo é que há custos invisíveis desse modelo de gestão ultrapassado.
Três provocações que levo desse encontro:
→ O desconforto é o preço de uma vida significativa. Liderar exige coragem para atravessar a porta, mesmo sem saber o que há do outro lado.
→ Emoções são dados, não diretrizes. Elas revelam nossos valores e ignorá-las custa caro para times e organizações.
→ Locais de trabalho dependem de vulnerabilidade, mas não são terapia. Vulnerabilidade sábia é diferente de terceirizar nossas feridas para quem trabalha conosco.
Após a palestra, o painel com Lilia Schwarcz e Eduardo Giannetti, moderado por @ernestopaglia, ficou ainda mais claro: o afeto não é fragilidade do brasileiro. É um ativo. Saber se deixar afetar pelo outro pode ser, sim, vantagem competitiva.
Minha pesquisa sobre felicidade do brasileiro reforça: é precisorever as desigualdades, mas também lembra da força de resiliência e esperança de nosso povo.
Evento riquíssimo em conteúdo, curadoria, organização. Contou ainda com música maravilhosa da @monicasalmasooficial e apresentação da @cynmartins. Agradeço @meuflash pelo convite. Que possamos seguir debatendo novos caminhos. Obrigada!
Um trecho da minha conversa sobre a ciência da felicidade com @lucianagarbin do @estadao no @_spiw
É possível construir uma vida mais feliz, mas não é uma fórmula mágica como vemos nas redes sociais. Depende de autoconhecimento, autorresponsabilidade, intenção e disciplina.

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

A palavra “trabalho” vem de tripalium, instrumento de tortura. Isso diz muito sobre como nossa sociedade foi construída para enxergar o trabalho: como sofrimento, sacrifício, virtude a qualquer custo. no século XVIII, Adam Smith reforça que trabalho é sacrifico de bem-estar. E seguimos repetindo essa relação, com medos, comando e controle, microgerenciamento e sobrecarga.
E os dados mostram o resultado disso: 546 mil licenças médicas por saúde mental no Brasil em 2025. US$ 10 trilhões em perdas de produtividade no mundo.
Mas existe outro caminho. Colocar as pessoas no centro não é utopia, é estratégia e o óbvio como sociedade. Bem-estar e resultado não são opostos. São a mesma coisa.
O mundo do trabalho precisa mudar. E essa mudança começa com protagonismo.
Falei sobre esse tema no @_spiw @human.are. Obrigada @adriana_schneider @dmtpalestras pela parceria. e aos painelistas por nossas trocas @danielagarcia.br Mauricio Pedro e Bárbara Landeia.
Obrigada @estadao @lucianagarbin pelo bate papo incrível!
Obrigada a todos que estiveram presentes. Foi demais!

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